Rapadura Digital
Trecho da BR-116 no Ceará, rodovia que deve ser concedida à iniciativa privada
Economia
Carlos Henrique Costa

BRs 116 e 304 no Ceará devem ser concedidas à iniciativa privada, afirma Governo Federal

Serão as primeiras concessões de rodovias no Estado O Governo Federal pretende conceder as rodovias BR-116 e BR-304 à iniciativa privada. Essa informação vem dos ministérios da Casa Civil e dos Transportes. Os dois projetos integram o Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC. Juntas, as rodovias somam cerca de 640 quilômetros dentro do Ceará. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Segundo as pastas, os estudos de concessão ainda estão em fase inicial. Por isso, a conclusão deve ocorrer somente após 2026. Enquanto isso, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) continua responsável pelas demais rodovias federais do Ceará. Esse órgão programa os investimentos conforme o Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). Quais trechos serão concedidos As duas rodovias fazem parte de um mesmo cinturão de estudos. Ao todo, são dois lotes. A BR-116 tem pouco mais de 540 km em território cearense. Ela começa em Fortaleza, na Praça Manuel Dias Branco. Dali, segue pela rotatória da Avenida Aguanambi rumo ao sul do Estado. O trajeto passa pelo Vale do Jaguaribe e margeia a Chapada do Apodi. Ao todo, a rodovia atravessa pelo menos 25 municípios cearenses. Em seguida, ela cruza um curto trecho de 13,4 km na Paraíba. Depois, volta ao Ceará em direção a Penaforte, no extremo sul do Estado. Dali, segue rumo a Pernambuco. Já a BR-304 começa em Boqueirão do Cesário, distrito de Beberibe. Esse é o ponto de entroncamento com a própria BR-116. Dali, a rodovia segue até Natal, no Rio Grande do Norte. São cerca de 100 km dentro do Ceará, de um total de 422 km. Além disso, as duas rodovias já têm trechos duplicados no Estado. A BR-116 tem pista dupla entre Fortaleza e Pacajus. Já a BR-304 tem trecho duplicado em Aracati, na foz do rio Jaguaribe. Por sua vez, a BR-101 não passa pelo Ceará. Ela se conecta ao fim da BR-304, na Região Metropolitana de Natal. Assim, o lote em estudo prevê a concessão das três rodovias no trecho entre Fortaleza e João Pessoa. O que deve mudar com a concessão O Governo Federal ainda não detalhou as obras previstas. Porém, a expectativa é clara: a futura concessionária deve assumir manutenção, conservação, sinalização e atendimento aos usuários. Isso deve acontecer logo após a assinatura do contrato. Já as duplicações seguem outro ritmo. Em geral, essas obras só começam a partir do terceiro ano de concessão. Atualmente, equipes já duplicam um trecho da BR-116. A obra fica entre Pacajus e Boqueirão do Cesário, no entroncamento com a BR-304. Da mesma forma, a BR-304 também tem obras de duplicação. Elas ocorrem entre Mossoró e Assú e entre Riachuelo e Macaíba, no Rio Grande do Norte. Ceará pode ter suas primeiras rodovias concedidas O Ceará tem 12 rodovias federais em seu território. Porém, nenhuma delas está concedida à iniciativa privada. Em 2013, o Estado desativou seu único pedágio, localizado nas imediações do viaduto sobre o rio Ceará. Ainda existe a promessa do Arco Metropolitano de Fortaleza. Esse projeto ligaria a BR-116 ao Complexo do Pecém. A ideia é que ele também tenha praças de pedágio sob concessão. No entanto, a proposta segue sem previsão de sair do papel. O Ministério dos Transportes já incluiu vários trechos da BR-116 na Carteira de Projetos 2026. Um exemplo é a Rota dos Sertões, entre Salgueiro (PE) e Feira de Santana (BA). Esse leilão ocorreu no fim de maio. Ele prevê R$ 8,5 bilhões em investimentos ao longo de 502 km. Até então, só Ceará e Paraíba não tinham previsão de concessão na BR-116. Isso ocorria mesmo com estudos anteriores, incluindo um levantamento do BNDES. Da mesma forma, a BR-222 chegou a ter projetos de concessão em análise. Porém, ela ficou fora do estudo do Novo PAC.projetos de concessão em análise, mas não foi incluída no estudo do Novo PAC. Leia mais | Regata da Caponga começa nesta sexta-feira com esporte, cultura e tradição no litoral de Cascavel Tags: BR-116, BR-304, concessão rodoviária, Novo PAC, Ministério dos Transportes, infraestrutura, Ceará, Dnit, rodovias federais

