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Fachada ou identificação institucional da COAPH em Fortaleza
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Carlos Henrique Costa

COAPH afirma manter serviços e cita decisão da Justiça Federal

Cooperativa diz que segue em funcionamento, nega bloqueio de contas e informa que decisão judicial garantiu acesso a atos documentados do processo A Cooperativa de Trabalho de Atendimento Pré e Hospitalar (COAPH) afirmou que mantém suas atividades assistenciais, administrativas e operacionais e que não houve bloqueio judicial de suas contas bancárias nem nomeação de interventor para sua administração. Em nota divulgada nesta quinta-feira (15), a instituição também informou que uma decisão da 32ª Vara Federal do Ceará assegurou acesso a atos já documentados no processo relacionado às investigações conduzidas por autoridades federais. Segundo a cooperativa, a decisão reconheceu o interesse da instituição em acompanhar a apuração e registrou a possibilidade de que a própria COAPH tenha sido vítima dos fatos investigados. A nota acrescenta que o Ministério Público Federal não se opôs à assunção da gestão interina, já realizada pelo Conselho de Administração. A manifestação ocorre em meio às investigações. A COAPH ressaltou que suspeitas não equivalem a condenações e defendeu que as informações divulgadas sejam apresentadas com contexto e sem prejulgamentos. Gestão interina De acordo com a nota, o Conselho de Administração nomeou, em reunião extraordinária realizada em 9 de outubro, o médico Valderi de Sousa Junior, presidente do colegiado, para exercer interinamente a Presidência Executiva. A cooperativa informou ainda que a Tesouraria também passou a ser ocupada de forma interina, com manutenção da assinatura conjunta prevista no estatuto. O registro da nova gestão na Junta Comercial do Ceará e a atualização cadastral junto às instituições financeiras, conforme a COAPH, estão em andamento. A instituição declarou ter cumprido a determinação judicial de afastamento dos dirigentes alcançados pela medida cautelar. Também informou que o Conselho de Administração passou a realizar reuniões semanais durante o período de interinidade. Cooperativa contesta interpretação sobre movimentação financeira Outro ponto da manifestação trata de aproximadamente R$ 1 bilhão mencionado em reportagens. A COAPH contesta a interpretação de que esse valor represente necessariamente recursos desviados. Segundo a instituição, o montante corresponde à movimentação financeira acumulada ao longo de anos de atividade, incluindo receitas e despesas relacionadas à execução de contratos e à prestação de serviços de saúde. A cooperativa argumenta que movimentação financeira, faturamento, despesas operacionais e desvio de recursos são conceitos diferentes. Afirma ainda que suas prestações de contas foram submetidas e aprovadas em assembleias e que as operações possuem documentação contábil passível de análise pelas autoridades. Bens mencionados em reportagens A COAPH também declarou que valores em espécie, veículos e relógios mencionados nas notícias não teriam sido apreendidos em suas dependências nem integrariam seu patrimônio. A instituição afirmou não manter grandes quantias em dinheiro em suas instalações e contestou interpretações que atribuam a ela a propriedade ou a guarda desses bens. Sobre eventuais responsabilidades, a cooperativa defendeu a apuração individualizada das condutas, com respeito ao contraditório, à ampla defesa e à presunção de inocência. COAPH diz que serviços e pagamentos seguem A nota informa que os serviços contratados continuam sendo prestados e que a cooperativa mantém o compromisso de pagar os cooperados nos prazos previstos em contrato. A instituição também declarou que pretende cumprir suas obrigações com contratantes, fornecedores e parceiros. A COAPH afirmou que sua defesa jurídica, conduzida pelo advogado Airton Dantas, acompanha o processo e adota medidas para proteger os interesses da instituição. A cooperativa também declarou disposição para colaborar com a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Poder Judiciário, mediante apresentação de documentos e esclarecimentos pertinentes. Fundada em 2009, a COAPH afirma reunir mais de 47 mil profissionais cooperados. Na manifestação, a instituição defendeu o respeito à sua trajetória e à reputação dos integrantes, além da continuidade da assistência à saúde da população. Canais de contato Assuntos jurídicos: juridico@coaph.com.br Atendimento à imprensa: imprensa@coaph.com.br Leia mais | Projeto Sustentabilidade na Prática chega ao bairro Siqueira, em Fortaleza Tags: COAPH, Justiça Federal, Polícia Federal, Ministério Público Federal, cooperativa de saúde, Ceará, investigação, gestão interina, Portal Rapadura Digital

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Atividades de educação ambiental do projeto Sustentabilidade na Prática em Fortaleza
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Carlos Henrique Costa

