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Marilia Costa

Moraes determina que ex-presidente Bolsonaro seja transferido para a “Papudinha”

Justiça aprova mudança de prisão para unidade no Complexo da Papuda em Brasília O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (15) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja transferido da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília para uma unidade prisional conhecida como “Papudinha”, localizada dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, na capital federal. A decisão deve ser cumprida imediatamente. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O que é a “Papudinha” e por que a transferência? A “Papudinha” é um prédio ligado ao 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), situado nas dependências do complexo da Papuda. A unidade costuma abrigar detentos com direito a prisão especial ou autoridades em condições de segurança diferenciadas. Bolsonaro estava detido desde 22 de novembro de 2025, quando teve a prisão preventiva decretada após descumprir medidas cautelares, como a tornozeleira eletrônica. Três dias depois, o processo transitou em julgado no STF, e ele começou a cumprir a pena de 27 anos e 3 meses de prisão, pelo crime de tentativa de golpe de Estado. Condições da custódia e assistência médica Além da transferência, a decisão de Moraes inclui diretrizes sobre o tratamento e a assistência médica ao ex-presidente. Bolsonaro poderá contar com assistência integral por médicos particulares cadastrados, com possibilidade de deslocamento imediato a hospitais em caso de urgência, desde que o Supremo seja informado em até 24 horas. O ministro também autorizou que ele receba alimentação especial, sessões de fisioterapia conforme indicação médica e visitas familiares semanais, além de atendimento religioso e outras adaptações de apoio à saúde no local de detenção. Repercussão da decisão A transferência marca uma nova fase no cumprimento da pena de Bolsonaro, que até agora estava em uma sala de Estado-Maior na Superintendência da PF em Brasília. A Papudinha, embora ainda dentro de um contexto de prisão diferenciada em relação aos presos comuns, representa uma mudança significativa na custódia do ex-presidente e está cercada de intensa atenção pública e política. Leia também | EUA suspendem vistos de imigrante e atingem países da América Latina Tags do texto Alexandre de Moraes, Jair Bolsonaro, STF, Papudinha, Papuda, prisão, transferência, decisão judicial, Brasil, política, Justiça

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Carlos Henrique Costa

Lula indica Wellington César Lima e Silva para o Ministério da Justiça

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira (13), a indicação de Wellington César Lima e Silva para assumir o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A nomeação será publicada no Diário Oficial da União ainda hoje, oficializando a escolha do jurista para a pasta. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Jurista com trajetória ampla no serviço público Wellington César Lima e Silva, natural de Salvador (BA), tem uma sólida carreira jurídica que inclui passagens pelo Ministério Público e cargos estratégicos no governo federal. Ele atualmente exerce a função de advogado-geral da Petrobras, posto ao qual foi indicado pelo presidente Lula. Antes disso, Silva atuou como secretário especial para Assuntos Jurídicos da Presidência da República na atual gestão e também teve uma breve experiência como ministro da Justiça em 2016, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) — período em que deixou o cargo após decisão do Supremo Tribunal Federal devido à sua condição de membro do Ministério Público na Bahia. Substituição e contexto político A indicação de Wellington ocorre após a saída de Ricardo Lewandowski da chefia do ministério, que havia pedido demissão na última semana por motivos pessoais. A nomeação marca mais uma troca na Esplanada dos Ministérios no atual governo, em meio a articulações políticas e agendas de segurança pública em ano eleitoral. Analistas políticos destacam ainda o perfil técnico do novo ministro, bem avaliado por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e com boa interlocução tanto com setores jurídicos quanto com forças de segurança, o que pode influenciar sua atuação à frente da pasta. Com a escolha de Lima e Silva, o governo federal mantém a unificação das áreas de Justiça e Segurança Pública, descartando, por ora, o desmembramento da pasta — movimento que vinha sendo discutido nos bastidores. Leia também | Foguete indiano com satélites brasileiros desaparece após lançamento Tags Lula, Wellington César Lima e Silva, Ministério da Justiça, Justiça e Segurança Pública, nomeação ministerial, governo federal, Ricardo Lewandowski, política brasileira, Esplanada dos Ministérios

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Carlos Henrique Costa

Moraes nega recurso de Bolsonaro e decisão é considerada “absolutamente incabível”

