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Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 45 milhões
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Carlos Henrique Costa

Loterias: Mega-Sena acumula e chega a R$ 45 milhões

O prêmio da Mega-Sena acumulou novamente e chegou a R$ 45 milhões para o próximo concurso. O valor foi confirmado pela Caixa Econômica Federal após o sorteio do concurso 3.045, realizado no sábado (15). Os números sorteados foram 23 – 29 – 33 – 42 – 43 – 57. Como nenhum apostador acertou as seis dezenas, o prêmio principal ficou acumulado para o próximo sorteio. Quina premia 22 apostas Apesar de ninguém ter acertado as seis dezenas, 22 apostas acertaram cinco números. Cada uma delas recebeu um prêmio de R$ 89.393,18. Além disso, outras 2.912 apostas acertaram quatro dezenas. Nesse caso, cada ganhador recebeu R$ 1.113,23. Dessa forma, o concurso distribuiu prêmios entre milhares de apostadores, mesmo sem registrar vencedor na faixa principal. Próximo sorteio acontece na terça-feira O próximo concurso da Mega-Sena será realizado na terça-feira (18), em São Paulo. As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio. Em seguida, às 20h, a Caixa realiza o sorteio no Espaço da Sorte. Para concorrer ao prêmio principal, o apostador precisa acertar as seis dezenas sorteadas. Entretanto, também é possível receber prêmio ao acertar quatro ou cinco números. Prêmio pode chegar a R$ 45 milhões Com o novo acúmulo, a Mega-Sena oferece uma estimativa de R$ 45 milhões no próximo concurso. Portanto, os apostadores interessados em concorrer ao prêmio devem registrar seus jogos dentro do prazo estabelecido pela Caixa. Além disso, as apostas podem ser realizadas nas casas lotéricas credenciadas ou pelos canais oficiais de apostas da instituição. Leia também | Eleições: TSE lança campanha para incentivar voto Tags: Mega-Sena, Mega Sena, Mega-Sena 3045, concurso 3045, Mega-Sena acumulada, Mega-Sena 45 milhões, prêmio Mega-Sena, R$ 45 milhões, números da Mega-Sena, números sorteados, resultado Mega-Sena, resultado da Mega-Sena, loterias, Loterias Caixa, Caixa Econômica Federal, concurso da Mega-Sena, quina, quadra, apostas vencedoras, ganhadores da Mega-Sena, prêmio acumulado, sorteio Mega-Sena, próximo sorteio Mega-Sena, Mega-Sena terça-feira, loteria, loteria brasileira, apostas, aposta Mega-Sena, Espaço da Sorte, São Paulo, Agência Brasil, Portal Rapadura Digital

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Anvisa proíbe suplementos irregulares das marcas Newfit, Shark Pro e Mounja Gummy
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Carlos Henrique Costa