Projeto Sustentabilidade na Prática chega ao bairro Siqueira, em Fortaleza

Ação promovida pelo Blog e Rádio do Rogério Gomes ocorre neste domingo (18), no Vila Social, com distribuição de sementes e atividades gratuitas para toda a família O bairro Siqueira, em Fortaleza, recebe neste domingo (18) a terceira edição do projeto “Sustentabilidade na Prática”. A iniciativa é promovida pelo Blog e Rádio do Rogério Gomes, com patrocínio da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), por meio da Coordenadoria de Comunicação. A programação começa às 9h, no Vila Social, localizado na Avenida Osório de Paiva, número 6.200. A ação reúne atividades de educação ambiental, distribuição de sementes de espécies nativas e orientações sobre práticas sustentáveis. O evento será realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), que também levará ao local a programação do projeto “Seuma no Parque”. A iniciativa da Prefeitura de Fortaleza prevê atividades educativas e recreativas para crianças, jovens e adultos. Atividades de educação ambiental Durante a manhã, os participantes poderão receber sementes e materiais ecológicos voltados ao descarte correto de resíduos. Além disso, uma equipe de promotores capacitados oferecerá orientações sobre preservação ambiental e atitudes sustentáveis no cotidiano. A programação organizada pela Seuma terá oficinas, brincadeiras e atividades ao ar livre. As ações buscam estimular o cuidado com a fauna e a flora e aproximar o público de temas como arborização urbana e conservação dos recursos naturais. Crianças participam de oficinas e pintura Entre as atividades previstas, as crianças poderão participar de uma pintura ambiental com desenhos inspirados em paisagens naturais. Educadores ambientais também vão abordar, de forma lúdica, a importância das árvores, dos animais e da preservação de rios, lagoas e praias. A programação inclui ainda atividades artísticas com tintas, lápis de cor, giz de cera e materiais recicláveis para a confecção de brinquedos. Todo o material será disponibilizado pela organização. A participação nas atividades é gratuita. “O mês dedicado às crianças fica ainda mais especial com uma programação gratuita para toda a família, que proporciona momentos de aprendizado, interação, brincadeiras e contato com a natureza”, destaca João Eduardo Oliveira, gerente de Educação Ambiental da Seuma. Projeto comemora dez anos do Blog do Rogério Gomes O “Sustentabilidade na Prática” integra as comemorações pelos dez anos de atuação do Blog do Rogério Gomes. A proposta é aproximar comunicação, cidadania e responsabilidade socioambiental por meio de ações em espaços públicos de Fortaleza. As duas primeiras edições ocorreram em frente à Assembleia Legislativa do Ceará e no Parque Adahil Barreto. Agora, a iniciativa chega ao bairro Siqueira, ampliando o acesso da população às atividades de conscientização ambiental. Serviço Projeto: Sustentabilidade na Prática – terceira edição Data: Domingo, 18 de outubro de 2026 Horário: A partir das 9h Local: Vila Social – Avenida Osório de Paiva, 6.200, bairro Siqueira, Fortaleza Participação: Gratuita Leia também | Fim da escala 6×1: veja impactos em comércio, saúde e segurança Tags: Sustentabilidade na Prática, Rogério Gomes, Alece, Seuma, Educação ambiental, Fortaleza, Siqueira, Vila Social, Meio ambiente, Portal Rapadura Digital

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Carteira de trabalho representa as mudanças na jornada com o fim da escala 6x1
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Carlos Henrique Costa

Fim da escala 6×1: veja impactos em comércio, saúde e segurança

Mudança prevê dois dias de descanso semanal e redução gradual da jornada de 44 para 40 horas, sem corte salarial O fim da escala 6×1 deve mudar a organização do trabalho em diferentes setores da economia brasileira. A medida afeta principalmente atividades que funcionam todos os dias, como comércio, supermercados, restaurantes, hospitais e serviços de segurança. Na quarta-feira (14), o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, por 75 votos a 1, em dois turnos. O texto prevê dois dias de descanso remunerado por semana e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial. Agora, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional. A mudança será gradual. Primeiro, as empresas terão de adotar a escala 5×2 e limitar a jornada a 42 horas semanais. Essa etapa começa 60 dias após a promulgação. Depois de mais 12 meses, o limite cai para 40 horas por semana. Portanto, a transição completa dura 14 meses. Comércio e supermercados terão de reorganizar equipes O comércio está entre os setores que podem sentir os efeitos da mudança. Shoppings, supermercados, farmácias e lojas costumam funcionar durante toda a semana, inclusive aos domingos e feriados. Com dois dias de descanso semanal, as empresas precisarão reorganizar turnos e escalas. Além disso, dependendo da operação, poderão precisar contratar funcionários para manter o atendimento. A mudança também exige planejamento para cobrir horários de maior movimento. No caso dos shoppings, por exemplo, as equipes precisam atender clientes em diferentes períodos do dia. Bares, restaurantes e turismo podem rever escalas Bares, restaurantes, hotéis e outros serviços ligados ao turismo também operam em horários variados. Em muitos estabelecimentos, os fins de semana e feriados concentram parte importante da demanda. Por isso, a adoção da escala 5×2 poderá exigir novas divisões de turnos. Os empregadores terão de conciliar os dias de descanso com a necessidade de manter o atendimento. Ao mesmo tempo, os negócios precisarão avaliar os custos e a disponibilidade de profissionais. A organização de cada empresa dependerá do funcionamento do estabelecimento e das regras aplicáveis à categoria. Saúde e transporte precisam manter serviços contínuos Hospitais, unidades de emergência e serviços de transporte não podem interromper suas atividades durante a semana. Dessa forma, a mudança exigirá atenção especial à distribuição das equipes. Na saúde, os gestores precisarão garantir profissionais suficientes para atender pacientes em todos os turnos. O planejamento também deverá considerar plantões, folgas e a continuidade da assistência. Já no transporte, a organização das escalas deverá preservar o funcionamento dos serviços. A necessidade de manter operações em horários diversos pode exigir ajustes na distribuição das jornadas. A proposta permite regimes diferenciados, conforme regulamentação e negociação coletiva. No entanto, essas alternativas precisam respeitar as regras previstas no texto aprovado. Segurança, portaria e limpeza urbana Os serviços de segurança, portaria, vigilância e limpeza urbana também dependem de equipes distribuídas ao longo do dia ou da noite. Por esse motivo, empresas e órgãos responsáveis precisarão avaliar a cobertura dos postos de trabalho. A reorganização deverá assegurar o atendimento contínuo sem ignorar os períodos de descanso dos profissionais. Além disso, acordos e convenções coletivas poderão estabelecer condições específicas para determinadas escalas. O texto aprovado permite, excepcionalmente, regimes compensatórios diferentes do modelo 5×2, desde que cumpridas as condições previstas. Construção civil e indústria podem rever turnos Na construção civil, a redução da jornada poderá exigir mudanças na distribuição das equipes e no planejamento das obras. As empresas precisarão ajustar cronogramas e avaliar como manter o andamento dos serviços. Na indústria, o impacto dependerá do modelo de produção. Fábricas que operam continuamente poderão precisar reorganizar turnos para manter máquinas e linhas produtivas em funcionamento. Assim, cada empresa deverá considerar suas necessidades operacionais e as regras aplicáveis aos trabalhadores. PEC prevê regras específicas para algumas categorias O texto aprovado também prevê tratamento específico para empregados com diploma de nível superior e remuneração mensal igual ou superior a duas vezes e meia o teto dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Nesses casos, a redução da jornada não será automática. Ela poderá ocorrer por decisão do empregador ou por previsão em acordo ou convenção coletiva. Ainda assim, o texto determina a adoção da escala 5×2 para esses trabalhadores. Além disso, a proposta abre espaço para medidas transitórias destinadas a microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. A implementação dessas medidas dependerá de lei complementar. Quando o fim da escala 6×1 começa a valer? A nova regra ainda depende da promulgação da emenda constitucional. A partir daí, começa a contagem dos prazos para a implementação. Portanto, o fim da escala 6×1 exigirá ajustes em diferentes áreas da economia. O desafio será reorganizar as equipes e manter os serviços em funcionamento, respeitando os novos limites de jornada e descanso. Leia mais | CEO da BIGDOOH acompanha tendências do TikTok em São Paulo Tags: Fim da escala 6×1, Escala 5×2, Jornada de trabalho, Direitos trabalhistas, Senado Federal, PEC 221/2019, Comércio, Saúde, Segurança, Transporte, Construção civil, Economia, Portal Rapadura Digital

