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Carlos Henrique Costa

EUA recuam de acusar Maduro de chefiar “Cartel de los Soles”

O governo dos Estados Unidos recuou da acusação de que o líder venezuelano Nicolás Maduro chefiava um grupo de narcotráfico chamado Cartel de los Soles, de acordo com uma denúncia reformulada divulgada nesta terça-feira pelo Departamento de Justiça americano. A mudança ocorre poucos dias após a captura de Maduro por forças dos EUA em Caracas. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Na versão original da acusação judicial, elaborada em 2020, Maduro era descrito explicitamente como líder da suposta organização criminosa — acusação que também foi repetida pela administração Trump ao longo de 2025. Porém, a nova redação abandonou a caracterização de liderança formal de cartel e agora trata o termo apenas como referência a um “sistema de clientelismo” ou “cultura de corrupção” alimentado pelo narcotráfico, presente em setores do Estado venezuelano. Como a acusação foi modificada Na denúncia atualizada, o Cartel de los Soles não é mais mencionado como uma organização criminosa estruturada com hierarquia e comando, e o ex-presidente Maduro deixou de ser identificado como chefe da suposta rede. Em vez disso, o texto jurídico aponta que ele e outras elites estariam envolvidos em preservar um ambiente de corrupção associado ao tráfico de drogas. A alteração representa uma mudança significativa no tom e na substância das alegações judiciais americanas contra Maduro, embora as acusações relacionadas ao tráfico de drogas e narcoterrorismo sigam em vigor sob outras qualificações legais. Repercussão política e jurídica Especialistas apontam que o recuo pode refletir dificuldades em sustentar em tribunal a ideia de que uma figura política encabeça uma organização criminosa ao estilo dos cartéis tradicionais, como os da Colômbia ou México. Além disso, a própria noção de Cartel de los Soles já vinha sendo debatida entre analistas como um termo sem estrutura formal comprovada. O ajuste na acusação acontece enquanto Maduro enfrenta uma série de processos judiciais nos Estados Unidos, incluindo acusações de conspiração para tráfego de drogas, às quais ele se declarou inocente. Leia também | Semace analisa uso do solo em Icapuí/CE Tags: Nicolás Maduro, Estados Unidos, Cartel de los Soles, governo Trump, Departamento de Justiça dos EUA, política internacional, narcotráfico, acusação reformulada, Venezuela

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Carlos Henrique Costa

EUA querem parar navio ligado à Venezuela

05 de janeiro de 2026 Os Estados Unidos estão planejando uma operação para interceptar um petroleiro com ligações à Venezuela que passou a navegar com bandeira russa, informaram fontes à CNN Brasil. A ação faz parte de uma campanha mais ampla de Washington para pressionar o setor petrolífero venezuelano e combater esquemas de evasão de sanções e transporte de óleo bruto. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Segundo as fontes, a embarcação — identificada como parte da chamada “frota fantasma” e anteriormente sancionada pelos EUA — está sendo perseguida pela Guarda Costeira americana sob ordem judicial de apreensão. A intenção é impedir que o navio transporte petróleo venezuelano ou de terceiros em violação às sanções impostas por Washington, que intensificou suas ações contra Caracas nos últimos meses. Plano de ação e tensão geopolítica A interceptação em águas internacionais, ainda em fase de planejamento, pode envolver diversas formas de abordagem, incluindo navegação próxima ao petroleiro ou até sobrevoos táticos, de acordo com as mesmas fontes. Até o momento, não foram divulgados detalhes exatos sobre o cronograma ou a localização do possível confronto. Essa movimentação se soma a outras já realizadas pelos EUA contra navios petroleiros supostamente ligados à Venezuela nos últimos dias, ampliando a tensão entre Washington e Caracas em um cenário de forte disputa por recursos energéticos e influência regional. Contexto das ações americanas A pressão dos Estados Unidos sobre o setor petrolífero venezuelano tem se intensificado desde o anúncio de bloqueios e sanções. Nos últimos meses, forças americanas já interceptaram ou perseguiram navios relacionados a exportações de petróleo, visando interromper receitas que poderiam fortalecer o governo de Nicolás Maduro em meio à crise política e diplomática. A Rússia, por sua vez, tem sido apontada como um elemento complicador, já que alguns navios mudaram de nome ou bandeira para tentar evitar abordagens da Guarda Costeira dos EUA, incluindo a adoção de bandeira russa durante a perseguição em alto mar. Leia também | No Ceará, Mozart espera um 2026 magnífico Tags: EUA, petroleiro russo, Venezuela, interceptar navio, sanções, Guarda Costeira, política internacional, exportações de petróleo, crise venezuelana

