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Carlos Henrique Costa

Bolsonaro admitiu ter usado solda em tornozeleira eletrônica

22 de Novembro de 2025 – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu publicamente ter utilizado um ferro de solda para danificar a tornozeleira eletrônica que utilizava no cumprimento de medidas judiciais. A declaração foi feita em meio aos desdobramentos de seu processo judicial e a investigação sobre a violação do dispositivo de monitoramento. O uso da solda representa uma tentativa clara de adulteração do equipamento sob controle da Justiça, fato que agravou a situação do ex-presidente perante o sistema judiciário. A tornozeleira eletrônica é um instrumento fundamental para o cumprimento das penas em regime semiaberto ou domiciliar e seu dano configura descumprimento das medidas impostas. Esse episódio tem impacto direto nas decisões judiciais relativas à prisão preventiva de Bolsonaro, reforçando os argumentos das autoridades acerca do risco de fuga e da necessidade de monitoramento rigoroso, culminando em medidas mais severas adotadas pelo Supremo Tribunal Federal. A admissão de Bolsonaro tem provocado repercussões políticas e jurídicas, acrescentando complexidade ao caso e influenciando o debate público em relação à conduta do ex-presidente e o cumprimento das medidas legais. Leia também | Prisão de Bolsonaro movimenta a política nacional; veja as repercussões Tags: Jair Bolsonaro, tornozeleira eletrônica, solda, admissão, dano, monitoramento, STF, prisão, processo judicial, violação

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Política
Carlos Henrique Costa

Prisão de Bolsonaro movimenta a política nacional; veja as repercussões

22 de Novembro de 2025 – A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada neste sábado (22) pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), provocou forte mobilização e debates na política nacional. A decisão foi motivada por indícios de risco de fuga e tentativa do ex-presidente de violar a tornozeleira eletrônica, envolvendo uma condenação de 27 anos e três meses por crimes relacionados a uma trama golpista contra a democracia. Reações do campo governista A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que a prisão é legítima e respeitou os ritos do devido processo legal, destacando o fundamento da decisão baseado em riscos reais de fuga e na iminência do trânsito em julgado da condenação. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, ressaltou que “ninguém está acima da democracia” e viu a prisão como um marco histórico contra golpes e ditaduras. O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias, defendeu que a prisão garantiu a ordem pública diante da atuação política de Bolsonaro mesmo em prisão domiciliar, citando manifestações que buscavam intimidar o STF e a Polícia Federal. Opiniões da oposição e bolsonaristas A defesa de Bolsonaro manifestou “perplexidade” com a decisão, argumentando que o ex-presidente enfrenta problemas graves de saúde e reiterou que recorrerá da prisão. O senador Flavio Bolsonaro qualificou a prisão como “perseguição religiosa” e “guerra espiritual”, e manteve a convocação para vigília a favor de Bolsonaro. O senador Eduardo Bolsonaro declarou que vê a prisão como tentativa de cerceamento político e avaliou possibilidade de interrupção no pleito eleitoral de 2026 pelo enfraquecimento da direita, enquanto seu irmão vereador Carlos Bolsonaro denunciou plano para “silenciar” o ex-presidente. O irmão de Bolsonaro, Renato Bolsonaro, também criticou a prisão, afirmando ser uma medida política injustificada e alarmando para restrição do direito à manifestação pacífica. Reações de governadores e parlamentares Governadores como Tarcísio de Freitas (SP), Claudio Castro (RJ), Ronaldo Caiado (GO), Jorginho Mello (SC), Romeu Zema (MG) e ex-vice Hamilton Mourão se pronunciaram criticando a decisão, classificando-a como arbitrária, injusta ou abusiva. Deputados federais como Sóstenes Cavalcante e Marcel van Hattem denunciavam suposta perseguição e apontavam para politização da decisão judicial. Políticos bolsonaristas e aliados também expressaram insatisfação A senadora Damares Alves considerou a prisão injusta e pediu anistia parlamentar. O senador Rogério Marinho defendeu a fragilidade da saúde de Bolsonaro como argumento contra prisão em regime fechado. O deputado federal Zucco chamou o ato de “vingança”. Centrão e efeitos na política O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ponderou que a prisão reabre feridas da polarização e prejudica a imagem do Brasil, afetando, inclusive, a economia e emprego. O episódio do encarceramento de um ex-presidente reacende debates sobre a democracia brasileira, o respeito às instituições e a instabilidade política, com repercussões que prometem influenciar o cenário eleitoral e governamental nos próximos anos. Leia também | Tremembé tem 2ª temporada confirmada e mostrará Robinho em presídio Tags: Jair Bolsonaro, prisão preventiva, Alexandre de Moraes, STF, política nacional, respostas políticas, polarização, democracia, PL, governadores, deputados

