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Multidão em inauguração de loja popular no Ceará
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Loja de até R$ 25 gera tumulto no CE

Multidão se aglomera em inauguração e causa confusão no interior do estado A inauguração de uma loja com produtos de até R$ 25 provocou tumulto no município de Farias Brito, no interior do Ceará. A grande quantidade de pessoas que compareceu ao local gerou empurra-empurra e momentos de tensão logo na abertura das portas. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Além disso, vídeos que circulam nas redes sociais mostram uma multidão tentando entrar no estabelecimento ao mesmo tempo. A situação saiu do controle e resultou em desorganização e correria. Aglomeração causou confusão A loja, conhecida por vender produtos a preços populares, atraiu um grande público. Com isso, a concentração de pessoas na entrada acabou provocando o tumulto. Segundo relatos, idosos e outras pessoas chegaram a cair durante a confusão, o que aumentou a preocupação com a segurança no local. Vídeos viralizaram nas redes As imagens do momento rapidamente ganharam repercussão nas redes sociais. Nos registros, é possível ver clientes disputando espaço para entrar na loja, em meio a gritos e empurrões. Além disso, o caso chamou atenção pela intensidade da aglomeração, especialmente em um evento comercial. Falta de organização A situação também levantou questionamentos sobre a organização do evento. Isso porque a grande procura exigiria controle de acesso e medidas de segurança mais rígidas. Dessa forma, o episódio reforça a necessidade de planejamento em inaugurações com grande expectativa de público. Caso repercute no estado O ocorrido gerou repercussão em todo o Ceará e reacendeu o debate sobre consumo impulsivo e segurança em eventos comerciais. Assim, a inauguração, que tinha como objetivo atrair clientes com preços baixos, acabou marcada pelo tumulto e pelos riscos causados pela aglomeração. Leia também | Política: Alece recebe selo de equidade Tags: Farias Brito, loja até 25 reais Ceará, tumulto inauguração, comércio Ceará, confusão loja popular, multidão Ceará, segurança eventos, viral redes sociais, Portal Rapadura Digital

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Dinheiro em notas de real representando o salário mínimo no Brasil
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Governo Federal indica mínimo de R$ 1.717 em 2027

Proposta enviada ao Congresso prevê reajuste com base na inflação e crescimento da economia O governo federal indicou que o salário mínimo poderá chegar a R$ 1.717 em 2027. A proposta, por sua vez, consta no Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), enviado ao Congresso Nacional.7 << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Além disso, o valor representa um aumento nominal em relação ao piso atual. Dessa forma, o reajuste segue a política que combina inflação e crescimento econômico, buscando manter o poder de compra dos trabalhadores. Reajuste considera inflação e PIB De acordo com o governo, o cálculo leva em conta a projeção do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e, ao mesmo tempo, o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB). Nesse sentido, a estimativa inclui inflação de aproximadamente 3,06% e crescimento econômico referente a anos anteriores. Assim, o modelo tenta garantir ganho real ao salário mínimo, dentro dos limites do novo arcabouço fiscal. Além disso, o teto de crescimento das despesas públicas também influencia diretamente o reajuste. Portanto, o aumento real não pode ultrapassar o limite estabelecido pelas regras fiscais. Projeções para os próximos anos Além da previsão para 2027, o governo também apresentou estimativas para os anos seguintes. Dessa maneira, o salário mínimo pode alcançar R$ 1.812 em 2028, R$ 1.913 em 2029 e R$ 2.020 em 2030. No entanto, essas projeções ainda podem sofrer alterações. Isso porque os valores dependem do cenário econômico e das revisões feitas nas próximas leis orçamentárias. Proposta ainda será analisada Por fim, o texto da LDO será analisado pelo Congresso Nacional, que pode, inclusive, propor mudanças antes da aprovação final. Assim, o valor definitivo do salário mínimo para 2027 ainda dependerá do debate entre governo e parlamentares. Enquanto isso, a proposta serve como base para o planejamento econômico do país. Leia também | Cultura: Secultfor divulga agenda até 18 de abril Tags: salário mínimo 2027, governo federal Brasil, economia Brasil, LDO 2027, Congresso Nacional, reajuste salário mínimo, INPC, PIB Brasil, política econômica, renda trabalhadores, previsão salário mínimo, Portal Rapadura Digital

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Posto de combustível com destaque para o diesel no Brasil durante programa de subvenção
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: ANP habilita 5 empresas em programa do diesel