Saúde: Anvisa proíbe suplementos irregulares

Agência determinou apreensão de produtos das marcas Newfit, Shark Pro e Mounja Gummy por irregularidades A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a venda e o uso de suplementos alimentares das A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a venda e o uso de suplementos alimentares das marcas Newfit, Shark Pro e Mounja Gummy. A decisão ocorreu depois que a Agência identificou substâncias irregulares e falhas nos processos de fabricação. As medidas constam nas resoluções 3.242/2026 e 3.244/2026, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (17). Além da proibição, a Anvisa determinou a apreensão dos produtos e suspendeu a importação, a distribuição e a divulgação. Newfit tinha substâncias não declaradas No caso dos produtos da Newfit, um teste realizado pelo Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificou três substâncias que não apareciam na rotulagem: sibutramina, fluoxetina e furosemida. Por causa dessa irregularidade, a Anvisa determinou a apreensão dos produtos e proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição, a importação, a divulgação e o uso. Além disso, a presença de substâncias não declaradas aumenta a preocupação com a segurança dos consumidores, já que o rótulo não informa todos os componentes encontrados na análise. Shark Pro apresentou falhas na fabricação Uma inspeção realizada pela Vigilância Sanitária Municipal de Capivari, em São Paulo, encontrou falhas graves no processo de fabricação do suplemento Shark Pro. Durante a fiscalização, os agentes identificaram problemas no controle de qualidade, no armazenamento de matérias-primas e na manutenção dos equipamentos. A inspeção também apontou falhas na regularização de alguns produtos. Entre as irregularidades encontradas estão: Diante dos problemas encontrados, a Anvisa determinou a apreensão dos produtos e proibiu a fabricação, a venda, a distribuição, a importação, a divulgação e o uso. Mounja Gummy não tinha regularização Já no caso do Mounja Gummy, a Anvisa informou que o produto não possui registro, notificação ou cadastro na Agência. Por isso, o órgão determinou a apreensão do produto e proibiu sua fabricação, importação, distribuição, divulgação, comercialização e uso. A Anvisa recomenda que os consumidores verifiquem a regularização de suplementos antes de comprar ou utilizar esses produtos. Para isso, a Agência disponibiliza ferramentas de consulta em seus canais oficiais. Anvisa também apreende medicamento falsificado Além dos suplementos, a decisão da Anvisa também determinou a apreensão do lote 10008808 do medicamento Trodelvy, classificado pela Agência como falsificado. Segundo a Anvisa, a Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil Ltda., empresa responsável pelo registro do medicamento, informou que não reconhece o lote. Dessa forma, a Agência determinou a apreensão do produto e proibiu sua comercialização, distribuição, importação e uso. Consumidores devem ficar atentos Diante das medidas, consumidores que tenham algum dos produtos atingidos pelas determinações da Anvisa devem interromper o uso e verificar as orientações do órgão. Além disso, a Agência recomenda que os consumidores consultem a situação de suplementos e medicamentos antes da compra. Essa medida ajuda a identificar produtos sem regularização ou que estejam envolvidos em alertas sanitários. Por fim, a Anvisa mantém canais oficiais para consulta de produtos irregulares e comunicados relacionados à segurança sanitária. Leia também | Negócios: Após demissões em massa, Casas Bahia pede recuperação judicial Tags: Anvisa, Anvisa proíbe suplementos, suplementos proibidos, suplementos irregulares, suplementos alimentares, suplemento alimentar, Newfit, suplemento Newfit, Shark Pro, suplemento Shark Pro, Mounja Gummy, suplemento Mounja Gummy, produtos proibidos pela Anvisa, produtos irregulares, produtos falsificados, apreensão Anvisa, proibição Anvisa, vigilância sanitária, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, irregularidades, irregularidades em suplementos, substâncias não declaradas, sibutramina, fluoxetina, furosemida, Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, Capivari, São Paulo, fabricação irregular, venda proibida, uso proibido, importação proibida, distribuição proibida, Diário Oficial da União, DOU, Trodelvy, Trodelvy falsificado, medicamento falsificado, Gilead Sciences, saúde, saúde pública, segurança alimentar, segurança sanitária, fiscalização, suplementos para emagrecer, produtos sem registro, produtos sem notificação, Portal Rapadura Digital

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Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 38 milhões
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Carlos Henrique Costa

Mega-Sena acumula e chega a R$ 38 milhões

Concurso 3.044 não teve ganhador na faixa principal; 16 apostas acertaram a quina e 1.252 levaram o prêmio da quadra 14 de agosto de 2026 – Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 3.044 da Mega-Sena, realizado na noite desta quinta-feira (13), em São Paulo. Por isso, o prêmio principal acumulou e deve chegar a R$ 38 milhões no próximo sorteio, marcado para domingo (16). << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Os números sorteados foram: 04 – 15 – 17 – 40 – 55 – 58 Apesar de nenhum apostador acertar as seis dezenas, o concurso premiou jogos que acertaram cinco e quatro números. Quina teve 16 apostas vencedoras Ao todo, 16 apostas acertaram cinco números. Com isso, cada ganhador receberá R$ 61.152,83. Além disso, 1.252 apostas acertaram quatro dezenas. Dessa forma, cada uma receberá R$ 1.288,19. Entre os jogos premiados na quadra, quatro foram registrados em municípios do interior de Pernambuco. Pernambuco teve quatro apostas premiadas Os apostadores pernambucanos registraram os quatro jogos vencedores em três municípios. Belo Jardim teve duas apostas premiadas. Já Catende e Iati tiveram uma aposta vencedora cada. Assim, cada um dos quatro jogos receberá R$ 1.288,19 pelo acerto da quadra. A Mega-Sena realiza três sorteios por semana. Normalmente, os concursos acontecem às terças, quintas e domingos. Próximo sorteio terá R$ 38 milhões O próximo concurso da Mega-Sena acontece no domingo (16). Para essa rodada, a Caixa estima um prêmio de R$ 38 milhões para quem acertar as seis dezenas. A aposta mínima custa R$ 6. Os interessados podem registrar o jogo nas lotéricas ou pelos canais oficiais da Caixa, dentro do horário definido para o encerramento das apostas. Leia também | Auditor da Receita Federal é suspeito de liderar fraude no Aeroporto de Fortaleza Tags: Mega-Sena, Mega-Sena 3044, concurso 3044, Mega-Sena acumulada, Mega-Sena hoje, prêmio Mega-Sena, prêmio de R$ 38 milhões, R$ 38 milhões, números da Mega-Sena, números sorteados Mega-Sena, resultado Mega-Sena, resultado Mega-Sena 3044, concurso Mega-Sena, loterias, Loterias Caixa, Caixa Econômica Federal, quina, quadra, apostas vencedoras, apostas premiadas, prêmio da quina, prêmio da quadra, Pernambuco, Belo Jardim, Catende, Iati, Agreste de Pernambuco, Zona da Mata Sul, sorteio, próximo sorteio Mega-Sena, loteria, apostas, Portal Rapadura Digital

