Notícias

Internacional
Carlos Henrique Costa

Dorival projeta mais convocados que atuam no Brasil

Dorival Júnior tem em seus planos uma maior participação na Seleção de atletas que atuam no futebol brasileiro. O ex-técnico do São Paulo assumiu o comando da Amarelinha nesta quinta-feira e, em sua primeira entrevista coletiva, deixou claro a intenção de valorizar alguns nomes que há tempo vem apresentando um bom futebol no território nacional. <<< SE INSCREVA NO CANAL DO FUTEBOL E RAPADURA NO YOUTUBE >>> “Às vezes, temos a referência de um campeonato lá fora que passa a ser muito melhor que o Brasileiro, e precisamos repensar tudo isso, porque o Brasileiro é muito difícil, talvez até mais que o campeonato de muitos países. Se preparem, porque vou contar com muitos jogadores que estejam aqui dentro, disso não tenho dúvidas, desde que tenham merecimento”, afirmou Dorival Júnior. Esse processo já vinha acontecendo sob o comando de Fernando Diniz. Na última convocação do antecessor de Dorival Júnior, sete atletas que atuam no futebol brasileiro representaram a Seleção nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, contra Colômbia e Argentina: Lucas Perri (Botafogo), Bento (Athletico-PR), Nino (Fluminense), André (Fluminense), Paulinho (Atlético-MG), Raphael Veiga (Palmeiras) e Endrick (Palmeiras). “Vou tentar fazer o máximo para não errar nesse sentido, que estejam aqui os melhores. Eles têm que ter valor e saber que disputam um dos campeonatos mais difíceis e complicados do mundo. A Copa do Brasil é uma copa muito mais disputada que uma Libertadores. Na minha opinião, temos aqui campeonatos muito difíceis. Perdemos muitos elementos ao longo dos últimos dez, 12 anos. Acredito que tenhamos 1500 jogadores fora do nosso País. São jogadores de excelente nível, outros de nível médio, outros que estão começando. Isso quebra um pouco a qualidade das nossas competições, que, mesmo assim, seguem com um nível de qualidade muito alto”, completou Dorival Júnior. Os primeiros compromissos do novo treinador da Seleção Brasileira acontecerão em março, quando o time canarinho tem pela frente os amistosos contra Inglaterra, em Londres, e Espanha, em Madri. Posteriormente, entre junho e julho, o Brasil disputa a Copa América, nos EUA. Aliás, na Copa América, se convocar muitos jogadores que atuam no futebol brasileiro, Dorival Júnior causará desfalques importantes em algumas das equipes do País, já que as competições não serão paralisadas enquanto o torneio nos EUA será disputado. “Sofri bastante com tudo isso, mas nunca tirei a possibilidade de um profissional viver seu maior sonho. Em 2016, o Santos disputando a ponta do Campeonato Brasileiro e, de repente, nas Olimpíadas perdemos o Gabigol, Zeca e Thiago Maia. Na sequência, na Copa América Centenário, mais três jogadores do Santos convocados. Dois meses nas Olimpíadas e 40 dias na Copa América. Foi um problema muito sério, e o Santos ainda assim conseguiu o vice-campeonato daquela competição. Sei o quanto pesa a saída desses jogadores, mas o quanto são importantes dentro da Seleção. Temos que ter o equilíbrio entre a necessidade e a vontade do atleta e do seu clube. Não é fácil, não. Já estive do outro lado e tenho que me colocar na situação do treinador do lado oposto”, concluiu Dorival. Leia mais | FIFA marca audiências envolvendo Fortaleza, Colo-Colo e Lucero

Leia mais »
Internacional
Carlos Henrique Costa

Dorival nega problemas com Neymar ao assumir Seleção

Apresentado como novo técnico da Seleção Brasileira nesta quinta-feira, 11/11, Dorival Júnior concedeu entrevista coletiva após assinar contrato que lhe assegura até o final da Copa do Mundo de 2026, principal objetivo da carreira do profissional que chega para buscar o hexacampeonato mundial. <<< SE INSCREVA NO CANAL DO FUTEBOL E RAPADURA NO YOUTUBE >>> Durante a conversa com jornalistas, Dorival foi questionado sobre a relação com Neymar, principal jogador da equipe e que trata uma lesão grave que o afastou dos gramados por um bom tempo. Dorival e o camisa 10 da canarinho discutiram em 2011 quando o atacante ainda fazia parte do Santos. A briga resultou na demissão do comandante do time paulista. “Não tenho problema nenhum com o Ney, a proporção que tomou aquela situação foi além do que esperávamos, desnecessariamente. Desde aquele momento, mesmo, após a partida nós já estávamos conversando. A diretoria do Santos tomou a decisão dela” Afirmou. Dorival comentou sobre a dependência que o time brasileiro tem do seu camisa 10.” O Brasil tem que aprender a jogar sem o Neymar, entendendo que o momento dele é de lesão, mas entendendo que nós temos um dos três maiores jogadores do mundo neste momento e que nós temos que aproveitar”. Dorival chegou à Seleção Brasileira para substituir Fernando Diniz. O treinador estava interinamente até o meio deste ano, quando, supostamente, Carlo Ancelotti, trocaria o Real Madrid pela equipe canarinho, o que não aconteceu. Leia mais | FIFA marca audiências envolvendo Fortaleza, Colo-Colo e Lucero

Leia mais »