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Fiscalização da Lei Seca com teste do bafômetro em Fortaleza
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Carlos Henrique Costa

Fortaleza registra mais de 250 recusas ao bafômetro por mês

Número de motoristas que se recusaram a fazer o teste cresceu em 2026; infração é gravíssima e gera multa de R$ 2.934,70 Fortaleza registrou, em média, 258 recusas ao teste do bafômetro por mês entre janeiro e julho de 2026. Segundo dados da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), o número representa um aumento significativo em relação ao ano passado. Em 2025, a AMC contabilizou 1.862 recusas ao teste, o equivalente a aproximadamente 155 casos por mês. Já nos sete primeiros meses deste ano, o órgão registrou 1.812 ocorrências. Assim, a média mensal passou de 155 para 258 recusas. O crescimento ocorre enquanto novas medidas começam a modificar a fiscalização da Lei Seca, incluindo a utilização de pré-teste e do chamado drogômetro para identificar motoristas sob efeito de substâncias psicoativas. Recusa ao bafômetro gera multa Apesar das mudanças na fiscalização, a legislação mantém a mesma punição para quem apresenta resultado positivo no bafômetro ou decide não realizar o teste. De acordo com a AMC, a recusa configura infração gravíssima, com multa multiplicada por dez. Atualmente, o valor chega a R$ 2.934,70. Além disso, o motorista fica com o direito de dirigir suspenso por 12 meses. As autoridades também podem reter o veículo durante a fiscalização. Em caso de reincidência dentro de 12 meses, a legislação determina o pagamento da multa em dobro. Dessa forma, o valor chega a R$ 5.869,40. Mudanças na Lei Seca As novas regras também ampliam os mecanismos utilizados durante as operações de fiscalização. Entre as novidades está o pré-teste, além do equipamento conhecido como drogômetro. O objetivo é identificar sinais de consumo de substâncias que possam comprometer a capacidade de condução do motorista. No entanto, especialistas alertam que somente a criação de novos testes não resolve o problema das infrações. Para o advogado Daniel Siebra, presidente da Comissão de Trânsito, Tráfego e Mobilidade Urbana da OAB-CE, a fiscalização precisa ocorrer de maneira mais ampla e frequente. Segundo ele, as autoridades devem intensificar as operações não apenas aos fins de semana, mas também durante os demais dias da semana. Além disso, Siebra defende maior rapidez na aplicação das punições. Educação também deve fazer parte da fiscalização Na avaliação do advogado, a fiscalização precisa caminhar junto com campanhas de conscientização. Por isso, ele defende ações que mostrem aos motoristas os riscos de dirigir após o consumo de álcool ou de substâncias psicoativas. Dessa maneira, as campanhas podem abordar não apenas o impacto financeiro das multas, mas também as consequências dos acidentes de trânsito. Além disso, Siebra considera importante reduzir a sensação de impunidade entre os motoristas que se recusam a realizar os testes. Como funcionam as punições Segundo a AMC, as regras continuam as mesmas para quem dirige sob influência de álcool ou substâncias psicoativas e para quem se recusa a realizar os testes previstos na fiscalização. A legislação prevê infração gravíssima, multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Em caso de nova ocorrência dentro do período de um ano, a multa dobra. No caso do drogômetro, o advogado explica que o resultado positivo deve vir acompanhado de outros elementos para fundamentar a autuação. Nesse caso, o agente de trânsito deve registrar pelo menos dois sinais visíveis de alteração da capacidade psicomotora. Assim, a fiscalização reúne diferentes elementos antes de aplicar a penalidade. Com o aumento das recusas ao bafômetro em Fortaleza, as autoridades devem ampliar as ações de fiscalização e conscientização. Ao mesmo tempo, as novas ferramentas previstas para a Lei Seca devem reforçar o combate à combinação entre direção e consumo de álcool ou outras substâncias. Leia mais | Fachin assume relatoria de caso envolvendo Moraes e Vorcaro Tags: bafômetro em Fortaleza, recusa ao bafômetro, Lei Seca, multa bafômetro, multa por recusar bafômetro, trânsito em Fortaleza, AMC Fortaleza, fiscalização de trânsito, infração gravíssima, suspensão da CNH, drogômetro, álcool no trânsito, trânsito Ceará

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Seca na Amazônia durante período de forte estiagem
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Carlos Henrique Costa

Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño

Estudo do MapBiomas mostra impactos do fenômeno climático na região e serve de alerta para o cenário previsto para 2026 Mais de um terço das ocupações humanas existentes na Amazônia, o equivalente a 38% das localidades habitadas, sofreu forte exposição aos efeitos do El Niño de 2024. O dado consta em estudo divulgado nesta sexta-feira (4) pelo MapBiomas. Entre as 5.673 localidades habitadas analisadas na região, 2.172 foram afetadas de forma intensa pelo fenômeno climático. Os resultados ajudam a dimensionar os impactos registrados durante o último El Niño e, ao mesmo tempo, servem de alerta diante da previsão de um evento ainda mais forte neste ano. O El Niño ocorre quando há o aquecimento das águas superficiais do Oceano Pacífico Tropical. Como consequência, o fenômeno altera a circulação atmosférica e pode provocar mudanças no regime de chuvas em diferentes partes do mundo. Na Amazônia, os principais efeitos estão relacionados à redução das chuvas e ao aumento das temperaturas. Menos chuva e mais calor Para avaliar os impactos do fenômeno, os pesquisadores cruzaram informações sobre precipitação, temperatura e superfície de água na região. O levantamento considerou principalmente o período entre setembro e novembro de 2024, quando os efeitos do El Niño foram mais intensos. Nesse intervalo, a superfície de água na Amazônia ficou 1,9 milhão de hectares abaixo da média histórica registrada entre 1985 e 2025. Além disso, o volume de chuva ficou 27% abaixo da média. Ao mesmo tempo, a temperatura máxima média apresentou aumento expressivo. Durante os três meses analisados, os termômetros registraram 2,6°C acima da média histórica para o período. Segundo o pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Bruno Ferreira, integrante da equipe da Amazônia do MapBiomas, a combinação de menos chuva e temperaturas mais elevadas aumenta a perda de água. “Menos chuva e temperaturas mais elevadas aumentam a demanda evaporativa na atmosfera, favorecendo a perda de água do solo e o estresse hídrico da vegetação.” Impacto sobre as populações Além dos efeitos ambientais, o estudo analisou como a seca atingiu diferentes tipos de ocupação humana na Amazônia. Foram consideradas áreas urbanas e rurais, territórios indígenas, comunidades quilombolas, assentamentos, entre outras categorias. De acordo com o levantamento, 93% das localidades analisadas estavam a até cinco quilômetros de áreas que sofreram redução da superfície de água. Isso corresponde a 5.273 das 5.673 localidades identificadas pelos pesquisadores. Dessa forma, os efeitos da estiagem ultrapassam a questão ambiental e também atingem atividades essenciais para as populações amazônicas. A redução dos níveis dos rios, por exemplo, pode comprometer o transporte, o acesso à água, a pesca e outras atividades que dependem diretamente dos sistemas fluviais. “A seca também se manifesta na redução dos níveis dos rios, com consequências para o transporte, o acesso à água, a pesca e outras atividades que dependem dos sistemas fluviais”, destaca Bruno Ferreira. Perda de vegetação aumenta vulnerabilidade Outro fator considerado pelo estudo foi a transformação da cobertura vegetal da Amazônia ao longo das últimas décadas. Durante os 41 anos analisados na série histórica, a região perdeu aproximadamente 3,9 milhões de hectares de vegetação nativa. O número representa uma redução de 14% da cobertura vegetal existente anteriormente. Nesse contexto, a perda de vegetação também aumenta a exposição do bioma aos efeitos de eventos climáticos extremos. Portanto, além das condições meteorológicas, os pesquisadores consideram as mudanças no uso da terra como um elemento importante para compreender a vulnerabilidade da região. Alerta para o El Niño de 2026 Os dados do último evento ganham ainda mais relevância diante das previsões meteorológicas para este ano. Segundo informações divulgadas anteriormente, existe a expectativa de que o fenômeno possa apresentar intensidade elevada, com possibilidade de um chamado “Super El Niño”. Por isso, os pesquisadores utilizaram os dados registrados em 2024 como referência para compreender quais áreas da Amazônia podem ficar mais expostas aos efeitos do fenômeno. O estudo reuniu informações de diferentes bases de dados. Entre elas estão a Coleção 11 do MapBiomas sobre Cobertura e Uso da Terra, a Coleção 5 sobre Água e a coleção beta sobre Atmosfera. Além disso, foram utilizados dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre áreas habitadas e informações do Painel El Niño do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Com isso, o levantamento busca contribuir para o acompanhamento dos impactos climáticos na Amazônia e para a identificação das áreas e populações mais vulneráveis aos efeitos da seca. Leia mais | Fachin dá 5 dias para Mendonça e Gonet responderem a acusações de Moraes Tags: seca na Amazônia, Amazônia, El Niño, El Niño 2026, seca, estiagem, mudanças climáticas, fenômenos climáticos, MapBiomas, meio ambiente, crise climática, níveis dos rios, clima, desmatamento, vegetação nativa, seca na Amazônia 2024

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Escola indígena Isú-Kariri em Brejo Santo, no Ceará
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Carlos Henrique Costa

