Rapadura Digital
Renan Carvalho, CEO da BIGDOOH, durante missão empresarial sobre tendências digitais
Economia
Carlos Henrique Costa

CEO da BIGDOOH acompanha tendências do TikTok em São Paulo

Renan Carvalho participa de missão empresarial sobre publicidade digital, entretenimento e comércio eletrônico O empresário cearense Renan Carvalho, CEO da BIGDOOH, participa de uma missão empresarial em São Paulo. A agenda aborda as mudanças no mercado digital e as novas tendências de consumo e publicidade. Entre os destaques, está uma imersão no universo do TikTok. A plataforma amplia sua atuação para além das redes sociais. Além disso, disputa a atenção do público com serviços de entretenimento, como Netflix e Disney+. A programação também inclui o TikTok Shop. A ferramenta integra conteúdos digitais e comércio eletrônico. Dessa forma, abre novas possibilidades para empresas, marcas e produtores de conteúdo. TikTok aproxima entretenimento e comércio digital Durante a missão, Renan Carvalho acompanha discussões sobre as mudanças no comportamento dos consumidores. Nesse contexto, as plataformas digitais aproximam entretenimento, publicidade e compras. Além disso, vídeos e conteúdos digitais ajudam o público a descobrir produtos e marcas. Por isso, as empresas buscam novas formas de se conectar com os consumidores. Para o CEO da BIGDOOH, compreender essas transformações é fundamental para acompanhar os novos hábitos de consumo. “O TikTok deixou de ser apenas uma rede social para se tornar um motor de cultura, entretenimento e consumo. Para as empresas, entender essa mudança é fundamental para acompanhar o comportamento das novas gerações e identificar oportunidades de conexão com o público”, destaca Renan Carvalho. Publicidade digital ganha espaço nas estratégias empresariais À frente da BIGDOOH, Renan Carvalho acompanha tendências que transformam a comunicação. Nesse sentido, a missão empresarial em São Paulo permite conhecer iniciativas e discutir novos modelos de negócio. A agenda também aborda a integração entre audiência, conteúdo e tecnologia. Com isso, as empresas podem identificar oportunidades para suas estratégias de publicidade. Ao mesmo tempo, o mercado digital passa por mudanças na forma de alcançar consumidores. Assim, marcas e negócios buscam experiências que aproximem comunicação e comércio. A participação de Renan Carvalho na missão reforça o acompanhamento dessas tendências. O objetivo é compreender os movimentos do setor e as oportunidades que surgem com a evolução das plataformas digitais. Leia mais | Tudo em família: 1 em cada 3 deputados eleitos no Ceará tem marido ou esposa na política Tags: BIGDOOH, Renan Carvalho, TikTok, TikTok Shop, Publicidade digital, Marketing digital, Comércio eletrônico, Mercado digital, Negócios, São Paulo, Empreendedorismo, Portal Rapadura Digital

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Produção agrícola do Ceará alcança recorde de R$ 6,64 bilhões em 2025
Economia
Carlos Henrique Costa