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Porto de embarque de contêineres em Los Angeles, ligado às exportações brasileiras atingidas pelo tarifaço dos EUA
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Tarifaço dos EUA entra em vigor e taxa em 25% quase 3 mil produtos brasileiros

Medida do governo Trump mira exportações do Brasil e cita Pix e regulação digital como motivo; mais de 2 mil itens ficaram de fora da cobrança A partir desta quarta-feira (22), os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos entram numa nova realidade tarifária. Isso porque o governo de Donald Trump colocou em vigor a sobretaxa de 25%. Ao todo, a medida atinge cerca de 3 mil itens do comércio entre os dois países. Com isso, importadores americanos agora pagam mais caro pelas mercadorias brasileiras. Como consequência, vários setores da indústria nacional podem perder competitividade no mercado dos EUA. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Washington justifica a decisão com uma investigação própria. Segundo o governo americano, essa investigação identificou práticas brasileiras que prejudicam o livre comércio. Entre os alvos, estão o sistema de pagamentos instantâneos Pix e as regras brasileiras de regulação de plataformas digitais. Por outro lado, o Brasil rebateu os argumentos americanos. Para autoridades do Palácio do Planalto, a medida é uma tentativa de interferência em temas de soberania nacional. Ou seja, o governo brasileiro entende que esses temas não têm relação direta com as pautas comerciais entre os dois países. Quais setores sentem o impacto Ao todo, a nova tarifa atinge diversos setores. Entre eles, estão etanol, papel, açúcar orgânico, roupas e calçados, maquinário agrícola e elétrico, produtos de marcenaria, químicos diversos, granito, mármore e peças automotivas. Na prática, o importador americano paga o valor adicional assim que a mercadoria brasileira entra no país. Por isso, o produto final fica mais caro. Além disso, isso abre espaço para concorrentes de outros países, com custos menores. As exceções da lista Ainda assim, nem tudo foi taxado. Ao contrário, mais de 2 mil produtos brasileiros escaparam da sobretaxa. Entre eles, estão itens estratégicos para a economia americana, como petróleo, café e carne bovina. Os Estados Unidos justificam essa exceção de duas formas: ou esses produtos abastecem o mercado interno americano, ou a produção doméstica não dá conta da demanda. Dessa forma, o governo evita pressão sobre os preços pagos por consumidores e empresas americanas. Leia mais | Negócios: Minalba Brasil lança Ice Tea Indaiá e amplia linha de bebidas zero Tags: tarifaço, Estados Unidos, Trump, exportação, comércio exterior, Brasil

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Nova linha Ice Tea Indaiá lançada pela Minalba Brasil nos sabores limão e pêssego.
Economia
Carlos Henrique Costa

