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Edson Fachin durante sessão do Supremo Tribunal Federal
Política
Carlos Henrique Costa

Ex-ministros e sociedade civil divulgam carta em apoio a Fachin

Documento defende medidas adotadas pelo presidente do STF e propõe reformas para ampliar transparência e imparcialidade na Corte Um grupo formado por ex-ministros de Estado, economistas, empresários e representantes da sociedade civil divulgou neste domingo (13) uma carta em apoio ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin. No documento, os signatários manifestam apoio às medidas adotadas por Fachin diante da crise que envolve integrantes da Corte. Além disso, defendem uma apuração rigorosa e imparcial das acusações que vieram a público nas últimas semanas. Segundo a carta, as investigações devem respeitar o devido processo legal e garantir transparência. Para os signatários, a responsabilização de pessoas que eventualmente tenham cometido irregularidades é necessária para recuperar a confiança nas instituições e preservar a democracia. Carta defende reformas no STF Além do apoio a Fachin, o grupo também defende reformas institucionais urgentes no Supremo Tribunal Federal. De acordo com o documento, as mudanças devem fortalecer a colegialidade, garantir maior imparcialidade nos julgamentos e prevenir possíveis conflitos de interesse entre ministros. Os signatários também propõem a criação de padrões mais rigorosos de conduta. Da mesma forma, defendem mecanismos que ampliem a transparência e o controle social sobre o STF e seus integrantes. Entre os nomes que assinam a carta estão os ex-ministros Pedro Malan, Armínio Fraga, Miguel Reale Jr. e José Eduardo Cardozo, além do economista Pérsio Árida e do jornalista Eugênio Bucci. Crise interna no Supremo A manifestação ocorre em meio a uma crise interna no STF que se intensificou nas últimas semanas. O episódio ganhou força após a divulgação de conversas atribuídas ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, atualmente preso sob acusação de fraudes financeiras, com o ministro Alexandre de Moraes. Na sequência, Moraes apresentou acusações contra o ministro André Mendonça no âmbito do inquérito das Fake News. O documento apontou possíveis condutas que, segundo Moraes, poderiam caracterizar improbidade administrativa, abuso de autoridade e favorecimento a determinados grupos políticos. Diante do conflito entre os ministros, Fachin decidiu retirar de Moraes a relatoria do inquérito das Fake News. Sessão sobre Moraes ocorre na terça-feira Está prevista para a próxima terça-feira (15) uma sessão plenária extraordinária do STF para analisar o pedido relacionado às supostas relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Na ocasião, os ministros deverão decidir sobre a abertura de uma possível investigação. Além disso, Fachin marcou para 23 de setembro a sessão que analisará o pedido de investigação contra André Mendonça. Segundo o presidente do STF, o procedimento ainda está em fase de instrução e não reúne, neste momento, todos os elementos necessários para ser levado ao plenário. O que diz a carta No documento, os signatários afirmam que as medidas adotadas por Fachin são importantes para preservar a autoridade do Supremo e garantir a apuração dos fatos. A carta também destaca a necessidade de transparência na sessão plenária marcada para 15 de setembro e defende que o julgamento ocorra de forma pública, conforme estabelece a Constituição Federal. Os representantes da sociedade civil afirmam ainda que a crise exige mudanças institucionais capazes de fortalecer a atuação colegiada do STF, ampliar a transparência e evitar conflitos de interesse. Para o grupo, o Supremo não pode permitir que sua atuação seja influenciada por interesses pessoais, políticos ou econômicos que possam comprometer a democracia constitucional. Leia mais | Ceará registra mais de 4,2 mil focos de queimadas em agosto Tags: Fachin, Edson Fachin, STF, Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Daniel Vorcaro, crise no STF, carta em apoio a Fachin, reformas no STF, sociedade civil, ex-ministros, Justiça, Brasília, política, democracia, transparência, Poder Judiciário, Portal Rapadura Digital

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Edson Fachin determina que PF informe situação dos dados do celular de Daniel Vorcaro
Política
Carlos Henrique Costa