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Carlos Henrique Costa

Defesa de Bolsonaro pede a Alexandre de Moraes que ele cumpra pena em prisão domiciliar

21 de Novembro de 2025 – A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolou nesta sexta-feira (21) um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando que Bolsonaro cumpra a pena a que foi condenado em prisão domiciliar. O ex-presidente foi condenado em setembro a 27 anos e três meses de prisão pelo envolvimento em uma trama golpista contra instituições democráticas. No documento enviado ao STF, os advogados ressaltam a saúde delicada de Bolsonaro, citando várias múltiplas comorbidades. Alegam que a alteração do regime prisional, atualmente em andamento, pode ter graves consequências para a vida e a integridade física do ex-presidente, representando um risco considerável ao seu bem-estar. A expectativa é que o ministro Alexandre de Moraes analise o pedido, considerando os argumentos médicos e jurídicos apresentados, antes de definir o regime prisional definitivo para Bolsonaro, que enfrenta um dos processos judiciais mais relevantes do cenário político brasileiro atual. O caso tem repercussão nacional e traz à tona debates sobre a aplicação da lei, os direitos dos réus e a segurança jurídica em processos envolvendo figuras públicas de grande visibilidade. Leia também | Guarda Municipal de Aracati terá novo Plano de Cargos e Carreiras para valorização profissional Tags: Jair Bolsonaro, Alexandre de Moraes, Supremo Tribunal Federal, STF, prisão domiciliar, defesa jurídica, condenação, trama golpista, comorbidades, processo judicial

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Carlos Henrique Costa

Lula indica Jorge Messias para ministro do Supremo Tribunal Federal

20 de Novembro de 2025 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta quinta-feira, 20 de novembro, a indicação de Jorge Messias para ocupar o cargo de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF). A nomeação visa preencher a vaga deixada pelo ministro Luis Roberto Barroso, que se aposentou da corte no último mês de outubro. Jorge Messias atualmente desempenha a função de chefe da Advocacia-Geral da União (AGU) e é o terceiro nome indicado por Lula em seu terceiro mandato presidencial. As indicações anteriores foram Cristiano Zanin, que substituiu Rosa Weber, e Flávio Dino, que tomou posse no lugar de Ricardo Lewandowski. De acordo com nota oficial divulgada pelo governo federal, a nomeação será publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União, reforçando a importância e urgência da confirmação do novo ministro durante o feriado nacional do Dia da Consciência Negra. O indicado deverá passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal e, consequentemente, pela aprovação no Plenário da Casa Legislativa para tomar posse formal como integrante do Supremo. Quem é Jorge Messias Jorge Messias é advogado, graduado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife (UFPE). Ele possui mestrado em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional pela Universidade de Brasília (UnB) em 2018, além de doutorado pela mesma instituição, obtido em 2023, onde também atuou como professor visitante. Ao longo da carreira pública, Messias ocupou cargos relevantes como subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais na Casa Civil, Secretário de Regulação e Supervisão do Ministério da Saúde e Consultor Jurídico do Ministério da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação. Também atuou na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e na Procuradoria do Banco Central, acumulando vasta experiência em regimes jurídicos e de regulação governamental. Com essa nomeação, o STF receberá um profissional com histórico sólido em experiências jurídicas estratégicas de nível federal, reforçando a capacidade técnica e o quadro de magistrados da Suprema Corte do Brasil. Leia também | Dono do Banco Master se reuniu com diretor do Banco Central horas antes da prisão Tags:  Luiz Inácio Lula da Silva, Jorge Messias, STF, Supremo Tribunal Federal, Advocacia-Geral da União, AGU, indicação, Senado, CCJ, nomeação

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Carlos Henrique Costa

Guarda Municipal de Aracati terá novo Plano de Cargos e Carreiras para valorização profissional