Negócios: Minalba Brasil lança Ice Tea Indaiá e amplia linha de bebidas zero

Nova bebida chega nos sabores limão e pêssego, com versões com e sem gás, reforçando a estratégia de inovação da empresa e a expansão do portfólio de produtos zero. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A Minalba Brasil anunciou a ampliação do seu portfólio de bebidas com o lançamento da nova linha Ice Tea Indaiá, reforçando sua estratégia de inovação e diversificação de produtos voltados ao público que busca opções com menos açúcar, praticidade e diferentes experiências de consumo. A novidade chega ao mercado nos sabores limão e pêssego, em embalagens pensadas para diferentes ocasiões. A linha conta com versões em lata de 269 ml com gás e embalagens PET de 250 ml e 1 litro sem gás, oferecendo alternativas tanto para o consumo individual quanto para momentos de compartilhamento. Estratégia acompanha mudanças no consumo Segundo a empresa, o lançamento acompanha a mudança nos hábitos dos consumidores brasileiros, que têm priorizado bebidas com menos açúcar, maior qualidade e praticidade. Nos últimos anos, a Minalba Brasil ampliou sua presença no segmento de bebidas zero com produtos como Refri Zero e Night Power Zero. Agora, a chegada do Ice Tea Indaiá fortalece essa estratégia e amplia a atuação da companhia na categoria de chás prontos. De acordo com a empresa, o produto foi desenvolvido para proporcionar uma experiência refrescante e equilibrada, mantendo a tradição da marca Indaiá, presente no mercado há mais de seis décadas. Produção fortalece operação no Nordeste A empresa destaca que o lançamento representa um avanço para a operação da Minalba Brasil no Nordeste, onde foi inaugurada recentemente a primeira linha de produção de latas da companhia. Além da água Indaiá em lata, a unidade também produzirá regionalmente o Night Power 473 ml e o novo Ice Tea Indaiá com gás, ampliando a capacidade de abastecimento do mercado nordestino e fortalecendo a presença da marca na região. Campanha nacional de divulgação Para apresentar o novo produto ao consumidor, a Minalba Brasil preparou uma estratégia de comunicação em diferentes plataformas. A campanha reúne ações com influenciadores digitais, publicidade em mídias online, peças de mídia exterior (OOH), além de um plano de trade marketing com degustações e ativações nos pontos de venda para estimular a experimentação. Portfólio segue em expansão Com a chegada do Ice Tea Indaiá, a Minalba Brasil amplia sua plataforma de bebidas zero, que já reúne marcas como Refri Zero e Night Power Zero. A companhia afirma que o objetivo é acompanhar as novas preferências do consumidor, oferecendo produtos que unem sabor, qualidade, conveniência e inovação. Leia mais | Política:MDB faz rodízio e suplentes assumem cadeiras na Alece Tags: Minalba Brasil, Indaiá, Ice Tea, bebidas zero, Grupo Edson Queiroz, mercado de bebidas, Nordeste, inovação, Rapadura Digital

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Motorista abastece veículo em posto de combustíveis após queda nos preços da gasolina, etanol e diesel no Ceará, segundo levantamento da ANP.
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Combustíveis registram queda de preços no Ceará; veja onde abastecer mais barato

Levantamento da ANP aponta redução nos preços da gasolina, do etanol e do diesel no Ceará. Caucaia lidera com os menores valores para abastecimento no Estado. Os preços da gasolina, do etanol e do diesel ficaram mais baratos no Ceará na última semana, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O único combustível que manteve estabilidade foi o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha. Além da redução nos valores médios estaduais, a pesquisa também apontou diferenças significativas entre os municípios cearenses, permitindo que consumidores encontrem opções mais econômicas para abastecer. Gasolina, etanol e diesel apresentam redução Conforme os dados da ANP, o etanol registrou a maior queda no período, com redução de 0,8% no preço médio. Em seguida aparecem: Enquanto isso, o preço médio do gás de cozinha permaneceu estável em R$ 114,99 no Estado. Caucaia tem os menores preços O levantamento mostra que Caucaia foi o município com os menores preços médios para diversos combustíveis. A cidade registrou: Já Fortaleza apresentou o menor preço médio para o etanol hidratado, com o litro sendo comercializado por aproximadamente R$ 4,82. Diferença entre cidades chega a quase R$ 1 por litro A pesquisa também revela grande variação nos preços entre os municípios cearenses. Na gasolina comum, por exemplo, a diferença entre o menor preço, encontrado em Caucaia (R$ 6,56), e o maior, registrado em Itapipoca (R$ 7,49), chega a R$ 0,93 por litro. Entre os municípios pesquisados, os maiores preços médios da gasolina comum foram registrados em: Levantamento é realizado semanalmente Os dados fazem parte do monitoramento semanal realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), que acompanha a evolução dos preços dos combustíveis em estados e municípios brasileiros. Além de orientar consumidores, o levantamento permite acompanhar as oscilações do mercado e comparar os valores praticados em diferentes regiões do Ceará. Leia também | Loterias: Bolão de Fortaleza acerta a quina da Mega-Sena e fatura mais de R$ 118 mil Tags: combustíveis, gasolina, etanol, diesel, GLP, ANP, Ceará, Caucaia, Fortaleza, economia, Portal Rapadura Digital