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Auditor da Receita Federal é suspeito de liderar fraude no Aeroporto de Fortaleza
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Carlos Henrique Costa

Auditor da Receita Federal é suspeito de liderar fraude no Aeroporto de Fortaleza

Segundo o MPF, auditor da Receita teria recebido R$ 6,8 milhões em propinas e fornecido informações sigilosas a empresas investigadas na Operação Snooker. Um auditor-fiscal da Receita Federal é apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como líder de um esquema de fraudes em importações no Aeroporto Pinto Martins, em Fortaleza. Segundo a denúncia, o servidor teria recebido cerca de R$ 6,8 milhões em propinas. A investigação integra a Operação Snooker. De acordo com o MPF, o grupo teria atuado entre 2020 e 2025. Nesse período, os investigados teriam fraudado a importação de joias e produtos eletrônicos com o objetivo de reduzir o pagamento de impostos. Além disso, a organização teria uma estrutura dividida em pelo menos quatro núcleos: público, empresarial, financeiro e auxiliar. Auditor teria fornecido informações sigilosas Conforme a denúncia, o auditor trabalhava no gabinete da Inspetoria do Aeroporto. A partir da função que ocupava, ele teria acesso a informações relacionadas aos procedimentos de comércio exterior. Segundo o MPF, o servidor teria interferido irregularmente em despachos aduaneiros e repassado informações e orientações sigilosas para empresas importadoras e despachantes. Em troca, ele teria recebido vantagens indevidas. A investigação estima que os pagamentos chegaram a pelo menos R$ 6,8 milhões. Fraudes envolviam joias e produtos chineses No núcleo empresarial, o MPF identificou dois principais esquemas. Em um deles, uma empresa de joias de Fortaleza teria adquirido aproximadamente R$ 1,8 bilhão em peças de prata durante dois anos. Entretanto, segundo a investigação, os produtos eram declarados ao Fisco como bijuterias. Além disso, um perito teria sido acionado para produzir laudos que apontassem que as joias não eram de prata legítima. Dessa maneira, os valores dos tributos de importação poderiam ser reduzidos. O esquema teria funcionado entre 2020 e 2024. Segundo a denúncia, a propina relacionada a essa parte da investigação chegou a pelo menos R$ 1,2 milhão. Em outro braço da organização, empresários ligados à importação de produtos chineses teriam subfaturado mercadorias em quantidade e valor. Nesse caso, a investigação estima que os pagamentos ao auditor chegaram a R$ 2,5 milhões. Empresas de fachada movimentaram mais de R$ 103 milhões O núcleo financeiro também teria desempenhado papel importante na estrutura investigada. Segundo o MPF, um contador seria responsável pela abertura de empresas de fachada em nome de terceiros. Assim, essas empresas teriam sido utilizadas para movimentar recursos e ocultar pagamentos. A investigação aponta que o núcleo financeiro movimentou mais de R$ 103,3 milhões por meio dessas empresas. Além disso, dois responsáveis por importadoras de fachada teriam pago pelo menos R$ 3,1 milhões ao auditor em troca de informações privilegiadas. Familiares também aparecem na investigação O chamado núcleo auxiliar seria formado por familiares do auditor, entre eles cônjuge, filhas, irmãos e um cunhado. De acordo com a denúncia, essas pessoas teriam recebido pagamentos e bens comprados com recursos de origem ilícita. O MPF também cita pessoas que teriam emprestado seus nomes para empresas e contas bancárias utilizadas na lavagem de dinheiro. Os investigados desse núcleo receberam propostas de acordo de não persecução penal, mas nenhum teria aceitado os termos oferecidos. Investigação aponta tentativa de ocultar atuação do grupo A denúncia também descreve possíveis tentativas de dificultar as investigações. Segundo o MPF, o auditor teria utilizado os dados de outra pessoa para cadastrar uma linha telefônica e teria se identificado falsamente em um aplicativo de mensagens. Da mesma forma, outro investigado teria utilizado um número internacional e um codinome para se comunicar. Os dois também teriam trocado de aparelhos celulares periodicamente. Para os investigadores, essas condutas indicariam tentativas de dificultar a identificação dos envolvidos e a apuração do esquema. Empresário fez acordo com o MPF Um empresário apontado como amigo do auditor firmou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal. Segundo a denúncia, ele teria cedido uma empresa da família para viabilizar o repasse disfarçado de propina. Como parte do acordo, o empresário depositou judicialmente valores relacionados à rescisão da compra de um imóvel de luxo na Beira-Mar. O MPF afirma que o imóvel teria sido adquirido com recursos provenientes do esquema. Além disso, o colaborador assumiu o compromisso de pagar R$ 150 mil em multa e ressarcimento pelos prejuízos apontados na investigação. MPF aponta possíveis ramificações internacionais As investigações também encontraram indícios de que o grupo poderia ter conexões fora do Brasil. Segundo o MPF, foram identificados documentos relacionados à abertura de empresas e contas bancárias nos Estados Unidos, além da titularidade de uma empresa nas Ilhas Virgens Britânicas em nome de um dos denunciados. Mais de R$ 26 milhões podem ser bloqueados Diante dos elementos reunidos durante a investigação, o MPF pediu o bloqueio de mais de R$ 26 milhões em contas bancárias de empresas e pessoas físicas investigadas. O pedido também inclui a apreensão de veículos importados e de uma embarcação de luxo. Além disso, o Ministério Público informou que outros empresários, despachantes aduaneiros e pessoas que teriam emprestado seus nomes para empresas de fachada poderão ser denunciados separadamente. Auditor foi afastado A Receita Federal informou que o auditor-fiscal investigado foi afastado das funções na data da deflagração da Operação Snooker, em dezembro de 2025. O órgão afirmou ainda que os desdobramentos criminais estão sob responsabilidade do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. Por fim, a Receita declarou que não irá confirmar ou comentar informações sobre inquéritos e ações penais em andamento. A instituição também destacou que as investigações continuam e que novos elementos ainda podem ser incorporados à apuração. Leia mais | De motoboy a futuro oficial investigador: Leonardo Sousa Nunes deixou o Piauí para fazer formação na Aesp/CE Tags: Auditor da Receita, Receita Federal, Operação Snooker, Aeroporto de Fortaleza, fraude, importações, MPF, Polícia Federal, Fortaleza, corrupção, joias, produtos eletrônicos