Fachin dá 24 horas para PF informar situação de celular de Vorcaro

Presidente do STF quer informações sobre custódia dos dados extraídos do aparelho do ex-banqueiro antes de julgamento na terça-feira O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Edson Fachin, deu prazo de 24 horas para a Polícia Federal (PF) informar como mantém sob custódia o material extraído do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e qual é o estado atual dos dados. Fachin tomou a decisão neste sábado (12), após receber pedidos dos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. Os três solicitaram acesso à cópia integral da mídia que reúne o conteúdo extraído do aparelho. Além disso, o presidente do STF citou a decisão do ministro André Mendonça, relator do caso Master, que negou acesso ao material armazenado em seu gabinete. Mendonça mantém cópia de segurança lacrada Segundo André Mendonça, a mídia que está sob sua responsabilidade representa uma cópia de segurança. O ministro afirma que o material permanece lacrado e inacessível. De acordo com Mendonça, a cópia só deve ser utilizada em caso de necessidade ou se houver perda ou extravio do material original, que continua sob custódia da Polícia Federal. Dessa forma, os ministros que pediram acesso ainda não tiveram contato com a íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro. PGR pede acesso integral aos dados A Procuradoria-Geral da República (PGR) também solicitou neste sábado que todos os ministros do STF tenham acesso integral ao conteúdo antes da sessão marcada para terça-feira (15). O procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumentou que os integrantes da Corte precisam conhecer previamente todas as informações relevantes para formar uma posição sobre o caso. Além disso, a PGR considera que o acesso desigual aos dados pode comprometer a igualdade entre os ministros durante o julgamento. Hindemburgo Chateaubriand Filho, vice-procurador-geral da República, e os subprocuradores-gerais Antônio Edílio Magalhães Teixeira e André de Carvalho Ramos também assinaram a manifestação. Fachin determinou liberação das investigações Fachin já havia determinado a retirada do sigilo das investigações relacionadas ao Banco Master. Entretanto, André Mendonça liberou apenas parte do conteúdo. Com isso, a mídia com os dados extraídos do celular de Vorcaro permaneceu fora do acesso dos demais ministros do Supremo. A PGR questionou essa situação. Segundo o órgão, todos os integrantes da Corte precisam consultar as mesmas informações para garantir condições equilibradas durante a análise do processo. Por isso, Fachin agora solicitou à Polícia Federal informações sobre a custódia do material e sobre as condições em que os dados permanecem armazenados. STF julga pedido de investigação na terça-feira O Supremo Tribunal Federal marcou para terça-feira (15) uma sessão plenária extraordinária para analisar a Petição 16.662. Na ocasião, os ministros deverão decidir se existe fundamento para abrir uma investigação sobre as supostas relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Além disso, Fachin rejeitou neste sábado o pedido de Moraes para juntar esse processo a outro procedimento que analisa a atuação de André Mendonça como relator de parte do caso Master. Segundo o presidente do STF, o processo que envolve Mendonça ainda está em uma fase preliminar de instrução. Portanto, Fachin entende que o caso ainda não reúne condições para chegar ao plenário. O Supremo marcou a análise desse segundo processo para 23 de setembro. Assim, a situação dos dados extraídos do celular de Vorcaro deve ganhar importância nos próximos dias, principalmente porque os ministros precisam conhecer o conteúdo antes da sessão que poderá decidir sobre a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes. Tags: Fachin, Edson Fachin, Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes, André Mendonça, STF, Supremo Tribunal Federal, Polícia Federal, PF, Banco Master, caso Master, PGR, Paulo Gonet, celular de Vorcaro, investigação, Justiça, Petição 16.662, dados de Vorcaro, Portal Rapadura Digital Leia mais | Fachin assume relatoria de caso envolvendo Moraes e Vorcaro

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Edson Fachin e Alexandre de Moraes durante atuação no STF
Política
Carlos Henrique Costa

Fachin assume relatoria de caso envolvendo Moraes e Vorcaro

Presidente do STF retirou de André Mendonça a condução do processo que analisa possível investigação contra Alexandre de Moraes O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, assumiu neste sábado (12) a relatoria do processo que trata da suposta relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. No mesmo despacho, Fachin também determinou o envio à Presidência do STF de processos relacionados ao Banco Master e às investigações sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão ocorreu após o ministro André Mendonça encaminhar ao presidente do Supremo a investigação contra Moraes, identificada como Petição 16.662. Mendonça tomou a medida com base no regimento interno da Corte. Processo será analisado pelo plenário De acordo com o despacho, o regimento do STF atribui ao plenário da Corte a competência para processar e julgar ministros do próprio tribunal em casos de crimes. Além disso, Fachin já havia determinado, em decisão de 9 de setembro, a suspensão de procedimentos relacionados à investigação de integrantes do Supremo. Na ocasião, o presidente da Corte também estabeleceu que novos casos desse tipo deveriam chegar à Presidência. Dessa forma, Mendonça encaminhou a Petição 16.662 a Fachin neste sábado. Agora, o plenário do STF deverá analisar o processo na próxima terça-feira (15). Uma sessão extraordinária está prevista para discutir a possibilidade de abertura de investigação sobre as supostas relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro. Processos sobre Master e INSS No mesmo documento, Fachin encaminhou à Presidência do STF as Petições 15.041 e 15.556, além de todos os processos relacionados a elas. A Petição 15.041 trata de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Já a Petição 15.556 envolve uma das investigações relacionadas ao Banco Master. Com isso, os processos passam a tramitar sob a condução da Presidência do Supremo, conforme a determinação anterior de Fachin. A movimentação ocorre em meio às investigações sobre diferentes casos que envolvem autoridades públicas, o sistema previdenciário e o Banco Master. Leia mais | Seca na Amazônia atingiu 38% das áreas habitadas no último El Niño Tags: Fachin, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Daniel Vorcaro, André Mendonça, STF, Supremo Tribunal Federal, Banco Master, caso Master, Moraes e Vorcaro, Petição 16.662, INSS, Instituto Nacional do Seguro Social, descontos indevidos, aposentadorias, pensões, investigação, Justiça, Brasília, Tribunal, Portal Rapadura Digital