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Empresários brasileiros e chineses negociam após isenção de visto para viagens de negócios.
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Isenção de visto para chineses pode transformar importações no Brasil

Nova regra facilita viagens de negócios entre Brasil e China, reduz barreiras comerciais e pode mudar a forma como empresas brasileiras negociam com fornecedores chineses. A isenção de visto para cidadãos chineses que viajam ao Brasil por até 30 dias pode provocar mudanças importantes no comércio exterior brasileiro. Além de estimular o turismo e as viagens corporativas, a medida tende a aproximar fabricantes chineses de empresas brasileiras, reduzindo barreiras nas negociações e alterando a dinâmica das importações. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A regra entrou em vigor em 11 de maio e permite a entrada de cidadãos chineses no Brasil para viagens de turismo, negócios e participação em eventos. A decisão foi adotada em regime de reciprocidade, já que a China já havia dispensado a exigência de visto para brasileiros desde 2025. Fabricantes chineses poderão negociar diretamente com empresas brasileiras Segundo o sócio-fundador da PBF Comex e diretor do Grupo ProHospital, Arcelino Calado, a principal mudança está na facilidade para empresários chineses visitarem o Brasil e negociarem diretamente com potenciais clientes. De acordo com o especialista, a burocracia para obtenção do visto representava um obstáculo para muitos fabricantes interessados no mercado brasileiro. “Antes, o visto brasileiro para o chinês era caro e demorado. Esse atrito, por menor que pareça, segurava muita coisa. Tirar esse obstáculo muda completamente o cenário das negociações”, afirma. Com isso, empresas chinesas passam a ter mais facilidade para participar de reuniões presenciais, visitar clientes, conhecer o mercado brasileiro e estabelecer parcerias comerciais sem depender exclusivamente de intermediários. Importadores precisarão oferecer mais do que intermediação Para Arcelino Calado, a nova realidade exigirá uma mudança de postura das empresas brasileiras que atuam na importação. Segundo ele, fabricantes chineses poderão negociar diretamente com compradores nacionais, reduzindo o espaço para intermediários que apenas realizavam a ponte entre fornecedor e cliente. Entretanto, o especialista destaca que importar continua sendo um processo complexo e que exige conhecimento técnico. Entre os desafios permanecem: Por isso, empresas que oferecem consultoria especializada, gestão logística, regularização documental e acompanhamento de fornecedores tendem a permanecer competitivas. Medida pode fortalecer comércio entre Brasil e China Além de facilitar viagens corporativas, a isenção de visto deve ampliar o contato entre empresários dos dois países, tornando mais frequentes missões comerciais, visitas técnicas, participação em feiras e fechamento de novos contratos. Na avaliação do especialista, a tendência é que o mercado premie empresas capazes de agregar valor ao processo de importação. “O intermediário que apenas fazia a ponte entre fornecedor e cliente está ameaçado. Já quem resolve problemas, oferece segurança e presta consultoria tende a se tornar ainda mais importante”, avalia. Empresas precisarão se adaptar ao novo cenário Para Arcelino Calado, a flexibilização das regras representa uma transformação no ambiente de negócios entre Brasil e China. Segundo ele, a competitividade passará a depender menos da simples intermediação comercial e mais da capacidade de oferecer soluções completas aos clientes. “O mercado ficou mais aberto. Quem agrega valor continuará relevante. Quem apenas ocupava espaço precisará se reinventar”, conclui. Leia mais | Justiça: Julgamento do Caso Clarissa é suspenso após réu passar mal durante depoimento da mãe da vítima Tags: China, Brasil, importação, comércio exterior, visto, empresários chineses, economia, PBF Comex, negócios, relações comerciais