Safra do Ceará bate recorde de R$ 6,64 bilhões em 2025

Produção agrícola do Estado cresceu 60% em cinco anos, segundo levantamento divulgado pelo IBGE A produção agrícola do Ceará alcançou R$ 6,64 bilhões em 2025, o maior valor registrado na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 1974. Além disso, o resultado representa crescimento de 60% em relação a 2021, quando a produção estadual movimentou R$ 4,12 bilhões. Os dados fazem parte da Produção Agrícola Municipal (PAM) 2025, divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (17). Segundo o levantamento, a agricultura cearense manteve uma trajetória de expansão nos últimos anos, embora tenha registrado oscilações entre os períodos. Ceará mantém posição entre os maiores produtores Apesar do crescimento, o Ceará ocupa a 17ª posição entre os estados brasileiros em valor da produção agrícola. O Mato Grosso lidera o ranking nacional, com uma safra avaliada em R$ 165,6 bilhões em 2025. Por outro lado, o resultado cearense mostra uma expansão significativa quando considerado o período de cinco anos. Em termos proporcionais, o crescimento de 60% registrado pelo Ceará ficou entre os mais expressivos entre os principais estados produtores do país. Além do Ceará, Pará, Espírito Santo e Rio de Janeiro também apresentaram altas relevantes no período. Mandioca e melão estão entre os destaques A PAM contabilizou 45 produtos agrícolas cultivados no Ceará em 2025. Entre esses cultivos, a mandioca continua como um dos principais destaques da produção estadual. A produção da raiz passou de 817 mil toneladas em 2024 para 962 mil toneladas em 2025. Dessa forma, o volume se aproxima da marca de 1 milhão de toneladas, alcançada pela última vez em 1995. Outro avanço significativo ocorreu com o melão. A produção estadual passou de 70 mil toneladas em 2024 para 120 mil toneladas em 2025. Ao todo, 17 produtos registraram aumento na produção em relação ao ano anterior. Entre eles estão: Produção de alguns cultivos caiu Por outro lado, 18 produtos apresentaram redução na produção em 2025. Entre os cultivos que tiveram queda estão castanha-de-caju, coco, mamão e manga. Além disso, o levantamento registrou forte redução na produção de sorgo e milho em grão. A produção de sorgo caiu de 174 toneladas em 2024 para seis toneladas em 2025, uma redução superior a 96%. Já no caso do milho em grão, o volume passou de 398 mil toneladas para 277 mil toneladas, uma redução de 121 mil toneladas. Segundo o IBGE, a forma de contabilização do milho foi alterada no levantamento. O milho em grão passou a ser registrado separadamente do milho verde, produzido em espiga. Com isso, a mudança segue uma padronização com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), pesquisa mensal do IBGE utilizada como referência preliminar para os dados consolidados da PAM. Entre os produtos que tiveram queda estão: Dez produtos passam a ser contabilizados A edição de 2025 da PAM também incluiu dez produtos que passaram a ser contabilizados no levantamento no Ceará. Nesse contexto, a mudança está relacionada à padronização entre a PAM e o LSPA. Entre as novidades está o milho verde, que passou a ser mensurado separadamente do milho em grão. Além disso, aparecem na nova relação produtos como acerola, morango, alface e pimentão. Embora já houvesse produção desses itens no Estado, os dados mais recentes disponíveis para alguns deles estavam no Censo Agropecuário de 2017. Os dez produtos são: IBGE não contabiliza 30 produtos no Ceará A PAM de 2025 também apresenta 30 produtos cuja produção não é contabilizada no Ceará. Nesse caso, a relação reúne cultivos que não são produzidos no Estado ou que não possuem produção registrada pelo levantamento. Entre eles estão batata-inglesa, inhame, maçã, pêssego, caqui, trigo e repolho. Ao todo, fazem parte da lista: Leia também | Ceará supera Pernambuco em exportações Tags: Ceará, agricultura, safra, IBGE, produção agrícola, mandioca, melão, agro, economia, Portal Rapadura Digital

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Bilionários do Ceará na lista da Forbes 2026
Economia
Carlos Henrique Costa