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Internacional
Carlos Henrique Costa

UE pede respeito à vontade do povo venezuelano na crise

04 de janeiro de 2026 – A União Europeia (UE) divulgou neste domingo uma declaração conjunta pedindo que a restauração da democracia na Venezuela respeite a “vontade do povo venezuelano”, em meio à grave crise política no país sul-americano. A nota contou com o apoio de 26 dos 27 Estados-membros do bloco, com a exceção da Hungria, que decidiu não aderir ao comunicado. Posição oficial e principais demandas da UE Na declaração, a UE afirmou que a única maneira de superar a crise política venezuelana é por meio de uma transição política pacífica e democrática guiada pela vontade popular, sem imposições externas ou soluções que contrariem os desejos da população local. O bloco europeu também destacou a importância de que todas as partes envolvidas mantenham calma e contenção para evitar uma escalada do conflito. A chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, ressaltou que a organização acompanha de perto os desdobramentos da situação na Venezuela e reforçou a solidariedade ao povo venezuelano, ao mesmo tempo em que pediu que quaisquer medidas sejam compatíveis com o direito internacional e a Carta das Nações Unidas. Crise política intensificada e críticas à legitimidade de Maduro O comunicado da União Europeia reafirmou ainda que o presidente Nicolás Maduro “carece de legitimidade democrática” e defendeu que a transição política no país deve ser conduzida com base no respeito à soberania popular, em vez de pressões externas ou intervenções que não contem com amplo apoio interno. O bloco também expressou preocupação com desafios como crime organizado e tráfico de drogas, afirmando que tais questões devem ser tratados por meio de cooperação internacional e dentro dos parâmetros legais internacionais, sem prejudicar o processo de normalização democrática no país. Repercussão e contexto internacional A posição europeia surge em meio à intensa repercussão global após as recentes ações que abalaram a estabilidade na Venezuela, incluindo operações militares e debates sobre o futuro político do país. Países aliados à democracia venezuelana têm pedido maior respeito à autodeterminação e evitado soluções que possam aprofundar a crise ou desestabilizar ainda mais a região. Leia também | Soldados dos EUA são feridos na Venezuela Tags: União Europeia, Venezuela, vontade do povo venezuelano, Kaja Kallas, crise política, democracia, política internacional, soberania, direito internacional

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Carlos Henrique Costa

Soldados dos EUA são feridos na Venezuela

04 de Janeiro de 2026 – Durante a operação militar realizada pelos Estados Unidos na Venezuela na madrugada deste sábado (3), vários soldados americanos ficaram feridos por balas e estilhaços, afirmou uma fonte à CNN Brasil. Apesar dos ferimentos, nenhum dos militares corre risco de vida, segundo relatos oficiais. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O que disse o presidente Trump sobre os feridos O presidente Donald Trump confirmou em entrevista à Fox News que dois soldados foram atingidos, mas ressaltou que os militares retornaram e estão em boas condições de saúde. Trump também afirmou que nenhum equipamento americano foi perdido, mesmo com um helicóptero atingido durante a ação. Contexto da operação na Venezuela A ação dos Estados Unidos foi realizada como parte de uma operação para capturar o presidente venezuelano Nicolás Maduro, envolvendo forças especiais e apoio aéreo dos EUA. A ofensiva gerou grande repercussão internacional e debates sobre soberania, política externa e estabilidade regional. Autoridades americanas destacaram que a operação foi bem-sucedida e que as tropas feridas estão recebendo atendimento, reforçando que não houve mortes entre os soldados dos EUA. Leia também | Delcy Rodríguez assume presidência da Venezuela Tags: soldados americanos feridos, operação EUA Venezuela, Donald Trump, Nicolás Maduro, captura de Maduro, política internacional, crise na Venezuela, segurança militar