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Largo dos Ventos entre Eusébio e Aquiraz no Ceará
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Carlos Henrique Costa

Terra Brasilis e Colibri Imóveis firmam parceria para Largo dos Ventos

Empresas passam a atuar na comercialização e administração do empreendimento localizado entre Eusébio e Aquiraz A Terra Brasilis Urbanismo firmou uma parceria com a Colibri Imóveis, empresa integrante do Grupo Colibri Capital, para a comercialização e administração do Largo dos Ventos, empreendimento imobiliário localizado entre Eusébio e Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. A nova configuração foi estabelecida em conjunto com a Colibri Imóveis, proprietária das áreas onde o projeto está implantado. Com a parceria, a Terra Brasilis passa a incorporar sua identidade à condução do empreendimento, que mantém o projeto urbanístico, o memorial e as áreas comuns já aprovadas. Com 26 anos de atuação no Ceará, a Terra Brasilis pretende ampliar no Largo dos Ventos uma proposta baseada em integração com a natureza, convivência, segurança e bem-estar. Segundo o CEO da Terra Brasilis, Breno Tavares, o empreendimento apresenta características alinhadas à proposta da empresa. “O Largo dos Ventos tem características que conversam muito com a forma como a Terra Brasilis entende o desenvolvimento urbano. A proposta é preservar o que já foi planejado e trazer elementos da nossa identidade para a experiência do empreendimento”, afirma. Para Cesar Ribeiro, presidente do Grupo Colibri Capital, a parceria reúne empresas com experiência no mercado imobiliário e busca dar continuidade ao projeto com foco na relação com os clientes e no desenvolvimento urbano sustentável. “A condução do Largo dos Ventos pela Terra Brasilis, em parceria com a Colibri Imóveis, braço imobiliário do Grupo Colibri Capital, envolve uma responsabilidade que acompanha cada etapa do projeto, dando segurança aos clientes que confiaram em nosso trabalho e orientando as decisões pelo impacto que terão na vida das pessoas e no futuro da cidade. Com esse compromisso, seguimos na construção de um desenvolvimento urbano sustentável”, afirma. Empreendimento aposta no conceito wellness Entre os elementos incorporados à proposta do Largo dos Ventos está o conceito wellness, que reúne atividades físicas, convivência, descanso e contato com áreas naturais. O empreendimento conta com o Spa das Águas, com 45 metros quadrados, equipado com sauna seca e a vapor, ducha escocesa e espaços destinados a yoga e meditação. Já o Fitness Center ocupa uma área de 200 metros quadrados e reúne equipamentos para atividades físicas. O projeto também inclui um Cross Training Outdoor, com 55 metros quadrados destinados a exercícios funcionais. A estrutura esportiva ainda contempla quadras de pickleball, beach tennis e tênis de saibro. O residencial conta também com campo de futebol society, quadra poliesportiva, futmesas e Skate Park Bowl. Área verde ocupa parte do projeto O Largo dos Ventos está instalado em uma área de 293.520 metros quadrados e reúne 565 lotes, com tamanhos a partir de 240 metros quadrados. Do total da área, mais de 80 mil metros quadrados correspondem a espaços verdes e de preservação. Dentro desse conjunto está uma Área de Preservação Permanente (APP) de 51.120,72 metros quadrados. Além disso, o projeto distribui áreas de lazer em diferentes pontos do residencial, incluindo clubes, piscinas, espaços destinados às crianças e praças. Um dos principais espaços de convivência é a Casa Brasilis, que reúne piscinas para adultos e crianças, raia de 25 metros, salão gourmet, salão de festas, Espaço Kids e deck contemplativo próximo ao riacho Jacundá. O empreendimento também possui o Mirante dos Ventos, pomares com mais de 40 espécies frutíferas, trilha de cooper de 1,4 quilômetro e horta orgânica comunitária. Outra iniciativa prevista no projeto é o reúso de água tratada para a irrigação das áreas do residencial. Monitoramento integra estrutura de segurança A nova fase do empreendimento também prevê o reforço da estrutura de segurança. A Terra Brasilis estabeleceu uma parceria com o CIOPS para ampliar o monitoramento na região de acesso ao Largo dos Ventos. A estratégia segue modelo já adotado pela empresa na Vila Terra Brasilis. O acesso ao residencial conta com um portal de arquitetura autoral, cobertura verde e jardim. A portaria de veículos possui entradas independentes para moradores, visitantes e serviços. O projeto também dispõe de acesso exclusivo para pedestres, com guarita e eclusa. Clientes terão manutenção das condições contratuais Com a mudança na condução do empreendimento, a Terra Brasilis passa a atuar no desenvolvimento e na comercialização, enquanto a EP Queiroz permanece como proprietária das áreas. De acordo com as empresas, não haverá alteração nos valores, prazos ou condições de pagamento previstos nos contratos. A transição será comunicada diretamente aos clientes, que também receberão informações sobre os novos canais de atendimento. Para Breno Tavares, a nova etapa busca aproximar o empreendimento da proposta de desenvolvimento urbano defendida pela Terra Brasilis. “Queremos que essa nova etapa traduza aquilo que a Terra Brasilis acredita sobre desenvolvimento urbano: criar lugares que façam parte da vida das pessoas. No Largo dos Ventos, isso passa por uma relação próxima com a natureza, por espaços que estimulam o bem-estar e a convivência e por uma estrutura que ofereça tranquilidade e segurança. É uma experiência que começa no caminho até a casa e continua em cada espaço do empreendimento”, conclui. Leia mais | ITA amplia vagas e estreia cotas para indígenas e quilombolas no vestibular 2027 Tags: Largo dos Ventos, Terra Brasilis, Colibri Imóveis, Colibri Capital, EP Queiroz, Eusébio, Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, Mercado imobiliário, Urbanismo, Empreendimentos imobiliários, Ceará, Portal Rapadura Digital