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Leonardo Sousa Nunes, futuro oficial investigador durante formação na Aesp Ceará
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Carlos Henrique Costa

De motoboy a futuro oficial investigador: Leonardo Sousa Nunes deixou o Piauí para fazer formação na Aesp/CE

Jovem veio ao Ceará após conciliar trabalho como entregador e preparação para concursos públicos. Aos 25 anos, Leonardo Sousa Nunes vive uma mudança importante na trajetória profissional. Natural de Teresina, no Piauí, ele deixou a rotina de entregas por aplicativos para integrar o Curso de Formação de Oficiais Investigadores de Polícia da Polícia Civil do Ceará (CFOIP), realizado pela Academia Estadual de Segurança Pública do Ceará (Aesp/CE). Antes de chegar à formação policial, entretanto, Leonardo precisou conciliar trabalho e estudos. Aos 17 anos, começou a atuar como motoboy e encontrou na rotina de entregas uma forma de sustentar os planos para o futuro. Enquanto trabalhava durante a noite, dedicava as manhãs e as tardes aos estudos para concursos públicos. Além disso, aos domingos, realizava simulados e reservava parte do dia para o convívio com a família. A rotina exigia disciplina e constância. De segunda a sábado, trabalho e preparação para concursos faziam parte do dia a dia. O esforço, portanto, trouxe resultados: Leonardo conseguiu aprovação em três concursos públicos. Interesse pela carreira policial Inicialmente, Leonardo tinha como objetivo ingressar na Polícia Rodoviária Federal (PRF). Durante a preparação, porém, passou a conhecer melhor as atividades de investigação desenvolvidas pela Polícia Civil. A partir disso, decidiu direcionar os estudos para o cargo de Oficial Investigador de Polícia. Em 2025, participou do concurso da Polícia Civil do Ceará e conseguiu a aprovação. Em 2026, Leonardo chegou a iniciar o Curso de Formação de Soldados da Polícia Militar do Ceará (CFSD PMCE). No entanto, ainda na primeira semana de formação, recebeu a convocação para integrar a turma do CFOIP. Assim, uma nova etapa começou em Fortaleza. Mudança para Fortaleza A mudança para a capital cearense trouxe novos desafios. Casado e pai de João Miguel, de 3 anos, e Tobias Bernardo, de 1 ano e 10 meses, Leonardo precisou se afastar temporariamente da esposa, dos filhos e de outros familiares. Segundo ele, a distância da família é atualmente um dos maiores desafios enfrentados durante o período de formação. Por outro lado, a aprovação representa a realização de um projeto construído ao longo de anos. A trajetória, marcada por trabalho, estudos e renúncias, levou Leonardo até a Academia Estadual de Segurança Pública. Além disso, a experiência como motoboy fez parte de um período em que ele precisou encontrar equilíbrio entre a necessidade de trabalhar e o objetivo de conquistar uma carreira no serviço público. Formação para atuar na Polícia Civil Atualmente, Leonardo integra a turma de alunos do Curso de Formação de Oficiais Investigadores de Polícia da Aesp/CE. Durante a formação, os futuros policiais participam de atividades teóricas e práticas relacionadas às atribuições do cargo. Dessa forma, a preparação busca oferecer aos alunos conhecimentos necessários para o desempenho das funções de investigação na Polícia Civil do Ceará. Com isso, a rotina que começou nas ruas de Teresina, entre entregas e estudos para concursos, ganha um novo capítulo dentro da estrutura de formação da segurança pública cearense. A história de Leonardo também mostra o caminho percorrido por quem transforma uma rotina de trabalho em combustível para alcançar um objetivo profissional. Agora, o ex-motoboy se prepara para assumir uma nova função: a de Oficial Investigador da Polícia Civil do Ceará. Leia mais | Sargento Reginauro assume cadeira no Senado após licença de Eduardo Girão Tags: Leonardo Sousa Nunes, Aesp Ceará, Polícia Civil do Ceará, oficial investigador, concurso Polícia Civil, concurso público, segurança pública, Teresina, Piauí, Fortaleza, Aesp/CE, formação policial