Primeira escola indígena em tempo integral do Cariri é oficialmente inaugurada

Unidade em tempo integral atende cerca de 90 alunos Isú-Kariri e ajuda a fortalecer a cultura e a língua indígena no Cariri A primeira escola indígena em tempo integral do Cariri foi oficialmente inaugurada em agosto, em Brejo Santo, no sul do Ceará. A unidade funciona na comunidade Baixio dos Bastos, no sítio Queimadas, e atende cerca de 90 estudantes do povo Isú-Kariri. Atualmente, a comunidade fica a aproximadamente 20 quilômetros do centro de Brejo Santo. Além disso, cerca de 20 famílias Isú-Kariri vivem no local desde o início da década de 1990. A escola começou a funcionar há dois anos. No entanto, a unidade recebeu a inauguração oficial somente neste mês de agosto. A partir da criação da escola, os saberes tradicionais passaram a fazer parte da rotina dos estudantes. Além das disciplinas convencionais, os alunos participam de atividades relacionadas à cultura, ao artesanato, à preservação ambiental e à língua nativa. Escola fortalece cultura indígena A rotina da escola busca fortalecer a identidade do povo Isú-Kariri. Para isso, mestres da comunidade participam das atividades e compartilham conhecimentos com os alunos. Semanalmente, os estudantes aprendem sobre plantas medicinais, ciências da natureza, artesanato e histórias ancestrais. Dessa forma, os conhecimentos transmitidos entre gerações também ganham espaço no ambiente escolar. A diretora da escola, Cícera Pereira, conhecida como Simone, explica que a proposta vai além da sala de aula. Segundo a diretora, o dia começa com cantos dos ancestrais. Além disso, os alunos aprendem a produzir peças tradicionais, como o cocar feito com palha de bananeira. Nesse sentido, a escola também aproxima as famílias e os mestres da comunidade das atividades pedagógicas. “A escola não se limita ao prédio físico: ela vai até o quintal dos pais, e os mestres vêm até nós”, explica Cícera. Por sua vez, o secretário de Educação de Brejo Santo, David Júnior, destaca a importância da instituição para a comunidade. De acordo com o secretário, a escola representa uma forma de valorização e reparação histórica do povo que vive no território. Língua indígena volta às salas de aula Entre os principais objetivos da escola, está o fortalecimento da língua Dzubukuá-kipeá, idioma tradicional do povo Isú-Kariri. Para alcançar esse objetivo, Cícera Pereira também atua no ensino da língua. As atividades integram o vocabulário indígena ao português e levam o idioma para situações do cotidiano. Além disso, a proposta recupera palavras que deixaram de ser utilizadas ao longo do tempo. “Não é apenas aprender o vocabulário seco, mas passar uma vivência para que utilizem a língua no dia a dia”, afirma Cícera. Segundo a diretora, o uso da língua nativa representa uma forma de fortalecer a identidade da comunidade. Assim, a escola transforma o ensino do idioma em uma ferramenta de preservação cultural. UFCA ajuda na estruturação da escola Nesse contexto, a Universidade Federal do Cariri (UFCA) participou da estruturação física e pedagógica da escola. Além disso, a universidade colaborou na elaboração do Projeto Político-Pedagógico (PPP), na produção de material didático específico e na formação continuada dos professores. O professor Wiu Kurryra, especialista em Educação para as Relações Étnico-raciais e integrante do povo Xukuru de Ororubá, em Pernambuco, acompanhou o desenvolvimento do projeto. Segundo ele, a Educação Escolar Indígena é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Nesse sentido, a modalidade possui características próprias e deve respeitar os conhecimentos, a cultura e a organização de cada comunidade. Por isso, a universidade discutiu com os próprios Isú-Kariri quais conhecimentos deveriam fazer parte da escola e como esses conteúdos seriam trabalhados. Dessa maneira, a participação da comunidade ajudou a definir uma proposta pedagógica alinhada à realidade do povo indígena. Escola aproxima universidade e comunidade Além da estruturação da escola, a parceria também cria uma troca de conhecimentos entre os estudantes indígenas e a universidade. Um exemplo disso é Júlia Serafim dos Santos, integrante do povo Isú-Kariri e estudante do curso de Licenciatura Interdisciplinar em Ciências Naturais da UFCA. Para ela, a experiência permite compartilhar a língua e a cultura indígena no ambiente acadêmico. Ao mesmo tempo, Júlia busca ampliar sua formação para levar novos conhecimentos de volta à comunidade. Entre os alunos mais jovens, a escola também fortalece o sentimento de pertencimento. Nesse contexto, Antônio Avelino, de 13 anos, afirma que as atividades ajudam os estudantes a conhecer e preservar a própria cultura. Ceará tem 44 escolas indígenas No Ceará, a implantação de escolas indígenas começou no final da década de 1990. Desde então, a rede de educação indígena ampliou o atendimento aos povos originários. Atualmente, o estado possui 44 escolas indígenas distribuídas em 16 municípios e atende aproximadamente 8,7 mil estudantes. Entre os povos atendidos estão: Com isso, a nova escola de Brejo Santo amplia a rede de educação indígena e reforça a preservação da cultura dos povos originários do Ceará. Herança Nativa valoriza cultura Isú-Kariri Além da escola, a comunidade Isú-Kariri também participa do projeto Herança Nativa, realizado pelo Sesc Ceará. Nesse contexto, a iniciativa promove encontros entre povos indígenas, comunidades quilombolas, ciganos e outros grupos tradicionais. Durante as atividades, os Isú-Kariri apresentam aspectos de sua cultura, como alimentação, história, grafismo e artesanato. O diretor regional do Sesc Ceará, Henrique Javi, afirma que o projeto contribui para a autoafirmação da comunidade. Segundo ele, a iniciativa ajuda a criar mecanismos de reconhecimento sem afastar as tradições das transformações da sociedade. Por sua vez, o consultor de programação social do Sesc Ceará, Paulo Leitão, destaca a importância do intercâmbio cultural. De acordo com ele, os encontros permitem que a comunidade apresente elementos da culinária tradicional, como o mungunzá salgado. Além disso, os Isú-Kariri compartilham conhecimentos sobre sua história, seus costumes, o grafismo e o artesanato. Memória preserva história do povo Além das ações educacionais e culturais, a comunidade também preserva a memória de sua trajetória. Na década de 1990, os Isú-Kariri enfrentaram um deslocamento forçado provocado pela construção de um açude. Atualmente, o Memorial Isú-Kariri ajuda a preservar essa história. Por meio do espaço, a comunidade mantém fotografias,

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Restituição do Imposto de Renda 2026 pela Receita Federal
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Carlos Henrique Costa

