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Carlos Henrique Costa

“O Agente Secreto” vence Critics Choice 26

04 de janeiro de 2026 – O filme brasileiro “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou o prêmio de Melhor Filme Internacional na 31ª edição do Critics Choice Awards, evento realizado em Los Angeles, nos Estados Unidos e considerado um dos maiores termômetros para o Oscar. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A vitória marca um momento histórico para o cinema nacional — esta foi a primeira vez que uma produção brasileira levou o troféu principal na categoria de melhor filme estrangeiro da premiação. Cerimônia e contexto da premiação A cerimônia ocorreu na noite de domingo (4), no Barker Hangar, em Santa Monica, na Califórnia. O Critics Choice Awards reúne centenas de críticos de cinema e televisão dos Estados Unidos e do Canadá, que votam para eleger os destaques do ano nas principais categorias do audiovisual. “O Agente Secreto” competiu com produções como “Belén” (Argentina), “It Was Just an Accident” (Irã/França), “Left-Handed Girl” (Taiwan), “No Other Choice” (Coreia do Sul) e “Sirāt” (Espanha), superando todos os concorrentes para levar a estatueta. Sobre “O Agente Secreto” e sua trajetória Ambientado no Recife de 1977, O Agente Secreto é um thriller político estrelado por Wagner Moura, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Isabél Zuaa e Alice Carvalho, que narra a história de um professor que retorna à cidade em busca de paz, mas se vê envolvido em uma teia de conspiração e vigilância. A produção tem sido amplamente reconhecida internacionalmente, acumulando prêmios e indicações em diversas premiações desde sua estreia em festivais e fortalecendo sua campanha rumo ao Oscar 2026. Especialistas e críticos apontam que a vitória no Critics Choice pode impulsionar ainda mais a atenção global ao cinema brasileiro e ampliar as chances do longa em outras premiações internacionais nesta temporada. Leia também | Soldados dos EUA são feridos na Venezuela Tags: O Agente Secreto, Critics Choice Awards 2026, filme brasileiro, Kleber Mendonça Filho, Wagner Moura, cinema internacional, prêmio de cinema, melhor filme estrangeiro, entretenimento

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Internacional
Carlos Henrique Costa

UE pede respeito à vontade do povo venezuelano na crise

04 de janeiro de 2026 – A União Europeia (UE) divulgou neste domingo uma declaração conjunta pedindo que a restauração da democracia na Venezuela respeite a “vontade do povo venezuelano”, em meio à grave crise política no país sul-americano. A nota contou com o apoio de 26 dos 27 Estados-membros do bloco, com a exceção da Hungria, que decidiu não aderir ao comunicado. Posição oficial e principais demandas da UE Na declaração, a UE afirmou que a única maneira de superar a crise política venezuelana é por meio de uma transição política pacífica e democrática guiada pela vontade popular, sem imposições externas ou soluções que contrariem os desejos da população local. O bloco europeu também destacou a importância de que todas as partes envolvidas mantenham calma e contenção para evitar uma escalada do conflito. A chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, ressaltou que a organização acompanha de perto os desdobramentos da situação na Venezuela e reforçou a solidariedade ao povo venezuelano, ao mesmo tempo em que pediu que quaisquer medidas sejam compatíveis com o direito internacional e a Carta das Nações Unidas. Crise política intensificada e críticas à legitimidade de Maduro O comunicado da União Europeia reafirmou ainda que o presidente Nicolás Maduro “carece de legitimidade democrática” e defendeu que a transição política no país deve ser conduzida com base no respeito à soberania popular, em vez de pressões externas ou intervenções que não contem com amplo apoio interno. O bloco também expressou preocupação com desafios como crime organizado e tráfico de drogas, afirmando que tais questões devem ser tratados por meio de cooperação internacional e dentro dos parâmetros legais internacionais, sem prejudicar o processo de normalização democrática no país. Repercussão e contexto internacional A posição europeia surge em meio à intensa repercussão global após as recentes ações que abalaram a estabilidade na Venezuela, incluindo operações militares e debates sobre o futuro político do país. Países aliados à democracia venezuelana têm pedido maior respeito à autodeterminação e evitado soluções que possam aprofundar a crise ou desestabilizar ainda mais a região. Leia também | Soldados dos EUA são feridos na Venezuela Tags: União Europeia, Venezuela, vontade do povo venezuelano, Kaja Kallas, crise política, democracia, política internacional, soberania, direito internacional

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