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Pedro Junior reúne gestores de RH
Economia
Carlos Henrique Costa

Negócios: Pedro Junior reúne gestores de RH em experiência exclusiva em alto-mar em Fortaleza

Evento promovido pelo CEO da CUIDARH reuniu cerca de 80 profissionais para uma programação voltada ao networking, troca de experiências e fortalecimento das conexões no setor de Recursos Humanos. O CEO da CUIDARH, Pedro Junior, promoveu a terceira edição de uma experiência exclusiva em alto-mar voltada a gestores de Recursos Humanos. O encontro aconteceu na orla de Fortaleza e reuniu cerca de 80 profissionais da área para uma programação focada em networking, compartilhamento de experiências e fortalecimento do relacionamento entre lideranças do setor. Encontro fortaleceu conexões entre profissionais de RH Durante o evento, os participantes tiveram a oportunidade de ampliar o networking, trocar conhecimentos e discutir desafios relacionados à gestão de pessoas em um ambiente descontraído. Além disso, a iniciativa buscou reconhecer o trabalho desenvolvido pelos profissionais de Recursos Humanos, responsáveis por conduzir estratégias voltadas ao desenvolvimento do capital humano nas organizações. Valorização dos profissionais Segundo Pedro Junior, o objetivo da experiência é proporcionar um momento de integração para quem atua diretamente na gestão de pessoas. “Quem cuida de pessoas também merece ser cuidado. Esta é nossa forma de reconhecer o papel estratégico do RH, proporcionando um ambiente de conexão, descontração e bem-estar para esses líderes”, afirmou. Evento chega à terceira edição Esta foi a terceira edição da experiência promovida pela CUIDARH. Ao longo dos anos, a iniciativa passou a integrar o calendário de ações da empresa voltadas ao fortalecimento do relacionamento com profissionais da área de Recursos Humanos. Além do networking, o encontro oferece um espaço para troca de ideias, desenvolvimento de conexões e compartilhamento de boas práticas entre gestores de diferentes segmentos. Leia mais | Justiça: Filho leva acusado de matar a própria mãe a júri popular após quase 28 anos no Ceará Tags: Pedro Junior, CUIDARH, Recursos Humanos, RH, Fortaleza, networking, gestão de pessoas, líderes, evento corporativo, capital humano, Ceará

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Arquitetos e designers participam de visita técnica promovida pela Acal Conceito na fábrica da Biancogres.
Economia
Carlos Henrique Costa

Novidade: Acal Conceito leva arquitetos ao Espírito Santo para conhecer fábrica da Biancogres

