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Cultura
Carlos Henrique Costa

Carnaval 2026: Fortaleza terá aplicativo com programação

Ferramenta reúne blocos, horários e serviços para foliões na capital cearense O Carnaval 2026 em Fortaleza contará com um aplicativo oficial que reunirá a programação completa da festa, incluindo blocos, horários, mapas de percurso, serviços e outras funcionalidades práticas para os foliões. A novidade foi anunciada pela organização do evento como uma forma de facilitar o acesso às informações da folia e incentivar a participação do público em todas as atividades culturais da temporada carnavalesca. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O que o aplicativo oferece aos foliões Com o aplicativo oficial do Carnaval de Fortaleza 2026, os usuários poderão: A ferramenta foi desenvolvida para organizar informações importantes em um único lugar, evitando que foliões precisem buscar dados em múltiplos sites ou redes sociais. Facilidade e engajamento para participantes Os organizadores destacam que o aplicativo trará mais praticidade e engajamento para quem pretende aproveitar ao máximo o Carnaval 2026 em Fortaleza, seja morador ou visitante. A previsão é de que o app esteja disponível antes do início oficial das comemorações, com versões para os principais sistemas operacionais. A iniciativa também deve ajudar no planejamento de rotas, horários e preferências pessoais, garantindo que os usuários não percam nenhum bloco ou evento de seu interesse durante a folia. Carnaval 2026 em Fortaleza ganha inovação digital Com a adoção de ferramentas digitais como o aplicativo oficial, a gestão do evento reforça a modernização da experiência de carnaval no município, alinhando-se a tendências tecnológicas que facilitam a vida do público e aumentam a participação nas festas de rua. Leia também | STF limita multas tributárias e traz equilíbrio fiscal Tags: Carnaval 2026 Fortaleza, aplicativo Carnaval, programação Carnaval, blocos de Carnaval, festas em Fortaleza, tecnologia e festa, Carnaval digital, cultura popular, eventos culturais

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Economia
Carlos Henrique Costa

STF limita multas tributárias e traz equilíbrio fiscal

Decisão reforça proporcionalidade e traz mais segurança jurídica ao setor produtivo A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de fixar um teto de 60% para multas isoladas aplicadas por erros em obrigações tributárias representa mais do que um ajuste técnico no sistema fiscal. A medida sinaliza um avanço importante em direção a um modelo mais justo, equilibrado e alinhado aos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Na prática, a decisão impede que penalidades decorrentes de erros formais — como falhas em declarações fiscais ou na emissão de documentos — ultrapassem 60% do valor do tributo devido. Até então, não era incomum que multas superassem o próprio imposto, mesmo quando não havia prejuízo ao erário, gerando distorções que afetavam principalmente micro e pequenas empresas, mais suscetíveis a equívocos contábeis. Impactos para empresas e gestores O STF também decidiu modular os efeitos da decisão, restringindo sua aplicação automática apenas aos processos ainda em andamento. Apesar disso, o entendimento estabelece um precedente relevante e fortalece a defesa de sanções fiscais mais equilibradas. Para o setor produtivo, especialmente no Nordeste, a medida chega em um momento estratégico. Em um cenário marcado por elevada carga tributária e complexidade burocrática, limitar o excesso punitivo contribui para um ambiente de negócios mais previsível e saudável, favorecendo empresas que atuam de forma regular e transparente. Além disso, a decisão estimula investimentos em compliance tributário e governança fiscal, reforçando a ideia de que o foco do sistema deve ser a correção de falhas e a orientação do contribuinte, e não a punição desproporcional. Equilíbrio entre arrecadação e justiça fiscal Segundo o advogado Dr. Herton Parente, sócio da Parente Sociedade de Advogados e especialista em Direito Tributário, o entendimento do STF representa um marco na relação entre Fisco e contribuinte. “O Estado precisa arrecadar, mas não pode se valer de penalidades desproporcionais para isso. O STF deixa claro que o contribuinte não deve ser punido de forma mais severa do que o próprio dano causado, especialmente quando não há dolo ou prejuízo ao erário. É um avanço civilizatório”, avalia. O especialista ressalta ainda que o Fisco precisará aprimorar seus critérios para diferenciar erros formais de fraudes intencionais, garantindo que penalidades moderadas não signifiquem permissividade, mas sim justiça fiscal e eficiência arrecadatória. Novo paradigma na relação entre Estado e contribuinte A decisão do STF simboliza uma mudança relevante na forma como o sistema tributário brasileiro encara o contribuinte. Ao reconhecer que o rigor excessivo gera insegurança e não eficiência, o Judiciário envia um recado claro: é possível cobrar com firmeza, sem abrir mão da justiça e do equilíbrio necessários ao desenvolvimento econômico. Leia mais | Planejamento estratégico é chave para crescimento em 2026 Tags: STF, multas tributárias, direito tributário, empresas brasileiras, segurança jurídica, justiça fiscal, compliance tributário, sistema tributário, economia, setor produtivo