Ceará perde 8 bilionários da Forbes em 2026

Estado passou de 18 para 11 nomes no ranking; maior parte das saídas envolve as famílias Dias Branco e Pinheiro Koren de Lima O Ceará passou a ter 11 bilionários na lista da Forbes de 2026. O número representa uma redução de 38,9% em relação ao ano passado, quando 18 cearenses apareciam no ranking. A queda ocorre principalmente entre integrantes das famílias Dias Branco e Pinheiro Koren de Lima. Além disso, o levantamento também registrou mudanças entre os empresários ligados ao setor educacional. Entre os nomes que deixaram a lista estão herdeiros de Maria Consuelo Leão Dias Branco e de Cândido Pinheiro Koren de Lima. Por outro lado, novos integrantes passaram a representar suas famílias no ranking. Quem deixou a lista da Forbes A família Dias Branco teve cinco nomes fora do ranking de 2026. São eles: No caso de Francisco Marcos Saraiva Leão Dias Branco, a saída também está relacionada à sua morte, em maio de 2026. Ele tinha 61 anos. Além disso, dois herdeiros da família Pinheiro Koren de Lima também deixaram a lista. Cândido Pinheiro Koren de Lima Júnior e Jorge Fontoura Pinheiro Koren de Lima tinham patrimônio estimado em R$ 1,6 bilhão cada no levantamento anterior. Outro nome que deixou o ranking foi Oto de Sá Cavalcante, presidente do Colégio Ari de Sá. Ele morreu em junho de 2026, aos 80 anos. Entretanto, a família continuou representada. Seu filho, Ari de Sá Cavalcante Neto, entrou na lista deste ano com patrimônio estimado em R$ 3,9 bilhões. Fortuna das famílias caiu A lista de 2026 também mostra uma redução significativa no patrimônio atribuído às famílias Dias Branco e Pinheiro Koren de Lima. Em 2025, Maria Consuelo Leão Dias Branco tinha uma fortuna estimada em R$ 2,9 bilhões. Somados os patrimônios dos filhos, a família alcançava aproximadamente R$ 8 bilhões. Agora, entretanto, o patrimônio atribuído à empresária caiu para R$ 2,1 bilhões. A redução foi ainda maior entre os integrantes da família controladora da Hapvida. Em 2025, Cândido Pinheiro, junto com os dois filhos que apareciam na lista, somava cerca de R$ 14 bilhões. Naquele levantamento, apenas Cândido Pinheiro tinha patrimônio estimado em R$ 10,8 bilhões. Em 2026, porém, a fortuna atribuída ao empresário caiu para R$ 2,9 bilhões. Quem são os bilionários do Ceará em 2026 Apesar da redução no número de representantes, o Ceará continua com empresários entre as maiores fortunas do Brasil. Confira os 11 nomes que aparecem na lista da Forbes: 1. Mário Araripe Idade: 71 anosPosição no Brasil: 20ºPosição no Ceará: 1ºPatrimônio: R$ 20,3 bilhõesEmpresa: Casa dos VentosSetor: Energia Mário Araújo Alencar Araripe lidera o ranking entre os bilionários cearenses. O empresário é fundador da Casa dos Ventos e tem sua fortuna ligada principalmente ao setor de energia. 2. Amarílio Macêdo Idade: 81 anosPosição no Brasil: 90ºPosição no Ceará: 2ºPatrimônio: R$ 4,3 bilhõesEmpresa: J. MacêdoSetor: Alimentos Amarílio Proença de Macêdo ocupa a segunda posição entre os cearenses. Sua fortuna está relacionada ao grupo J. Macêdo, do setor de alimentos. 3. Ari de Sá Cavalcante Neto e família Idade: 47 anosPosição no Brasil: 93ºPosição no Ceará: 3ºPatrimônio: R$ 3,9 bilhõesEmpresa: Arco EducaçãoSetor: Educação Ari de Sá Cavalcante Neto entrou na lista após a saída de seu pai, Oto de Sá Cavalcante. Dessa forma, a família continua entre os bilionários do Ceará. 4. Carlos Francisco Ribeiro Jereissati Idade: 80 anosPosição no Brasil: 118ºPosição no Ceará: 4ºPatrimônio: R$ 3,2 bilhõesEmpresa: IguatemiSetor: Shopping centers Carlos Francisco Ribeiro Jereissati aparece na quarta posição entre os cearenses. O empresário está ligado ao Grupo Jereissati e ao setor de shopping centers. 5. Cândido Pinheiro Koren de Lima Idade: 80 anosPosição no Brasil: 143ºPosição no Ceará: 5ºPatrimônio: R$ 2,9 bilhõesEmpresa: HapvidaSetor: Saúde Fundador da Hapvida, Cândido Pinheiro continua entre os bilionários cearenses. Entretanto, seu patrimônio estimado caiu de forma expressiva em relação ao levantamento de 2025. 6. Maria Consuelo Leão Dias Branco Idade: 91 anosPosição no Brasil: 167ºPosição no Ceará: 6ºPatrimônio: R$ 2,1 bilhõesEmpresa: M. Dias BrancoSetor: Alimentos Maria Consuelo Leão Dias Branco é a sexta maior fortuna do Ceará no ranking de 2026. A empresária é ligada à M. Dias Branco, uma das principais empresas brasileiras do setor de alimentos. 7. Francisco Deusmar de Queirós e família Idade: 79 anosPosição no Brasil: 197ºPosição no Ceará: 7ºPatrimônio: R$ 1,5 bilhãoEmpresa: Pague MenosSetor: Varejo Fundador da rede de farmácias Pague Menos, Francisco Deusmar de Queirós aparece novamente entre os bilionários cearenses. 8. José Roberto Nogueira Idade: 62 anosPosição no Brasil: 205ºPosição no Ceará: 8ºPatrimônio: R$ 1,4 bilhãoEmpresa: BrisanetSetor: Tecnologia José Roberto Nogueira é fundador da Brisanet. A empresa atua no setor de telecomunicações e tem sede em Pereiro, no interior do Ceará. 9. Everardo Ferreira Telles e família Idade: 81 anosPosição no Brasil: 219ºPosição no Ceará: 9ºPatrimônio: R$ 1,3 bilhãoEmpresa: Grupo TellesSetor: Diversos segmentos Everardo Ferreira Telles aparece na nona posição entre os bilionários cearenses. O empresário é conhecido por sua atuação empresarial e pela antiga ligação com a Ypióca. 10. Lauro Fiúza e Pedro Fiúza Idade: 80 e 46 anosPosição no Brasil: 219ºPosição no Ceará: 10ºPatrimônio: R$ 1,3 bilhãoEmpresa: Grupo ServtecSetor: Energia solar Lauro Fiúza e Pedro Fiúza aparecem juntos no ranking. A família atua principalmente no setor de energia, com destaque para projetos de energia solar. 11. Família e participação no ranking O levantamento da Forbes reúne os patrimônios individuais e familiares de acordo com os critérios adotados pela publicação. Por isso, alguns empresários aparecem acompanhados da indicação de família. O resultado mostra que, mesmo com a redução do número de nomes, o Ceará continua representado entre as maiores fortunas do país. O que mudou em relação a 2025 Ao todo, oito nomes que apareciam na lista de 2025 deixaram o ranking de 2026: Portanto, a principal mudança na lista deste ano envolve a redução das fortunas familiares e a saída de herdeiros que apareciam individualmente no ranking anterior. Além disso, a morte de dois empresários também provocou alterações na composição da lista. No caso do setor educacional, Ari de Sá Cavalcante Neto assumiu o lugar ocupado anteriormente por