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Edson Fachin durante sessão do Supremo Tribunal Federal
Política
Carlos Henrique Costa

Fachin dá 5 dias para Mendonça e Gonet responderem a acusações de Moraes

Presidente do STF determinou prazo para manifestações sobre supostas irregularidades na condução do caso Master O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu cinco dias para que o ministro André Mendonça e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentem manifestações sobre supostas irregularidades na condução do caso Master. As irregularidades foram apontadas pelo também ministro do STF Alexandre de Moraes. Para sustentar as acusações, Moraes apresentou um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF). No entanto, o documento não apresenta o cabeçalho da instituição nem a assinatura de um delegado, como ocorre normalmente nesse tipo de relatório. Segundo Moraes, Mendonça teria cometido atos que poderiam configurar improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade. Além disso, o ministro afirmou que o colega teria direcionado a investigação do caso Master para atingi-lo. Relatório cita possíveis alvos políticos O relatório apresentado por Moraes sugere que Mendonça poderia estar direcionando as investigações do caso Master para atingir desafetos políticos. Entre os nomes citados no documento estão o próprio Alexandre de Moraes e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Entretanto, o próprio relatório ressalva que as afirmações apresentadas representam uma “análise de cenário” e não possuem valor probatório. O documento, considerado apócrifo, foi tornado público pelo Supremo Tribunal Federal. Mensagens aumentaram a crise no STF A crise entre os ministros do Supremo ganhou força nesta semana. O episódio ocorreu depois que André Mendonça retirou o sigilo de um relatório da Polícia Federal. O documento reúne mensagens enviadas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, antigo dono do banco Master, a Alexandre de Moraes. As mensagens foram recuperadas do celular de Vorcaro, que é alvo central da Operação Compliance Zero. A operação investiga suspeitas de fraudes financeiras bilionárias envolvendo o banco Master. Além disso, Mendonça é o relator do caso no Supremo. Contrato de mais de R$ 130 milhões As dezenas de mensagens recuperadas pela Polícia Federal fazem referências a Moraes e Gonet. Entre os conteúdos, há mensagens que sugerem que Moraes teria editado um contrato de mais de R$ 130 milhões firmado entre o banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes. Fachin já havia cobrado manifestações Na quinta-feira (3), Fachin já havia determinado que Gonet, Moraes e Mendonça se manifestassem sobre as informações presentes no relatório da Polícia Federal. Na ocasião, o presidente do STF afirmou que levará ao plenário, no momento oportuno, um pedido apresentado pelo procurador-geral da República para anular as investigações supervisionadas por Mendonça. Segundo Fachin, a análise deverá respeitar as garantias constitucionais relacionadas ao devido processo legal, à ampla defesa e ao contraditório. Novo despacho nesta sexta-feira Em novo despacho publicado nesta sexta-feira (4), Fachin determinou que Paulo Gonet também apresente parecer sobre o pedido de investigação contra André Mendonça. Alexandre de Moraes apresentou o pedido na noite de quinta-feira (3). Além disso, Fachin determinou uma mudança na tramitação do documento usado por Moraes para apresentar as acusações contra Mendonça. O presidente do STF ordenou que o material seja retirado do inquérito das Fake News, que é relatado por Moraes, e anexado a uma petição separada. Essa nova petição ficará sob a relatoria de Fachin. Fachin evita antecipar julgamento Ao determinar as providências, Fachin ressaltou que a decisão não representa uma antecipação sobre o mérito das acusações. O ministro afirmou que as medidas servem exclusivamente para instruir o processo. Dessa forma, ainda não há decisão sobre a admissibilidade das acusações, a regularidade do procedimento ou o mérito das imputações. Leia também | Ceará perde 8 bilionários da Forbes em 2026 Tags: STF, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, André Mendonça, Paulo Gonet, caso Master, Justiça, Polícia Federal

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Eleitores votam durante as Eleições 2026
Política
Carlos Henrique Costa