Imersão apresentou o processo de fabricação de porcelanatos e destacou tendências que vêm ganhando espaço na arquitetura e no design de interiores. A Acal Conceito promoveu uma imersão técnica no Espírito Santo para um grupo de arquitetos e designers de interiores. A iniciativa levou os profissionais à fábrica da Biancogres, onde conheceram de perto o processo de produção de porcelanatos e as principais inovações que vêm transformando o setor da arquitetura. A experiência reuniu momentos de aprendizado, troca de conhecimento e networking. Além disso, permitiu que os participantes acompanhassem todas as etapas da fabricação dos revestimentos, compreendendo como tecnologia, inovação e controle de qualidade influenciam o desempenho dos produtos. Profissionais conheceram processo de fabricação Durante a visita, arquitetos e designers observaram o funcionamento da linha de produção da Biancogres. Ao longo da imersão, os participantes conheceram detalhes relacionados à resistência, durabilidade, fidelidade das estampas e às tecnologias empregadas na fabricação dos porcelanatos. Com isso, os profissionais ampliaram o conhecimento técnico sobre os materiais utilizados em projetos residenciais e comerciais. Tendências da arquitetura estiveram em destaque A programação também apresentou soluções que vêm ganhando espaço no mercado de arquitetura e design de interiores. Entre os destaques, estiveram os porcelanatos com texturas que reproduzem pedras e madeiras naturais, os revestimentos em grandes formatos, as paletas de cores em tons quentes e os produtos desenvolvidos para áreas externas, que combinam conforto ao toque e propriedades antiderrapantes. Além disso, a apresentação mostrou como essas soluções podem contribuir para projetos que unem estética, funcionalidade e durabilidade. Experiência fortalece relacionamento com especificadores Segundo o gerente comercial e de relacionamento da Acal Conceito, Adriano Lopes, a iniciativa busca aproximar os profissionais das principais referências do setor. De acordo com ele, a proposta também fortalece o relacionamento com arquitetos e designers. Ao mesmo tempo, amplia o repertório técnico e criativo necessário para o desenvolvimento de projetos alinhados às tendências do mercado. Por fim, a ação reforça o investimento da Acal Conceito em experiências voltadas à atualização profissional e ao compartilhamento de conhecimento entre empresas e especificadores. Leia mais | Economia: SENAI Ceará inicia capacitação de profissionais para atuar em data centers no Pecém Tags: Acal Conceito, Biancogres, arquitetura, design de interiores, porcelanato, revestimentos, Espírito Santo, arquitetos, designers, construção civil, tendências em arquitetura, inovação

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Loja do Grupo Mateus no Ceará em meio ao cenário de multas, demissões e revisão de investimentos.
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia:Multas bilionárias e demissões podem adiar expansão do Grupo Mateus no Ceará, apontam especialistas

Empresa enfrenta autuações da Receita Federal, redução no lucro e cortes de funcionários, enquanto obras seguem paralisadas em Fortaleza. Os recentes desafios enfrentados pelo Grupo Mateus podem impactar os investimentos da empresa no Ceará. Especialistas do setor avaliam que a companhia deve adotar uma postura mais cautelosa e priorizar a recuperação da rentabilidade antes de inaugurar novas unidades no Estado. Entre os fatores que aumentaram a pressão sobre o grupo estão uma nova autuação bilionária da Receita Federal, demissões em massa, obras paralisadas e a desaceleração do plano de expansão. Apesar disso, a empresa ainda mantém resultados positivos em indicadores financeiros e reduziu a dívida bruta no primeiro trimestre de 2026. Multa bilionária amplia incertezas A situação ganhou novos desdobramentos após a Receita Federal aplicar uma multa de R$ 1,28 bilhão ao Grupo Mateus. O processo envolve questionamentos sobre a exclusão de créditos presumidos de ICMS da base de cálculo de tributos federais referentes aos anos de 2022 e 2023. Segundo a empresa, a autuação representa uma contingência classificada como perda possível. Por isso, o grupo informou que pretende apresentar defesa na esfera administrativa. Obras permanecem paradas em Fortaleza Além das questões tributárias, o grupo ainda enfrenta dificuldades para retomar investimentos anunciados no Ceará. O principal exemplo é a construção do Hiper Mateus no bairro Aldeota, em Fortaleza. A obra começou em 2024, porém permanece paralisada há mais de um ano. Além disso, terrenos adquiridos pela empresa nos bairros Parangaba e Messejana ainda não receberam novos empreendimentos. Especialistas avaliam que, diante do atual cenário, a companhia deve concentrar esforços na melhora dos resultados financeiros antes de ampliar sua presença no Estado. Demissões e mudança de estratégia Outro fator que chamou atenção foi a redução do quadro de funcionários. Em 2026, o Grupo Mateus realizou mais de seis mil demissões em seis estados, incluindo o Ceará. Ao mesmo tempo, encerrou operações de parte das lojas da bandeira Eletro Mateus e passou a direcionar investimentos para novos segmentos, como o varejo farmacêutico. De acordo com especialistas ouvidos pelo Diário do Nordeste, a empresa mudou sua estratégia nos últimos anos ao ampliar serviços como padaria, açougue e rotisseria. Entretanto, essa mudança reduziu as margens de rentabilidade em um cenário marcado por juros elevados e menor poder de compra dos consumidores. Lucro caiu, mas dívida diminuiu O balanço financeiro do primeiro trimestre de 2026 mostra que o lucro líquido do Grupo Mateus caiu 21,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior, encerrando o trimestre em R$ 213 milhões. Por outro lado, a companhia registrou crescimento na receita líquida e no lucro bruto. Além disso, a redução do ritmo de investimentos contribuiu para diminuir a dívida bruta e fortalecer a liquidez da empresa. Expansão deve seguir em ritmo mais lento Atualmente, o Grupo Mateus possui 21 lojas no Ceará, distribuídas entre atacarejos, supermercados e unidades da bandeira Armazzém. Enquanto isso, especialistas acreditam que novas inaugurações devem ocorrer apenas quando a empresa recuperar as margens operacionais e reduzir as incertezas que cercam o negócio. Até a publicação da reportagem original, o Grupo Mateus não havia se manifestado sobre os impactos dos acontecimentos recentes em seus investimentos no Estado. Leia mais | Copa do Mundo: Eliminação do Brasil está entre as mais traumáticas das Copas Tags: Grupo Mateus, Ceará, Fortaleza, economia, varejo, atacarejo, Receita Federal, multa bilionária, demissões, investimentos, supermercados, Aldeota, Parangaba, Messejana