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Pessoa com sintomas de sarampo durante alerta de vigilância da doença no Brasil
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Carlos Henrique Costa

Sarampo: Brasil reforça vigilância após avanço de casos nas Américas

Ministério da Saúde intensifica monitoramento e vacinação diante do aumento de registros nos Estados Unidos e em outros países do continente O avanço dos casos de sarampo nos Estados Unidos e em outros países das Américas levou o Ministério da Saúde a reforçar as medidas de vigilância e prevenção no Brasil. Apesar da identificação de casos importados em território nacional, o país continua classificado como livre da circulação endêmica do vírus. Segundo o Ministério da Saúde, os Estados Unidos registram em 2026 o maior número anual de casos de sarampo em mais de 35 anos. Mais de 90% das pessoas infectadas no país não estavam vacinadas ou tinham situação vacinal desconhecida. Além disso, dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) apontam que Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados de sarampo nas Américas ao longo deste ano. Brasil registra 52 casos importados em 2026 No Brasil, até 5 de outubro, as autoridades registraram 52 casos importados de sarampo. São Paulo concentra a maior parte das ocorrências, com 41 registros. O Amazonas contabiliza outros dez casos, enquanto o Rio de Janeiro registra um. Diante desse cenário, equipes de saúde adotam medidas para evitar a transmissão do vírus. Entre as ações estão a busca ativa de casos, a investigação epidemiológica, o acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados e o bloqueio vacinal. Em regiões com registros da doença, o Ministério da Saúde também ampliou a vacinação em locais públicos e áreas com grande circulação de pessoas. Mesmo com os casos importados, o país mantém a classificação de livre da circulação endêmica do sarampo. Brasil recuperou certificação internacional em 2024 A situação atual ocorre após um período de forte circulação do vírus no país. Em 2019, o Brasil contabilizou mais de 20 mil casos de sarampo. Naquele período, a transmissão persistiu por mais de 12 meses, o que levou à perda da certificação internacional de eliminação da doença. Posteriormente, em novembro de 2024, a Opas voltou a reconhecer o Brasil como livre da circulação endêmica do sarampo, depois que as autoridades interromperam a transmissão sustentada. Entre 2023 e 2025, o país confirmou 85 casos da doença, sem registro de mortes. Ao mesmo tempo, os indicadores de vacinação apresentaram melhora. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a cobertura das 16 vacinas que integram o calendário infantil aumentou desde 2023. No mesmo período, o número de crianças não vacinadas caiu 86%. Vacinação continua sendo principal forma de prevenção Dados do Ministério da Saúde indicam que a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no Brasil em 2025. São Paulo alcançou cobertura de 94,39%, enquanto o Amazonas registrou 89,54%. Por isso, o Ministério da Saúde orienta que pessoas com doses atrasadas procurem uma unidade de saúde para verificar a situação da caderneta e atualizar a vacinação conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A vacina contra o sarampo está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, manter índices elevados de vacinação e uma vigilância constante é fundamental para evitar que casos trazidos de outros países provoquem novamente uma transmissão sustentada do vírus no Brasil. Estados ampliam ações de vacinação Ao longo de 2026, quatro grandes mobilizações de vacinação contra o sarampo foram realizadas no país. Em São Paulo, as campanhas resultaram na aplicação de mais de 3,8 milhões de doses. No Amazonas, aproximadamente 192 mil doses foram administradas. Na capital paulista e nos municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André, as autoridades reforçaram a imunização e intensificaram a busca ativa, a investigação de casos suspeitos e o acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados. Além disso, as equipes realizam bloqueios vacinais quando identificam situações que podem favorecer a transmissão. Crianças podem receber dose adicional A estratégia de prevenção também prevê a chamada dose zero para crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Essa aplicação funciona como uma dose adicional e não substitui as doses previstas no calendário de rotina, administradas aos 12 e aos 15 meses. A orientação busca ampliar a proteção de crianças pequenas em situações de maior risco de exposição ao vírus. Tríplice fronteira recebe atenção especial A região de fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru também recebeu reforço nas ações de vigilância depois da confirmação de casos importados. Na área, as equipes realizam vacinação, busca ativa, investigação de suspeitas, coleta de amostras e identificação de pessoas que tiveram contato com casos. Em seguida, os profissionais acompanham esses contatos e aplicam bloqueios vacinais quando necessário. Equipes federais também participam das ações na região, considerada estratégica para o controle da circulação do vírus devido ao intenso deslocamento de pessoas entre os três países. Vigilância permanece em alerta Embora o Brasil mantenha a certificação de eliminação da circulação endêmica do sarampo, o Ministério da Saúde reforça que a presença de casos importados exige acompanhamento permanente. Nesse contexto, a combinação entre vacinação, identificação rápida de casos, investigação epidemiológica e monitoramento de contatos busca impedir que o vírus volte a estabelecer transmissão sustentada no território nacional. A orientação das autoridades é que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada e procure os serviços de saúde quando houver indicação para receber doses contra o sarampo. Leia mais | Caso Isabelle: João Munhoz nega culpa pela morte da namorada Tags:Sarampo, Saúde, Ministério da Saúde, Vacinação, Vacina contra sarampo, Tríplice viral, SUS, Brasil, Estados Unidos, Américas, Opas, OMS, Vigilância epidemiológica, Portal Rapadura Digital