Eleições 2026: veja regras para o dia do voto

Primeiro turno ocorre em 4 de outubro; eventual segundo turno será realizado no dia 25 Com a aproximação do primeiro turno das Eleições 2026, marcado para 4 de outubro, muitos eleitores ainda têm dúvidas sobre o que podem ou não fazer no dia da votação. Por isso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) preparou o Manual do Eleitor. O documento reúne as principais regras e orientações para ajudar os cidadãos a exercer o direito ao voto. O TSE elaborou o manual com base na Resolução nº 23.759, publicada em março deste ano. A norma reúne, em 13 capítulos, regras relacionadas à participação dos eleitores no processo eleitoral. Segundo o TSE, o material apresenta orientações práticas. Entre elas estão a necessidade de apresentar documento oficial com foto e a proibição de levar celular para a cabine de votação. Quando será a votação O primeiro turno das Eleições 2026 ocorrerá em 4 de outubro. Em todo o Brasil, os eleitores poderão votar das 8h às 17h, sempre considerando o horário de Brasília. Caso nenhum candidato consiga a maioria necessária, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro. Nesta eleição, os eleitores escolherão candidatos para diferentes cargos. Na urna, cada eleitor votará para deputado federal, deputado estadual ou distrital, além de dois candidatos ao Senado. Além disso, haverá votação para presidente da República e governador, incluindo os respectivos vice-candidatos. O que é obrigatório O voto é obrigatório para brasileiros a partir dos 18 anos. Por outro lado, jovens de 16 e 17 anos, maiores de 70 anos e pessoas analfabetas podem votar de forma facultativa. No entanto, quem estiver com o título de eleitor cancelado não poderá participar da votação. Para votar, o eleitor também precisa apresentar um documento oficial original com foto. Entre os documentos aceitos estão RG, carteira nacional de habilitação (CNH) e passaporte. Além disso, quem possui título eleitoral regular pode votar mesmo sem ter realizado o cadastro biométrico. Nome social deve ser respeitado Durante a votação, pessoas transgênero têm direito ao reconhecimento de sua identidade de gênero e do nome social no cadastro eleitoral. Dessa forma, o atendimento nos locais de votação deve respeitar as informações registradas na Justiça Eleitoral. Propaganda eleitoral tem restrições O eleitor também precisa ficar atento às regras relacionadas à propaganda. Por exemplo, a legislação proíbe a aplicação de propaganda eleitoral em veículos particulares. Entretanto, existem exceções para adesivos microperfurados instalados em toda a extensão do para-brisa traseiro. Também existem regras específicas para adesivos colocados em outras partes dos veículos, que devem respeitar as dimensões estabelecidas pela legislação eleitoral. Voto em trânsito Eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral podem votar em trânsito em determinadas situações. Nesse caso, a regra vale para capitais e municípios com mais de 100 mil eleitores. Porém, o prazo para solicitar a transferência temporária do local de votação terminou em 20 de agosto. O que é proibido no dia da eleição No dia da votação, o eleitor não pode entrar na cabine com telefone celular ou outros aparelhos eletrônicos. Por isso, o celular deverá ficar em local indicado pelos mesários antes do eleitor entrar na cabine. Por outro lado, o cidadão pode levar um papel com os nomes e números dos candidatos para consultar durante a votação. A chamada boca de urna também é proibida. Além disso, não são permitidas aglomerações de pessoas com roupas padronizadas que caracterizem manifestação coletiva de preferência política. Manifestação individual é permitida Apesar das restrições, o eleitor pode demonstrar sua preferência política de maneira individual e silenciosa. Assim, estão permitidos itens como bandeiras, broches, adesivos e camisetas relacionados ao candidato ou partido de preferência. No entanto, a manifestação não pode se transformar em propaganda coletiva ou boca de urna. Transporte e alimentação em troca de voto Candidatos e partidos políticos não podem oferecer transporte ou refeições aos eleitores em troca de votos. Dessa maneira, qualquer tentativa de utilizar benefícios para influenciar o voto pode configurar irregularidade eleitoral. Pessoas com deficiência têm direitos Além disso, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem receber ajuda durante a votação. O eleitor pode escolher uma pessoa de sua confiança para auxiliá-lo no momento de votar. Da mesma forma, pessoas que utilizam cão-guia podem entrar na cabine acompanhadas do animal. Eleitores indígenas A Justiça Eleitoral também assegura o direito ao voto dos eleitores indígenas. Nesse sentido, o eleitor indígena pode votar independentemente de falar ou não a língua portuguesa. Além disso, ele pode se expressar em sua língua materna durante o atendimento eleitoral. Horário de fechamento dos locais Os portões dos locais de votação serão fechados às 17h, sempre pelo horário de Brasília. A partir desse momento, apenas os eleitores que já estiverem na fila poderão votar. Portanto, quem ainda estiver a caminho do local de votação após o fechamento dos portões não poderá entrar para votar. Como justificar a ausência Quem tem obrigação de votar e não comparecer precisa justificar a ausência. No caso do primeiro turno, o eleitor terá até 3 de dezembro de 2026 para apresentar a justificativa. Já se a ausência ocorrer no segundo turno, o prazo termina em 8 de janeiro de 2027. A justificativa pode ser apresentada pela internet, pelo aplicativo e-Título ou diretamente no cartório eleitoral. Dessa forma, o eleitor deve ficar atento aos prazos para evitar pendências com a Justiça Eleitoral. Leia mais | Receita paga, nesta segunda, último lote do IR 2026 Tags: Eleições 2026, eleições, TSE, votação, Justiça Eleitoral, política, voto, primeiro turno, segundo turno, eleitor