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Economia
Carlos Henrique Costa

Planejamento estratégico é chave para crescimento em 2026

Especialista aponta mudança de mentalidade como fator decisivo para resultados Em um ambiente de negócios cada vez mais instável e competitivo, o planejamento estratégico deixa de ser apenas um documento formal e passa a ocupar um papel central na geração de resultados concretos. A avaliação é de Bosco Nunes, CEO da AISIKI Customer Experience, que chama atenção para um erro ainda comum entre empresas brasileiras: tratar o planejamento como algo técnico, rígido e distante da rotina. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Segundo o especialista, essa visão é uma das principais causas de fracasso organizacional. “Planejar não é escrever metas; é assumir a responsabilidade pelo destino da empresa, mesmo em um cenário incerto. Um plano estratégico não é um documento fixo, mas uma bússola viva que orienta, adapta e desafia”, afirma. Diagnóstico, cultura e execução Bosco destaca que o ponto de partida do planejamento deve ser um diagnóstico profundo da realidade da empresa, com questionamentos essenciais sobre identidade, valores e pontos cegos da organização. Sem essa clareza, o plano perde força e não gera impacto prático. Outro fator decisivo é a cultura organizacional aliada à liderança. Quando colaboradores não compreendem seu papel ou o rumo da empresa, a estratégia deixa de avançar. Para o CEO da AISIKI, o planejamento precisa deixar de ser um evento anual e se tornar parte da operação diária, com indicadores atualizados, rituais de acompanhamento e análises constantes. Essa visão é corroborada pelo State of Strategy Report 2025, que aponta que: Planejar para antecipar, não reagir De acordo com Bosco Nunes, empresas que não conseguem integrar planejamento, cultura e execução acabam perdendo velocidade, inovação e oportunidades de crescimento. Ele ressalta que planejar não significa excesso de controle ou listas de tarefas, mas sim criar espaço para testes, aprendizado e evolução. “Quando o planejamento integra tecnologia, comportamento interno e experiência do cliente, a empresa deixa de reagir e passa a antecipar”, explica. O especialista define o planejamento estratégico como uma transformação estrutural, que exige liderança consciente, alinhamento interno e disciplina na execução. Para 2026, o desafio das organizações será abandonar o plano como documento estático e adotá-lo como uma ferramenta ativa, capaz de sustentar propósito, performance e crescimento no longo prazo. Leia mais | Wagner Moura é um dos principais concorrentes ao Oscar Tags: planejamento estratégico, gestão empresarial, crescimento em 2026, estratégia corporativa, liderança, cultura organizacional, execução estratégica, inovação, AISIKI, negócios

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Cultura
Carlos Henrique Costa

Wagner Moura é um dos principais concorrentes ao Oscar

O ator brasileiro Wagner Moura, de 49 anos, está sendo apontado como um dos principais concorrentes ao Oscar na categoria de Melhor Ator pela atuação no filme O Agente Secreto, segundo reportagem do jornal norte-americano New York Times. A cobertura destaca a presença de Moura na pré-lista para a maior premiação do cinema mundial, reforçando as expectativas pela temporada de prêmios. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Destaque internacional em meio à temporada de prêmios A reportagem, publicada antes mesmo da vitória de Moura e do longa nas categorias principais do Globo de Ouro 2026, ressalta que O Agente Secreto tem chamado a atenção da crítica internacional. O filme, dirigido por Kleber Mendonça Filho, tem sido amplamente elogiado e é considerado uma das principais produções brasileiras da temporada. Segundo o New York Times, apesar de algumas críticas que o ator já recebeu no Brasil por suas posições políticas, Moura segue como forte candidato à indicação ao Oscar por sua atuação no longa, parte de sua trajetória que mescla cinema político e performances marcantes. A publicação também menciona que Wagner Moura não tem medo de manter opiniões fortes, mesmo quando isso o coloca em rota de colisão com certas audiências, destacando sua carreira consistente no cinema e na televisão, com papéis importantes em produções nacionais e internacionais. Leia também | Indaiá é anunciada como água oficial do Bloquinho de Verão 2026 em Fortaleza Tags: Wagner Moura, Oscar 2026, O Agente Secreto, NY Times, cinema brasileiro, premiação internacional, temporada de prêmios, Kleber Mendonça Filho, atuação, Hollywood, indicação ao Oscar

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