Documentos liberados pelo Congresso dos EUA mostram e-mails nos quais Epstein se refere a Trump como “quase insano” e “mamífero maluco”, reacendendo debate sobre suas relações.
WASHINGTON — Um conjunto de mais de 20 mil documentos relacionados à investigação de Jeffrey Epstein foi divulgado recentemente, trazendo à tona declarações e trocas de e-mail que lançam nova luz sobre suas conexões com figuras de destaque, entre elas o ex-presidente Donald Trump.
Principais revelações
Entre os documentos, destaca-se um e-mail de 22 de dezembro de 2018 em que Epstein descreve Trump como “beirando a insanidade” (“almost insane”).
Em outro envio de 28 de janeiro de 2017, Epstein usa linguagem explícita para se referir a Trump como “maluco pra c***”, após o então presidente assinar a ordem sobre sanções a cidadãos de países de maioria muçulmana.
Além disso, os papéis revelam que Epstein recebeu informações sobre negociações envolvendo o avião particular de Trump e estava atento aos negócios do ex-presidente desde ao menos 2011.
Impacto político e jurídico
Embora nenhum dos documentos mostre diretamente Trump como réu, as revelações reacendem questionamentos sobre seu passado próximo a Epstein e seu círculo de aliados. Especialistas afirmam que o volume e o teor das informações divulgadas podem gerar novas investigações ou ampliar pressões políticas nos EUA.
As lideranças globais agora enfrentam mais um capítulo de escrutínio sobre redes de poder, tráfico sexual e impunidade — temas que ganham força em fóruns internacionais e fóruns de direitos humanos.
Próximos passos
Com a divulgação parcial dos arquivos, o público e a imprensa aguardam novas remessas de documentos e novas ações judiciais. Em paralelo, cresce o debate de que a total transparência desses arquivos é crucial para fortalecer a confiança nas instituições.
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