20 de Novembro de 2025 – Na manhã desta quarta-feira (19), em cerimônia realizada no Paço Municipal, a prefeita de Aracati, Roberta, oficializou a assinatura do projeto de lei que institui o novo Plano de Cargos e Carreiras da Guarda Municipal. A iniciativa visa promover maior reconhecimento e valorização desses profissionais que são essenciais à segurança e ao bem-estar da população local. O novo plano traz importantes avanços, incluindo a recriação do cargo de Guarda Municipal, que passará a contar com sete postos e classes distintos, com atribuições específicas e gerais claramente definidas para cada função. As promoções na carreira serão regidas por critérios objetivos de antiguidade e merecimento, garantindo transparência e motivação ao efetivo. Outro ponto relevante é a incorporação das gratificações de Trânsito e de Risco de Vida aos salários-base dos Guardas, além da oferta anual de cursos de formação e aperfeiçoamento, alinhados à grade curricular da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). A Guarda Municipal de Aracati foi criada oficialmente há 23 anos, em 19 de novembro de 2002, pelo então prefeito Dr. José Hamilton. A prefeita Roberta ressaltou a simbologia desta data ao valorizar os servidores: “Estou tendo a honra, como atual prefeita, de valorizar esses profissionais que são fundamentais para a segurança e o bem-estar da nossa população, exatamente há 23 anos após a criação desta instituição pelo pai”. Entre as novidades, consta também a regulamentação para o uso legal de arma de fogo pelos integrantes da Guarda Municipal, conforme as regras da Polícia Federal e alinhada à decisão do Supremo Tribunal Federal STF] de 2021, reforçando a segurança jurídica dos agentes. Além disso, está prevista a ampliação do quadro de cargos e a cessão de servidores para atuarem na segurança cidadã e patrimonial dos órgãos públicos municipais, demonstrando o compromisso da gestão em fortalecer a eficiência e o alcance da Guarda. A prefeita destacou ainda a importância da valorização dos servidores públicos, enfatizando exemplos como o pagamento do Piso da Enfermagem e agora o novo Plano de Cargos e Carreiras, que visa reconhecer o trabalho e o esforço dos guardas municipais. Leia também | UFC abre concurso com 66 vagas para professores e salários de até R$ 13 mil Tags: Guarda Municipal, Aracati, Plano de Cargos e Carreiras, prefeita Roberta, segurança pública, porte de armas, SENASP, valorização profissional, promoção, gratificações

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Carlos Henrique Costa

Bolsonaro tem direito a último recurso antes de prisão após condenação por tentativa de golpe

15 de novembro de 2025 – O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou, na noite desta sexta-feira (14), o julgamento dos primeiros recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros seis réus ligados à tentativa de golpe de Estado em 2022. A Primeira Turma do STF rejeitou por unanimidade todos os recursos apresentados, mas Bolsonaro ainda tem direito a um último recurso chamado embargos de declaração, que pode adiar o início do cumprimento da pena. O que são os embargos de declaração e qual o impacto? Após a publicação do acórdão do julgamento, prevista até terça-feira (18), será aberto prazo de cinco dias para a defesa apresentar embargos de declaração, que têm o objetivo de esclarecer eventuais omissões, contradições ou erros no julgamento. A rejeição definitiva deste recurso marca o trânsito em julgado, quando a condenação se torna definitiva e pode iniciar a execução da pena, que totaliza 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado. Possibilidades e próximos passos jurídicos O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, pode negar monocraticamente o recurso se entender que é protelatório, o que aceleraria o andamento e permitiria a decretação da prisão ainda neste mês de novembro. A prisão pode ocorrer em unidades como o Complexo Penitenciário da Papuda ou em cela especial na sede da Polícia Federal, conforme definições da Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal. A defesa de Bolsonaro também deve solicitar prisão domiciliar alegando idade avançada e condições clínicas, seguindo precedententes de ex-presidentes com doenças graves. Contexto político e repercussão A condenação por tentativa de golpe de Estado representa um marco na história política recente do Brasil e abre precedente para enfrentamento judicial de ações contra a ordem democrática. A decisão do STF reforça o papel da Justiça na preservação do estado de direito, enquanto o ex-presidente e seus apoiadores mobilizam recursos legais para reverter o resultado. Leia também | Justiça concede medidas protetivas a Célio Studart após denúncias de ameaças e perseguição Tags: Jair Bolsonaro, STF, último recurso, prisão, tentativa de golpe, Alexandre de Moraes, embargos de declaração, processo judicial, política brasileira