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Uso irregular de trios e minitrios lidera denúncias eleitorais no Ceará
Política
Carlos Henrique Costa

Uso irregular de trios e minitrios lidera denúncias eleitorais no Ceará

TSE registra 361 denúncias de possíveis irregularidades no Ceará; Fortaleza concentra 230 casos O uso irregular de trios e minitrios em campanhas eleitorais lidera as denúncias recebidas pela Justiça Eleitoral no Ceará. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 92 casos relacionados a equipamentos de som foram registrados no Estado desde o início da campanha. O levantamento, consultado na sexta-feira (28), reúne denúncias sobre possíveis descumprimentos das regras eleitorais durante as eleições de 2026. Além dos casos envolvendo trios e minitrios, o TSE contabilizou 90 denúncias relacionadas a irregularidades em vias públicas. Na sequência, aparecem as propagandas na internet, com 62 registros, e os casos envolvendo alto-falantes e amplificadores de som, com 27. Além disso, o levantamento registra 17 denúncias relacionadas à distribuição de material gráfico. O mesmo número aparece nos casos envolvendo o uso irregular de bens públicos e a instalação de outdoors e outdoors eletrônicos. Enquanto isso, as denúncias envolvendo bens particulares chegaram a 11 casos. O uso irregular de adesivos em automóveis teve oito registros. Já a confecção, utilização ou distribuição de brindes somou cinco ocorrências. Ceará soma 361 denúncias de irregularidades eleitorais Ao considerar todos os tipos de ocorrências, o TSE registrou 361 denúncias de possíveis irregularidades eleitorais no Ceará até sexta-feira (28). Em todo o Brasil, o número chegou a aproximadamente 6,4 mil registros no período. Entre os municípios cearenses, Fortaleza lidera o ranking, com 230 acionamentos aos canais de denúncia da Justiça Eleitoral. Em seguida, aparecem Juazeiro do Norte, com 29 registros, e Camocim, com 18. O levantamento também aponta quatro denúncias classificadas como irregularidades não informadas. Além disso, três registros envolvem o envio de mensagens, enquanto duas ocorrências tratam de omissões de informações obrigatórias. Por fim, uma denúncia está relacionada a emissoras de rádio e televisão. O que diz a legislação sobre trios e minitrios A legislação eleitoral estabelece regras específicas para o uso de equipamentos de som durante as campanhas. De acordo com as normas, minitrios e carros de som não podem circular sozinhos pelas cidades para divulgar jingles ou mensagens de candidatos. Os equipamentos precisam acompanhar caminhadas, passeatas ou carreatas. Por outro lado, a legislação não permite o uso de trios elétricos, classificados como veículos com potência superior a 20 mil watts, em carreatas ou passeatas. Nesses casos, os equipamentos podem sonorizar apenas comícios. Além disso, a legislação proíbe a apresentação de artistas em cima de trios ou minitrios durante eventos de campanha. A regra vale tanto para apresentações remuneradas quanto gratuitas. O volume do equipamento também possui limite. O som não pode ultrapassar 80 decibéis, medidos a sete metros de distância do veículo. Horários para circulação dos equipamentos Durante carreatas e passeatas, candidatos podem utilizar equipamentos de som das 8h às 22h. Nos comícios, a legislação permite o uso dos equipamentos das 8h à meia-noite. No entanto, o evento de encerramento da campanha possui uma exceção. Nesse caso, o uso pode se estender até as 2h. Além dos horários, os responsáveis precisam respeitar uma distância mínima de 200 metros de determinados locais. A regra vale para sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, quartéis e outros estabelecimentos militares. Hospitais, casas de saúde, escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros em funcionamento também entram na restrição. Multa pode chegar a R$ 15 mil O descumprimento das regras pode caracterizar propaganda eleitoral irregular. Nesse caso, a Justiça Eleitoral pode aplicar multas de R$ 5 mil a R$ 15 mil, além de determinar a interrupção do uso do equipamento e a apreensão do veículo, conforme a situação. Por isso, candidatos, partidos e responsáveis por eventos precisam observar as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral durante a campanha. Como denunciar irregularidades eleitorais Os eleitores podem denunciar possíveis irregularidades por diferentes canais da Justiça Eleitoral. Uma das opções é procurar o cartório da Zona Eleitoral responsável pela região. Em situações que envolvam crime eleitoral em flagrante, a orientação é acionar a polícia. Além disso, o TSE disponibiliza o aplicativo Pardal. A ferramenta permite encaminhar denúncias sobre possíveis irregularidades em propagandas eleitorais. O eleitor pode fazer o registro diretamente pelo celular. Depois disso, a denúncia segue para as unidades regionais da Justiça Eleitoral. Leia também | Justiça suspende festival náutico em Caucaia após denúncia ambiental Tags: Eleições 2026, Ceará, Justiça Eleitoral, TSE, propaganda eleitoral, denúncias eleitorais, trios elétricos, minitrios, campanhas eleitorais, política, Fortaleza