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ITA amplia vagas e cria cotas para indígenas e quilombolas no vestibular 2027
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Carlos Henrique Costa

ITA amplia vagas e estreia cotas para indígenas e quilombolas no vestibular 2027

Instituto oferece 200 vagas para a seleção de 2027, incluindo 50 para pretos e pardos, seis para indígenas e quatro para quilombolas O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) ampliou de 180 para 200 o número de vagas no vestibular 2027. Além do aumento na oferta, a instituição passou a reservar oportunidades para candidatos indígenas e quilombolas, uma mudança inédita no processo seletivo. A nova distribuição prevê 140 vagas para ampla concorrência, 50 para candidatos pretos e pardos, seis para indígenas e quatro para quilombolas. A definição consta no edital do Concurso de Admissão ao ITA 2027 e segue a Portaria GM-MD nº 1.286, publicada em 3 de março de 2026. Além disso, a ampliação ocorre no mesmo período em que o ITA avança no projeto de instalação de um novo campus em Fortaleza. A unidade cearense terá os cursos de Engenharia de Sistemas e Engenharia de Energia. Já os dois primeiros anos da formação fundamental continuarão em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Estudantes indígenas veem novas possibilidades A mudança na política de ingresso já repercute entre estudantes que se preparam para disputar uma vaga no instituto. Um deles é José Lima, de 21 anos, natural de João Pessoa, na Paraíba. Criado nas aldeias potiguara Caieira e Jacaré de César, em Marcação (PB), José atualmente mora em São José dos Campos e pretende cursar Engenharia Aeroespacial. Neste ano, ele começou a preparação no Curso Poliedro e conseguiu uma bolsa de alojamento, o que permitiu a mudança para a cidade paulista. Para o estudante, a reserva de vagas pode aproximar jovens indígenas de instituições tradicionalmente marcadas pela alta concorrência. “A nova lei de cotas é uma lupa que pode nos ajudar a enxergar sonhos que antes nos pareciam muito distantes. Aldeias e quilombos geralmente se encontram em locais afastados e os acessos à educação, à comunicação e à formação definitivamente não são os mesmos daqueles na cidade grande”, afirma. Segundo José, a preparação ao longo dos últimos anos também mudou sua percepção sobre a possibilidade de ingressar no ITA. “O ITA, assim como outras faculdades de prestígio tão longe de casa, parecia um sonho muito distante, mas anos de preparação deixaram-no mais palpável e as cotas vêm para trazer esse sonho mais para perto”, completa. Cotas também contemplam candidatos quilombolas A nova modalidade também alcança estudantes com vínculos com comunidades quilombolas. É o caso de André Giancarlo, de 17 anos, que tem origem familiar no povoado Ladeiras, em Japoatã, Sergipe. Na região, está localizado o quilombo com o qual a família mantém vínculos. André relata que ainda são poucos os jovens da comunidade que conseguem chegar ao ensino superior. “Lá, infelizmente, ainda não temos muitos jovens que conseguem alcançar o nível superior de formação, pois as condições ainda são precárias. Depois da política de cotas nas universidades públicas, surgiram alguns aprovados”, relata. Os pais do estudante se mudaram para Aracaju em busca de melhores oportunidades educacionais para os filhos. Atualmente, André cursa o ensino médio no Colégio Poliedro São José dos Campos e se prepara para disputar uma vaga no ITA. Vestibular mantém exigência acadêmica A nova distribuição das vagas ocorre após a aprovação da Lei nº 15.142/2025, que estabeleceu a reserva de 30% das vagas em concursos públicos e processos seletivos simplificados da administração pública federal para pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas. No vestibular do ITA, a divisão ficou em 25% das vagas para pretos e pardos, 3% para indígenas e 2% para quilombolas. Os outros 70% permanecem destinados à ampla concorrência. Apesar da mudança na forma de distribuição das vagas, o instituto mantém os critérios acadêmicos previstos no processo seletivo. Dessa forma, todos os candidatos precisam cumprir as exigências mínimas estabelecidas para as disciplinas e as demais etapas da seleção. Segundo Robson Jr., coordenador pedagógico da Turma ITA do Poliedro, a política de cotas amplia as possibilidades de acesso sem modificar o nível de exigência da prova. “A reserva de vagas amplia o acesso, mas não reduz a exigência da prova. O ITA mantém índices mínimos por disciplina que valem para todos os candidatos, e um dos grandes desafios do vestibular é alcançá-los. Por isso, a preparação específica continua sendo fundamental”, afirma. Em 2026, o Poliedro contabilizou 104 aprovações no ITA e teve os cinco primeiros colocados do vestibular. Diante da nova configuração, o curso também ampliou a oferta de bolsas para candidatos indígenas e quilombolas interessados na preparação para a seleção. Vestibular do ITA teve mais de 9,5 mil inscritos A edição 2027 do vestibular recebeu 9.531 inscrições, conforme dados divulgados pelo próprio ITA. A primeira fase ocorreu em 27 de setembro e reuniu questões objetivas de Matemática, Física, Química e Inglês. Na sequência, os candidatos classificados participam da segunda etapa, marcada para o período de 20 a 23 de outubro. Nessa fase, os estudantes realizam provas de Matemática, Química, Física, Português e Redação. Para avançar no processo seletivo, os candidatos precisam alcançar os critérios de desempenho previstos no edital e permanecer dentro do número de classificados correspondente à modalidade de concorrência. A ampliação das vagas e a inclusão de indígenas e quilombolas marcam, portanto, uma nova etapa no processo de admissão do ITA. A mudança ocorre justamente durante a expansão da instituição para Fortaleza, que prevê novas formações de engenharia no Ceará. Leia mais | Caso Isabelle: João Munhoz nega culpa pela morte da namorada Tags:ITA, Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Vestibular ITA, Vestibular 2027, Fortaleza, Educação, Ceará, Cotas, Indígenas, Quilombolas, Engenharia, Ensino Superior, São José dos Campos, Portal Rapadura Digital