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Carlos Henrique Costa

Papa Leão XIV pede Venezuela independente

04 de Janeiro de 2026 – O papa Leão XIV, primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, afirmou neste domingo que a Venezuela deve continuar sendo um país independente, em meio à atual crise política e à tensão regional. O pronunciamento foi feito durante a oração do Ângelus na Praça de São Pedro, no Vaticano, onde o líder da Igreja Católica também enfatizou a importância de respeitar a soberania nacional e os direitos humanos da população venezuelana. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Apelo à soberania e ao respeito pelos direitos humanos Leão XIV expressou profunda preocupação com os recentes acontecimentos na Venezuela, destacando que “o bem-estar do amado povo venezuelano deve prevalecer sobre qualquer outra consideração” e que a nação precisa superar a violência, buscar justiça e paz, além de garantir a soberania do país e o respeito ao Estado de Direito estabelecido na Constituição venezuelana. O pontífice também ressaltou a necessidade de atenção especial aos mais pobres e aos direitos civis e humanos de todos os cidadãos, convidando os fiéis a rezarem pela estabilidade e pela paz no país sul-americano. Contexto da declaração A manifestação de Leão XIV ocorre em um momento de grande instabilidade na Venezuela, após uma operação militar que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro pelas forças dos Estados Unidos e na intensificação das tensões internacionais. A crise despertou reações de líderes mundiais e coloca em pauta debates sobre soberania, intervenção estrangeira e direitos fundamentais. Leia também | Bandeira Tarifária Verde em janeiro: um respiro para o consumidor, mas a atençãocontinua necessária Tags: Papa Leão XIV, Venezuela independente, soberania da Venezuela, direitos humanos, crise política, política internacional, Vaticano, Ângelus, Nicolás Maduro

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Carlos Henrique Costa

Delcy Rodríguez assume presidência da Venezuela

04 de janeiro de 2026 A Suprema Corte de Justiça da Venezuela ordenou neste sábado (3) que a vice-presidente Delcy Rodríguez assuma de forma interina a presidência da República Bolivariana da Venezuela, após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos em uma operação militar recente. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Decisão da Suprema Corte e continuidade do governo A Câmara Constitucional do tribunal venezuelano determinou que Delcy Rodríguez deve exercer “todas as atribuições, deveres e faculdades inerentes ao cargo de presidente”, com o objetivo de garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação diante da ausência forçada de Maduro. A decisão foi lida em pronunciamento oficial pelo tribunal e estabelece que, embora a Constituição venezuelana não preveja explicitamente situações como a detenção de um chefe de Estado por forças estrangeiras, a transferência temporária do poder ao vice-presidente se justifica para manter a estabilidade institucional do país. Contexto político e reação à crise A nomeação de Delcy Rodríguez como presidente interina ocorre em meio a um cenário de forte instabilidade política na Venezuela após a captura de Maduro. A medida visa resguardar a continuidade do governo e evitar um vácuo de poder em um momento delicado para o país sul-americano. Rodríguez, que também ocupa cargos chave na estrutura do governo venezuelano, deverá liderar a administração enquanto o tribunal debate questões jurídicas relacionadas ao futuro da presidência e da soberania nacional durante a ausência de Maduro. Leia também | Bandeira Tarifária Verde em janeiro: um respiro para o consumidor, mas a atençãocontinua necessária Tags: Delcy Rodríguez, Venezuela, Suprema Corte da Venezuela, Maduro capturado, presidência interina, política internacional, crise institucional, Estados Unidos, governo Venezuela

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Carlos Henrique Costa

Milei comemora prisão de Maduro e diz que “a liberdade avança”