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Carlos Henrique Costa

Morre aos 70 anos ex-deputado estadual Augustinho Moreira, vítima de AVC

15 de novembro de 2025 – O ex-deputado estadual no Ceará, Augustinho Moreira (PV), faleceu na madrugada deste sábado (15), em Fortaleza, aos 70 anos, vítima de complicações decorrentes de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Internado desde o último dia 10 em hospital privado da capital cearense, Moreira deixa uma trajetória política marcada por dedicação ao serviço público e influência em uma família tradicional na política do estado. Velório e homenagens O velório de Augustinho Moreira está marcado para iniciar às 13 horas deste sábado no comitê e escritório político da família, localizado no bairro Carlito Pamplona, com duração até às 16 horas. Posteriormente, a cerimônia segue no átrio do plenário da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), a partir das 17 horas, para homenagens à trajetória pública do político. O sepultamento ocorrerá no domingo (16), às 9h, no Cemitério Jardim Metropolitano, no Eusébio. Trajetória política e legado familiar Augustinho Moreira vinha de uma família com forte histórico político. Seu pai, Agostinho Moreira, foi vereador de Fortaleza, assim como sua irmã, Leda Moreira, que também atuou como deputada estadual. O próprio Augustinho iniciou sua carreira política em 2000, com passagens pela Câmara Municipal de Fortaleza e pela Assembleia Legislativa do Ceará. Em 2014, o ex-deputado anunciou não buscar reeleição, citando motivos pessoais relacionados à saúde. Tentou retomar a carreira nos pleitos de 2020 e 2024, sem sucesso eleitoral pleno. Sua contribuição política foi marcada por atuação nos legislativos municipais e estaduais, além de liderar processos importantes para seu partido e sua base eleitoral. Legado e reconhecimento O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), deputado Romeu Aldigueri (PDT), lamentou a perda e ressaltou o legado deixado por Augustinho Moreira em serviço ao povo cearense, prestando solidariedade à família e amigos do político. A trajetória de Moreira reflete compromisso e perseverança na política regional, destacando-se pela continuidade da tradição familiar e pelos serviços prestados à sociedade. Leia também | Justiça concede medidas protetivas a Célio Studart após denúncias de ameaças e perseguição Tags: Augustinho Moreira, ex-deputado estadual, Ceará, AVC, política, velório, família Moreira, Assembleia Legislativa do Ceará, Fortaleza, Eusébio

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Política
Carlos Henrique Costa

Justiça concede medidas protetivas a Célio Studart após denúncias de ameaças e perseguição

15 de novembro de 2025 – A Justiça acatou pedido do Ministério Público do Ceará (MPCE) e concedeu medidas cautelares urgentes ao deputado federal cearense Célio Studart (PSD), na última quinta-feira, 13, após o parlamentar relatar ser vítima de perseguição, ameaças e tentativa de extorsão. A decisão judicial visa garantir a segurança do deputado e proíbe qualquer contato da médica veterinária Amanda Luiza, suspeita das ações, além de exigir distanciamento mínimo de 500 metros. Detalhes da decisão judicial e contexto do caso A determinação judicial proíbe qualquer aproximação ou comunicação entre Amanda Luiza e Célio Studart, seja por telefone, redes sociais, e-mail ou por terceiros, incluindo locais de trabalho, residência ou eventos públicos. O descumprimento pode acarretar em prisão preventiva da requerida. O deputado havia denunciado publicamente as ameaças e perseguições sofridas, relatando inclusive que a suspeita teria feito um ritual em cemitério envolvendo túmulos de sua família. Célio agradeceu o empenho do MPCE e ressaltou que casos de stalking não podem ser minimizados, garantindo o direito de representação pública com segurança. Denúncias e repercussão pública Em vídeo divulgado nas redes sociais, Célio detalhou que as práticas de extorsão, stalking e agressões verbais ultrapassaram limites, culminando em pedidos de quantias financeiras relacionadas a supostos “pecados” associados a ele. Amanda Luiza, por sua vez, negou as acusações, afirmando que a situação tem raízes em questões pessoais e profissionais mal resolvidas, negando qualquer perseguição. Leia também | Trump anuncia fim das tarifas para café, carne, banana e açaí Tags: Célio Studart, medidas protetivas, perseguição, ameaças, Ministério Público do Ceará, Justiça, stalking, extorsão, política Ceará, deputado federal