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Feira Fama 2026 reúne expositores em Paraipaba no Ceará
Economia
Carlos Henrique Costa

Feira Fama 2026 reúne 130 expositores em Paraipaba

Evento gratuito começa nesta sexta-feira (28) e segue até domingo (30), com artesanato, gastronomia, cultura, inovação e música. A Feira Fama 2026 inicia nesta sexta-feira (28), em Paraipaba, no Litoral Oeste do Ceará, a programação do circuito no interior do Estado. Com entrada gratuita, o evento segue até domingo (30) e, além disso, reúne empreendedorismo, cultura, inovação, gastronomia e economia criativa. A Federação das Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará (Femicro Ceará) promove a iniciativa em parceria com o Sebrae Ceará. Além disso, o Banco do Nordeste patrocina o evento, que também conta com apoio institucional do Sistema Fecomércio Ceará, por meio do Sesc e Senac, e da Prefeitura de Paraipaba. Cerca de 130 expositores participam da feira, representando segmentos como artesanato, moda, gastronomia, agricultura familiar e serviços. Durante os três dias, portanto, o público poderá conhecer e adquirir produtos, além de participar de oficinas, desfiles, apresentações culturais e atrações musicais. Dessa forma, a organização estima que os três dias de atividades movimentem aproximadamente R$ 250 mil em vendas. Feira Fama aposta em inovação para pequenos negócios Em 2026, a Feira Fama adota o tema “Empreender é o Nosso Jogo”. A partir dessa proposta, o evento relaciona o universo esportivo ao empreendedorismo e destaca características como resiliência, criatividade, trabalho em equipe e superação. De acordo com a presidente da Femicro Ceará, Dalvani Mota, a feira também busca estimular os participantes a desenvolverem novos produtos e técnicas. “A Feira Fama é preparada com antecedência para incentivar os expositores a inovarem em suas coleções, criarem novos produtos e desenvolverem novas técnicas. Também aproximamos as universidades desse processo, fortalecendo a inovação e a competitividade dos pequenos empreendedores”, afirma. Além da inovação, Dalvani destaca a importância do evento para a valorização da produção local e para o fortalecimento da economia de Paraipaba. “É uma oportunidade para comprar, conhecer novos produtos, prestigiar nossos empreendedores e fortalecer os pequenos negócios de Paraipaba. Comprando de quem empreende, você fortalece a nossa economia local”, destaca. Circuito passa por diferentes municípios A Feira Fama adotou o formato itinerante em 2023 para ampliar a presença do evento em diferentes regiões do Ceará. Desde então, a iniciativa passou a levar a programação para outros municípios. Neste ano, o circuito começou em julho, em Fortaleza. Na sequência, a programação chegará a Paracuru, em setembro; Cedro, em novembro; e Pacajus, em dezembro. Serviço Feira Fama Paraipaba 2026 Data: 28 a 30 de agostoHorário: das 17h às 22hLocal: em frente à Igreja Matriz de Paraipaba, na Rua Luís Braga, esquina com a Rua Domingos BarrosoEntrada: gratuitaInstagram: @feirafama Tags: Feira Fama 2026, Paraipaba, Ceará, Femicro Ceará, Sebrae Ceará, empreendedorismo, pequenos negócios, economia criativa, artesanato, gastronomia, agricultura familiar, cultura, inovação, turismo, eventos no Ceará Leia mais | Economia: Salário mínimo pode chegar a R$ 1.741 em 2027

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Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívidas
Economia
Carlos Henrique Costa