03 de janeiro de 2026 – O presidente da Argentina, Javier Milei, celebrou neste sábado a prisão de Nicolás Maduro, líder da Venezuela, após uma operação conduzida pelos Estados Unidos. Em uma postagem nas redes sociais, Milei escreveu a frase “a liberdade avança” ao compartilhar notícias sobre a detenção do governante venezuelano e de sua esposa. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Reação de Milei à prisão de Maduro Milei, conhecido por suas críticas severas ao regime chavista na Venezuela, repostou nas redes sociais a notícia sobre a prisão de Maduro com a mensagem “La libertad avanza, viva la libertad carajo”, expressão em espanhol que destaca sua perspectiva de que o episódio representa um avanço da liberdade na região. O presidente argentino já havia condenado repetidamente o governo venezuelano por sua condução política e social, caracterizando a crise no país vizinho como devastadora e defendendo maior pressão internacional sobre o regime de Maduro antes mesmo da operação. Contexto da operação e repercussão A postagem de Milei ocorre no contexto de alegações de que uma operação militar dos Estados Unidos na Venezuela resultou na captura de Maduro — informação ainda cercada de incertezas e sem confirmação completa por parte de autoridades americanas ou venezuelanas. Enquanto isso, governos regionais e atores internacionais acompanhavam de perto a evolução do episódio. A celebração de Milei tem gerado repercussão, já que a prisão de um chefe de Estado estrangeiro em meio a uma operação militar internacional é um evento de grande impacto diplomático e político no cenário latino-americano. Leia também | Maduro foi preso para ser julgado nos EUA, diz senador americano Tags: Javier Milei, Nicolás Maduro, prisão Maduro, Estados Unidos, política internacional, América Latina, reações internacionais, crise Venezuela, liberdade avança

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Carlos Henrique Costa

Maduro foi preso para ser julgado nos EUA, diz senador americano

03 de janeiro de 2026 O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi preso por agentes dos Estados Unidos para ser julgado em território americano, informou neste sábado o senador republicano Mike Lee (Utah), que disse ter conversado diretamente com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Segundo o parlamentar, a detenção faz parte de uma operação para cumprir um mandado de prisão contra o líder venezuelano por acusação de crimes nos Estados Unidos. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Senador afirma que Maduro será julgado nos EUA Em postagem na plataforma X, o senador Mike Lee afirmou que Rubio lhe comunicou que Maduro havia sido preso por autoridades americanas com o objetivo de encaminhá-lo à justiça dos Estados Unidos. A chamada ação cinética — termo utilizado por autoridades para descrever operações militares ou de execução de mandados de prisão — teria sido empregada para proteger e apoiar os agentes responsáveis pela detenção. Lee ainda ressaltou que a medida possivelmente está amparada pela autoridade do presidente dos EUA, conforme prevista no Artigo II da Constituição americana, que confere poderes ao chefe de Estado para proteger o pessoal dos EUA de ataques reais ou iminentes. Contexto da ação militar e falta de confirmação oficial A prisão de Maduro ocorre em meio a um cenário de tensão crescente entre os Estados Unidos e a Venezuela, incluindo alegações de ataques e operações militares em território venezuelano. Embora o senador tenha citado informações diretas de Marco Rubio, o governo dos EUA ainda não divulgou uma confirmação oficial pública sobre a detenção e transferência de Maduro para os Estados Unidos. Por outro lado, autoridades venezuelanas afirmaram que o paradeiro de Maduro e de sua esposa Cilia Flores é desconhecido após as ações, e exigiram prova de vida imediata das autoridades americanas. Repercussão internacional e implicações A possível detenção de Maduro tem repercussão internacional e pode intensificar ainda mais as críticas de países aliados da Venezuela, que já classificaram as operações americanas como ataques à soberania venezuelana. Além disso, o desfecho desse episódio tem potencial para impactar as relações diplomáticas na América Latina e o debate sobre jurisdição internacional e extradição de líderes estrangeiros por acusações criminais. Leia também | Cagliari x Milan: onde assistir, escalações e arbitragem no Italiano Tags: Nicolás Maduro, prisão nos EUA, senador Mike Lee, Marco Rubio, Venezuela, Estados Unidos, julgamento criminal, geopolítica, política internacional, operação militar EUA Venezuela

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Internacional
Carlos Henrique Costa