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Veículos novos expostos em concessionária durante crescimento das vendas no Ceará em 2026.
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Vendas de veículos crescem 17% no Ceará em 2026

Estado registrou quase 90 mil emplacamentos no primeiro semestre, impulsionado principalmente pelas vendas de motocicletas. O mercado de veículos novos segue em alta no Ceará. Entre janeiro e junho de 2026, o Estado registrou 89.906 emplacamentos, um crescimento de 17,09% em comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram comercializadas 76.782 unidades. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Somente em junho, o Ceará emplacou 16.297 veículos novos, número 17,4% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. Em relação a maio deste ano, o avanço foi de 2,25%, demonstrando a continuidade do aquecimento do setor. Motocicletas lideram as vendas As motocicletas permaneceram como o principal segmento do mercado cearense. Em junho, foram 10.753 motos emplacadas, o equivalente a cerca de 66% de todos os veículos vendidos no Estado durante o mês. Além disso, o segmento apresentou crescimento de 16,72% na comparação com junho de 2025 e avançou 5,73% em relação ao mês de maio. O desempenho reforça a preferência dos consumidores por veículos de menor custo e maior praticidade para deslocamentos urbanos. Fortaleza acompanha crescimento A capital cearense também registrou desempenho positivo. Em junho, Fortaleza contabilizou 6.319 emplacamentos, alta de 21,17% na comparação com o mesmo período do ano passado. Por outro lado, o município apresentou uma leve retração de 0,85% em relação a maio. Ainda assim, o resultado acompanha a tendência de crescimento observada em todo o Estado. Ceará supera média nacional O desempenho do Ceará acompanha o cenário positivo do mercado automotivo brasileiro. No primeiro semestre de 2026, o país ultrapassou 2,7 milhões de veículos vendidos, com crescimento de 16,01% sobre o mesmo período de 2025. Diante desse cenário, a Fenabrave revisou para cima a projeção de crescimento das vendas de veículos em 2026, refletindo o bom momento vivido pelo setor automotivo brasileiro. Leia mais | Política: Evandro sanciona Passe Livre Todo Dia Tags: Ceará, veículos, vendas de veículos, Fenabrave, emplacamentos, mercado automotivo, motocicletas, Fortaleza, automóveis, economia, setor automotivo

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Vista urbana de capital nordestina representando o crescimento econômico da região.
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: PIB do Nordeste pode superar R$ 2 trilhões