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Política
Carlos Henrique Costa

Glêdson Bezerra agradece apoio após rejeição de ação que pedia cassação de seu mandato em Juazeiro do Norte

14 de Novembro de 2025 – Após o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) rejeitar, por 5 votos a 1, a ação que solicitava a cassação do seu mandato à frente da Prefeitura de Juazeiro do Norte, o prefeito Glêdson Bezerra (Podemos) publicou um vídeo no Instagram agradecendo o suporte recebido durante todo o processo e após o resultado. A decisão do colegiado reverteu a condenação inicial que apontava uso indevido da máquina pública por meio da ampliação de programas sociais com finalidade eleitoral, argumentação que foi rejeitada no pleno da Corte. Glêdson destacou que cumpriu rigorosamente o que a lei prevê, mantendo um trabalho contínuo ao longo dos anos, incluindo o ano eleitoral. Defesa e reconhecimento à Justiça O gestor ressaltou o trabalho espetacular de seus advogados, que detalharam a defesa com planilhas e materiais que comprovaram a legalidade das ações da sua gestão. Ele afirmou ter se reunido com juízes eleitorais para explicar a situação e garantir a compreensão da realidade vivida em Juazeiro do Norte. Glêdson também manifestou reconhecimento à independência e altivez do Poder Judiciário cearense, afirmando que a decisão demonstra maturidade da Justiça em reconhecer atos legais e transparentes da administração municipal. Mensagem à população e adversários Enfatizando que venceu as eleições contra dificuldades e incertezas, Glêdson dirigiu palavras de agradecimento aos eleitores e à sua equipe e declarou que não seria justo que grupos sem voto tentassem derrotar a vontade popular. Ele sinalizou que será mais incisivo no futuro para rebater novas acusações, reafirmando seu compromisso com a transparência e a legalidade. Leia também | Explosão em depósito clandestino de fogos de artifício em São Paulo mata uma pessoa e deixa casas interditadas Tags: Glêdson Bezerra, Juazeiro do Norte, TRE-CE, ação de cassação, política, Justiça eleitoral, apoio, transparência, Poder Judiciário, eleição 2024

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Internacional
Marilia Costa

Revelações de mais de 20 mil documentos sobre Jeffrey Epstein implicam Donald Trump e pressionam lideranças globais

Documentos liberados pelo Congresso dos EUA mostram e-mails nos quais Epstein se refere a Trump como “quase insano” e “mamífero maluco”, reacendendo debate sobre suas relações. WASHINGTON — Um conjunto de mais de 20 mil documentos relacionados à investigação de Jeffrey Epstein foi divulgado recentemente, trazendo à tona declarações e trocas de e-mail que lançam nova luz sobre suas conexões com figuras de destaque, entre elas o ex-presidente Donald Trump. Principais revelações Entre os documentos, destaca-se um e-mail de 22 de dezembro de 2018 em que Epstein descreve Trump como “beirando a insanidade” (“almost insane”). Em outro envio de 28 de janeiro de 2017, Epstein usa linguagem explícita para se referir a Trump como “maluco pra c***”, após o então presidente assinar a ordem sobre sanções a cidadãos de países de maioria muçulmana. Além disso, os papéis revelam que Epstein recebeu informações sobre negociações envolvendo o avião particular de Trump e estava atento aos negócios do ex-presidente desde ao menos 2011. Impacto político e jurídico Embora nenhum dos documentos mostre diretamente Trump como réu, as revelações reacendem questionamentos sobre seu passado próximo a Epstein e seu círculo de aliados. Especialistas afirmam que o volume e o teor das informações divulgadas podem gerar novas investigações ou ampliar pressões políticas nos EUA.As lideranças globais agora enfrentam mais um capítulo de escrutínio sobre redes de poder, tráfico sexual e impunidade — temas que ganham força em fóruns internacionais e fóruns de direitos humanos. Próximos passos Com a divulgação parcial dos arquivos, o público e a imprensa aguardam novas remessas de documentos e novas ações judiciais. Em paralelo, cresce o debate de que a total transparência desses arquivos é crucial para fortalecer a confiança nas instituições. Tags: Jeffrey Epstein, Donald Trump, documentos Epstein 20 mil, investigação Epstein Trump, escândalo Epstein, política internacional, relações poder EUA, direitos humanos EUA, redes de tráfico sexual, arquivos Epstein

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