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João Munhoz Neto durante entrevista sobre o caso Isabelle
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Carlos Henrique Costa

Caso Isabelle: João Munhoz nega culpa pela morte da namorada

Em primeira entrevista após ser solto, investigado afirmou que não teve responsabilidade na morte de Isabelle Caracristi e negou que o relacionamento fosse abusivo O bacharel em Direito João Munhoz Neto, de 34 anos, negou qualquer responsabilidade pela morte da universitária Isabelle Caracristi, de 22 anos, sua então namorada. Em sua primeira entrevista pública após deixar a prisão, ele também afirmou que o relacionamento entre os dois não era abusivo. A TV Record exibiu a entrevista no domingo (4), durante o programa Domingo Espetacular. Na conversa com o jornalista Roberto Cabrini, João apresentou sua versão sobre o relacionamento e afirmou que não percebeu sinais de que Isabelle pretendia tirar a própria vida. “Em nenhum momento durante esses 32, 35 dias que nós estivemos juntos ela se queixou de condutas minhas”, afirmou João. Segundo o investigado, a relação era marcada por carinho, cuidado e compaixão. Além disso, ele disse que não consegue compreender as circunstâncias que levaram à morte da jovem. “Eu não sei por que a Isabelle fez isso”, declarou. João Munhoz nega que relacionamento fosse abusivo Durante a entrevista, João também contestou a versão de que Isabelle teria vivido uma relação abusiva. Segundo ele, a convivência entre os dois não apresentava comportamentos que indicassem esse tipo de situação. Além disso, o investigado afirmou que Isabelle nunca reclamou de sua conduta durante o período em que permaneceram juntos. A relação durou pouco mais de um mês. Entretanto, familiares de Isabelle apresentaram à investigação relatos e mensagens que apontam para conflitos entre o casal. Por isso, a versão apresentada por João representa apenas um dos elementos do caso, que continua sob apuração das autoridades. Investigado comenta áudio enviado por Isabelle João também falou sobre um áudio que Isabelle enviou a um familiar antes de morrer. Na gravação, segundo informações divulgadas pela família, a jovem afirmou que, caso algo acontecesse com ela, João deveria responder pelo ocorrido. Ela também pediu que o familiar entregasse o material à Polícia. Ao comentar o conteúdo, João afirmou que ficou surpreso com as declarações. “Da mesma forma que, até hoje, eu não consigo aceitar o falecimento dela, eu também não consigo entender por que chegamos até aqui”, disse. Em seguida, o investigado descreveu sua percepção sobre o relacionamento. “A relação João e Isabelle era outra: carinho, compaixão, amor, cuidado”, afirmou. João reforçou ainda que acredita não ter cometido qualquer ato contra Isabelle. “A minha consciência fala que o João não fez nada com a Isabelle”, declarou. João deixou a prisão após decisão judicial João Munhoz Neto deixou a prisão após uma decisão da Justiça. Desde então, ele responde ao caso em liberdade, enquanto as autoridades continuam a investigação. A Polícia e os demais órgãos responsáveis pelo caso ainda apuram as circunstâncias da morte de Isabelle Caracristi. Até o momento, a investigação não representa uma conclusão definitiva sobre eventual responsabilidade criminal. Além disso, qualquer responsabilização depende da conclusão das apurações e das decisões da Justiça. A família de Isabelle também tem se manifestado publicamente sobre o caso. Os familiares contestam conteúdos divulgados nas redes sociais envolvendo a jovem e defendem a apuração das circunstâncias da morte. O caso continua sob investigação. Leia mais | Cid Gomes é reeleito senador pelo Ceará em 2026 Tags: Caso Isabelle, Isabelle Caracristi, João Munhoz Neto, Segurança Pública, Fortaleza, Ceará, Polícia, investigação, morte de Isabelle Caracristi, violência contra a mulher

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Consulta da situação eleitoral para as Eleições 2026
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Carlos Henrique Costa