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TSE lança campanha Eleições 2026 Coisa de Pele para incentivar o voto
Política
Carlos Henrique Costa

Eleições: TSE lança campanha para incentivar voto

“Eleições 2026 – Coisa de Pele” usa música e diversidade para estimular a participação dos eleitores O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou nesta segunda-feira (17) a campanha “Eleições 2026 – Coisa de Pele”, criada para estimular a participação dos eleitores nas eleições de outubro. A iniciativa busca reforçar a importância do voto e apresentar informações para ajudar o eleitor durante o processo eleitoral. Durante o lançamento, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que a campanha pretende colocar o eleitor no centro do processo democrático. Segundo o ministro, a proposta é mostrar que a democracia não representa apenas um conceito abstrato. Além disso, a campanha busca destacar que a participação popular ajuda a manter a democracia ativa. Campanha usa música e diversidade O nome da campanha faz referência à música “Coisa de Pele”, de Jorge Aragão. A partir dessa inspiração, o TSE desenvolveu uma série de vídeos e spots de áudio que utilizam elementos da diversidade racial e cultural brasileira. Dessa forma, a Justiça Eleitoral pretende aproximar a comunicação institucional do cotidiano dos eleitores e reforçar a importância da participação nas urnas. A campanha também apresenta conteúdos informativos sobre diferentes etapas do processo eleitoral. Entre os temas abordados, estão a ordem de votação, a justificativa de ausência e outras orientações importantes para o eleitor. Além disso, os materiais procuram facilitar o acesso às informações e ajudar os cidadãos a chegar ao dia da votação mais preparados. TSE reforça participação do eleitor Durante o lançamento, Nunes Marques destacou ainda o papel da música como instrumento de aproximação com o público. Segundo o presidente do TSE, a campanha busca utilizar essa capacidade de comunicação para apresentar uma mensagem próxima dos eleitores, inclusiva e relacionada à diversidade brasileira. Assim, a iniciativa combina conteúdos institucionais com elementos culturais para reforçar a importância do voto e da participação popular. Os primeiros vídeos da campanha já estão disponíveis nos perfis oficiais do TSE nas redes sociais. Eleições acontecem em outubro As Eleições Gerais de 2026 terão o primeiro turno realizado em 4 de outubro. Na ocasião, os eleitores escolherão presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Por sua vez, um eventual segundo turno ocorrerá em 25 de outubro. A segunda votação poderá ocorrer nas disputas para presidente e governador, caso nenhum candidato alcance a maioria dos votos válidos no primeiro turno. Além disso, o TSE informa que o eleitor fará seis escolhas na urna, nesta ordem: deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador para a primeira vaga, senador para a segunda vaga, governador e presidente da República. Campanha orienta eleitor para votação Com a aproximação das eleições, o TSE amplia a divulgação de informações destinadas a orientar o eleitorado. Nesse sentido, a campanha “Coisa de Pele” integra as ações de comunicação voltadas para o pleito de 2026. Portanto, além de estimular a participação, os conteúdos pretendem ajudar os eleitores a compreender as etapas da votação e exercer o direito ao voto de maneira consciente e informada. Leia também | Eleições 2026: veja a ordem de votação na urna eletrônica Tags: TSE, Tribunal Superior Eleitoral, eleições 2026, eleições brasileiras, eleições gerais 2026, campanha TSE, campanha Eleições 2026, Coisa de Pele, Eleições 2026 Coisa de Pele, campanha eleitoral, campanha institucional, voto, votação, eleitor, eleitores, participação eleitoral, participação política, democracia, democracia brasileira, Jorge Aragão, música Coisa de Pele, Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, Justiça Eleitoral, primeiro turno, segundo turno, eleições outubro 2026, presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual, deputado distrital, ordem de votação, urna eletrônica, justificativa de voto, propaganda eleitoral, informação eleitoral, cidadania, cidadania brasileira, processo eleitoral, política brasileira, Brasil, Portal Rapadura Digital

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Candidatos iniciam campanha eleitoral para a Presidência em 2026
Política
Carlos Henrique Costa