Receita paga, nesta segunda, último lote do IR 2026

Quarto lote libera R$ 1,24 bilhão para 521.935 contribuintes nesta segunda-feira (31) Cerca de 522 mil contribuintes recebem nesta segunda-feira (31) o quarto e último lote regular de restituição do Cerca de 522 mil contribuintes recebem nesta segunda-feira (31) o quarto e último lote regular de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao todo, a Receita Federal libera R$ 1,24 bilhão para 521.935 pessoas. Além disso, o pagamento inclui restituições residuais de anos anteriores. Desde o último dia 24, os contribuintes podem consultar se estão incluídos no lote. Como consultar a restituição A consulta pode ser feita pela internet, no site da Receita Federal. Para verificar o pagamento, o contribuinte deve acessar a opção “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, clicar em “Consultar a Restituição”. Além disso, a Receita Federal oferece a consulta pelo aplicativo do órgão para tablets e smartphones. Quem recebe neste lote Do total de R$ 1,24 bilhão, a Receita Federal destina R$ 704,12 milhões a contribuintes com prioridade legal. Ao todo, os pagamentos seguem esta distribuição: Receita reduz número de lotes Neste ano, a Receita Federal reduziu de cinco para quatro o número de lotes regulares de restituição do Imposto de Renda. Assim, os pagamentos ocorreram no fim de maio, junho, julho e agosto. Além disso, os dois primeiros lotes de 2026 concentraram 80% das restituições previstas para o ano, tanto em quantidade de contribuintes quanto em valores. Segundo a Receita Federal, a maior velocidade no processamento das declarações permitiu concentrar os pagamentos nos primeiros lotes. Ao mesmo tempo, as ferramentas de modernização e automação ajudaram o Fisco a agilizar o processamento. Como a Receita fará o pagamento A Receita Federal fará o pagamento na conta bancária ou na chave Pix do tipo CPF informada pelo contribuinte na declaração. No entanto, quem não encontrar o nome na lista do quarto lote deve consultar o extrato da declaração no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). Caso encontre alguma pendência, o contribuinte poderá enviar uma declaração retificadora. Depois disso, deverá aguardar os próximos lotes de restituição. Banco do Brasil guarda valor por um ano Em algumas situações, a Receita Federal não consegue depositar o dinheiro na conta informada na declaração. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando o contribuinte encerrou a conta bancária. Nesse caso, o Banco do Brasil mantém o valor disponível para resgate durante até um ano. Para receber o dinheiro, o contribuinte pode agendar o crédito em qualquer conta bancária de sua titularidade. O cidadão pode realizar o procedimento pelo Portal BB ou pela Central de Relacionamento do Banco do Brasil. Para capitais, o telefone é 4004-0001. Nas demais localidades, o número é 0800-729-0001. Além disso, pessoas com deficiência auditiva podem utilizar o telefone exclusivo 0800-729-0088. Como solicitar restituição não resgatada Caso o contribuinte não retire o dinheiro durante um ano, deverá solicitar novamente o pagamento pelo Portal e-CAC. Para isso, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”. Em seguida, precisa clicar em “Meu Imposto de Renda” e selecionar a opção “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”. Dessa forma, o contribuinte poderá solicitar o valor que permaneceu disponível e não retirou dentro do prazo. Leia mais | Ministério da Saúde reforça vacinação contra o sarampo Tags: Imposto de Renda, IR 2026, Receita Federal, restituição, economia, dinheiro, Pix, contribuinte, tributos, declaração

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Vacinação contra o sarampo em posto de saúde
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Carlos Henrique Costa

Ministério da Saúde reforça vacinação contra o sarampo

Campanha Nacional de Multivacinação segue até terça-feira (1º) e inclui doses contra a doença O Ministério da Saúde reforçou o chamado para a população atualizar a caderneta de vacinação contra o sarampo. A orientação ocorre após o registro de novos casos da doença em São Paulo nos últimos meses. Além disso, a Campanha Nacional de Multivacinação segue até a próxima terça-feira (1º). A ação busca verificar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Durante a campanha, os profissionais também podem aplicar as doses que estiverem pendentes. Entre elas está a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Brasil registra 27 casos em 2026 Até o momento, o Brasil confirmou 27 casos de sarampo ao longo de 2026. Desse total, 24 casos fazem parte de uma cadeia de transmissão ativa iniciada em junho, no estado de São Paulo. Segundo o Ministério da Saúde, 21 casos ocorreram na capital paulista. Outros dois foram registrados em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Por outro lado, os três casos restantes não têm relação entre si. Dois ocorreram em São Paulo e um foi registrado no Rio de Janeiro. De acordo com a pasta, esses três casos já foram encerrados após 12 semanas sem novos registros associados. Brasil mantém controle da doença Em 2025, o Brasil confirmou 38 casos de sarampo importados ou relacionados à importação. Naquele período, as autoridades controlaram os casos por meio de ações de vigilância epidemiológica e vacinação. Com isso, o Ministério da Saúde afirma que o Brasil continua livre da circulação endêmica do sarampo. Apesar disso, a pasta mantém o alerta diante do aumento de casos registrado em outros países das Américas. Vacina protege contra sarampo O sarampo é uma doença altamente contagiosa. Entretanto, a vacinação oferece uma das principais formas de prevenção. A vacina tríplice viral também protege contra caxumba e rubéola. Para as crianças, o calendário de rotina prevê duas doses. A primeira deve ocorrer aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Além disso, pessoas de até 29 anos que não receberam a vacina ou não possuem comprovação da imunização devem receber duas doses. Nesse caso, o intervalo mínimo entre as aplicações deve ser de 30 dias. Adultos também devem verificar vacinação Para adultos entre 30 e 59 anos, a recomendação é de uma dose da vacina contra o sarampo. No entanto, as estratégias podem mudar quando existe circulação do vírus em determinada região. Nessas situações, o Ministério da Saúde pode ampliar a vacinação conforme a avaliação epidemiológica. São Paulo tem vacinação ampliada Em São Paulo, as autoridades ampliaram as estratégias de vacinação após a identificação de uma cadeia ativa de transmissão. Por isso, o Ministério da Saúde recomendou reforçar a vacinação nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Além disso, crianças de 6 a 11 meses devem receber a chamada dose zero em áreas consideradas de maior risco. É importante destacar, porém, que essa dose adicional não substitui as aplicações previstas no calendário regular. Assim, mesmo após receber a dose zero, a criança deve seguir o esquema de rotina aos 12 e 15 meses. Campanha termina na terça-feira Até terça-feira (1º), pais e responsáveis podem procurar os postos de vacinação para verificar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Dessa forma, a campanha permite identificar doses atrasadas e atualizar a proteção contra diferentes doenças. Por fim, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter a caderneta atualizada, principalmente diante da ocorrência de novos casos de sarampo. Leia mais | Quatro pessoas são presas por furto de energia no Ceará Tags: Sarampo, vacinação, Ministério da Saúde, vacina, saúde pública, São Paulo, tríplice viral, multivacinação, crianças, imunização