Brasil faz reunião de emergência para analisar cenário na Venezuela

03 de janeiro de 2026 O governo brasileiro convocou na manhã deste sábado uma reunião de emergência no Itamaraty, em Brasília, para debater o cenário político e militar na Venezuela após ataques anunciados pelos Estados Unidos contra alvos no país vizinho. A reunião contará com a presença de diplomatas, representantes militares e participação remota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Motivo da reunião: ataques e tensão regional O encontro de emergência foi motivado pelo anúncio feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que informou a realização de um ataque de grande escala contra a Venezuela e a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, embora detalhes da operação ainda estejam pendentes e a situação permaneça em evolução. CNN Brasil Autoridades brasileiras querem avaliar os impactos diplomáticos, humanitários e de segurança regional caso a crise se intensifique, especialmente se houver deterioração da estabilidade no território venezuelano. Lula pediu para ser informado de todos os detalhes e considera antecipar seu retorno a Brasília para acompanhar os desdobramentos. CNN Brasil Contexto internacional e preocupações regionais O ambiente político na Venezuela e a crescente pressão internacional já vinham gerando articulações diplomáticas na América Latina. Nos últimos meses, o Brasil tem buscado intensificar sua diplomacia, inclusive oferecendo-se para mediar entre os EUA e Caracas a fim de evitar um conflito armado, que poderia provocar uma “catástrofe humanitária” na região. A News+1 Além disso, a Venezuela solicitou a realização de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para discutir as ações militares e defender a sua soberania diante das acusações de agressão externa. CNN Brasil O governo brasileiro deverá avaliar também as implicações para brasileiros na Venezuela e para a segurança regional, como já ocorreu em operações anteriores de ajuda humanitária ao país vizinho. Wikipedia Leia também | Copinha 2026: confira datas e adversários de Ceará, Fortaleza, Ferroviário e Quixadá Tags: reunião de emergência Venezuela Brasil, crise Venezuela, governo Lula, Itamaraty, EUA Venezuela, política externa, segurança regional, diplomacia latino-americana, ONU

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Carlos Henrique Costa

Incêndio em bar na Suíça começou com faíscas em garrafas de champanhe, dizem testemunhas

1 de janeiro de 2026 – Testemunhas revelam que o incêndio mortal no bar Le Constellation, em Crans-Montana (Suíça), iniciou com faíscas de velas em garrafas de champanhe carregadas por garçonetes perto do teto, propagando chamas em 10 segundos para toda a boate lotada com 200 pessoas. A tragédia, na virada do ano, soma cerca de 40 mortos e 100 feridos graves, com polícia confirmando causa acidental e excluindo terrorismo. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Relatos de testemunhas e dinâmica do incêndio Duas sobreviventes à BFMTV (afiliada CNN) descreveram: “Garçonetes carregavam garrafas com velas de faísca nos ombros umas das outras, próximas ao teto inflamável; fogo se espalhou instantaneamente”. Evacuação caótica com gritos e pânico; interior destruído com móveis espalhados, per imagens policiais.​ Chefe de polícia Frederic Gisler estima “dezenas de mortos” oficiais (10+), com balanço subindo para 40 segundo Itália; feridos em hospitais de Sion, Lausanne e Genebra.​ Investigação oficial e reação governamental Promotoria de Valais apura falhas no bar subsolo da estação de esqui luxuosa (1.500m altitude, vistas Matterhorn-Mont Blanc). Presidente suíço Guy Parmelin chama de “terrível tragédia”, enviando condolências; zona de exclusão aérea facilita resgates.​ Nacionalidades variadas afetadas; consulados (Brasil incluso) monitoram sem vítimas nacionais confirmadas até agora.​ Contexto da estação e lições de segurança Crans-Montana, elite dos Alpes, atrai turistas globais para festas; incidente destaca riscos em espaços fechados com fogos/pirotecnia. Bombeiros e perícia isolam local; hospitais em alerta máximo.​ Leia também | Mega-Sena sorteia Prêmio Bilionário: confira os números Tags: incêndio Crans-Montana Suíça, faíscas garrafas champanhe bar, testemunhas Le Constellation, mortos Ano Novo Suíça 2026, explosão acidental estação esqui, notícias Alpes Suíça

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