Ministro do STF barra tentativa de ex-presidente de levar revisão de condenação ao plenário da Corte. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira o recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que pedia a revisão da sua condenação no caso que envolve a liderança de uma tentativa de golpe de Estado. A decisão foi classificada pelo magistrado como “absolutamente incabível”, já que a ação criminal já transitou em julgado, sem possibilidade de nova análise pelo plenário da Corte. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Recurso considerado juridicamente inviável O pedido de Bolsonaro pretendia que o plenário do STF reconsiderasse a condenação imposta ao ex-mandatário. Moraes determinou que o recurso não poderia ser admitido juridicamente, justamente porque a ação já teve todos os recursos possíveis esgotados e já transitou em julgado — ou seja, não há mais instâncias recursais disponíveis. O contexto do processo Bolsonaro foi condenado em um processo que apurou sua participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A defesa tentou, através de diferentes recursos, levar o caso ao colegiado de 11 ministros do STF, mas as tentativas vêm sendo barradas sucessivamente, inclusive com a rejeição de pedidos para levar questões relacionadas ao processo ao plenário. Especialistas em direito constitucional observam que a decisão reforça a estabilidade das decisões judiciais quando transitadas em julgado e limita, juridicamente, os caminhos de recursos em processos com essa característica. A defesa de Bolsonaro ainda pode buscar outras estratégias, mas a via direta de revisão pelo plenário foi encerrada com essa decisão de Moraes. Leia também | Quinze municípios cearenses não registraram homicídios em 2025 Tags do texto Moraes, Jair Bolsonaro, STF, recurso negado, absolutamente incabível, julgamento, trânsito em julgado, política brasileira, decisão judicial

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Marilia Costa

Ricardo Lewandowski entrega carta de demissão e deixa o Ministério da Justiça

Ministro comunica saída ao presidente Lula em meio a debates sobre segurança pública O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sua carta de demissão do cargo nesta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto, em Brasília. A saída foi comunicada momentos antes da cerimônia alusiva aos três anos dos ataques de 8 de janeiro e deve ser oficializada com a publicação da exoneração no Diário Oficial da União na sexta-feira (9). Contexto da saída Lewandowski, que assumiu a pasta em fevereiro de 2025, após se aposentar do Supremo Tribunal Federal (STF), vinha comunicando a aliados, desde dezembro, sua intenção de antecipar a saída do governo. A demissão ocorre em um momento de forte protagonismo da pauta de segurança pública no Brasil e na América Latina, com desafios crescentes no combate ao crime organizado e disputas entre facções — um dos temas centrais da atuação da pasta. Futuro da pasta e sucessão Até o momento, o governo federal ainda não anunciou oficialmente o substituto de Lewandowski. O secretário-executivo do Ministério, Manoel Almeida, deve assumir de forma interina até a nomeação de um novo titular. Também há especulações no Planalto e no Congresso sobre possíveis mudanças estruturais, incluindo a divisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública em duas pastas separadas — uma para justiça e outra para segurança pública — uma proposta defendida por setores do governo para dar foco mais específico aos desafios de cada área. Legado de sua gestão Durante sua gestão, Lewandowski enfrentou obstáculos como a PEC da Segurança Pública, que encontrou resistência no Congresso, e a tentativa de avançar projetos legislativos considerados estratégicos para reforçar o papel da União no combate ao crime organizado. Sua saída ocorre em meio a debates sobre os rumos da política de segurança e a preparação do governo para os desafios de 2026, ano eleitoral e com intensos debates sobre segurança pública em diferentes esferas governamentais. Leia também | 8/1 completa 3 anos em meio à tensão sobre redução de penas Tags: Ricardo Lewandowski, Lula, Ministério da Justiça, demissão, segurança pública, Manoel Almeida, política, Brasil, governo federal