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Fiscalização contra furto de energia no Ceará
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Carlos Henrique Costa

Quatro pessoas são presas por furto de energia no Ceará

Operações em Barbalha e Maracanaú identificaram ligações irregulares em três casas e uma padaria Quatro pessoas foram presas ou conduzidas à autoridade policial por suspeita de furto de energia elétrica durante operações realizadas na quinta-feira (27), em Barbalha e Maracanaú, no Ceará. Segundo a Enel Ceará, as equipes identificaram irregularidades em três residências e em uma padaria. Além disso, os agentes realizaram as inspeções com apoio das forças de segurança. Três pessoas são presas em Barbalha Em Barbalha, dois homens e uma mulher foram presos em flagrante após equipes identificarem irregularidades em três residências. Os imóveis ficam no bairro Bulandeira. Durante a fiscalização, os técnicos constataram ligações irregulares na rede elétrica. Em seguida, as equipes encaminharam os três suspeitos à autoridade policial. Depois disso, a polícia adotou os procedimentos previstos para o caso. Padaria tinha ligação irregular em Maracanaú Já em Maracanaú, uma inspeção encontrou furto de energia em uma padaria de médio porte. De acordo com a Enel Ceará, o estabelecimento utilizava ramais extras que não passavam pelo sistema de medição. Dessa forma, parte da energia consumida não era registrada pelo equipamento. Além disso, outro dado chamou a atenção das equipes. A unidade consumidora apresentava faturamento zerado desde setembro de 2021. Após a constatação da irregularidade, os agentes conduziram o proprietário da padaria à 5ª Delegacia de Polícia Civil de Maracanaú para prestar esclarecimentos. Enel combate furto de energia De acordo com a distribuidora, as operações fazem parte das ações permanentes da Enel Ceará para combater o furto de energia elétrica no estado. Para identificar possíveis irregularidades, a empresa utiliza análises técnicas e dados de consumo. Além disso, equipes realizam inspeções em campo em diferentes municípios. Ao mesmo tempo, a Enel participa de operações conjuntas com as forças de segurança. Dessa maneira, o trabalho busca identificar ligações clandestinas e outras formas de desvio de energia. Com isso, a distribuidora pretende reduzir os riscos provocados pelas ligações irregulares e melhorar a segurança da rede elétrica. Furto de energia pode causar acidentes Além de configurar crime, o furto de energia pode provocar riscos para moradores, trabalhadores e para o próprio sistema elétrico. Por exemplo, as ligações irregulares podem causar curtos-circuitos, sobrecarga da rede e interrupções no fornecimento. Por esse motivo, a Enel alerta que intervenções clandestinas na rede elétrica também podem provocar acidentes graves. Além dos riscos à segurança, o furto de energia também prejudica o funcionamento adequado da rede. Segundo a legislação, o crime de furto de energia prevê pena de um a oito anos de reclusão. Fiscalização usa análise de dados Para combater as irregularidades, a distribuidora utiliza diferentes ferramentas de fiscalização. Diariamente, técnicos analisam informações relacionadas ao consumo de energia. Quando os dados indicam alguma anormalidade, as equipes podem realizar inspeções no local. Além disso, a empresa mantém operações de fiscalização em diferentes regiões do Ceará. Assim, os técnicos conseguem identificar possíveis desvios e verificar as condições das instalações elétricas. Depois da identificação, as equipes adotam as medidas necessárias para regularizar cada situação. Consumidor também pode denunciar Além do trabalho realizado pelas equipes, a população também pode ajudar no combate ao furto de energia. Para denunciar uma possível irregularidade, o consumidor pode entrar em contato com a Central de Relacionamento da Enel Ceará. O atendimento é gratuito pelo telefone 0800 285 0196 e funciona 24 horas por dia. Dessa forma, qualquer pessoa pode comunicar situações suspeitas e contribuir para a identificação de ligações clandestinas. Por fim, as denúncias ajudam as equipes de fiscalização a localizar irregularidades e prevenir acidentes na rede elétrica. Leia mais | Uso irregular de trios e minitrios lidera denúncias eleitorais no Ceará Tags: Ceará, Barbalha, Maracanaú, furto de energia, energia elétrica, Enel Ceará, Polícia Civil, fiscalização, segurança, ligações clandestinas

