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Carlos Henrique Costa

Lula indica Wellington César Lima e Silva para o Ministério da Justiça

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira (13), a indicação de Wellington César Lima e Silva para assumir o comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A nomeação será publicada no Diário Oficial da União ainda hoje, oficializando a escolha do jurista para a pasta. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Jurista com trajetória ampla no serviço público Wellington César Lima e Silva, natural de Salvador (BA), tem uma sólida carreira jurídica que inclui passagens pelo Ministério Público e cargos estratégicos no governo federal. Ele atualmente exerce a função de advogado-geral da Petrobras, posto ao qual foi indicado pelo presidente Lula. Antes disso, Silva atuou como secretário especial para Assuntos Jurídicos da Presidência da República na atual gestão e também teve uma breve experiência como ministro da Justiça em 2016, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) — período em que deixou o cargo após decisão do Supremo Tribunal Federal devido à sua condição de membro do Ministério Público na Bahia. Substituição e contexto político A indicação de Wellington ocorre após a saída de Ricardo Lewandowski da chefia do ministério, que havia pedido demissão na última semana por motivos pessoais. A nomeação marca mais uma troca na Esplanada dos Ministérios no atual governo, em meio a articulações políticas e agendas de segurança pública em ano eleitoral. Analistas políticos destacam ainda o perfil técnico do novo ministro, bem avaliado por integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) e com boa interlocução tanto com setores jurídicos quanto com forças de segurança, o que pode influenciar sua atuação à frente da pasta. Com a escolha de Lima e Silva, o governo federal mantém a unificação das áreas de Justiça e Segurança Pública, descartando, por ora, o desmembramento da pasta — movimento que vinha sendo discutido nos bastidores. Leia também | Foguete indiano com satélites brasileiros desaparece após lançamento Tags Lula, Wellington César Lima e Silva, Ministério da Justiça, Justiça e Segurança Pública, nomeação ministerial, governo federal, Ricardo Lewandowski, política brasileira, Esplanada dos Ministérios

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Carlos Henrique Costa

Moraes nega recurso de Bolsonaro e decisão é considerada “absolutamente incabível”

Ministro do STF barra tentativa de ex-presidente de levar revisão de condenação ao plenário da Corte. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira o recurso apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que pedia a revisão da sua condenação no caso que envolve a liderança de uma tentativa de golpe de Estado. A decisão foi classificada pelo magistrado como “absolutamente incabível”, já que a ação criminal já transitou em julgado, sem possibilidade de nova análise pelo plenário da Corte. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Recurso considerado juridicamente inviável O pedido de Bolsonaro pretendia que o plenário do STF reconsiderasse a condenação imposta ao ex-mandatário. Moraes determinou que o recurso não poderia ser admitido juridicamente, justamente porque a ação já teve todos os recursos possíveis esgotados e já transitou em julgado — ou seja, não há mais instâncias recursais disponíveis. O contexto do processo Bolsonaro foi condenado em um processo que apurou sua participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A defesa tentou, através de diferentes recursos, levar o caso ao colegiado de 11 ministros do STF, mas as tentativas vêm sendo barradas sucessivamente, inclusive com a rejeição de pedidos para levar questões relacionadas ao processo ao plenário. Especialistas em direito constitucional observam que a decisão reforça a estabilidade das decisões judiciais quando transitadas em julgado e limita, juridicamente, os caminhos de recursos em processos com essa característica. A defesa de Bolsonaro ainda pode buscar outras estratégias, mas a via direta de revisão pelo plenário foi encerrada com essa decisão de Moraes. Leia também | Quinze municípios cearenses não registraram homicídios em 2025 Tags do texto Moraes, Jair Bolsonaro, STF, recurso negado, absolutamente incabível, julgamento, trânsito em julgado, política brasileira, decisão judicial