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Botanic Corporate terá paisagismo assinado pelo Escritório Burle Marx em Fortaleza.
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Carlos Henrique Costa

Múltipla Incorporações traz assinatura Burle Marx de volta a Fortaleza em novo projeto

Novo Botanic Corporate terá paisagismo assinado pelo Escritório Burle Marx e aposta na integração entre arquitetura, natureza e bem-estar A Múltipla Incorporações prepara para este semestre o lançamento do Botanic Corporate, novo empreendimento que marca o retorno da assinatura do Escritório de Paisagismo Burle Marx a Fortaleza. O projeto aposta na integração entre arquitetura e natureza como um dos principais elementos de sua proposta. Além disso, a iniciativa resgata na capital cearense a presença de uma das marcas mais reconhecidas do paisagismo brasileiro. O Escritório Burle Marx é referência internacional na criação de espaços que combinam natureza, arte, convivência e bem-estar. Paisagismo como diferencial O principal diferencial do Botanic Corporate está justamente no projeto paisagístico desenvolvido pelo Escritório Burle Marx. A proposta busca transformar as áreas do empreendimento em espaços de convivência e contemplação, aproximando os usuários da natureza. Fundado em 1955 por Roberto Burle Marx, o escritório construiu uma trajetória marcada pela valorização de espécies nativas, formas orgânicas e elementos artísticos. Dessa maneira, seus projetos passaram a ocupar posição de destaque no paisagismo brasileiro e internacional. Segundo Reginaldo Rocha, sócio da Múltipla Incorporações, a proposta do empreendimento é ir além de um projeto corporativo convencional. “Não queremos entregar mais um projeto corporativo. Nossa proposta é oferecer um empreendimento que se destaque pela qualidade dos espaços, pela integração com a natureza e por um paisagismo capaz de gerar valor para a cidade.” Ainda de acordo com o executivo, a escolha do Escritório Burle Marx reforça a intenção de desenvolver um empreendimento com identidade própria. “Trazer novamente a assinatura do Escritório Burle Marx para Fortaleza reforça esse compromisso com um projeto verdadeiramente diferenciado.” Tradição do paisagismo brasileiro Atualmente, o Escritório Burle Marx é coordenado pela terceira geração de arquitetos paisagistas Isabela Ono, Julio Ono e Gustavo Leivas. O trabalho desenvolvido pela equipe mantém os conceitos criativos estabelecidos por Roberto Burle Marx e Haruyoshi Ono. Assim, a tradição construída ao longo de décadas continua presente em novos projetos, preservando características que ajudaram a transformar o paisagismo brasileiro em referência internacional. No Botanic Corporate, essa assinatura será incorporada à proposta arquitetônica do empreendimento. Com isso, a natureza passa a ocupar papel estratégico na concepção dos espaços, contribuindo para uma experiência voltada à convivência e ao bem-estar. Arquitetura e natureza A proposta do novo empreendimento acompanha uma tendência de valorização de espaços corporativos que oferecem, além da estrutura tradicional de trabalho, ambientes mais integrados, funcionais e conectados à natureza. Nesse contexto, o paisagismo assume uma função que vai além da estética. Ele passa a contribuir para a identidade do projeto e para a experiência de quem circula pelo empreendimento. Por isso, o retorno da assinatura Burle Marx a Fortaleza representa também uma aproximação entre a tradição do paisagismo brasileiro e uma nova proposta de desenvolvimento imobiliário na capital cearense. O Botanic Corporate tem lançamento previsto para este semestre, e a expectativa é de que o projeto se destaque justamente pela combinação entre arquitetura, paisagismo e integração com a natureza. Leia mais | Sargento Reginauro assume cadeira no Senado após licença de Eduardo Girão Tags: Múltipla Incorporações, Burle Marx, Fortaleza, Botanic Corporate, paisagismo, arquitetura, mercado imobiliário, empreendimentos, Ceará