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Justiça suspende festival náutico em Caucaia
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Carlos Henrique Costa

Justiça suspende festival náutico em Caucaia após denúncia ambiental

Decisão impede realização do Lago Nautic Festival neste sábado (29) até que organizadores comprovem autorização ambiental para uso da APA do Lagamar do Cauípe A Justiça do Ceará determinou a suspensão imediata do Lago Nautic Festival – Wind Experience – Cauípe 2026, previsto para este sábado (29), em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (28) pela Vara Estadual do Meio Ambiente (VEMA), do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). A medida atende a uma ação apresentada pela Defensoria Pública do Estado. Segundo a decisão, o evento não apresentou autorização ambiental específica da Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima do Ceará (Sema) para utilizar a Área de Proteção Ambiental (APA) do Lagamar do Cauípe. Festival é suspenso pela Justiça O juiz Edson Feitosa dos Santos Filho determinou que a SPE Pitombeira Empreendimentos Imobiliários Ltda. e a Federação de Vela e Motor do Estado do Ceará (FVMEC) não realizem, promovam, organizem, sediem ou apoiem atividades esportivas náuticas relacionadas ao festival dentro da APA. A suspensão permanecerá até que os responsáveis comprovem no processo a obtenção de autorização expressa e específica da Sema, conforme as regras do Plano de Manejo da unidade de conservação. Além disso, em caso de descumprimento, cada uma das partes poderá receber multa de R$ 50 mil. A Justiça também poderá aumentar o valor e adotar outras medidas coercitivas. Evento não tinha autorização ambiental estadual De acordo com a ação da Defensoria Pública, o local escolhido para o festival está integralmente dentro da APA do Lagamar do Cauípe. A unidade de conservação estadual foi criada em 1998. O Plano de Manejo da área, aprovado pela Portaria Sema nº 01/2023, estabelece a necessidade de autorização da gestão da unidade para eventos esportivos, incluindo atividades como kitesurfe. Além disso, a autorização deve considerar os possíveis impactos negativos da atividade. A Defensoria também apontou que o Instituto do Meio Ambiente de Caucaia (IMAC) havia informado que não poderia autorizar o evento sem uma manifestação prévia da Sema. Conforme a decisão judicial, o procedimento apresentado à secretaria estadual ainda estava em andamento quando o festival se aproximava. Capitania dos Portos emitiu “Nada a Opor” Outro ponto analisado pela Justiça foi uma declaração de “Nada a Opor” emitida pela Capitania dos Portos do Ceará. No entanto, o juiz entendeu que o documento não substitui a autorização ambiental exigida para a realização do evento. Isso ocorre porque a manifestação da Capitania está relacionada à segurança e ao ordenamento da navegação. Portanto, o documento não comprova a regularidade ambiental de uma atividade realizada dentro de uma área protegida. Da mesma forma, o simples protocolo de um procedimento administrativo no IMAC não foi considerado suficiente para regularizar o festival. Justiça aponta risco de impactos ambientais A decisão também considerou as características previstas para o festival. A programação incluía modalidades como kitesurfe e wing foil, além de embarcações das classes Dingue e Hobie Cat 16. O evento ainda previa circulação de embarcações de apoio, montagem de estruturas nas margens e concentração de atletas e público. Segundo a avaliação judicial, a utilização intensa do corpo hídrico e das margens poderia provocar impactos ambientais, como: Além disso, o magistrado considerou que a proximidade do evento justificava uma ação preventiva. A preocupação está relacionada à possibilidade de danos ambientais de difícil reparação. Denúncias de indígenas Anacé A decisão ocorreu no mesmo dia em que a Associação Indígena do Povo Anacé do Planalto Cauípe denunciou ao O POVO supostos crimes ambientais, violações de direitos indígenas e impactos sobre o Território Sagrado Anacé Kauype. Entre as denúncias apresentadas pela entidade estão o desmatamento, a derrubada de carnaúbas e o bloqueio do acesso tradicional da comunidade ao Rio Cauípe. Apesar da suspensão, a decisão judicial prevê a possibilidade de reversão da medida caso as exigências ambientais sejam cumpridas posteriormente. Enquanto isso, o festival permanece impedido de realizar atividades na APA do Lagamar do Cauípe. Leia mais | Fortaleza é acionado na CNRD por dívida ligada a Kayzer Tags: Caucaia, Festival Náutico, Lago Nautic Festival, Cauípe, Lagamar do Cauípe, Sema, TJCE, Defensoria Pública, Meio Ambiente, Anacé, Ceará

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Cruzamento de avenidas em Fortaleza que receberá intervenção viária
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Carlos Henrique Costa