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Marilia Costa

Ricardo Lewandowski entrega carta de demissão e deixa o Ministério da Justiça

Ministro comunica saída ao presidente Lula em meio a debates sobre segurança pública O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sua carta de demissão do cargo nesta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto, em Brasília. A saída foi comunicada momentos antes da cerimônia alusiva aos três anos dos ataques de 8 de janeiro e deve ser oficializada com a publicação da exoneração no Diário Oficial da União na sexta-feira (9). Contexto da saída Lewandowski, que assumiu a pasta em fevereiro de 2025, após se aposentar do Supremo Tribunal Federal (STF), vinha comunicando a aliados, desde dezembro, sua intenção de antecipar a saída do governo. A demissão ocorre em um momento de forte protagonismo da pauta de segurança pública no Brasil e na América Latina, com desafios crescentes no combate ao crime organizado e disputas entre facções — um dos temas centrais da atuação da pasta. Futuro da pasta e sucessão Até o momento, o governo federal ainda não anunciou oficialmente o substituto de Lewandowski. O secretário-executivo do Ministério, Manoel Almeida, deve assumir de forma interina até a nomeação de um novo titular. Também há especulações no Planalto e no Congresso sobre possíveis mudanças estruturais, incluindo a divisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública em duas pastas separadas — uma para justiça e outra para segurança pública — uma proposta defendida por setores do governo para dar foco mais específico aos desafios de cada área. Legado de sua gestão Durante sua gestão, Lewandowski enfrentou obstáculos como a PEC da Segurança Pública, que encontrou resistência no Congresso, e a tentativa de avançar projetos legislativos considerados estratégicos para reforçar o papel da União no combate ao crime organizado. Sua saída ocorre em meio a debates sobre os rumos da política de segurança e a preparação do governo para os desafios de 2026, ano eleitoral e com intensos debates sobre segurança pública em diferentes esferas governamentais. Leia também | 8/1 completa 3 anos em meio à tensão sobre redução de penas Tags: Ricardo Lewandowski, Lula, Ministério da Justiça, demissão, segurança pública, Manoel Almeida, política, Brasil, governo federal

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Carlos Henrique Costa

8/1 completa 3 anos em meio à tensão sobre redução de penas

No dia 8 de janeiro de 2023, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e depredaram as sedes do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília — uma semana após a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As manifestações foram acompanhadas de violência, destruição de patrimônio e tentativas de subverter o resultado das eleições. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Três anos depois, mais de 1,7 mil ações penais foram autuadas, envolvendo manifestantes ligados aos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. Destas, cerca de 619 ações tratam de crimes mais graves, como organização criminosa e tentativa de golpe de Estado, enquanto 1.115 envolvem crimes de menor gravidade, como incitação e associação criminosa. Até o momento, a Primeira Turma do STF condenou 810 pessoas nesses processos — 395 por crimes graves e **415 por menos graves — e absolveu 14 réus. Além disso, foram homologados 565 acordos de não persecução penal, que preveem medidas alternativas como prestação de serviços e participação em cursos sobre democracia, resultando em mais de R$ 3 milhões ressarcidos aos cofres públicos. Das ações penais em andamento, 346 ainda estão em fase final e 98 denúncias foram oferecidas, muitas relacionadas a financiadores dos ataques. Das condenações já transitadas em julgado, os oito integrantes do chamado “núcleo 1” tiveram suas penas executadas — um grupo que inclui o ex-presidente Bolsonaro e vários militares da ativa ou da reserva. Debate sobre redução de penas Nos últimos meses de 2025, o Congresso aprovou o chamado Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2.162/2023), que prevê alterações nas regras de execução penal aplicáveis aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. A proposta recebeu apoio de alguns parlamentares e pode reduzir penas de condenados, inclusive Bolsonaro, conforme estimativas de líderes políticos — embora o presidente Lula tenha sinalizado que pode vetar o projeto. O PL tem sido tratado por aliados de Bolsonaro como uma “anistia light” ou redução de pena, gerando debates e tensões políticas e sociais em torno de sua aprovação, repercutindo justamente quando se completam os três anos dos atos de 8 de janeiro. Na mesma data em que o programa 8/1 completa três anos, o governo federal e o STF promovem eventos oficiais em Brasília para marcar a data e reforçar a memória dos ataques e a defesa da democracia, com a presença do presidente Lula e autoridades públicas — embora líderes de algumas casas legislativas, como o presidente da Câmara e o presidente do Senado, tenham confirmado ausências. Leia mais | ACAL promove Feirão de Pisos com até 70% de desconto Tags: 8 de janeiro, atos antidemocráticos, democracia brasileira, STF, Supremo Tribunal Federal, Jair Bolsonaro, redução de penas, condenados do 8 de janeiro, PL da Dosimetria, política brasileira, Justiça, Estado Democrático de Direito, Congresso Nacional, governo Lula