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Carlos Henrique Costa

8/1 completa 3 anos em meio à tensão sobre redução de penas

No dia 8 de janeiro de 2023, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram as sedes do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília — uma semana após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As manifestações foram acompanhadas de violência, destruição de patrimônio e tentativas de subverter o resultado das eleições. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Três anos depois, mais de 1,7 mil ações penais foram autuadas, envolvendo manifestantes ligados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Destas, cerca de 619 ações tratam de crimes mais graves, como organização criminosa e tentativa de golpe de Estado, enquanto 1.115 envolvem crimes de menor gravidade, como incitação e associação criminosa. Até o momento, a Primeira Turma do STF condenou 810 pessoas nesses processos — 395 por crimes graves e **415 por menos graves — e absolveu 14 réus. Além disso, foram homologados 565 acordos de não persecução penal, que preveem medidas alternativas como prestação de serviços e participação em cursos sobre democracia, resultando em mais de R$ 3 milhões ressarcidos aos cofres públicos. Das ações penais em andamento, 346 ainda estão em fase final e 98 denúncias foram oferecidas, muitas relacionadas a financiadores dos ataques. Das condenações já transitadas em julgado, os oito integrantes do chamado “núcleo 1” tiveram suas penas executadas — um grupo que inclui o ex-presidente Bolsonaro e vários militares da ativa ou da reserva. Debate sobre redução de penas Nos últimos meses de 2025, o Congresso aprovou o chamado Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2.162/2023), que prevê alterações nas regras de execução penal aplicáveis aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A proposta recebeu apoio de alguns parlamentares e pode reduzir penas de condenados, inclusive Bolsonaro, conforme estimativas de líderes políticos — embora o presidente Lula tenha sinalizado que pode vetar o projeto. O PL tem sido tratado por aliados de Bolsonaro como uma “anistia light” ou redução de pena, gerando debates e tensões políticas e sociais em torno de sua aprovação, repercutindo justamente quando se completam os três anos dos atos de 8 de janeiro. Na mesma data em que o programa 8/1 completa três anos, o governo federal e o STF promovem eventos oficiais em Brasília para marcar a data e reforçar a memória dos ataques e a defesa da democracia, com a presença do presidente Lula e autoridades públicas — embora líderes de algumas casas legislativas, como o presidente da Câmara e o presidente do Senado, tenham confirmado ausências. Leia mais | ACAL promove Feirão de Pisos com até 70% de desconto Tags: 8 de janeiro, atos antidemocráticos, democracia brasileira, STF, Supremo Tribunal Federal, Jair Bolsonaro, redução de penas, condenados do 8 de janeiro, PL da Dosimetria, política brasileira, Justiça, Estado Democrático de Direito, Congresso Nacional, governo Lula

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Carlos Henrique Costa

Moraes autoriza ex-ministro a cursar administração hospitalar

Decisão do ministro do STF permite uso de estudo para remir parte da pena O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou nesta quarta-feira o ex-general e ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, a iniciar um curso de administração hospitalar na modalidade de ensino a distância (EAD) na Faculdade Anhanguera. A decisão atende a um pedido da defesa e reconhece a possibilidade legal de remição de pena por meio de estudo. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O pedido da defesa e a decisão A defesa apresentou, em dezembro de 2025, um pedido ao STF para permitir que Nogueira realizasse trabalho interno, acesso a obras literárias e matrícula em curso superior ou profissionalizante. O objetivo declarado foi utilizar o estudo como forma de remir parte do tempo de pena, conforme prevê a legislação brasileira. Inicialmente, o ministro havia autorizado o acesso às obras literárias e o trabalho interno, mas deixou pendente a análise do pedido de curso por falta de informações detalhadas sobre a formação e a modalidade escolhida. Após a complementação das informações pelos advogados, Moraes deferiu o pedido para o curso em EAD. Base legal para remição de pena por estudo Na decisão, Moraes destacou que a remição de pena por meio de estudo está prevista no artigo 126 da Lei de Execução Penal, segundo o qual o condenado em regime fechado ou semiaberto pode reduzir o tempo de execução da pena com atividades educacionais. Isso se aplica tanto a cursos presenciais quanto àqueles ofertados na modalidade de educação a distância. Situação atual do ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira cumpre, desde novembro de 2025, uma pena de 19 anos de prisão em regime fechado no Comando Militar do Planalto, após ser condenado por integrar o núcleo principal da trama golpista investigada pelo STF. A autorização para cursar administração hospitalar por EAD representa uma alternativa para utilização de seus estudos na remição do tempo de pena exigido pela legislação. Leia também | Rússia afirma que apreensão de petroleiro pelos EUA viola direito marítimo Tags: Alexandre de Moraes, Paulo Sérgio Nogueira, STF, remição de pena, administração hospitalar EAD, Lei de Execução Penal, estudo e pena, política e justiça