Negócios: Após demissões em massa, Casas Bahia pede recuperação judicial

Grupo busca renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas após fechar 298 lojas e demitir funcionários O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo neste domingo (16). A medida envolve, além da própria companhia, outras nove empresas do grupo e tem como objetivo renegociar aproximadamente R$ 17,3 bilhões em dívidas. O pedido ocorre após uma nova rodada de redução de custos da varejista, que fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários. Mesmo diante da recuperação judicial, a Casas Bahia informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda. Portanto, segundo a companhia, o processo não provoca, neste momento, impacto relevante para os consumidores. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, unidade especializada em falências e recuperações judiciais. Por causa do caráter de urgência, os acionistas ainda precisarão ratificar a decisão em Assembleia Geral Extraordinária. Casas Bahia aponta dificuldades financeiras Em comunicado, a companhia atribuiu a necessidade de reestruturação a fatores como juros elevados, restrição ao crédito, aumento dos custos financeiros e queda no consumo. Além disso, o grupo afirmou que não conseguiu captar recursos considerados importantes para reforçar o caixa. Segundo a empresa, a recuperação judicial representa uma etapa da reestruturação financeira e busca preservar a continuidade das atividades, proteger a geração de valor no futuro e organizar o pagamento das obrigações. Varejista fechou 298 lojas A nova rodada de cortes atingiu a estrutura física e o quadro de funcionários da Casas Bahia. A empresa fechou 298 unidades, o equivalente a aproximadamente 28,7% da rede física que terminou 2025 com 1.042 lojas. De acordo com informações da área de relações com investidores da companhia, 29 unidades funcionavam no Ceará em maio de 2026. Segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico, cerca de 600 funcionários foram desligados na quinta-feira (13), enquanto outros 1,3 mil a 1,4 mil cortes estavam previstos para a sexta-feira (14). A reportagem também aponta a possibilidade de o número total de demissões chegar a aproximadamente 3 mil funcionários. Grupo já recorreu à recuperação extrajudicial A crise financeira da Casas Bahia não é recente. Em 2024, a companhia recorreu à recuperação extrajudicial para renegociar aproximadamente R$ 4 bilhões em dívidas. Agora, o grupo busca uma reestruturação mais ampla, envolvendo cerca de R$ 17,3 bilhões em obrigações. No primeiro trimestre de 2026, a varejista registrou prejuízo líquido de aproximadamente R$ 1,1 bilhão. Apesar do resultado negativo, a receita bruta consolidada cresceu 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e chegou a R$ 8,8 bilhões. As vendas digitais de produtos próprios avançaram 26% no período. Por outro lado, as vendas realizadas nas lojas físicas recuaram 1,8%. A companhia também adiou a divulgação do balanço financeiro referente ao segundo trimestre de 2026. Leia também | Mega-Sena acumula e chega a R$ 38 milhões Tags: Casas Bahia, Grupo Casas Bahia, recuperação judicial, recuperação judicial Casas Bahia, Casas Bahia recuperação judicial, R$ 17,3 bilhões, dívidas Casas Bahia, crise Casas Bahia, crise financeira, recuperação extrajudicial, recuperação extrajudicial Casas Bahia, demissões Casas Bahia, demissão em massa, demissões, fechamento de lojas, lojas Casas Bahia, varejo, varejista, comércio, comércio eletrônico, e-commerce, economia, negócios, empresas, empresas brasileiras, mercado, mercado financeiro, reestruturação financeira, reestruturação empresarial, Justiça de São Paulo, São Paulo, Foro Central Cível de São Paulo, funcionários, empregos, cortes de funcionários, redução de custos, juros, crédito, consumo, prejuízo Casas Bahia, receita Casas Bahia, balanço Casas Bahia, Casas Bahia Ceará, lojas Casas Bahia no Ceará, Ceará, INSS, Portal Rapadura Digital

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Volante da Mega-Sena com prêmio de R$ 150 milhões em jogo
Economia
Carlos Henrique Costa

Prêmio de R$ 150 milhões da Mega-Sena pode render mais de R$ 1 milhão por mês; veja simulações

Sorteio do concurso 3.038 acontece na noite desta quinta-feira (6) A Caixa Econômica Federal realiza, na noite desta quinta-feira, 6 de agosto, o sorteio do concurso 3.038 da Mega-Sena. O prêmio está estimado em R$ 150 milhões. Imagine aplicar esse valor por um ano em investimentos como poupança, LCI, LCA ou Tesouro Direto. Nesse cenário, o rendimento mensal ultrapassaria R$ 1 milhão. Em alguns casos, poderia até chegar a R$ 1,5 milhão. Por isso, o Diário do Nordeste simulou alguns desses cenários. Poupança Na poupança, o valor acumulado de rendimentos após um ano seria de R$ 12.580.364,27. O cálculo é da calculadora de investimentos do Valor Econômico. Isso equivale, em média, a R$ 1.048.363 por mês. Vale destacar um detalhe importante: a poupança não tem cobrança de Imposto de Renda. Assim, esse rendimento fica preservado por completo. Tesouro Selic Já no Tesouro Selic, o cenário muda um pouco. A rentabilidade bruta é de 14,15%, mas cai para 11,45% líquidos após a cobrança de Imposto de Renda. Mesmo assim, o prêmio renderia R$ 17.168.175 ao longo do ano. Isso representa uma média mensal de R$ 1.430.681,25, também segundo a calculadora do Valor Econômico. Leia mais | Sistema Fecomércio fortalece candidatura da Chapada do Araripe à Unesco em encontro com ministro do Meio Ambiente Tags: Mega-Sena, concurso 3.038, Caixa Econômica Federal, poupança, Tesouro Selic, investimentos, prêmio milionário, loteria

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Unidade da SINOBRAS em Marabá após modernização industrial de R$ 200 milhões.
Economia
Carlos Henrique Costa

SINOBRAS conclui modernização de R$ 200 milhões e amplia capacidade produtiva no Pará

Após mais de dois meses de intervenções, a unidade retoma as operações com mais tecnologia, produtividade, segurança e competitividade. A SINOBRAS, siderúrgica do Grupo Aço Cearense instalada em Marabá (PA), concluiu a modernização das operações da aciaria e do lingotamento contínuo após investir R$ 200 milhões na unidade. Com isso, a empresa inicia uma nova fase de crescimento, marcada pelo aumento da capacidade produtiva, maior eficiência operacional e avanços em segurança e qualidade. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Além disso, as intervenções foram realizadas ao longo de mais de dois meses de forma planejada, permitindo a retomada das atividades com equipamentos atualizados e tecnologias mais modernas. Dessa forma, a companhia fortalece sua posição no mercado siderúrgico e amplia sua capacidade de atender à demanda do setor. Modernização amplia eficiência e produtividade O projeto contemplou a atualização de equipamentos e a incorporação de novas tecnologias voltadas à otimização dos processos industriais. Como resultado, a aciaria passou a operar com maior estabilidade, confiabilidade e eficiência. Ao mesmo tempo, as melhorias elevaram os padrões de segurança das operações e contribuíram para aprimorar a qualidade dos produtos fabricados pela empresa. Segundo a SINOBRAS, os investimentos também aumentam a competitividade da indústria e reforçam sua estratégia de crescimento sustentável. Investimento fortalece operações industriais O diretor Industrial do Grupo Aço Cearense, Milton Lima, explica que a aciaria é a etapa da siderurgia responsável por transformar ferro-gusa e sucata metálica em aço por meio de processos de refino que ajustam a composição química e a temperatura do material. Já o lingotamento contínuo corresponde à etapa em que o aço líquido é solidificado de forma automatizada em tarugos, que posteriormente seguem para os processos de laminação e fabricação dos produtos finais. “A modernização da aciaria e do lingotamento fortalece a capacidade da SINOBRAS de atender às necessidades do mercado com mais eficiência, qualidade e segurança. Além disso, os investimentos ampliam nossa produtividade e garantem maior estabilidade operacional, permitindo que a empresa continue crescendo de forma sustentável e oferecendo soluções cada vez mais competitivas aos nossos clientes“, destaca Milton Lima. Capacidade produtiva é ampliada Com a modernização, o sistema de lingotamento contínuo teve sua capacidade produtiva ampliada. Agora, a unidade está preparada para produzir tarugos de 160 x 160 milímetros, destinados à Laminação 2 da siderúrgica. Ao mesmo tempo, a empresa mantém a produção do mix de tarugos de 130 x 130 milímetros, utilizados na Laminação 1. Assim, a SINOBRAS amplia sua flexibilidade operacional, melhora o desempenho industrial e fortalece a qualidade dos produtos oferecidos ao mercado. Leia mais | Campeonato de Farmar Aura estreia em Fortaleza com evento inspirado no Homem-Aranha Tags: SINOBRAS, Grupo Aço Cearense, siderurgia, Marabá, Pará, indústria, modernização industrial, aciaria, lingotamento contínuo, investimento, produção de aço, setor siderúrgico

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Trecho da BR-116 no Ceará, rodovia que deve ser concedida à iniciativa privada
Economia
Carlos Henrique Costa

BRs 116 e 304 no Ceará devem ser concedidas à iniciativa privada, afirma Governo Federal

Serão as primeiras concessões de rodovias no Estado O Governo Federal pretende conceder as rodovias BR-116 e BR-304 à iniciativa privada. Essa informação vem dos ministérios da Casa Civil e dos Transportes. Os dois projetos integram o Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC. Juntas, as rodovias somam cerca de 640 quilômetros dentro do Ceará. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Segundo as pastas, os estudos de concessão ainda estão em fase inicial. Por isso, a conclusão deve ocorrer somente após 2026. Enquanto isso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) continua responsável pelas demais rodovias federais do Ceará. Esse órgão programa os investimentos conforme o Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Quais trechos serão concedidos As duas rodovias fazem parte de um mesmo cinturão de estudos. Ao todo, são dois lotes. A BR-116 tem pouco mais de 540 km em território cearense. Ela começa em Fortaleza, na Praça Manuel Dias Branco. Dali, segue pela rotatória da Avenida Aguanambi rumo ao sul do Estado. O trajeto passa pelo Vale do Jaguaribe e margeia a Chapada do Apodi. Ao todo, a rodovia atravessa pelo menos 25 municípios cearenses. Em seguida, ela cruza um curto trecho de 13,4 km na Paraíba. Depois, volta ao Ceará em direção a Penaforte, no extremo sul do Estado. Dali, segue rumo a Pernambuco. Já a BR-304 começa em Boqueirão do Cesário, distrito de Beberibe. Esse é o ponto de entroncamento com a própria BR-116. Dali, a rodovia segue até Natal, no Rio Grande do Norte. São cerca de 100 km dentro do Ceará, de um total de 422 km. Além disso, as duas rodovias já têm trechos duplicados no Estado. A BR-116 tem pista dupla entre Fortaleza e Pacajus. Já a BR-304 tem trecho duplicado em Aracati, na foz do rio Jaguaribe. Por sua vez, a BR-101 não passa pelo Ceará. Ela se conecta ao fim da BR-304, na Região Metropolitana de Natal. Assim, o lote em estudo prevê a concessão das três rodovias no trecho entre Fortaleza e João Pessoa. O que deve mudar com a concessão O Governo Federal ainda não detalhou as obras previstas. Porém, a expectativa é clara: a futura concessionária deve assumir manutenção, conservação, sinalização e atendimento aos usuários. Isso deve acontecer logo após a assinatura do contrato. Já as duplicações seguem outro ritmo. Em geral, essas obras só começam a partir do terceiro ano de concessão. Atualmente, equipes já duplicam um trecho da BR-116. A obra fica entre Pacajus e Boqueirão do Cesário, no entroncamento com a BR-304. Da mesma forma, a BR-304 também tem obras de duplicação. Elas ocorrem entre Mossoró e Assú e entre Riachuelo e Macaíba, no Rio Grande do Norte. Ceará pode ter suas primeiras rodovias concedidas O Ceará tem 12 rodovias federais em seu território. Porém, nenhuma delas está concedida à iniciativa privada. Em 2013, o Estado desativou seu único pedágio, localizado nas imediações do viaduto sobre o rio Ceará. Ainda existe a promessa do Arco Metropolitano de Fortaleza. Esse projeto ligaria a BR-116 ao Complexo do Pecém. A ideia é que ele também tenha praças de pedágio sob concessão. No entanto, a proposta segue sem previsão de sair do papel. O Ministério dos Transportes já incluiu vários trechos da BR-116 na Carteira de Projetos 2026. Um exemplo é a Rota dos Sertões, entre Salgueiro (PE) e Feira de Santana (BA). Esse leilão ocorreu no fim de maio. Ele prevê R$ 8,5 bilhões em investimentos ao longo de 502 km. Até então, só Ceará e Paraíba não tinham previsão de concessão na BR-116. Isso ocorria mesmo com estudos anteriores, incluindo um levantamento do BNDES. Da mesma forma, a BR-222 chegou a ter projetos de concessão em análise. Porém, ela ficou fora do estudo do Novo PAC.projetos de concessão em análise, mas não foi incluída no estudo do Novo PAC. Leia mais | Regata da Caponga começa nesta sexta-feira com esporte, cultura e tradição no litoral de Cascavel Tags: BR-116, BR-304, concessão rodoviária, Novo PAC, Ministério dos Transportes, infraestrutura, Ceará, Dnit, rodovias federais

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Porto de embarque de contêineres em Los Angeles, ligado às exportações brasileiras atingidas pelo tarifaço dos EUA
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Tarifaço dos EUA entra em vigor e taxa em 25% quase 3 mil produtos brasileiros