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Carlos Henrique Costa

Moraes autoriza ex-ministro a cursar administração hospitalar

Decisão do ministro do STF permite uso de estudo para remir parte da pena O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, autorizou nesta quarta-feira o ex-general e ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, a iniciar um curso de administração hospitalar na modalidade de ensino a distância (EAD) na Faculdade Anhanguera. A decisão atende a um pedido da defesa e reconhece a possibilidade legal de remição de pena por meio de estudo. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O pedido da defesa e a decisão A defesa apresentou, em dezembro de 2025, um pedido ao STF para permitir que Nogueira realizasse trabalho interno, acesso a obras literárias e matrícula em curso superior ou profissionalizante. O objetivo declarado foi utilizar o estudo como forma de remir parte do tempo de pena, conforme prevê a legislação brasileira. Inicialmente, o ministro havia autorizado o acesso às obras literárias e o trabalho interno, mas deixou pendente a análise do pedido de curso por falta de informações detalhadas sobre a formação e a modalidade escolhida. Após a complementação das informações pelos advogados, Moraes deferiu o pedido para o curso em EAD. Base legal para remição de pena por estudo Na decisão, Moraes destacou que a remição de pena por meio de estudo está prevista no artigo 126 da Lei de Execução Penal, segundo o qual o condenado em regime fechado ou semiaberto pode reduzir o tempo de execução da pena com atividades educacionais. Isso se aplica tanto a cursos presenciais quanto àqueles ofertados na modalidade de educação a distância. Situação atual do ex-ministro Paulo Sérgio Nogueira cumpre, desde novembro de 2025, uma pena de 19 anos de prisão em regime fechado no Comando Militar do Planalto, após ser condenado por integrar o núcleo principal da trama golpista investigada pelo STF. A autorização para cursar administração hospitalar por EAD representa uma alternativa para utilização de seus estudos na remição do tempo de pena exigido pela legislação. Leia também | Rússia afirma que apreensão de petroleiro pelos EUA viola direito marítimo Tags: Alexandre de Moraes, Paulo Sérgio Nogueira, STF, remição de pena, administração hospitalar EAD, Lei de Execução Penal, estudo e pena, política e justiça

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Marilia Costa

Rússia afirma que apreensão de petroleiro pelos EUA viola direito marítimo

Ministério russo condena abordagem de navio no Atlântico e acusa Washington de “pirataria” A Rússia afirmou nesta quarta-feira (7) que a abordagem e apreensão de um petroleiro de bandeira russa pelos Estados Unidos no Oceano Atlântico violam a lei marítima internacional, após operações de fiscalização envolvendo navios ligados à exportação de petróleo venezuelano. A declaração foi divulgada pelo Ministério dos Transportes da Rússia, que classificou a ação americana como contrária à Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982. Críticas oficiais à ação dos EUA O governo russo disse que perdeu contato com o navio, o Marinera, depois que forças navais dos Estados Unidos abordaram a embarcação perto da Islândia, em uma operação que faz parte de esforços para bloquear exportações de petróleo da Venezuela em cumprimento às sanções americanas. A defesa da Rússia baseia-se no argumento de que “a liberdade de navegação se aplica em alto mar e nenhum Estado tem o direito de usar a força contra navios devidamente registrados na jurisdição de outro país”, conforme prevista na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982. Um importante legislador russo chegou a chamar a medida americana de “pirataria total”, afirmando que a ação dos EUA representa uma escalada em alto mar e desrespeito às normas internacionais. Exigências e repercussões diplomáticas Além da crítica jurídica, a Rússia exigiu que os Estados Unidos garantam tratamento humano e decente à tripulação do navio e permitam seu retorno ao país o mais rápido possível, em meio ao atrito diplomático crescente entre Moscou e Washington. A apreensão do navio ocorre em um contexto de tensão geopolítica ligada às sanções contra a Venezuela e às disputas marítimas no Atlântico Norte, com a participação de navios russos nas proximidades durante a operação, embora não tenha havido confronto aberto entre as forças das duas potências. Leia também | “Vida de Bolsonaro está nas mãos da PGR”, diz Michelle após decisão de Moraes Tags: Rússia, Estados Unidos, petroleiro, direito marítimo, Convenção do Mar, Marinera, Atlântico, sanções, Venezuela, pirataria, diplomacia