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Marilia Costa

Rússia afirma que apreensão de petroleiro pelos EUA viola direito marítimo

Ministério russo condena abordagem de navio no Atlântico e acusa Washington de “pirataria” A Rússia afirmou nesta quarta-feira (7) que a abordagem e apreensão de um petroleiro de bandeira russa pelos Estados Unidos no Oceano Atlântico violam a lei marítima internacional, após operações de fiscalização envolvendo navios ligados à exportação de petróleo venezuelano. A declaração foi divulgada pelo Ministério dos Transportes da Rússia, que classificou a ação americana como contrária à Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982. Críticas oficiais à ação dos EUA O governo russo disse que perdeu contato com o navio, o Marinera, depois que forças navais dos Estados Unidos abordaram a embarcação perto da Islândia, em uma operação que faz parte de esforços para bloquear exportações de petróleo da Venezuela em cumprimento às sanções americanas. A defesa da Rússia baseia-se no argumento de que “a liberdade de navegação se aplica em alto mar e nenhum Estado tem o direito de usar a força contra navios devidamente registrados na jurisdição de outro país”, conforme prevista na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982. Um importante legislador russo chegou a chamar a medida americana de “pirataria total”, afirmando que a ação dos EUA representa uma escalada em alto mar e desrespeito às normas internacionais. Exigências e repercussões diplomáticas Além da crítica jurídica, a Rússia exigiu que os Estados Unidos garantam tratamento humano e decente à tripulação do navio e permitam seu retorno ao país o mais rápido possível, em meio ao atrito diplomático crescente entre Moscou e Washington. A apreensão do navio ocorre em um contexto de tensão geopolítica ligada às sanções contra a Venezuela e às disputas marítimas no Atlântico Norte, com a participação de navios russos nas proximidades durante a operação, embora não tenha havido confronto aberto entre as forças das duas potências. Leia também | “Vida de Bolsonaro está nas mãos da PGR”, diz Michelle após decisão de Moraes Tags: Rússia, Estados Unidos, petroleiro, direito marítimo, Convenção do Mar, Marinera, Atlântico, sanções, Venezuela, pirataria, diplomacia

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Marilia Costa

“Vida de Bolsonaro está nas mãos da PGR”, diz Michelle após decisão de Moraes

Ex-primeira-dama critica postura do STF e reforça disputa por exames médicos do ex-presidente A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (6) que a saúde e a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro estão agora “nas mãos da Procuradoria-Geral da República (PGR)”, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinar que a PGR se manifeste sobre novo pedido da defesa para exames médicos solicitados depois que Bolsonaro sofreu uma queda e bateu a cabeça enquanto está detido na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Controvérsia sobre atendimento médico após queda Bolsonaro sofreu a queda dentro da cela na sede da PF, onde cumpre pena, e a equipe médica oficial informou que ele recebeu atendimento após relatar o incidente, constatando ferimentos leves e sem sinais de déficit neurológico. A defesa havia solicitado que o ex-presidente fosse levado a um hospital para realizar exames mais detalhados — como ressonância magnética, tomografia computadorizada e eletroencefalograma —, mas o pedido foi inicialmente negado por Moraes por falta de indicação de necessidade de remoção urgente. Segundo Michelle, Bolsonaro já estava de jejum para a ressonância quando foi impedido de ser levado ao hospital. Ao ser questionada sobre a decisão do ministro, ela afirmou que, depois da negativa, o processo foi encaminhado para a PGR, e por isso a vida e a saúde do ex-presidente agora dependem da manifestação do órgão. Críticas à condução do caso Michelle Bolsonaro criticou duramente a atuação de Moraes e a forma como a situação médica de seu marido está sendo tratada pela Justiça e pela Polícia Federal, alegando que a PF não teria autonomia para remover Bolsonaro da prisão, mesmo após a queda. Ela também relatou incertezas sobre quanto tempo o ex-presidente ficou desacordado e afirmou que solicitou um relatório detalhado sobre a sequência de eventos desde a abertura da cela. A ex-primeira-dama destacou que a família não tem clareza sobre o que de fato aconteceu e expressou preocupação com a lentidão na autorização para os procedimentos médicos desejados. Leia também |IPTU Fortaleza 2026 tem até 10% de desconto e 11 parcelas Tags: Michelle Bolsonaro, Jair Bolsonaro, PGR, Alexandre de Moraes, STF, Polícia Federal, saúde, política, Brasil

