Especialistas alertam para riscos do sedentarismo e reforçam importância de hábitos ativos
Celebrado em 6 de abril, o Dia Mundial da Atividade Física chama atenção para um problema crescente: o sedentarismo. Atualmente, especialistas apontam que a falta de მოძრაობo já figura entre os principais fatores de risco para a saúde global, sobretudo por sua relação direta com doenças físicas e mentais.
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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 31% da população adulta mundial — o equivalente a 1,8 bilhão de pessoas — não atinge os níveis recomendados de atividade física. No Brasil, por sua vez, o cenário se mostra ainda mais preocupante. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que quase metade dos adultos é considerada sedentária.
Sedentarismo impacta saúde integral
Além disso, a prática regular de exercícios vai muito além da estética. Hoje, especialistas relacionam a atividade física diretamente à saúde integral, já que ela influencia positivamente a disposição, a produtividade e o equilíbrio emocional.
Nesse sentido, a personal trainer Samia Sousa, da Top Up Academias, destaca que o maior desafio está no início da jornada. Segundo ela, a constância deve ser prioridade desde o começo.
“Não é sobre intensidade no começo, é sobre constância. O corpo precisa de adaptação. Começar respeitando os limites e com orientação profissional faz toda a diferença para evitar lesões e garantir resultados sustentáveis”, explica.
Mudança de hábitos faz diferença
Ao mesmo tempo, especialistas reforçam que pequenas mudanças já geram impactos positivos. Por exemplo, caminhar com frequência, reduzir o tempo sentado e incluir movimentos simples na rotina contribuem significativamente para a saúde.
Além disso, atividades como musculação, treinos funcionais e práticas coletivas aparecem entre as mais indicadas. No entanto, a escolha deve sempre considerar o perfil e os objetivos de cada pessoa.
Para Apollo Barros, CEO da Top Up, o cenário atual reflete uma mudança importante de mentalidade. Segundo ele, cada vez mais pessoas enxergam o exercício como investimento em qualidade de vida.
“Hoje, a atividade física deixou de ser vista apenas como estética e passou a ser entendida como um investimento em saúde e performance. As pessoas estão buscando mais qualidade de vida, longevidade e bem-estar”, afirma.
Manter é o maior desafio
Por fim, especialistas reforçam que o mais importante não é apenas começar, mas manter a regularidade. Dessa forma, a atividade física deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade para uma vida mais saudável.
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