Prédio de R$ 11,1 milhões em Fortaleza é o mais caro do país em leilão dos Correios

Imóvel localizado no bairro Aldeota lidera leilão digital da estatal entre 21 ativos ofertados no Brasil

Um prédio comercial localizado no bairro Aldeota, em Fortaleza, é o imóvel com o maior valor inicial no leilão nacional promovido pelos Correios. Avaliado em R$ 11,1 milhões, o edifício é o mais caro entre os 21 ativos colocados à venda pela estatal em diferentes estados do país.

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O imóvel possui seis pavimentos e está situado na esquina das ruas Leonardo Mota e Maria Tomásia, em uma das áreas mais valorizadas da capital cearense. A área total construída é de 2.094,25 metros quadrados, incluindo subsolo, térreo, mezanino, quatro andares superiores e cobertura.

Inaugurado em 1988, o prédio foi utilizado por décadas como unidade administrativa e operacional dos Correios no Ceará. Com a reorganização interna da empresa e mudanças ocorridas durante o período da pandemia, parte das atividades foi transferida, permanecendo atualmente em funcionamento apenas a agência Aldeota, localizada no térreo.

Os Correios informaram que, caso o imóvel seja arrematado, a agência continuará operando na região, mas em outro espaço que será alugado, garantindo a manutenção do atendimento à população.

Especialistas do setor imobiliário apontam que a localização estratégica e o potencial comercial do edifício justificam o alto valor inicial, embora o prédio demande investimentos em modernização, como atualização de elevadores, sistemas elétricos e hidráulicos.

O leilão faz parte do plano de reestruturação dos Correios, que prevê a venda de imóveis considerados ociosos ou subutilizados. A iniciativa busca reduzir custos operacionais e reforçar o caixa da empresa para novos investimentos.

Além do prédio em Fortaleza, o leilão inclui imóveis em capitais como Belo Horizonte e São Paulo, com valores iniciais inferiores, reforçando o destaque do imóvel cearense no cenário nacional.

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Tags: leilão dos Correios, prédio em Fortaleza, Aldeota, mercado imobiliário, imóveis públicos, economia

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