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Marilia Costa

“Vida de Bolsonaro está nas mãos da PGR”, diz Michelle após decisão de Moraes

Ex-primeira-dama critica postura do STF e reforça disputa por exames médicos do ex-presidente A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (6) que a saúde e a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro estão agora “nas mãos da Procuradoria-Geral da República (PGR)”, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinar que a PGR se manifeste sobre novo pedido da defesa para exames médicos solicitados depois que Bolsonaro sofreu uma queda e bateu a cabeça enquanto está detido na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Controvérsia sobre atendimento médico após queda Bolsonaro sofreu a queda dentro da cela na sede da PF, onde cumpre pena, e a equipe médica oficial informou que ele recebeu atendimento após relatar o incidente, constatando ferimentos leves e sem sinais de déficit neurológico. A defesa havia solicitado que o ex-presidente fosse levado a um hospital para realizar exames mais detalhados — como ressonância magnética, tomografia computadorizada e eletroencefalograma —, mas o pedido foi inicialmente negado por Moraes por falta de indicação de necessidade de remoção urgente. Segundo Michelle, Bolsonaro já estava de jejum para a ressonância quando foi impedido de ser levado ao hospital. Ao ser questionada sobre a decisão do ministro, ela afirmou que, depois da negativa, o processo foi encaminhado para a PGR, e por isso a vida e a saúde do ex-presidente agora dependem da manifestação do órgão. Críticas à condução do caso Michelle Bolsonaro criticou duramente a atuação de Moraes e a forma como a situação médica de seu marido está sendo tratada pela Justiça e pela Polícia Federal, alegando que a PF não teria autonomia para remover Bolsonaro da prisão, mesmo após a queda. Ela também relatou incertezas sobre quanto tempo o ex-presidente ficou desacordado e afirmou que solicitou um relatório detalhado sobre a sequência de eventos desde a abertura da cela. A ex-primeira-dama destacou que a família não tem clareza sobre o que de fato aconteceu e expressou preocupação com a lentidão na autorização para os procedimentos médicos desejados. Leia também |IPTU Fortaleza 2026 tem até 10% de desconto e 11 parcelas Tags: Michelle Bolsonaro, Jair Bolsonaro, PGR, Alexandre de Moraes, STF, Polícia Federal, saúde, política, Brasil

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Carlos Henrique Costa

Três municípios do CE podem ter eleições em março

Três municípios do Ceará estão próximos de realizar eleições suplementares em março de 2026, conforme análises e decisões recentes da Justiça Eleitoral. As possíveis votações ocorrem em função de lacunas nos cargos de prefeitos e vice-prefeitos, demandando a definição dos novos representantes por meio das urnas. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Quais cidades podem ter eleições em março As cidades cearenses com cenário eleitoral em aberto são: Esses municípios ainda aguardam deliberações formais da Justiça Eleitoral estadual para oficialização das datas e dos respectivos editais de convocação. Por que as eleições podem ser convocadas A possibilidade de eleições em março está relacionada a decisões judiciais que afastaram ou deixaram vagas os cargos de prefeitos e/ou vice-prefeitos em determinados municípios do Estado. Nesses casos, a legislação eleitoral prevê que, quando houver vacância nos cargos executivos, seja realizada eleição suplementar para escolher os novos representantes dentro de um prazo específico. A Justiça Eleitoral do Ceará atua agora na análise dos prazos e das condições estabelecidas por lei para convocar e organizar os pleitos nos três municípios. O impacto para a política local A realização de eleições em março deverá movimentar o cenário político local, com partidos articulando candidaturas, mobilização de eleitores e debates sobre propostas de governo para as comunidades envolvidas. As eleições suplementares costumam atrair atenção da população local e podem influenciar alianças e estratégias das legendas para o calendário eleitoral mais amplo de 2026. Os editais com datas, locais de votação e prazos de registro de candidaturas devem ser publicados em breve, seguindo as normas da Justiça Eleitoral. Leia também | Fortaleza intensifica limpeza de canais com histórico de alagamentos antes da quadra chuvosa Tags: eleições suplementares Ceará, eleições março 2026, política Ceará, Aurora CE, Maranguape CE, Ocara CE, Justiça Eleitoral, eleições municipais, pleitos locais