Como consultar a situação eleitoral para votar nas Eleições 2026

Eleitor pode verificar pela internet se o título está regular, suspenso ou cancelado; consulta também permite conferir débitos eleitorais Antes de votar nas Eleições 2026, o eleitor pode consultar pela internet a situação do título eleitoral. O procedimento é gratuito e pode ser feito pelos serviços digitais da Justiça Eleitoral. Além disso, a consulta permite verificar se o título está regular, suspenso ou cancelado. Dessa forma, o eleitor consegue identificar eventuais pendências antes de comparecer à seção eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza o serviço por meio do Autoatendimento Eleitoral. Como consultar a situação eleitoral? O procedimento pode ser realizado pela internet. Para isso, o eleitor deve acessar o serviço de Autoatendimento Eleitoral do TSE e procurar a opção relacionada à situação do título. Em seguida, basta informar os dados solicitados pelo sistema. A consulta permite verificar a situação cadastral do eleitor. Assim, o resultado indicará se o título está regular ou se existe alguma pendência que exige providência. O que significa título eleitoral regular? Quando a situação aparece como regular, significa que o cadastro eleitoral está em situação regular para o exercício do voto. Além disso, o eleitor pode utilizar os serviços da Justiça Eleitoral relacionados ao título, conforme as regras aplicáveis a cada serviço. Por isso, consultar a situação eleitoral antes da votação ajuda a identificar eventuais problemas com antecedência. O que significa título suspenso? O título pode aparecer como suspenso em determinadas situações previstas pela legislação eleitoral. Nesse caso, o eleitor precisa verificar a origem da suspensão e procurar a Justiça Eleitoral para saber quais providências deve tomar. Portanto, quem encontrar essa situação na consulta não deve deixar a regularização para depois. O que significa título cancelado? Já o título cancelado indica outra situação cadastral que pode impedir o exercício do voto. Entre as situações que podem levar ao cancelamento estão casos relacionados à ausência do eleitor em três eleições consecutivas, sem justificativa ou pagamento das multas correspondentes, além de outras hipóteses previstas na legislação. No entanto, cada situação precisa ser analisada individualmente pela Justiça Eleitoral. Como regularizar o título eleitoral? O eleitor que encontrar uma pendência deve consultar as orientações apresentadas pela Justiça Eleitoral. Além disso, o Autoatendimento Eleitoral reúne serviços relacionados ao título, incluindo consultas, emissão de segunda via e informações sobre débitos eleitorais. Em alguns casos, o eleitor também pode precisar procurar o cartório eleitoral responsável pelo cadastro. Dessa forma, a consulta permite identificar primeiro o problema e, depois, verificar qual procedimento deve ser realizado. Situação eleitoral é a mesma coisa que quitação eleitoral? Não. A situação do título e a quitação eleitoral são informações relacionadas, mas não representam exatamente a mesma coisa. Um título pode estar regular e, ainda assim, o eleitor ter algum débito eleitoral a consultar ou quitar. Por isso, o TSE disponibiliza serviços específicos para consulta de débitos e emissão de certidões. Assim, quem pretende verificar todas as pendências deve consultar tanto a situação do título quanto os débitos eleitorais. Como consultar a situação pelo e-Título? O eleitor também pode utilizar o e-Título para acessar informações eleitorais pelo celular. O aplicativo permite consultar dados como o número do título, a situação eleitoral e o local de votação. Além disso, o e-Título pode funcionar como documento de identificação no dia da votação quando apresentar a fotografia do eleitor. Por isso, é recomendável acessar o aplicativo antes da eleição e conferir se os dados estão disponíveis. O que fazer antes das Eleições 2026? Antes de sair para votar, o eleitor pode seguir alguns passos simples: Além disso, quem utilizar o e-Título deve verificar previamente se o aplicativo apresenta a fotografia. O TSE informa que o aplicativo pode ser usado para identificação na votação quando a foto estiver disponível. Quando serão as Eleições 2026? O primeiro turno das Eleições 2026 acontece neste domingo, 4 de outubro. Caso haja segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. Nas eleições deste ano, os eleitores escolherão representantes para os cargos de deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador, governador e presidente da República. Por fim, conferir a situação eleitoral com antecedência permite identificar eventuais pendências e consultar os serviços necessários antes do dia da votação. Leia também | Eleições 2026: veja quais documentos levar para votar Tags: Eleições 2026, situação eleitoral, título de eleitor, consultar título de eleitor, e-Título, TSE, Justiça Eleitoral, eleitor, votação 2026, regularização eleitoral, débitos eleitorais, eleições no Ceará, Ceará, Portal Rapadura Digital

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Documentos aceitos para votar nas Eleições 2026
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Carlos Henrique Costa

Eleições 2026: veja quais documentos levar para votar

Eleitor precisa apresentar documento oficial com foto ou e-Título com fotografia; título de eleitor impresso não é obrigatório O eleitor que vai participar do primeiro turno das Eleições 2026, neste domingo (4), precisa apresentar um documento oficial de identificação com foto para votar. Além disso, a Justiça Eleitoral permite o uso do e-Título com fotografia como documento de identificação. O título de eleitor impresso não é obrigatório no momento da votação. Entretanto, o eleitor precisa estar com a situação eleitoral regular para participar do pleito. Por isso, é importante conferir antecipadamente quais documentos podem ser apresentados na seção eleitoral. Quais documentos são aceitos para votar? Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitor pode apresentar um dos seguintes documentos oficiais com foto: Além desses documentos, o eleitor também pode utilizar o e-Título, desde que o aplicativo apresente a fotografia do titular. Dessa forma, quem pretende votar apenas com o celular deve conferir previamente se a foto aparece no e-Título. Precisa levar o título de eleitor? Não. O eleitor não precisa apresentar o título de eleitor impresso para votar. Nesse caso, basta apresentar um documento oficial com foto ou o e-Título com fotografia. Além disso, o eleitor pode consultar pelo aplicativo informações como local de votação e dados eleitorais. Portanto, quem não estiver com o título físico não precisa emitir uma segunda via apenas para votar. E se o documento estiver vencido? Os documentos oficiais aceitos podem ser utilizados mesmo quando a data de validade estiver vencida, desde que permitam a identificação do eleitor. Por outro lado, certidões de nascimento e de casamento não substituem o documento oficial com foto para a identificação na hora da votação. Quem pode usar o e-Título? O aplicativo e-Título funciona como a versão digital do título eleitoral. No entanto, a fotografia aparece no aplicativo apenas para eleitores que já realizaram o cadastramento biométrico na Justiça Eleitoral. Assim, quem não tiver fotografia no e-Título deverá apresentar também um documento oficial com foto. O aplicativo permite ainda consultar o local de votação e outros serviços eleitorais. Além disso, o TSE disponibiliza o e-Título gratuitamente para download. Pode levar o celular para votar? Sim. O eleitor pode levar o celular até o local de votação. Entretanto, não é permitido entrar na cabine de votação com o aparelho. A regra também vale para máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou qualquer outro dispositivo que possa comprometer o sigilo do voto. Por isso, quem utilizar o e-Título para se identificar deverá apresentar o aplicativo antes de entrar na cabine e, depois, deixar o aparelho no local indicado pelos mesários. Pode levar uma colinha para a votação? Sim. A Justiça Eleitoral permite que o eleitor leve uma anotação pessoal com os números dos candidatos que pretende votar. Além disso, o TSE disponibiliza uma colinha eleitoral para auxiliar o eleitor durante a votação. A ordem dos cargos nas urnas será: Dessa maneira, o eleitor pode organizar previamente os números que serão digitados na urna. O que pode levar no dia da eleição? O eleitor pode levar: No entanto, o celular e outros equipamentos eletrônicos não podem entrar na cabine de votação. Quando será o primeiro turno das Eleições 2026? O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 acontece neste domingo, 4 de outubro. A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Caso haja segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. Por fim, antes de sair de casa, o eleitor deve conferir o local de votação, separar um documento oficial com foto e, caso utilize o e-Título, verificar se o aplicativo está funcionando e apresenta a fotografia. Leia também | Fortaleza terá 6 novos viadutos e túneis a partir de 2027 Tags: Eleições 2026, documentos para votar, votação 2026, e-Título, título de eleitor, TSE, Tribunal Superior Eleitoral, primeiro turno, regras eleitorais, urna eletrônica, Ceará, eleições no Ceará, eleitor, Portal Rapadura Digital