Eleições: Candidatos à presidência iniciam campanha nas ruas

Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado, Zema e outros candidatos realizaram atos no primeiro dia oficial da disputa presidencial Os candidatos à Presidência da República iniciaram neste domingo (16) as atividades oficiais de campanha para as eleições de 2026. A partir de agora, os presidenciáveis podem realizar atos públicos e apresentar suas propostas ao eleitorado dentro das regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral. Além disso, a campanha nas ruas seguirá até 3 de outubro, véspera do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Dessa forma, os candidatos terão pouco mais de um mês para intensificar agendas, comícios, caminhadas e outras atividades de mobilização. Cada candidato escolheu um reduto político para marcar o início da corrida ao Palácio do Planalto. Enquanto Lula optou pelo ABC Paulista, Flávio Bolsonaro escolheu o Rio de Janeiro. Por sua vez, Ronaldo Caiado iniciou a campanha em Goiás, enquanto Romeu Zema esteve em Minas Gerais. Lula abre campanha no ABC Paulista O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, para realizar o primeiro ato oficial de sua campanha à reeleição. O evento ocorreu no Estádio da Vila Euclides, espaço ligado à trajetória sindical e política do presidente. Além disso, o local tem importância histórica para o movimento dos trabalhadores metalúrgicos, especialmente pelas assembleias realizadas por Lula no fim dos anos 1970. Durante o discurso, Lula convocou os apoiadores para intensificar a mobilização eleitoral. Ao mesmo tempo, o presidente abordou temas como soberania nacional, políticas sociais, segurança pública e combate ao crime organizado. Assim, a escolha do ABC Paulista reforçou a estratégia de associar a campanha à trajetória política e sindical de Lula. Flávio Bolsonaro começa campanha em Copacabana Enquanto Lula iniciou a disputa em São Paulo, Flávio Bolsonaro (PL) realizou o primeiro ato de campanha na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O candidato esteve acompanhado do vice, Alfredo Gaspar, além de familiares e apoiadores. Durante o evento, Flávio fez referências ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Além disso, o candidato apresentou propostas relacionadas à segurança pública e ao combate às organizações criminosas. Entre as medidas defendidas estão a redução da maioridade penal e a revisão dos gastos públicos. Dessa maneira, o primeiro ato buscou reforçar a ligação de Flávio com o eleitorado bolsonarista e marcar sua entrada oficial na disputa presidencial. Caiado percorre cidades de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), por sua vez, escolheu Goiás para iniciar sua campanha. O candidato percorreu cidades do Entorno do Distrito Federal e destacou propostas relacionadas principalmente à segurança pública. Além disso, Caiado reforçou sua posição de oposição ao governo federal e procurou apresentar sua candidatura como alternativa na disputa presidencial. Ao mesmo tempo, o candidato tenta conquistar parte do eleitorado de direita que também é disputado por nomes ligados ao bolsonarismo. Zema inicia campanha em Minas Gerais Romeu Zema (Novo) começou sua campanha em Montes Claros, no norte de Minas Gerais. O candidato participou de uma missa e, posteriormente, encontrou apoiadores. Durante as atividades, destacou sua experiência à frente do governo de Minas Gerais. Segundo Zema, medidas adotadas durante sua gestão no estado poderiam servir como referência para uma eventual administração federal. Assim, o candidato busca se apresentar como uma alternativa à polarização entre Lula e os grupos políticos ligados ao bolsonarismo. Outros candidatos também realizam atos Além dos principais nomes, outros candidatos também iniciaram oficialmente suas atividades eleitorais neste domingo. Renan Santos (Missão) realizou um ato no Largo São Francisco, em São Paulo. Na ocasião, o candidato destacou a intenção de promover mudanças na condução política do país. Augusto Cury (Avante), por outro lado, iniciou a campanha em Santa Luzia, Minas Gerais. O candidato defendeu uma postura voltada ao diálogo e colocou a família como um dos principais eixos de seu discurso. Já Hertz Dias (PSTU) participou de uma caminhada pela Avenida Paulista, em São Paulo, e também esteve em São José dos Campos. Durante as atividades, defendeu, entre outras propostas, a reestatização de empresas consideradas estratégicas. Além deles, Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) também deram início às atividades de campanha. Campanha segue até outubro Com o início oficial da campanha, os candidatos passam a disputar o voto dos eleitores por meio de agendas públicas, propaganda e apresentação de propostas. De acordo com o calendário eleitoral, a propaganda começou em 16 de agosto e seguirá até 3 de outubro. Depois disso, os eleitores irão às urnas no primeiro turno, marcado para 4 de outubro de 2026. Além disso, a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão terá início em 28 de agosto e continuará até 1º de outubro. Portanto, a partir deste momento, os candidatos entram oficialmente na fase mais intensa da disputa pelo Palácio do Planalto, enquanto os eleitores começam a acompanhar de forma mais direta as propostas e estratégias de cada candidatura. Leia também |Cultura: Museu da Fotografia leva mostra ao TRE-CE Tags: eleições 2026, eleições presidenciais 2026, eleição para presidente, campanha eleitoral 2026, campanha presidencial, candidatos à Presidência, candidatos a presidente, Presidência da República, presidente do Brasil, Lula, Luiz Inácio Lula da Silva, PT, Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro, PL, Ronaldo Caiado, PSD, Romeu Zema, Novo, Augusto Cury, Avante, Renan Santos, Missão, Hertz Dias, PSTU, Samara Martins, UP, Edmilson Costa, PCB, primeiro turno, segundo turno, eleições brasileiras, política brasileira, política nacional, Justiça Eleitoral, Tribunal Superior Eleitoral, TSE, propaganda eleitoral, propaganda eleitoral 2026, comícios, atos de campanha, campanha nas ruas, eleições no Brasil, Palácio do Planalto, São Bernardo do Campo, ABC Paulista, Copacabana, Rio de Janeiro, Goiás, Montes Claros, Minas Gerais, São Paulo, Portal Rapadura Digital