Projeções indicam que a economia nordestina seguirá em crescimento e poderá alcançar um marco histórico já em 2027. A economia do Nordeste deve alcançar um novo patamar nos próximos anos. Projeções econômicas apontam que o Produto Interno Bruto (PIB) da região poderá ultrapassar a marca de R$ 2 trilhões em 2027, consolidando um ciclo de crescimento impulsionado pelo avanço dos setores de serviços, comércio, indústria, agronegócio e energia renovável. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Além disso, o resultado reforça o papel cada vez mais relevante do Nordeste na economia brasileira. A região vem registrando expansão em diversos segmentos produtivos e atraindo novos investimentos públicos e privados. Como consequência, estados nordestinos ampliam sua participação no cenário econômico nacional. Atualmente, o Nordeste reúne mais de 57 milhões de habitantes e possui um mercado consumidor em constante expansão. Por isso, empresas dos mais diversos setores têm ampliado operações na região, especialmente em áreas ligadas à infraestrutura, logística, tecnologia, turismo e energia. Crescimento ganha força na região Nos últimos anos, a economia nordestina apresentou resultados consistentes. Além do fortalecimento do setor de serviços, a região ampliou investimentos em energia solar e eólica, segmentos que vêm atraindo bilhões de reais em novos projetos. Ao mesmo tempo, obras estruturantes ajudam a impulsionar a competitividade regional. Entre elas estão investimentos em portos, aeroportos, ferrovias e polos industriais que fortalecem a integração econômica entre os estados nordestinos. Além disso, a expansão do agronegócio tem contribuído para elevar a produção e gerar empregos. O crescimento das exportações também fortalece a economia regional e amplia a capacidade de atração de investimentos. Ceará tem papel estratégico O Ceará aparece entre os estados que mais ampliam investimentos em infraestrutura, tecnologia e logística. Nos últimos anos, o Estado fortaleceu sua posição como hub portuário, digital e energético do Nordeste. Além disso, o Porto do Pecém, a Ferrovia Transnordestina, os cabos submarinos de dados e os investimentos em data centers ampliam o potencial de crescimento econômico cearense. Dessa forma, o Estado contribui diretamente para o avanço da economia regional. Ao mesmo tempo, Fortaleza mantém posição de destaque entre as maiores economias nordestinas. O fortalecimento dos setores de serviços, comércio e tecnologia tem impulsionado novos negócios e ampliado a geração de empregos. Investimentos impulsionam desenvolvimento Especialistas apontam que a combinação entre infraestrutura, inovação e mercado consumidor favorece a expansão econômica da região. Além disso, a localização estratégica do Nordeste amplia oportunidades de negócios com mercados internacionais. Consequentemente, diversos estados vêm recebendo investimentos em energias renováveis, indústria, logística e tecnologia. Esse movimento fortalece a competitividade regional e cria novas oportunidades para empresas e trabalhadores. Por outro lado, economistas destacam que o crescimento sustentável exige avanços em educação, qualificação profissional e produtividade. Dessa maneira, a região poderá manter uma trajetória consistente de desenvolvimento nos próximos anos. Marca histórica pode ser alcançada em 2027 Caso as projeções se confirmem, o Nordeste ultrapassará pela primeira vez a marca de R$ 2 trilhões em Produto Interno Bruto. O resultado representará um dos momentos mais importantes da história econômica regional. Além disso, o desempenho reforçará a importância do Nordeste para o crescimento nacional. Afinal, a região reúne um dos maiores mercados consumidores do país e apresenta potencial crescente para atrair investimentos. Por fim, a expectativa de superar os R$ 2 trilhões demonstra a força da economia nordestina e evidencia o papel estratégico da região no desenvolvimento econômico do Brasil. Leia também | Sorte:Apostas do Ceará faturam R$ 39 mil cada na quina da Mega-Sena Tags: PIB do Nordeste, economia do Nordeste, Nordeste, crescimento econômico, Produto Interno Bruto, PIB regional, Ceará, Fortaleza, economia brasileira, desenvolvimento econômico, investimentos, infraestrutura, Porto do Pecém, Transnordestina, energia renovável, agronegócio, indústria, comércio, serviços, Portal Rapadura Digital

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