Trump diz que supervisão dos EUA sobre a Venezuela pode durar anos

Presidente americano indica presença prolongada e enfoque no petróleo venezuelano

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a supervisão dos EUA sobre a Venezuela pode se estender por anos, em uma entrevista ao The New York Times publicada nesta quinta-feira. Questionado sobre se esse período seria de meses ou mais tempo, Trump respondeu que seria “muito mais” do que alguns meses ou um ano, sugerindo um envolvimento prolongado em Caracas.

​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>>

Trump destacou que o governo norte-americano pretende “reconstruir” a Venezuela de maneira lucrativa, especialmente por meio da utilização e venda de petróleo venezuelano, liberando até 50 milhões de barris previamente bloqueados por sanções e refinando parte desse óleo nos EUA.

Relações com o governo interino e controle econômico

Segundo a reportagem, Trump ressaltou que Washington está em constante comunicação com a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que teria cooperado com as demandas americanas no atual cenário político do país.

Além disso, o presidente americano enfatizou que as receitas obtidas com a venda de petróleo venezuelano podem trazer benefícios tanto para os Estados Unidos quanto para a Venezuela, reduzindo preços globais da commodity e contribuindo financeiramente para o país sul-americano.

Impactos diplomáticos e crítica internacional

A declaração de Trump sobre uma presença prolongada norte-americana em território venezuelano levanta questões sobre soberania e política externa dos EUA na América Latina. Especialistas e líderes regionais vêm debatendo os possíveis efeitos dessa supervisão prolongada, especialmente no contexto das relações bilaterais e negociações petrolíferas que agora ganham destaque internacional.

Leia também | Penaforte registra novamente a maior temperatura do ano no Ceará


🏷️ TAGS

Trump, Estados Unidos, Venezuela, supervisão dos EUA, política externa, petróleo venezuelano, Delcy Rodríguez, The New York Times, controle econômico

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *