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Bilionários do Ceará na lista da Forbes 2026
Economia
Carlos Henrique Costa

Ceará perde 8 bilionários da Forbes em 2026

Estado passou de 18 para 11 nomes no ranking; maior parte das saídas envolve as famílias Dias Branco e Pinheiro Koren de Lima O Ceará passou a ter 11 bilionários na lista da Forbes de 2026. O número representa uma redução de 38,9% em relação ao ano passado, quando 18 cearenses apareciam no ranking. A queda ocorre principalmente entre integrantes das famílias Dias Branco e Pinheiro Koren de Lima. Além disso, o levantamento também registrou mudanças entre os empresários ligados ao setor educacional. Entre os nomes que deixaram a lista estão herdeiros de Maria Consuelo Leão Dias Branco e de Cândido Pinheiro Koren de Lima. Por outro lado, novos integrantes passaram a representar suas famílias no ranking. Quem deixou a lista da Forbes A família Dias Branco teve cinco nomes fora do ranking de 2026. São eles: No caso de Francisco Marcos Saraiva Leão Dias Branco, a saída também está relacionada à sua morte, em maio de 2026. Ele tinha 61 anos. Além disso, dois herdeiros da família Pinheiro Koren de Lima também deixaram a lista. Cândido Pinheiro Koren de Lima Júnior e Jorge Fontoura Pinheiro Koren de Lima tinham patrimônio estimado em R$ 1,6 bilhão cada no levantamento anterior. Outro nome que deixou o ranking foi Oto de Sá Cavalcante, presidente do Colégio Ari de Sá. Ele morreu em junho de 2026, aos 80 anos. Entretanto, a família continuou representada. Seu filho, Ari de Sá Cavalcante Neto, entrou na lista deste ano com patrimônio estimado em R$ 3,9 bilhões. Fortuna das famílias caiu A lista de 2026 também mostra uma redução significativa no patrimônio atribuído às famílias Dias Branco e Pinheiro Koren de Lima. Em 2025, Maria Consuelo Leão Dias Branco tinha uma fortuna estimada em R$ 2,9 bilhões. Somados os patrimônios dos filhos, a família alcançava aproximadamente R$ 8 bilhões. Agora, entretanto, o patrimônio atribuído à empresária caiu para R$ 2,1 bilhões. A redução foi ainda maior entre os integrantes da família controladora da Hapvida. Em 2025, Cândido Pinheiro, junto com os dois filhos que apareciam na lista, somava cerca de R$ 14 bilhões. Naquele levantamento, apenas Cândido Pinheiro tinha patrimônio estimado em R$ 10,8 bilhões. Em 2026, porém, a fortuna atribuída ao empresário caiu para R$ 2,9 bilhões. Quem são os bilionários do Ceará em 2026 Apesar da redução no número de representantes, o Ceará continua com empresários entre as maiores fortunas do Brasil. Confira os 11 nomes que aparecem na lista da Forbes: 1. Mário Araripe Idade: 71 anosPosição no Brasil: 20ºPosição no Ceará: 1ºPatrimônio: R$ 20,3 bilhõesEmpresa: Casa dos VentosSetor: Energia Mário Araújo Alencar Araripe lidera o ranking entre os bilionários cearenses. O empresário é fundador da Casa dos Ventos e tem sua fortuna ligada principalmente ao setor de energia. 2. Amarílio Macêdo Idade: 81 anosPosição no Brasil: 90ºPosição no Ceará: 2ºPatrimônio: R$ 4,3 bilhõesEmpresa: J. MacêdoSetor: Alimentos Amarílio Proença de Macêdo ocupa a segunda posição entre os cearenses. Sua fortuna está relacionada ao grupo J. Macêdo, do setor de alimentos. 3. Ari de Sá Cavalcante Neto e família Idade: 47 anosPosição no Brasil: 93ºPosição no Ceará: 3ºPatrimônio: R$ 3,9 bilhõesEmpresa: Arco EducaçãoSetor: Educação Ari de Sá Cavalcante Neto entrou na lista após a saída de seu pai, Oto de Sá Cavalcante. Dessa forma, a família continua entre os bilionários do Ceará. 4. Carlos Francisco Ribeiro Jereissati Idade: 80 anosPosição no Brasil: 118ºPosição no Ceará: 4ºPatrimônio: R$ 3,2 bilhõesEmpresa: IguatemiSetor: Shopping centers Carlos Francisco Ribeiro Jereissati aparece na quarta posição entre os cearenses. O empresário está ligado ao Grupo Jereissati e ao setor de shopping centers. 5. Cândido Pinheiro Koren de Lima Idade: 80 anosPosição no Brasil: 143ºPosição no Ceará: 5ºPatrimônio: R$ 2,9 bilhõesEmpresa: HapvidaSetor: Saúde Fundador da Hapvida, Cândido Pinheiro continua entre os bilionários cearenses. Entretanto, seu patrimônio estimado caiu de forma expressiva em relação ao levantamento de 2025. 6. Maria Consuelo Leão Dias Branco Idade: 91 anosPosição no Brasil: 167ºPosição no Ceará: 6ºPatrimônio: R$ 2,1 bilhõesEmpresa: M. Dias BrancoSetor: Alimentos Maria Consuelo Leão Dias Branco é a sexta maior fortuna do Ceará no ranking de 2026. A empresária é ligada à M. Dias Branco, uma das principais empresas brasileiras do setor de alimentos. 7. Francisco Deusmar de Queirós e família Idade: 79 anosPosição no Brasil: 197ºPosição no Ceará: 7ºPatrimônio: R$ 1,5 bilhãoEmpresa: Pague MenosSetor: Varejo Fundador da rede de farmácias Pague Menos, Francisco Deusmar de Queirós aparece novamente entre os bilionários cearenses. 8. José Roberto Nogueira Idade: 62 anosPosição no Brasil: 205ºPosição no Ceará: 8ºPatrimônio: R$ 1,4 bilhãoEmpresa: BrisanetSetor: Tecnologia José Roberto Nogueira é fundador da Brisanet. A empresa atua no setor de telecomunicações e tem sede em Pereiro, no interior do Ceará. 9. Everardo Ferreira Telles e família Idade: 81 anosPosição no Brasil: 219ºPosição no Ceará: 9ºPatrimônio: R$ 1,3 bilhãoEmpresa: Grupo TellesSetor: Diversos segmentos Everardo Ferreira Telles aparece na nona posição entre os bilionários cearenses. O empresário é conhecido por sua atuação empresarial e pela antiga ligação com a Ypióca. 10. Lauro Fiúza e Pedro Fiúza Idade: 80 e 46 anosPosição no Brasil: 219ºPosição no Ceará: 10ºPatrimônio: R$ 1,3 bilhãoEmpresa: Grupo ServtecSetor: Energia solar Lauro Fiúza e Pedro Fiúza aparecem juntos no ranking. A família atua principalmente no setor de energia, com destaque para projetos de energia solar. 11. Família e participação no ranking O levantamento da Forbes reúne os patrimônios individuais e familiares de acordo com os critérios adotados pela publicação. Por isso, alguns empresários aparecem acompanhados da indicação de família. O resultado mostra que, mesmo com a redução do número de nomes, o Ceará continua representado entre as maiores fortunas do país. O que mudou em relação a 2025 Ao todo, oito nomes que apareciam na lista de 2025 deixaram o ranking de 2026: Portanto, a principal mudança na lista deste ano envolve a redução das fortunas familiares e a saída de herdeiros que apareciam individualmente no ranking anterior. Além disso, a morte de dois empresários também provocou alterações na composição da lista. No caso do setor educacional, Ari de Sá Cavalcante Neto assumiu o lugar ocupado anteriormente por

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Feira Fama 2026 reúne expositores em Paraipaba no Ceará
Economia
Carlos Henrique Costa

Feira Fama 2026 reúne 130 expositores em Paraipaba

Evento gratuito começa nesta sexta-feira (28) e segue até domingo (30), com artesanato, gastronomia, cultura, inovação e música. A Feira Fama 2026 inicia nesta sexta-feira (28), em Paraipaba, no Litoral Oeste do Ceará, a programação do circuito no interior do Estado. Com entrada gratuita, o evento segue até domingo (30) e, além disso, reúne empreendedorismo, cultura, inovação, gastronomia e economia criativa. A Federação das Micro e Pequenas Empresas do Estado do Ceará (Femicro Ceará) promove a iniciativa em parceria com o Sebrae Ceará. Além disso, o Banco do Nordeste patrocina o evento, que também conta com apoio institucional do Sistema Fecomércio Ceará, por meio do Sesc e Senac, e da Prefeitura de Paraipaba. Cerca de 130 expositores participam da feira, representando segmentos como artesanato, moda, gastronomia, agricultura familiar e serviços. Durante os três dias, portanto, o público poderá conhecer e adquirir produtos, além de participar de oficinas, desfiles, apresentações culturais e atrações musicais. Dessa forma, a organização estima que os três dias de atividades movimentem aproximadamente R$ 250 mil em vendas. Feira Fama aposta em inovação para pequenos negócios Em 2026, a Feira Fama adota o tema “Empreender é o Nosso Jogo”. A partir dessa proposta, o evento relaciona o universo esportivo ao empreendedorismo e destaca características como resiliência, criatividade, trabalho em equipe e superação. De acordo com a presidente da Femicro Ceará, Dalvani Mota, a feira também busca estimular os participantes a desenvolverem novos produtos e técnicas. “A Feira Fama é preparada com antecedência para incentivar os expositores a inovarem em suas coleções, criarem novos produtos e desenvolverem novas técnicas. Também aproximamos as universidades desse processo, fortalecendo a inovação e a competitividade dos pequenos empreendedores”, afirma. Além da inovação, Dalvani destaca a importância do evento para a valorização da produção local e para o fortalecimento da economia de Paraipaba. “É uma oportunidade para comprar, conhecer novos produtos, prestigiar nossos empreendedores e fortalecer os pequenos negócios de Paraipaba. Comprando de quem empreende, você fortalece a nossa economia local”, destaca. Circuito passa por diferentes municípios A Feira Fama adotou o formato itinerante em 2023 para ampliar a presença do evento em diferentes regiões do Ceará. Desde então, a iniciativa passou a levar a programação para outros municípios. Neste ano, o circuito começou em julho, em Fortaleza. Na sequência, a programação chegará a Paracuru, em setembro; Cedro, em novembro; e Pacajus, em dezembro. Serviço Feira Fama Paraipaba 2026 Data: 28 a 30 de agostoHorário: das 17h às 22hLocal: em frente à Igreja Matriz de Paraipaba, na Rua Luís Braga, esquina com a Rua Domingos BarrosoEntrada: gratuitaInstagram: @feirafama Tags: Feira Fama 2026, Paraipaba, Ceará, Femicro Ceará, Sebrae Ceará, empreendedorismo, pequenos negócios, economia criativa, artesanato, gastronomia, agricultura familiar, cultura, inovação, turismo, eventos no Ceará Leia mais | Economia: Salário mínimo pode chegar a R$ 1.741 em 2027

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Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívidas
Economia
Carlos Henrique Costa

Negócios: Após demissões em massa, Casas Bahia pede recuperação judicial

Grupo busca renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas após fechar 298 lojas e demitir funcionários O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo neste domingo (16). A medida envolve, além da própria companhia, outras nove empresas do grupo e tem como objetivo renegociar aproximadamente R$ 17,3 bilhões em dívidas. O pedido ocorre após uma nova rodada de redução de custos da varejista, que fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários. Mesmo diante da recuperação judicial, a Casas Bahia informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda. Portanto, segundo a companhia, o processo não provoca, neste momento, impacto relevante para os consumidores. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, unidade especializada em falências e recuperações judiciais. Por causa do caráter de urgência, os acionistas ainda precisarão ratificar a decisão em Assembleia Geral Extraordinária. Casas Bahia aponta dificuldades financeiras Em comunicado, a companhia atribuiu a necessidade de reestruturação a fatores como juros elevados, restrição ao crédito, aumento dos custos financeiros e queda no consumo. Além disso, o grupo afirmou que não conseguiu captar recursos considerados importantes para reforçar o caixa. Segundo a empresa, a recuperação judicial representa uma etapa da reestruturação financeira e busca preservar a continuidade das atividades, proteger a geração de valor no futuro e organizar o pagamento das obrigações. Varejista fechou 298 lojas A nova rodada de cortes atingiu a estrutura física e o quadro de funcionários da Casas Bahia. A empresa fechou 298 unidades, o equivalente a aproximadamente 28,7% da rede física que terminou 2025 com 1.042 lojas. De acordo com informações da área de relações com investidores da companhia, 29 unidades funcionavam no Ceará em maio de 2026. Segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico, cerca de 600 funcionários foram desligados na quinta-feira (13), enquanto outros 1,3 mil a 1,4 mil cortes estavam previstos para a sexta-feira (14). A reportagem também aponta a possibilidade de o número total de demissões chegar a aproximadamente 3 mil funcionários. Grupo já recorreu à recuperação extrajudicial A crise financeira da Casas Bahia não é recente. Em 2024, a companhia recorreu à recuperação extrajudicial para renegociar aproximadamente R$ 4 bilhões em dívidas. Agora, o grupo busca uma reestruturação mais ampla, envolvendo cerca de R$ 17,3 bilhões em obrigações. No primeiro trimestre de 2026, a varejista registrou prejuízo líquido de aproximadamente R$ 1,1 bilhão. Apesar do resultado negativo, a receita bruta consolidada cresceu 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e chegou a R$ 8,8 bilhões. As vendas digitais de produtos próprios avançaram 26% no período. Por outro lado, as vendas realizadas nas lojas físicas recuaram 1,8%. A companhia também adiou a divulgação do balanço financeiro referente ao segundo trimestre de 2026. Leia também | Mega-Sena acumula e chega a R$ 38 milhões Tags: Casas Bahia, Grupo Casas Bahia, recuperação judicial, recuperação judicial Casas Bahia, Casas Bahia recuperação judicial, R$ 17,3 bilhões, dívidas Casas Bahia, crise Casas Bahia, crise financeira, recuperação extrajudicial, recuperação extrajudicial Casas Bahia, demissões Casas Bahia, demissão em massa, demissões, fechamento de lojas, lojas Casas Bahia, varejo, varejista, comércio, comércio eletrônico, e-commerce, economia, negócios, empresas, empresas brasileiras, mercado, mercado financeiro, reestruturação financeira, reestruturação empresarial, Justiça de São Paulo, São Paulo, Foro Central Cível de São Paulo, funcionários, empregos, cortes de funcionários, redução de custos, juros, crédito, consumo, prejuízo Casas Bahia, receita Casas Bahia, balanço Casas Bahia, Casas Bahia Ceará, lojas Casas Bahia no Ceará, Ceará, INSS, Portal Rapadura Digital

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Volante da Mega-Sena com prêmio de R$ 150 milhões em jogo
Economia
Carlos Henrique Costa

Prêmio de R$ 150 milhões da Mega-Sena pode render mais de R$ 1 milhão por mês; veja simulações

Sorteio do concurso 3.038 acontece na noite desta quinta-feira (6) A Caixa Econômica Federal realiza, na noite desta quinta-feira, 6 de agosto, o sorteio do concurso 3.038 da Mega-Sena. O prêmio está estimado em R$ 150 milhões. Imagine aplicar esse valor por um ano em investimentos como poupança, LCI, LCA ou Tesouro Direto. Nesse cenário, o rendimento mensal ultrapassaria R$ 1 milhão. Em alguns casos, poderia até chegar a R$ 1,5 milhão. Por isso, o Diário do Nordeste simulou alguns desses cenários. Poupança Na poupança, o valor acumulado de rendimentos após um ano seria de R$ 12.580.364,27. O cálculo é da calculadora de investimentos do Valor Econômico. Isso equivale, em média, a R$ 1.048.363 por mês. Vale destacar um detalhe importante: a poupança não tem cobrança de Imposto de Renda. Assim, esse rendimento fica preservado por completo. Tesouro Selic Já no Tesouro Selic, o cenário muda um pouco. A rentabilidade bruta é de 14,15%, mas cai para 11,45% líquidos após a cobrança de Imposto de Renda. Mesmo assim, o prêmio renderia R$ 17.168.175 ao longo do ano. Isso representa uma média mensal de R$ 1.430.681,25, também segundo a calculadora do Valor Econômico. Leia mais | Sistema Fecomércio fortalece candidatura da Chapada do Araripe à Unesco em encontro com ministro do Meio Ambiente Tags: Mega-Sena, concurso 3.038, Caixa Econômica Federal, poupança, Tesouro Selic, investimentos, prêmio milionário, loteria

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Unidade da SINOBRAS em Marabá após modernização industrial de R$ 200 milhões.
Economia
Carlos Henrique Costa

SINOBRAS conclui modernização de R$ 200 milhões e amplia capacidade produtiva no Pará

Após mais de dois meses de intervenções, a unidade retoma as operações com mais tecnologia, produtividade, segurança e competitividade. A SINOBRAS, siderúrgica do Grupo Aço Cearense instalada em Marabá (PA), concluiu a modernização das operações da aciaria e do lingotamento contínuo após investir R$ 200 milhões na unidade. Com isso, a empresa inicia uma nova fase de crescimento, marcada pelo aumento da capacidade produtiva, maior eficiência operacional e avanços em segurança e qualidade. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Além disso, as intervenções foram realizadas ao longo de mais de dois meses de forma planejada, permitindo a retomada das atividades com equipamentos atualizados e tecnologias mais modernas. Dessa forma, a companhia fortalece sua posição no mercado siderúrgico e amplia sua capacidade de atender à demanda do setor. Modernização amplia eficiência e produtividade O projeto contemplou a atualização de equipamentos e a incorporação de novas tecnologias voltadas à otimização dos processos industriais. Como resultado, a aciaria passou a operar com maior estabilidade, confiabilidade e eficiência. Ao mesmo tempo, as melhorias elevaram os padrões de segurança das operações e contribuíram para aprimorar a qualidade dos produtos fabricados pela empresa. Segundo a SINOBRAS, os investimentos também aumentam a competitividade da indústria e reforçam sua estratégia de crescimento sustentável. Investimento fortalece operações industriais O diretor Industrial do Grupo Aço Cearense, Milton Lima, explica que a aciaria é a etapa da siderurgia responsável por transformar ferro-gusa e sucata metálica em aço por meio de processos de refino que ajustam a composição química e a temperatura do material. Já o lingotamento contínuo corresponde à etapa em que o aço líquido é solidificado de forma automatizada em tarugos, que posteriormente seguem para os processos de laminação e fabricação dos produtos finais. “A modernização da aciaria e do lingotamento fortalece a capacidade da SINOBRAS de atender às necessidades do mercado com mais eficiência, qualidade e segurança. Além disso, os investimentos ampliam nossa produtividade e garantem maior estabilidade operacional, permitindo que a empresa continue crescendo de forma sustentável e oferecendo soluções cada vez mais competitivas aos nossos clientes“, destaca Milton Lima. Capacidade produtiva é ampliada Com a modernização, o sistema de lingotamento contínuo teve sua capacidade produtiva ampliada. Agora, a unidade está preparada para produzir tarugos de 160 x 160 milímetros, destinados à Laminação 2 da siderúrgica. Ao mesmo tempo, a empresa mantém a produção do mix de tarugos de 130 x 130 milímetros, utilizados na Laminação 1. Assim, a SINOBRAS amplia sua flexibilidade operacional, melhora o desempenho industrial e fortalece a qualidade dos produtos oferecidos ao mercado. Leia mais | Campeonato de Farmar Aura estreia em Fortaleza com evento inspirado no Homem-Aranha Tags: SINOBRAS, Grupo Aço Cearense, siderurgia, Marabá, Pará, indústria, modernização industrial, aciaria, lingotamento contínuo, investimento, produção de aço, setor siderúrgico

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Trecho da BR-116 no Ceará, rodovia que deve ser concedida à iniciativa privada
Economia
Carlos Henrique Costa

BRs 116 e 304 no Ceará devem ser concedidas à iniciativa privada, afirma Governo Federal

Serão as primeiras concessões de rodovias no Estado O Governo Federal pretende conceder as rodovias BR-116 e BR-304 à iniciativa privada. Essa informação vem dos ministérios da Casa Civil e dos Transportes. Os dois projetos integram o Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC. Juntas, as rodovias somam cerca de 640 quilômetros dentro do Ceará. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Segundo as pastas, os estudos de concessão ainda estão em fase inicial. Por isso, a conclusão deve ocorrer somente após 2026. Enquanto isso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) continua responsável pelas demais rodovias federais do Ceará. Esse órgão programa os investimentos conforme o Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Quais trechos serão concedidos As duas rodovias fazem parte de um mesmo cinturão de estudos. Ao todo, são dois lotes. A BR-116 tem pouco mais de 540 km em território cearense. Ela começa em Fortaleza, na Praça Manuel Dias Branco. Dali, segue pela rotatória da Avenida Aguanambi rumo ao sul do Estado. O trajeto passa pelo Vale do Jaguaribe e margeia a Chapada do Apodi. Ao todo, a rodovia atravessa pelo menos 25 municípios cearenses. Em seguida, ela cruza um curto trecho de 13,4 km na Paraíba. Depois, volta ao Ceará em direção a Penaforte, no extremo sul do Estado. Dali, segue rumo a Pernambuco. Já a BR-304 começa em Boqueirão do Cesário, distrito de Beberibe. Esse é o ponto de entroncamento com a própria BR-116. Dali, a rodovia segue até Natal, no Rio Grande do Norte. São cerca de 100 km dentro do Ceará, de um total de 422 km. Além disso, as duas rodovias já têm trechos duplicados no Estado. A BR-116 tem pista dupla entre Fortaleza e Pacajus. Já a BR-304 tem trecho duplicado em Aracati, na foz do rio Jaguaribe. Por sua vez, a BR-101 não passa pelo Ceará. Ela se conecta ao fim da BR-304, na Região Metropolitana de Natal. Assim, o lote em estudo prevê a concessão das três rodovias no trecho entre Fortaleza e João Pessoa. O que deve mudar com a concessão O Governo Federal ainda não detalhou as obras previstas. Porém, a expectativa é clara: a futura concessionária deve assumir manutenção, conservação, sinalização e atendimento aos usuários. Isso deve acontecer logo após a assinatura do contrato. Já as duplicações seguem outro ritmo. Em geral, essas obras só começam a partir do terceiro ano de concessão. Atualmente, equipes já duplicam um trecho da BR-116. A obra fica entre Pacajus e Boqueirão do Cesário, no entroncamento com a BR-304. Da mesma forma, a BR-304 também tem obras de duplicação. Elas ocorrem entre Mossoró e Assú e entre Riachuelo e Macaíba, no Rio Grande do Norte. Ceará pode ter suas primeiras rodovias concedidas O Ceará tem 12 rodovias federais em seu território. Porém, nenhuma delas está concedida à iniciativa privada. Em 2013, o Estado desativou seu único pedágio, localizado nas imediações do viaduto sobre o rio Ceará. Ainda existe a promessa do Arco Metropolitano de Fortaleza. Esse projeto ligaria a BR-116 ao Complexo do Pecém. A ideia é que ele também tenha praças de pedágio sob concessão. No entanto, a proposta segue sem previsão de sair do papel. O Ministério dos Transportes já incluiu vários trechos da BR-116 na Carteira de Projetos 2026. Um exemplo é a Rota dos Sertões, entre Salgueiro (PE) e Feira de Santana (BA). Esse leilão ocorreu no fim de maio. Ele prevê R$ 8,5 bilhões em investimentos ao longo de 502 km. Até então, só Ceará e Paraíba não tinham previsão de concessão na BR-116. Isso ocorria mesmo com estudos anteriores, incluindo um levantamento do BNDES. Da mesma forma, a BR-222 chegou a ter projetos de concessão em análise. Porém, ela ficou fora do estudo do Novo PAC.projetos de concessão em análise, mas não foi incluída no estudo do Novo PAC. Leia mais | Regata da Caponga começa nesta sexta-feira com esporte, cultura e tradição no litoral de Cascavel Tags: BR-116, BR-304, concessão rodoviária, Novo PAC, Ministério dos Transportes, infraestrutura, Ceará, Dnit, rodovias federais

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Porto de embarque de contêineres em Los Angeles, ligado às exportações brasileiras atingidas pelo tarifaço dos EUA
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Tarifaço dos EUA entra em vigor e taxa em 25% quase 3 mil produtos brasileiros

Medida do governo Trump mira exportações do Brasil e cita Pix e regulação digital como motivo; mais de 2 mil itens ficaram de fora da cobrança A partir desta quarta-feira (22), os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos entram numa nova realidade tarifária. Isso porque o governo de Donald Trump colocou em vigor a sobretaxa de 25%. Ao todo, a medida atinge cerca de 3 mil itens do comércio entre os dois países. Com isso, importadores americanos agora pagam mais caro pelas mercadorias brasileiras. Como consequência, vários setores da indústria nacional podem perder competitividade no mercado dos EUA. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Washington justifica a decisão com uma investigação própria. Segundo o governo americano, essa investigação identificou práticas brasileiras que prejudicam o livre comércio. Entre os alvos, estão o sistema de pagamentos instantâneos Pix e as regras brasileiras de regulação de plataformas digitais. Por outro lado, o Brasil rebateu os argumentos americanos. Para autoridades do Palácio do Planalto, a medida é uma tentativa de interferência em temas de soberania nacional. Ou seja, o governo brasileiro entende que esses temas não têm relação direta com as pautas comerciais entre os dois países. Quais setores sentem o impacto Ao todo, a nova tarifa atinge diversos setores. Entre eles, estão etanol, papel, açúcar orgânico, roupas e calçados, maquinário agrícola e elétrico, produtos de marcenaria, químicos diversos, granito, mármore e peças automotivas. Na prática, o importador americano paga o valor adicional assim que a mercadoria brasileira entra no país. Por isso, o produto final fica mais caro. Além disso, isso abre espaço para concorrentes de outros países, com custos menores. As exceções da lista Ainda assim, nem tudo foi taxado. Ao contrário, mais de 2 mil produtos brasileiros escaparam da sobretaxa. Entre eles, estão itens estratégicos para a economia americana, como petróleo, café e carne bovina. Os Estados Unidos justificam essa exceção de duas formas: ou esses produtos abastecem o mercado interno americano, ou a produção doméstica não dá conta da demanda. Dessa forma, o governo evita pressão sobre os preços pagos por consumidores e empresas americanas. Leia mais | Negócios: Minalba Brasil lança Ice Tea Indaiá e amplia linha de bebidas zero Tags: tarifaço, Estados Unidos, Trump, exportação, comércio exterior, Brasil

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Nova linha Ice Tea Indaiá lançada pela Minalba Brasil nos sabores limão e pêssego.
Economia
Carlos Henrique Costa

Negócios: Minalba Brasil lança Ice Tea Indaiá e amplia linha de bebidas zero

Nova bebida chega nos sabores limão e pêssego, com versões com e sem gás, reforçando a estratégia de inovação da empresa e a expansão do portfólio de produtos zero. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A Minalba Brasil anunciou a ampliação do seu portfólio de bebidas com o lançamento da nova linha Ice Tea Indaiá, reforçando sua estratégia de inovação e diversificação de produtos voltados ao público que busca opções com menos açúcar, praticidade e diferentes experiências de consumo. A novidade chega ao mercado nos sabores limão e pêssego, em embalagens pensadas para diferentes ocasiões. A linha conta com versões em lata de 269 ml com gás e embalagens PET de 250 ml e 1 litro sem gás, oferecendo alternativas tanto para o consumo individual quanto para momentos de compartilhamento. Estratégia acompanha mudanças no consumo Segundo a empresa, o lançamento acompanha a mudança nos hábitos dos consumidores brasileiros, que têm priorizado bebidas com menos açúcar, maior qualidade e praticidade. Nos últimos anos, a Minalba Brasil ampliou sua presença no segmento de bebidas zero com produtos como Refri Zero e Night Power Zero. Agora, a chegada do Ice Tea Indaiá fortalece essa estratégia e amplia a atuação da companhia na categoria de chás prontos. De acordo com a empresa, o produto foi desenvolvido para proporcionar uma experiência refrescante e equilibrada, mantendo a tradição da marca Indaiá, presente no mercado há mais de seis décadas. Produção fortalece operação no Nordeste A empresa destaca que o lançamento representa um avanço para a operação da Minalba Brasil no Nordeste, onde foi inaugurada recentemente a primeira linha de produção de latas da companhia. Além da água Indaiá em lata, a unidade também produzirá regionalmente o Night Power 473 ml e o novo Ice Tea Indaiá com gás, ampliando a capacidade de abastecimento do mercado nordestino e fortalecendo a presença da marca na região. Campanha nacional de divulgação Para apresentar o novo produto ao consumidor, a Minalba Brasil preparou uma estratégia de comunicação em diferentes plataformas. A campanha reúne ações com influenciadores digitais, publicidade em mídias online, peças de mídia exterior (OOH), além de um plano de trade marketing com degustações e ativações nos pontos de venda para estimular a experimentação. Portfólio segue em expansão Com a chegada do Ice Tea Indaiá, a Minalba Brasil amplia sua plataforma de bebidas zero, que já reúne marcas como Refri Zero e Night Power Zero. A companhia afirma que o objetivo é acompanhar as novas preferências do consumidor, oferecendo produtos que unem sabor, qualidade, conveniência e inovação. Leia mais | Política:MDB faz rodízio e suplentes assumem cadeiras na Alece Tags: Minalba Brasil, Indaiá, Ice Tea, bebidas zero, Grupo Edson Queiroz, mercado de bebidas, Nordeste, inovação, Rapadura Digital

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Motorista abastece veículo em posto de combustíveis após queda nos preços da gasolina, etanol e diesel no Ceará, segundo levantamento da ANP.
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Combustíveis registram queda de preços no Ceará; veja onde abastecer mais barato

Levantamento da ANP aponta redução nos preços da gasolina, do etanol e do diesel no Ceará. Caucaia lidera com os menores valores para abastecimento no Estado. Os preços da gasolina, do etanol e do diesel ficaram mais baratos no Ceará na última semana, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O único combustível que manteve estabilidade foi o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha. Além da redução nos valores médios estaduais, a pesquisa também apontou diferenças significativas entre os municípios cearenses, permitindo que consumidores encontrem opções mais econômicas para abastecer. Gasolina, etanol e diesel apresentam redução Conforme os dados da ANP, o etanol registrou a maior queda no período, com redução de 0,8% no preço médio. Em seguida aparecem: Enquanto isso, o preço médio do gás de cozinha permaneceu estável em R$ 114,99 no Estado. Caucaia tem os menores preços O levantamento mostra que Caucaia foi o município com os menores preços médios para diversos combustíveis. A cidade registrou: Já Fortaleza apresentou o menor preço médio para o etanol hidratado, com o litro sendo comercializado por aproximadamente R$ 4,82. Diferença entre cidades chega a quase R$ 1 por litro A pesquisa também revela grande variação nos preços entre os municípios cearenses. Na gasolina comum, por exemplo, a diferença entre o menor preço, encontrado em Caucaia (R$ 6,56), e o maior, registrado em Itapipoca (R$ 7,49), chega a R$ 0,93 por litro. Entre os municípios pesquisados, os maiores preços médios da gasolina comum foram registrados em: Levantamento é realizado semanalmente Os dados fazem parte do monitoramento semanal realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que acompanha a evolução dos preços dos combustíveis em estados e municípios brasileiros. Além de orientar consumidores, o levantamento permite acompanhar as oscilações do mercado e comparar os valores praticados em diferentes regiões do Ceará. Leia também | Loterias: Bolão de Fortaleza acerta a quina da Mega-Sena e fatura mais de R$ 118 mil Tags: combustíveis, gasolina, etanol, diesel, GLP, ANP, Ceará, Caucaia, Fortaleza, economia, Portal Rapadura Digital

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Empresários brasileiros e chineses negociam após isenção de visto para viagens de negócios.
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Isenção de visto para chineses pode transformar importações no Brasil

Nova regra facilita viagens de negócios entre Brasil e China, reduz barreiras comerciais e pode mudar a forma como empresas brasileiras negociam com fornecedores chineses. A isenção de visto para cidadãos chineses que viajam ao Brasil por até 30 dias pode provocar mudanças importantes no comércio exterior brasileiro. Além de estimular o turismo e as viagens corporativas, a medida tende a aproximar fabricantes chineses de empresas brasileiras, reduzindo barreiras nas negociações e alterando a dinâmica das importações. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A regra entrou em vigor em 11 de maio e permite a entrada de cidadãos chineses no Brasil para viagens de turismo, negócios e participação em eventos. A decisão foi adotada em regime de reciprocidade, já que a China já havia dispensado a exigência de visto para brasileiros desde 2025. Fabricantes chineses poderão negociar diretamente com empresas brasileiras Segundo o sócio-fundador da PBF Comex e diretor do Grupo ProHospital, Arcelino Calado, a principal mudança está na facilidade para empresários chineses visitarem o Brasil e negociarem diretamente com potenciais clientes. De acordo com o especialista, a burocracia para obtenção do visto representava um obstáculo para muitos fabricantes interessados no mercado brasileiro. “Antes, o visto brasileiro para o chinês era caro e demorado. Esse atrito, por menor que pareça, segurava muita coisa. Tirar esse obstáculo muda completamente o cenário das negociações”, afirma. Com isso, empresas chinesas passam a ter mais facilidade para participar de reuniões presenciais, visitar clientes, conhecer o mercado brasileiro e estabelecer parcerias comerciais sem depender exclusivamente de intermediários. Importadores precisarão oferecer mais do que intermediação Para Arcelino Calado, a nova realidade exigirá uma mudança de postura das empresas brasileiras que atuam na importação. Segundo ele, fabricantes chineses poderão negociar diretamente com compradores nacionais, reduzindo o espaço para intermediários que apenas realizavam a ponte entre fornecedor e cliente. Entretanto, o especialista destaca que importar continua sendo um processo complexo e que exige conhecimento técnico. Entre os desafios permanecem: Por isso, empresas que oferecem consultoria especializada, gestão logística, regularização documental e acompanhamento de fornecedores tendem a permanecer competitivas. Medida pode fortalecer comércio entre Brasil e China Além de facilitar viagens corporativas, a isenção de visto deve ampliar o contato entre empresários dos dois países, tornando mais frequentes missões comerciais, visitas técnicas, participação em feiras e fechamento de novos contratos. Na avaliação do especialista, a tendência é que o mercado premie empresas capazes de agregar valor ao processo de importação. “O intermediário que apenas fazia a ponte entre fornecedor e cliente está ameaçado. Já quem resolve problemas, oferece segurança e presta consultoria tende a se tornar ainda mais importante”, avalia. Empresas precisarão se adaptar ao novo cenário Para Arcelino Calado, a flexibilização das regras representa uma transformação no ambiente de negócios entre Brasil e China. Segundo ele, a competitividade passará a depender menos da simples intermediação comercial e mais da capacidade de oferecer soluções completas aos clientes. “O mercado ficou mais aberto. Quem agrega valor continuará relevante. Quem apenas ocupava espaço precisará se reinventar”, conclui. Leia mais | Justiça: Julgamento do Caso Clarissa é suspenso após réu passar mal durante depoimento da mãe da vítima Tags: China, Brasil, importação, comércio exterior, visto, empresários chineses, economia, PBF Comex, negócios, relações comerciais

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