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Folhas de murici usadas no desenvolvimento de fitoterápico pela Uece e Unifor
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Carlos Henrique Costa

Cearenses produzem remédio à base de murici com potencial contra inflamações ligadas ao câncer

Patente registrada pela Uece e Unifor utiliza extrato das folhas da planta nativa da Caatinga Uma planta já conhecida pelos saberes tradicionais de povos indígenas do litoral cearense pode virar um novo fitoterápico. Pesquisadores da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e da Universidade de Fortaleza (Unifor) desenvolveram uma composição a partir das folhas do murici (Byrsonima crassifolia). Além disso, a equipe já registrou a patente da tecnologia. O objetivo inicial é tratar dor abdominal e inflamação gastrointestinal. Segundo os estudos, o extrato apresenta ação anti-inflamatória, analgésica e antioxidante. Os pesquisadores também realizaram testes pré-clínicos com peixes-zebra (Danio rerio) e identificaram baixa toxicidade. Essa espécie é amplamente usada em pesquisas biomédicas por apresentar semelhanças fisiológicas com o corpo humano. Um mecanismo de ação diferente Segundo o professor e pós-doutorando do Laboratório de Química de Produtos Naturais (LQPN) da Uece, Lucas Frota, o principal diferencial da tecnologia está na forma como ela age. Muitos medicamentos tradicionais buscam proteger a mucosa do estômago para tratar a inflamação. Já o composto derivado do murici segue outro caminho: ele combate diretamente os estresses bacterianos que causam a dor, uma via ainda pouco explorada pela ciência. Além disso, Frota destaca um ponto importante sobre segurança. Até agora, os estudos pré-clínicos não identificaram efeitos adversos relevantes. O material também não apresenta potencial de causar dependência. Um só composto para dor e inflamação A tecnologia atua de forma dupla: sobre a dor e sobre o processo inflamatório provocado por bactérias no trato gastrointestinal. Assim, ela se diferencia de medicamentos que tratam apenas um desses dois problemas isoladamente. Um achado chamou especial atenção da equipe: as folhas do murici contêm um composto com atividade semelhante à da morfina. Porém, Frota faz questão de esclarecer que isso não significa que a planta possa substituir o medicamento. Segundo ele, o achado evidencia o potencial farmacológico da espécie e reforça o valor de se investigar uma planta nativa da Caatinga, com possíveis ganhos sociais e econômicos para a região. O foco atual da patente é o tratamento de doenças gastrointestinais. Ainda assim, a equipe acredita que a tecnologia pode abrir caminho para pesquisas sobre outras doenças ligadas à inflamação crônica. Segundo Frota, processos inflamatórios persistentes estão relacionados ao desenvolvimento de diferentes enfermidades, incluindo problemas articulares, alguns tipos de câncer e doenças neurológicas, como o Alzheimer. A origem da pesquisa: saberes do povo Tremembé A investigação sobre o potencial farmacológico do murici nasceu de um contato específico: a aproximação da equipe com o povo indígena Tremembé da Barra do Mundaú, em Itapipoca. Todos os anos, a comunidade realiza a tradicional Festa do Murici e do Batiputá, celebração que marca a colheita dos frutos e reforça a relação da planta com a alimentação, a cultura e os saberes ancestrais do povo Tremembé. Foi a partir dessa aproximação que os pesquisadores perceberam uma lacuna. O fruto do murici já era amplamente utilizado pela comunidade, mas pouco se sabia sobre o potencial de outras partes da planta, como as folhas e a casca. Essa constatação, somada à parceria construída com a aldeia, deu origem à linha de pesquisa que resultou na patente. Para Frota, a descoberta também reforça o potencial científico da biodiversidade nordestina. Segundo ele, as condições extremas da Caatinga levam muitas espécies a desenvolver compostos químicos de defesa contra o calor, a seca e outros fatores ambientais. Essas substâncias, por sua vez, podem apresentar aplicações farmacológicas. Próximos passos da pesquisa Os estudos para o desenvolvimento do fitoterápico estão em andamento desde fevereiro de 2025. Atualmente, a equipe trabalha em três frentes: a padronização das dosagens, a caracterização química do extrato e as demais etapas pré-clínicas exigidas para o avanço da tecnologia. Os testes em peixes-zebra representam apenas a primeira fase da pesquisa. Depois, a expectativa é avançar para experimentos em outros modelos animais. Só então a equipe pretende iniciar os ensaios clínicos em seres humanos, etapa em que vai avaliar a eficácia e as possíveis reações adversas do composto. Ainda restam etapas regulatórias importantes. Mesmo assim, Frota mantém o otimismo quanto ao tempo até a chegada do produto ao mercado. Segundo ele, por se tratar de um fitoterápico — e não de um medicamento sintético, que costuma levar entre 10 e 15 anos para ser aprovado —, o processo tende a ser mais rápido, podendo ficar próximo de dois anos. Leia mais | Operação na Feira da Parangaba apreende mais de 200 animais silvestres; multa ultrapassa R$ 300 mil Tags: Uece, Unifor, murici, fitoterápico, Caatinga, Lucas Frota, povo Tremembé, pesquisa científica, inflamação, biodiversidade nordestina