Medida do governo Trump mira exportações do Brasil e cita Pix e regulação digital como motivo; mais de 2 mil itens ficaram de fora da cobrança A partir desta quarta-feira (22), os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos entram numa nova realidade tarifária. Isso porque o governo de Donald Trump colocou em vigor a sobretaxa de 25%. Ao todo, a medida atinge cerca de 3 mil itens do comércio entre os dois países. Com isso, importadores americanos agora pagam mais caro pelas mercadorias brasileiras. Como consequência, vários setores da indústria nacional podem perder competitividade no mercado dos EUA. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Washington justifica a decisão com uma investigação própria. Segundo o governo americano, essa investigação identificou práticas brasileiras que prejudicam o livre comércio. Entre os alvos, estão o sistema de pagamentos instantâneos Pix e as regras brasileiras de regulação de plataformas digitais. Por outro lado, o Brasil rebateu os argumentos americanos. Para autoridades do Palácio do Planalto, a medida é uma tentativa de interferência em temas de soberania nacional. Ou seja, o governo brasileiro entende que esses temas não têm relação direta com as pautas comerciais entre os dois países. Quais setores sentem o impacto Ao todo, a nova tarifa atinge diversos setores. Entre eles, estão etanol, papel, açúcar orgânico, roupas e calçados, maquinário agrícola e elétrico, produtos de marcenaria, químicos diversos, granito, mármore e peças automotivas. Na prática, o importador americano paga o valor adicional assim que a mercadoria brasileira entra no país. Por isso, o produto final fica mais caro. Além disso, isso abre espaço para concorrentes de outros países, com custos menores. As exceções da lista Ainda assim, nem tudo foi taxado. Ao contrário, mais de 2 mil produtos brasileiros escaparam da sobretaxa. Entre eles, estão itens estratégicos para a economia americana, como petróleo, café e carne bovina. Os Estados Unidos justificam essa exceção de duas formas: ou esses produtos abastecem o mercado interno americano, ou a produção doméstica não dá conta da demanda. Dessa forma, o governo evita pressão sobre os preços pagos por consumidores e empresas americanas. Leia mais | Negócios: Minalba Brasil lança Ice Tea Indaiá e amplia linha de bebidas zero Tags: tarifaço, Estados Unidos, Trump, exportação, comércio exterior, Brasil

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Nova linha Ice Tea Indaiá lançada pela Minalba Brasil nos sabores limão e pêssego.
Economia
Carlos Henrique Costa

Negócios: Minalba Brasil lança Ice Tea Indaiá e amplia linha de bebidas zero

Nova bebida chega nos sabores limão e pêssego, com versões com e sem gás, reforçando a estratégia de inovação da empresa e a expansão do portfólio de produtos zero. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A Minalba Brasil anunciou a ampliação do seu portfólio de bebidas com o lançamento da nova linha Ice Tea Indaiá, reforçando sua estratégia de inovação e diversificação de produtos voltados ao público que busca opções com menos açúcar, praticidade e diferentes experiências de consumo. A novidade chega ao mercado nos sabores limão e pêssego, em embalagens pensadas para diferentes ocasiões. A linha conta com versões em lata de 269 ml com gás e embalagens PET de 250 ml e 1 litro sem gás, oferecendo alternativas tanto para o consumo individual quanto para momentos de compartilhamento. Estratégia acompanha mudanças no consumo Segundo a empresa, o lançamento acompanha a mudança nos hábitos dos consumidores brasileiros, que têm priorizado bebidas com menos açúcar, maior qualidade e praticidade. Nos últimos anos, a Minalba Brasil ampliou sua presença no segmento de bebidas zero com produtos como Refri Zero e Night Power Zero. Agora, a chegada do Ice Tea Indaiá fortalece essa estratégia e amplia a atuação da companhia na categoria de chás prontos. De acordo com a empresa, o produto foi desenvolvido para proporcionar uma experiência refrescante e equilibrada, mantendo a tradição da marca Indaiá, presente no mercado há mais de seis décadas. Produção fortalece operação no Nordeste A empresa destaca que o lançamento representa um avanço para a operação da Minalba Brasil no Nordeste, onde foi inaugurada recentemente a primeira linha de produção de latas da companhia. Além da água Indaiá em lata, a unidade também produzirá regionalmente o Night Power 473 ml e o novo Ice Tea Indaiá com gás, ampliando a capacidade de abastecimento do mercado nordestino e fortalecendo a presença da marca na região. Campanha nacional de divulgação Para apresentar o novo produto ao consumidor, a Minalba Brasil preparou uma estratégia de comunicação em diferentes plataformas. A campanha reúne ações com influenciadores digitais, publicidade em mídias online, peças de mídia exterior (OOH), além de um plano de trade marketing com degustações e ativações nos pontos de venda para estimular a experimentação. Portfólio segue em expansão Com a chegada do Ice Tea Indaiá, a Minalba Brasil amplia sua plataforma de bebidas zero, que já reúne marcas como Refri Zero e Night Power Zero. A companhia afirma que o objetivo é acompanhar as novas preferências do consumidor, oferecendo produtos que unem sabor, qualidade, conveniência e inovação. Leia mais | Política:MDB faz rodízio e suplentes assumem cadeiras na Alece Tags: Minalba Brasil, Indaiá, Ice Tea, bebidas zero, Grupo Edson Queiroz, mercado de bebidas, Nordeste, inovação, Rapadura Digital

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