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Carlos Henrique Costa

Três municípios do CE podem ter eleições em março

Três municípios do Ceará estão próximos de realizar eleições suplementares em março de 2026, conforme análises e decisões recentes da Justiça Eleitoral. As possíveis votações ocorrem em função de lacunas nos cargos de prefeitos e vice-prefeitos, demandando a definição dos novos representantes por meio das urnas. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Quais cidades podem ter eleições em março As cidades cearenses com cenário eleitoral em aberto são: Esses municípios ainda aguardam deliberações formais da Justiça Eleitoral estadual para oficialização das datas e dos respectivos editais de convocação. Por que as eleições podem ser convocadas A possibilidade de eleições em março está relacionada a decisões judiciais que afastaram ou deixaram vagas os cargos de prefeitos e/ou vice-prefeitos em determinados municípios do Estado. Nesses casos, a legislação eleitoral prevê que, quando houver vacância nos cargos executivos, seja realizada eleição suplementar para escolher os novos representantes dentro de um prazo específico. A Justiça Eleitoral do Ceará atua agora na análise dos prazos e das condições estabelecidas por lei para convocar e organizar os pleitos nos três municípios. O impacto para a política local A realização de eleições em março deverá movimentar o cenário político local, com partidos articulando candidaturas, mobilização de eleitores e debates sobre propostas de governo para as comunidades envolvidas. As eleições suplementares costumam atrair atenção da população local e podem influenciar alianças e estratégias das legendas para o calendário eleitoral mais amplo de 2026. Os editais com datas, locais de votação e prazos de registro de candidaturas devem ser publicados em breve, seguindo as normas da Justiça Eleitoral. Leia também | Fortaleza intensifica limpeza de canais com histórico de alagamentos antes da quadra chuvosa Tags: eleições suplementares Ceará, eleições março 2026, política Ceará, Aurora CE, Maranguape CE, Ocara CE, Justiça Eleitoral, eleições municipais, pleitos locais

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Carlos Henrique Costa

PF diz que transferência de Bolsonaro para hospital depende do STF

06 de janeiro de 2026 – A Polícia Federal (PF) informou nesta terça-feira que qualquer transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para um hospital dependerá de análise e autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração veio após questionamentos sobre a possibilidade de tratamento médico fora da Superintendência da PF, onde Bolsonaro cumpre pena. Posição oficial da Polícia Federal Em resposta a questionamentos da imprensa, a PF ressaltou que não pode promover qualquer transferência médica sem uma determinação explícita do STF, que envolve avaliação de riscos, segurança e logística. A instituição afirmou que a decisão sobre uma eventual saída para atendimento hospitalar também precisa levar em consideração as condições de custódia do ex-presidente e os protocolos de segurança determinados pela Justiça. Segundo a PF, essa orientação se baseia em precedentes e na necessidade de garantir a integridade física de Bolsonaro e de terceiros envolvidos no deslocamento. Qualquer pedido de transferência para atendimento especializado deve ser submetido ao STF, que avaliará a necessidade médica e os aspectos de segurança. Contexto da situação de saúde de Bolsonaro O ex-presidente Jair Bolsonaro tem passado por monitoramento e avaliações médicas regulares enquanto cumpre pena na Superintendência da PF em Brasília. Em períodos recentes, ele necessitou de exames e procedimentos que foram realizados dentro das dependências autorizadas pelo STF. A definição de novas transferências tem gerado debates sobre a extensão dos direitos de saúde de presos de alta complexidade, especialmente em casos de figuras públicas. Defensores de Bolsonaro argumentam que o ex-presidente precisa de maior atenção médica, enquanto autoridades judiciais destacam a importância de garantir que qualquer movimento seja feito dentro da legalidade e com aval do STF para evitar incidentes e garantir segurança jurídica. Leia também | EUA querem parar navio ligado à Venezuela Tags: Polícia Federal, Jair Bolsonaro, STF, transferência hospitalar, decisão judicial, saúde de Bolsonaro, prisão de Bolsonaro, segurança pública, política brasileira

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