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Animais silvestres apreendidos pelo BPMA na Feira da Parangaba, em Fortaleza
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Carlos Henrique Costa

Operação na Feira da Parangaba apreende mais de 200 animais silvestres; multa ultrapassa R$ 300 mil

Policiais militares constataram a manutenção e a comercialização irregular de animais silvestres, além de maus-tratos Neste domingo, 9 de agosto, uma operação combateu o comércio irregular de fauna silvestre na feira livre da Parangaba, em Fortaleza. Ao final da ação, os policiais apreenderam 205 animais. Além disso, aplicaram multa de R$ 329.600 a quatro envolvidos. Eles autuaram o grupo por manter os animais em cativeiro sem autorização do órgão ambiental competente e por maus-tratos. Durante as fiscalizações, os policiais militares constataram dois problemas principais. Primeiro, a manutenção irregular dos animais. Segundo, a comercialização irregular deles. Além disso, os agentes identificaram diversas situações de maus-tratos. Entre elas, destacam-se a superlotação, as condições inadequadas de higiene, a falta de alimentação, os ferimentos e a restrição de movimentação dos espécimes. O que a polícia apreendeu Ao todo, a operação resultou na apreensão de 205 animais silvestres. Entre eles, os policiais encontraram 40 periquitos-do-sertão, 65 galos-de-campina e 11 papa-capins. A lista ainda inclui outras espécies da fauna brasileira. Como aconteceu a ação A operação integrou a chamada Operação Bioma. Para executá-la, duas equipes atuaram em conjunto: o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e o Policiamento Ostensivo Geral (POG) do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM). Depois da apreensão, os agentes encaminharam os animais ao Instituto Pró-Silvestre. Lá, eles vão passar por um processo de reabilitação. Só depois disso, a equipe vai soltá-los em seu habitat natural. Leia mais | Prêmio de R$ 150 milhões da Mega-Sena pode render mais de R$ 1 milhão por mês; veja simulações Tags: Feira da Parangaba, Operação Bioma, BPMA, animais silvestres, maus-tratos, tráfico de fauna, Fortaleza, Instituto Pró-Silvestre, meio ambiente

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Luiz Fernando Bittencourt e o ministro João Paulo Capobianco no Museu Lavida, em Santana do Cariri
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Carlos Henrique Costa

Sistema Fecomércio fortalece candidatura da Chapada do Araripe à Unesco em encontro com ministro do Meio Ambiente