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Novos viadutos e túneis previstos para Fortaleza em 2027
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Carlos Henrique Costa

Fortaleza terá 6 novos viadutos e túneis a partir de 2027

Prefeitura prevê intervenções em cruzamentos de diferentes regiões da Capital; licitações estão previstas para novembro e dezembro de 2026 A Prefeitura de Fortaleza anunciou um pacote com seis obras de viadutos e túneis que devem começar em 2027. As intervenções ficarão em diferentes pontos da Capital e incluem estruturas previstas para regiões como Parangaba, Itaperi, José Bonifácio e Dionísio Torres. O prefeito Evandro Leitão confirmou o cronograma neste sábado (3). Segundo a gestão municipal, o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) e o Tesouro Municipal vão financiar as obras. Além disso, a Prefeitura informou que realizará as sessões de concorrência pública entre novembro e dezembro deste ano. Dessa forma, o município pretende concluir a etapa de contratação ainda em 2026 e iniciar os trabalhos no próximo ano. Anteriormente, a gestão municipal avaliava começar parte das intervenções ainda em 2026. No entanto, o novo cronograma prevê o início das seis obras ao longo de 2027. Onde ficam os novos viadutos e túneis de Fortaleza? Ao todo, o pacote reúne seis intervenções. Duas delas ficam na Avenida Silas Munguba. As outras quatro estão distribuídas por diferentes corredores viários da Capital. 1. Avenida Senador Fernandes Távora com Avenida José Bastos Na Parangaba, a Prefeitura planeja construir um viaduto no cruzamento da Avenida Senador Fernandes Távora com a Avenida José Bastos. A intervenção integra o conjunto de obras planejado para melhorar a circulação viária na região. Além disso, o local fica próximo a importantes corredores de transporte coletivo. 2. Avenida Silas Munguba com Avenida Germano Franck Também na Parangaba, outro projeto prevê um viaduto no encontro da Avenida Silas Munguba com a Avenida Germano Franck. Segundo o planejamento municipal, a estrutura deve melhorar a circulação no cruzamento. Além disso, a obra faz parte de um conjunto de intervenções previstas para a região. 3. Avenida Silas Munguba com Avenida Bernardo Manuel Já no Itaperi, a Prefeitura planeja construir um túnel no cruzamento da Avenida Silas Munguba com a Avenida Bernardo Manuel. Assim, a Avenida Silas Munguba terá duas intervenções diferentes dentro do pacote anunciado pelo município. De acordo com o processo de licitação, o município estima o valor da contratação em mais de R$ 29 milhões. O projeto prevê a elaboração dos projetos e a execução da obra. 4. Avenida Ministro Albuquerque Lima e linha férrea Outra intervenção ficará na Avenida Ministro Albuquerque Lima, na região do Conjunto Ceará. Nesse ponto, a Prefeitura planeja construir um viaduto sobre a linha férrea. A estrutura deverá criar uma ligação entre o Conjunto Ceará, em Fortaleza, e a região da Jurema, em Caucaia. Além disso, o projeto prevê melhorias nas vias do entorno. Segundo a gestão municipal, a intervenção também busca facilitar o deslocamento entre os dois municípios. 5. Avenida Aguanambi com Avenida Domingos Olímpio No bairro José Bonifácio, o projeto prevê um túnel no cruzamento da Avenida Aguanambi com a Avenida Domingos Olímpio. A Prefeitura já iniciou o processo de contratação da obra. Nesse caso, o edital inclui a elaboração dos projetos básico e executivo, além da execução da estrutura. O valor estimado da contratação chega a R$ 43,2 milhões. 6. Avenida Antônio Sales com Rua Monsenhor Catão Por fim, o pacote inclui um viaduto no cruzamento da Avenida Antônio Sales com a Rua Monsenhor Catão, no bairro Dionísio Torres. A estrutura integra o planejamento da Prefeitura para melhorar a circulação em um dos principais corredores viários da região. Além disso, a obra faz parte de uma série de intervenções que a gestão municipal pretende executar para reorganizar o trânsito em cruzamentos considerados estratégicos. Obras terão recursos do CAF Segundo a Prefeitura de Fortaleza, o Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) e o Tesouro Municipal vão financiar as seis intervenções. Além disso, a gestão municipal reuniu os processos em um calendário de licitações que prevê concorrências públicas entre novembro e dezembro de 2026. Anteriormente, a Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf) conduzia os processos de forma separada. Agora, a Prefeitura concentra as etapas de contratação dentro de um cronograma único. Por que a Prefeitura escolheu esses locais? A gestão municipal considerou principalmente o fluxo de transporte coletivo para definir os pontos das intervenções. Na região da Parangaba, por exemplo, duas obras ficarão próximas aos terminais da Lagoa e da Parangaba. Segundo a Prefeitura, as intervenções podem contribuir para reduzir o tempo de deslocamento dos ônibus e melhorar a circulação nos corredores que atendem os terminais. Além disso, o pacote contempla áreas com grande movimentação de veículos e conexões importantes entre bairros. Quando as obras começam? A Prefeitura de Fortaleza prevê o início das seis intervenções em 2027. Para isso, o município realizará as concorrências públicas entre novembro e dezembro de 2026. Em seguida, após concluir os processos de contratação, a gestão poderá emitir as ordens de serviço para as empresas vencedoras. Portanto, o cronograma divulgado pela Prefeitura concentra as licitações no fim de 2026 e deixa a execução das obras para 2027. Leia também | Cônsul do Povo, ex-vereador de Fortaleza, morre aos 58 anos

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