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Sargento Reginauro, deputado estadual que assume cadeira no Senado
Política
Carlos Henrique Costa

Sargento Reginauro assume cadeira no Senado após licença de Eduardo Girão

O parlamentar do Novo deixa a Câmara Alta para concorrer como vice-presidente na chapa de Zema O deputado estadual licenciado Sargento Reginauro (PSDB), primeiro suplente do senador Eduardo Girão (Novo), vai assumir uma cadeira na bancada cearense do Senado Federal até o final de 2026. Reginauro fez o anúncio nesta segunda-feira, 10 de agosto, por meio das redes sociais. No Instagram, ele publicou um vídeo explicando a mudança. Segundo Reginauro, Girão está de licença para concorrer como vice-presidente na chapa de Romeu Zema e o convidou para assumir a suplência no Senado durante esse período. Girão deixa o Senado para a disputa presidencial Na última semana, Romeu Zema, candidato à Presidência da República pelo partido Novo, anunciou Eduardo Girão como seu vice na chapa. Com a decisão, o senador cearense pediu licença do mandato para se dedicar às atividades da campanha eleitoral nos próximos meses. O mandato de Girão no Senado segue previsto para terminar em janeiro de 2027. Quem é o novo senador Reginauro está licenciado das atividades parlamentares na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece) por causa de um tratamento contra um câncer do tipo linfoma. Com a licença de Girão, ele passa agora a ocupar temporariamente a vaga na bancada cearense do Senado. Leia mais | Operação na Feira da Parangaba apreende mais de 200 animais silvestres; multa ultrapassa R$ 300 mil Tags: Sargento Reginauro, Eduardo Girão, Senado Federal, Romeu Zema, Alece, PSDB, Novo, Ceará, eleições 2026

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Priscila Costa durante sessão na Câmara dos Deputados
Política
Carlos Henrique Costa

Política: Priscila Costa renuncia ao mandato na Câmara de Fortaleza para assumir vaga como deputada federal

Documento foi protocolado pela parlamentar nesta quinta-feira, 6 de agosto A vereadora Priscila Costa (PL) formalizou, nesta quinta-feira, 6 de agosto, seu pedido de renúncia à vaga que ocupa na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor). Ela comunicou o pedido ao plenário durante sessão extraordinária. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Priscila foi a parlamentar mais bem votada da capital cearense na eleição de 2024. Agora, ela deve tomar posse como deputada federal. Isso acontece por causa de uma decisão da Justiça Eleitoral, que recontou os votos do último pleito para a Câmara dos Deputados. Segundo o protocolo apresentado pela vereadora, a renúncia é necessária para viabilizar a posse regular e o pleno exercício do mandato federal. Afinal, a Constituição Federal veda o acúmulo de mandatos eletivos. Como Priscila chegou à vaga federal A Justiça proferiu a decisão que garantiu a Priscila a vaga na Câmara dos Deputados no fim de maio. Na ocasião, o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) recontou os votos para deputado federal nas eleições de 2022. Com o novo resultado, Priscila, até então suplente, passou a ser titular do mandato. O caso Heitor Freire Dias antes, em 21 de maio, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia determinado a retotalização. Isso porque a Corte anulou os votos de Heitor Freire, então suplente de deputado federal pelo União Brasil. Atualmente, o ex-parlamentar está filiado ao Podemos. A Justiça o condenou por captação e gastos ilícitos de recursos de campanha. Como Freire integrava os quadros do União Brasil como suplente, a anulação dos seus votos provocou a recontagem de toda a chapa do partido. Com isso, a deputada Dayany Bittencourt (União) perdeu o mandato. Apesar da decisão do TSE em maio, a Câmara dos Deputados só oficializou a perda de mandato de Dayany em 9 de julho. A Mesa Diretora emitiu o documento, e o presidente da Casa, deputado federal Hugo Motta (Republicanos), assinou o texto. Leia mais | Câmara de Fortaleza retoma trabalhos do 2º semestre legislativo com discurso de Evandro Leitão sobre gestão compartilhada Tags:Priscila Costa, Câmara de Fortaleza, CMFor, deputada federal, TRE-CE, Heitor Freire, Dayany Bittencourt, PL, União Brasil, Hugo Motta

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