Fortaleza terá seis novos túneis e viadutos; veja locais

Prefeitura prepara projetos para quatro viadutos e dois túneis em diferentes regiões da capital, com intervenções ainda em fases distintas Fortaleza deve receber seis grandes intervenções viárias projetadas pela Prefeitura para melhorar a fluidez do trânsito. Em algumas áreas e horários, porém, o tráfego ainda registra longos engarrafamentos. Com isso, a administração municipal pretende reduzir o tempo de deslocamento em diferentes regiões da capital. O pacote preparado pela Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf) inclui quatro viadutos e dois túneis. Atualmente, os projetos estão em diferentes etapas de planejamento. Além disso, a Prefeitura realiza estudos relacionados às desapropriações necessárias no entorno das futuras obras. Veja onde ficarão as novas estruturas A Prefeitura trabalha na elaboração dos projetos para seis estruturas viárias: Entre as intervenções mais avançadas, está o novo viaduto previsto para a interseção da Avenida Antônio Sales com a Rua Monsenhor Catão, no entorno da Estação do VLT. A Prefeitura prepara a obra para licitação. O projeto deverá incluir uma alça, urbanização e melhorias de acessibilidade. Segundo o Município, a intervenção deve beneficiar o tráfego pelas ruas Monsenhor Catão, Coronel Jucá, Henriqueta Galeno e Beni de Carvalho. Dessa forma, a estrutura deverá facilitar os deslocamentos entre os bairros Dionísio Torres, Joaquim Távora, São João do Tauape e Aldeota. Como parte da preparação, equipes da Seinf deverão realizar levantamentos topográficos e abordagens sociais com moradores e comerciantes da área que poderá passar por desapropriações. Além disso, o Município publicou um decreto que delimita o espaço de interesse para a obra. A medida também pretende evitar novas construções na área destinada à intervenção. Viaduto na Parangaba Outra intervenção planejada pela gestão municipal ficará na Avenida Senador Fernandes Távora, sobre a Avenida Américo Barreira, nas proximidades do Terminal da Lagoa, na Parangaba. O projeto prevê uma área de aproximadamente 55,6 mil metros quadrados para desapropriações nos bairros Parangaba e Jóquei Clube. O perímetro inclui imóveis na confluência das avenidas Gomes Brasil, Senador Fernandes Távora, Américo Barreira e Augusto dos Anjos. De acordo com a Seinf, a empresa vencedora da licitação ficará responsável pela elaboração do projeto e pela execução da obra. A intervenção também deverá incluir pavimentação, drenagem, sinalização, iluminação pública e acessibilidade. Dessa maneira, a Prefeitura espera melhorar a fluidez do tráfego e aumentar a segurança viária. Além disso, a estrutura poderá reduzir o tempo de deslocamento na região. Túnel na Aguanambi terá investimento de R$ 43,2 milhões Outra obra incluída no pacote é o túnel no cruzamento das avenidas Aguanambi e Domingos Olímpio, no bairro José Bonifácio. A Prefeitura de Fortaleza já lançou uma licitação para contratar a empresa responsável pela elaboração dos projetos de engenharia e pela execução da obra. O valor máximo estimado chega a R$ 43,2 milhões. De acordo com o projeto, a Avenida Aguanambi permanecerá em nível. Enquanto isso, o fluxo da Avenida Domingos Olímpio seguirá pela passagem subterrânea. A intervenção terá uma área aproximada de 23,8 mil metros quadrados. Além disso, o projeto prevê vão livre médio de cerca de 5,5 metros de altura. O edital, no entanto, ainda não estabelece o comprimento exato do túnel. Além da estrutura subterrânea, a obra inclui drenagem para prevenção de alagamentos, pavimentação, sinalização e adequações nas redes de água e energia. O projeto também prevê soluções para pedestres e ciclistas. Segundo o estudo técnico que acompanha o edital, a intervenção pretende reduzir a saturação existente no cruzamento. Atualmente, o local apresenta longos tempos de espera nos semáforos e conflitos entre diferentes movimentos de veículos. Com a mudança, a Prefeitura espera melhorar também a circulação do transporte público. A passagem subterrânea deverá permitir fluxo contínuo e reduzir as interferências dos semáforos na região. A obra tem prazo estimado de aproximadamente 20 meses. Durante a execução, a Prefeitura prevê desvios de tráfego, sinalização provisória e alterações temporárias na circulação. Projetos ainda estão em preparação De modo geral, os seis projetos estão em diferentes etapas de preparação. Por isso, a Prefeitura ainda não divulgou todos os detalhes técnicos, valores, cronogramas e características das estruturas. Segundo a Seinf, o Município deverá apresentar novas informações após a conclusão dos respectivos processos licitatórios. Assim, a execução das intervenções ainda depende do avanço dos estudos, dos processos de desapropriação e das licitações. Leia mais | Cultura cearense ganha espaço na Virada Cultural de BH Tags: Fortaleza, obras em Fortaleza, trânsito, mobilidade urbana, viadutos, túneis, Prefeitura de Fortaleza, Seinf, Aguanambi, Domingos Olímpio, Parangaba, Antônio Sales, infraestrutura, Ceará

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Ricardo Cavalcante recebe livro sobre pequenas empresas e inteligência artificial de Lauro Chaves Neto
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Carlos Henrique Costa