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Carlos Henrique Costa

PF diz que transferência de Bolsonaro para hospital depende do STF

06 de janeiro de 2026 – A Polícia Federal (PF) informou nesta terça-feira que qualquer transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para um hospital dependerá de análise e autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração veio após questionamentos sobre a possibilidade de tratamento médico fora da Superintendência da PF, onde Bolsonaro cumpre pena. Posição oficial da Polícia Federal Em resposta a questionamentos da imprensa, a PF ressaltou que não pode promover qualquer transferência médica sem uma determinação explícita do STF, que envolve avaliação de riscos, segurança e logística. A instituição afirmou que a decisão sobre uma eventual saída para atendimento hospitalar também precisa levar em consideração as condições de custódia do ex-presidente e os protocolos de segurança determinados pela Justiça. Segundo a PF, essa orientação se baseia em precedentes e na necessidade de garantir a integridade física de Bolsonaro e de terceiros envolvidos no deslocamento. Qualquer pedido de transferência para atendimento especializado deve ser submetido ao STF, que avaliará a necessidade médica e os aspectos de segurança. Contexto da situação de saúde de Bolsonaro O ex-presidente Jair Bolsonaro tem passado por monitoramento e avaliações médicas regulares enquanto cumpre pena na Superintendência da PF em Brasília. Em períodos recentes, ele necessitou de exames e procedimentos que foram realizados dentro das dependências autorizadas pelo STF. A definição de novas transferências tem gerado debates sobre a extensão dos direitos de saúde de presos de alta complexidade, especialmente em casos de figuras públicas. Defensores de Bolsonaro argumentam que o ex-presidente precisa de maior atenção médica, enquanto autoridades judiciais destacam a importância de garantir que qualquer movimento seja feito dentro da legalidade e com aval do STF para evitar incidentes e garantir segurança jurídica. Leia também | EUA querem parar navio ligado à Venezuela Tags: Polícia Federal, Jair Bolsonaro, STF, transferência hospitalar, decisão judicial, saúde de Bolsonaro, prisão de Bolsonaro, segurança pública, política brasileira

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Carlos Henrique Costa

Moraes autoriza visitas permanentes de filhos de Bolsonaro à prisão em Brasília

02 de janeiro de 2026 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, decidiu nesta sexta-feira permitir que os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) visitem o pai na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília sem necessidade de novas autorizações judiciais. A medida tem caráter permanente, mas deve respeitar regras rígidas de horários e duração das visitas. ​​​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Decisão do STF e regras para as visitas Segundo o despacho, a autorização se aplica aos filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro e também à filha menor Laura Bolsonaro, além da enteada Letícia da Silva. Eles poderão visitar o ex-presidente sempre dentro dos horários estabelecidos pela portaria da PF, que determina que os encontros ocorram nas terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, com apenas duas pessoas por dia e tempo máximo de 30 minutos por visita. A decisão do ministro Moraes não exige que cada visita tenha autorização específica do STF, desde que todas as condições de segurança e rotina da Polícia Federal sejam cumpridas. robsonpiresxerife.com Contexto da prisão de Jair Bolsonaro Jair Bolsonaro voltou recentemente à Superintendência da PF para dar continuidade ao cumprimento de sua pena de 27 anos e 3 meses de prisão, após ter sido negado mais um pedido de prisão domiciliar pelo próprio ministro Moraes. Broadcast Antes disso, o ex-presidente havia sido internado no DF Star Hospital, em Brasília, para realização de exames e cirurgias — período em que também houve decisões específicas sobre visitas familiares. robsonpiresxerife.com Leia também | Eduardo Bolsonaro pode perder cargo de escrivão da PF se não voltar ao Brasil Tags: Alexandre de Moraes, Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro, Laura Bolsonaro, Letícia da Silva, STF, visitas na prisão, política brasileira

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