Reunião aconteceu no Museu Lavida, em Santana do Cariri, e discutiu ações para o reconhecimento da região como Patrimônio da Humanidade O presidente do Sistema Fecomércio Ceará, Luiz Fernando Bittencourt, participou de um encontro com o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco. O encontro aconteceu nesta quarta-feira, 5 de agosto, no Museu Lavida, em Santana do Cariri. A agenda teve um objetivo claro: fortalecer a campanha pelo reconhecimento da Chapada do Araripe como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Durante a programação, o ministro também visitou outros dois espaços ligados à preservação cultural da região: a Fundação Casa Grande e o Museu Escola de Agrofloresta do Mestre Zé Artur. Museus Orgânicos como estratégia para a candidatura Na ocasião, Luiz Fernando Bittencourt apresentou ao ministro os Museus Orgânicos. Trata-se de um projeto pioneiro do Sistema Fecomércio Ceará, desenvolvido pelo Sesc em parceria com a Fundação Casa Grande. Segundo ele, os museus preservam a memória, os saberes e os modos de vida das comunidades. Por isso, também funcionam como instrumentos para reforçar a candidatura da Chapada do Araripe ao título da Unesco. O Lavida é o primeiro Museu Orgânico da Agricultura Familiar da Chapada do Araripe. O espaço fica instalado em uma propriedade rural e transforma o modo de vida das famílias do campo em patrimônio. Assim, ele preserva memórias, saberes e a relação das comunidades com o território. Ministro destaca potencial da região Durante o encontro, Capobianco destacou a importância de ampliar a mobilização em torno da proteção e da valorização do patrimônio cultural e ambiental da Chapada do Araripe. Para o ministro, o eventual reconhecimento da região pela Unesco pode trazer mais um benefício: impulsionar o desenvolvimento local. Segundo ele, isso geraria oportunidades a partir da biodiversidade e da riqueza cultural da Chapada. Tags: Chapada do Araripe, Unesco, Sistema Fecomércio, Luiz Fernando Bittencourt, João Paulo Capobianco, Santana do Cariri, Museus Orgânicos, Fundação Casa Grande, patrimônio cultural Leia mais | Política: Priscila Costa renuncia ao mandato na Câmara de Fortaleza para assumir vaga como deputada federal

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Prefeito Evandro Leitão discursa na abertura do 2º semestre legislativo da Câmara de Fortaleza
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Carlos Henrique Costa

Câmara de Fortaleza retoma trabalhos do 2º semestre legislativo com discurso de Evandro Leitão sobre gestão compartilhada

Prefeito destacou parceria com a Câmara, o Estado e o Governo Federal durante sessão solene no Plenário Fausto Arruda A Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor) retomou, nesta segunda-feira, 3 de agosto, os trabalhos parlamentares do segundo semestre legislativo de 2026. A sessão solene de abertura aconteceu no Plenário Fausto Arruda, sob a presidência do vereador Leo Couto (PSB), e contou com a presença do prefeito Evandro Leitão (PT). Durante a solenidade, o prefeito entregou ao presidente da Casa o projeto de lei que institui o novo Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da Guarda Municipal de Fortaleza. Em seguida, Evandro Leitão fez a leitura da mensagem prefeitural, com um balanço das ações da gestão e as perspectivas para o restante do ano. Gestão compartilhada é o destaque do discurso No discurso, Evandro Leitão atribuiu as entregas da Prefeitura ao modelo de gestão adotado por sua administração. Segundo ele, “essas entregas acontecem porque temos uma gestão compartilhada, que dialoga com a iniciativa privada, com a sociedade civil e outras esferas do poder público, como os governos estadual e federal”. O prefeito acrescentou que a relação com o Executivo estadual e com a própria Câmara de Vereadores também tem sido harmônica, e que a maior parte dos projetos da gestão nasce do contato direto com os moradores e de escutar suas demandas. Além disso, o prefeito reforçou que a parceria com o Legislativo municipal tem sido decisiva para transformar as propostas dos vereadores em ações concretas para a cidade. Ele destacou o compromisso permanente de estar presente na rotina dos bairros, ouvindo diretamente a população, e afirmou que essa aproximação, somada à parceria com a Câmara, tem permitido ampliar os serviços, as obras e a qualidade de vida em Fortaleza. Retomada da agenda parlamentar Com a abertura oficial dos trabalhos, a CMFor retoma sua agenda de votações, debates e apreciação de matérias de interesse da população. A primeira sessão ordinária deste novo período legislativo está marcada para esta terça-feira, 4 de agosto, também no Plenário Fausto Arruda, a partir das 9h. Leia mais | SINOBRAS conclui modernização de R$ 200 milhões e amplia capacidade produtiva no Pará Tags: Câmara de Fortaleza, CMFor, Evandro Leitão, Leo Couto, PCCS Guarda Municipal, Plenário Fausto Arruda, gestão compartilhada, política municipal, Fortaleza

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