Ricardo Cavalcante recebe livro sobre pequenas empresas e IA

Obra foi entregue pelo professor Lauro Chaves Neto e reúne estratégias para pequenos negócios diante do avanço da inteligência artificial O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, recebeu, na manhã desta quinta-feira (27/08), na Casa da Indústria, o assessor econômico da entidade e professor adjunto da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Lauro Chaves Neto. Durante a visita institucional, Lauro Chaves Neto entregou a Ricardo Cavalcante o exemplar nº 1 do livro Estratégia para Pequena Empresa em um Ambiente de Inteligência Artificial (Competitive Advantage and Strategy for Small Businesses in an Artificial Intelligence Environment). A obra resulta de uma pesquisa de pós-doutorado realizada por Lauro Chaves Neto, em 2025, na Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos. O livro apresenta estratégias voltadas às pequenas empresas diante das transformações provocadas pelo avanço da inteligência artificial. Pesquisa aborda impactos da inteligência artificial Nesse contexto, a publicação discute caminhos para que pequenos negócios enfrentem as mudanças no ambiente empresarial. Além disso, o conteúdo aborda estratégias para ampliar a capacidade de adaptação das empresas diante do avanço das novas tecnologias. Segundo Lauro Chaves Neto, a FIEC teve participação fundamental no apoio à publicação. De acordo com o professor, a entidade reconhece a importância do desenvolvimento das pequenas indústrias. “A publicação conta com apoio fundamental da FIEC, que reconhece a importância do desenvolvimento das pequenas indústrias, que representam mais de 70% do público-alvo da Federação. Com isso, vamos contribuir para o desenvolvimento das pequenas empresas”, destacou Lauro Chaves Neto. A entrega do primeiro exemplar ocorreu durante a visita institucional à Casa da Indústria. Dessa forma, a iniciativa reforça a discussão sobre os desafios e as oportunidades relacionados à inteligência artificial no ambiente empresarial. Leia mais | Fervinho Festival reúne shows e performances em Fortaleza Tags: Ricardo Cavalcante, FIEC, Federação das Indústrias do Ceará, pequenas empresas, inteligência artificial, pequenas indústrias, Lauro Chaves Neto, inovação, estratégia empresarial, UECE, Universidade de Massachusetts, tecnologia, empreendedorismo, negócios

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Cultura cearense participa da Virada Cultural de Belo Horizonte
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Carlos Henrique Costa

Cultura cearense ganha espaço na Virada Cultural de BH

Instituto Dragão do Mar participa do evento com música, teatro, arte urbana e gastronomia nos dias 29 e 30 de agosto, em Belo Horizonte. A cultura cearense ganha espaço na 11ª edição da Virada Cultural de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O evento acontece nos dias 29 e 30 de agosto e, nesta edição, conta com a participação do Instituto Dragão do Mar (IDM). Para integrar a programação, o instituto leva atrações do Ceará para a capital mineira. A participação ocorre por meio do Hub Cultural Porto Dragão e da Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco. Além disso, a Virada Cultural terá 24 horas de atividades gratuitas. Por isso, a organização espera receber cerca de 50 mil pessoas durante o evento. Ao todo, a edição reúne mais de 200 atrações. Dessa forma, o público poderá acompanhar uma programação diversificada em diferentes espaços do hipercentro de Belo Horizonte. Intercâmbio amplia circulação cultural A participação cearense faz parte de um intercâmbio cultural entre Belo Horizonte e o Ceará. Para isso, a Fundação Municipal de Cultura da capital mineira e a Secretaria da Cultura do Ceará articulam a iniciativa por meio do IDM. Nesse contexto, a ação busca ampliar a circulação da produção cultural do Ceará. Além disso, aproxima artistas e profissionais cearenses de iniciativas culturais de outras regiões do país. Ao mesmo tempo, o intercâmbio cria oportunidades para novas conexões. Assim, profissionais de diferentes áreas podem trocar experiências e ampliar a circulação de seus trabalhos. Gastronomia cearense terá oficina A gastronomia do Ceará também ocupa um espaço importante na programação. No dia 30 de agosto, a Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco realizará uma oficina sobre o tradicional Pratinho Cearense. A atividade ocorrerá no Foyer do Teatro Francisco Nunes. Durante a oficina, os participantes poderão conhecer preparos como baião de dois, paçoca de carne de sol, vatapá de frango e salada de legumes. Além dos preparos, a atividade abordará a relação entre gastronomia, memória e hábitos alimentares. Também serão discutidos aspectos da cultura alimentar de Fortaleza e do Ceará. Dessa maneira, a oficina apresenta ao público mineiro parte da identidade gastronômica cearense. Ao mesmo tempo, valoriza conhecimentos e tradições ligados à alimentação no Estado. Artistas cearenses participam do evento A programação também reúne artistas e grupos do Ceará. Entre os participantes estão Vanick Belchior e Bloco Volta Belchior, Mateus Fazeno Rock, Cia Dita, com o espetáculo Preta Rainha, e Dinha Ribeiro, com uma apresentação de arte urbana ao vivo. Com isso, a presença do Ceará contempla diferentes linguagens artísticas. Música, teatro, arte urbana e gastronomia integram a programação especial. Além disso, a participação amplia a circulação da produção cultural cearense fora do Estado. Por consequência, artistas e profissionais ganham novas oportunidades de contato com públicos e iniciativas culturais. Por fim, a presença do Instituto Dragão do Mar reforça o intercâmbio entre Ceará e Belo Horizonte. A iniciativa também contribui para aproximar instituições, artistas e profissionais de diferentes áreas da cultura. Leia mais | Fervinho Festival reúne shows e performances em Fortaleza Tags: Ceará, cultura cearense, Virada Cultural, Belo Horizonte, Instituto Dragão do Mar, IDM, Porto Dragão, gastronomia cearense, música, teatro, arte urbana, Pratinho Cearense, Mateus Fazeno Rock, Vanick Belchior

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