Medida busca conter alta do combustível e reduzir impactos inflacionários no país A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) habilitou cinco empresas para a primeira fase do programa de subvenção econômica ao diesel. A iniciativa do governo federal tem como objetivo conter a alta do combustível e, ao mesmo tempo, reduzir os impactos inflacionários no país. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Entre as empresas habilitadas estão a Petrobras, além de outras companhias do setor de combustíveis que apresentaram documentação sem pendências. Dessa forma, a ANP avançou na implementação inicial da política pública voltada à estabilização de preços. Primeira fase sem grandes distribuidoras Apesar do avanço, a primeira etapa do programa ocorreu sem a adesão de grandes distribuidoras, como Ipiranga, Raízen e Vibra Energia. Nesse sentido, a ausência dessas empresas pode limitar o alcance imediato da medida no mercado nacional. Ainda assim, outras companhias já demonstraram interesse em participar da segunda fase do programa. O prazo para novas adesões segue aberto até o fim de abril, o que pode ampliar a abrangência da iniciativa nos próximos meses. Objetivo é conter alta do diesel A subvenção econômica funciona como um tipo de reembolso destinado à comercialização do diesel. Com isso, o governo busca reduzir o preço final do combustível, especialmente diante da pressão internacional causada por conflitos no Oriente Médio. Além disso, a proposta prevê um subsídio de até R$ 1,20 por litro de diesel importado, dividido entre União e estados. Dessa maneira, a estratégia tenta equilibrar os custos e evitar repasses mais elevados ao consumidor. Adesão dos estados Enquanto o programa avança, a maioria dos estados brasileiros já sinalizou adesão à iniciativa. Apenas algumas unidades federativas ainda avaliam a proposta ou indicaram resistência inicial. Assim, o sucesso da política dependerá não apenas da participação das empresas, mas também do engajamento dos estados e da evolução do cenário internacional dos combustíveis. Leia também | Entretenimento: Promenade Bar inaugura com proposta intimista Tags: ANP, diesel Brasil, subvenção diesel, Petrobras, combustível Brasil, economia brasileira, preço do diesel, inflação Brasil, mercado de combustíveis, governo federal, energia Brasil, política econômica, combustíveis 2026, Portal Rapadura Digital

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Plataforma de petróleo com impacto na arrecadação do Ceará após alta causada pela guerra no Irã
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Ceará pode arrecadar R$ 340 mi com petróleo

Alta do barril impulsionada pela guerra no Irã pode elevar repasses ao estado em 2026 O Ceará pode arrecadar cerca de R$ 340 milhões com o aumento do preço do petróleo no mercado internacional, impulsionado pela guerra no Irã. A estimativa considera a valorização do barril tipo Brent, que pode impactar diretamente os repasses financeiros ao estado. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> De acordo com projeção da Associação Nacional de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), o cálculo leva em conta a manutenção do preço médio do petróleo em torno de US$ 95 até o fim de 2026, valor superior aos cerca de US$ 69 registrados em 2025, antes do início do conflito no Oriente Médio. Alta do petróleo impacta arrecadação A elevação no preço da commodity pode chegar a 38%, mas o impacto na arrecadação pode ser ainda maior, atingindo até 64%. Isso ocorre porque parte da receita está ligada diretamente ao lucro das empresas petrolíferas e refinarias. Os recursos são provenientes de royalties, participação especial e impostos sobre o lucro das petroleiras, que são arrecadados pela União e posteriormente distribuídos entre estados e municípios. Distribuição dos recursos Apesar do aumento na arrecadação, os repasses tendem a ser concentrados nos estados com produção direta de petróleo, conhecidos como confrontantes. Ainda assim, unidades federativas como o Ceará também recebem parcelas por meio dos fundos de participação. No cenário nacional, a estimativa é de um ganho adicional de R$ 103 bilhões, sendo parte desse valor destinada aos estados e municípios brasileiros. O Ceará aparece entre os estados que podem ser beneficiados, mesmo sem estar entre os principais produtores. Cenário ainda é incerto Especialistas apontam que o preço do petróleo é altamente sensível a fatores geopolíticos. A continuidade ou não do conflito, além de possíveis bloqueios no Estreito de Ormuz, podem influenciar diretamente o valor do barril nos próximos meses. Caso haja normalização no fluxo internacional de petróleo, a tendência é de queda nos preços. Por outro lado, a manutenção das tensões pode elevar ainda mais os valores, ampliando os impactos econômicos. Leia também | Lula no Ceará: visita ao ITA reúne anúncios, falas políticas e foco em educação Tags: Ceará economia, petróleo Brent, guerra no Irã, arrecadação Ceará, royalties petróleo, Febrafite, economia Ceará 2026, preço do petróleo, mercado internacional, combustível Brasil, impacto econômico, receita estados, Estreito de Ormuz, Portal Rapadura Digital

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Rede elétrica no Ceará com fiscalização sobre a Enel
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Governador cobra melhorias da Enel no Ceará

Gestão estadual afirma manter pressão constante por qualidade no serviço e investimentos da concessionária. O Governo do Ceará afirmou que a relação com a Enel Ceará é marcada por uma “cobrança permanente” por melhorias no serviço e cumprimento de investimentos. A declaração foi feita pela Secretaria da Infraestrutura (Seinfra) em meio ao processo de renovação da concessão da empresa por mais 30 anos. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Segundo o órgão, o Estado acompanha de perto a atuação da concessionária, exigindo avanços na qualidade do fornecimento de energia e no atendimento à população cearense. A análise sobre a renovação segue em âmbito federal, após parecer favorável da Agência Nacional de Energia Elétrica. Investimentos em andamento De acordo com a Seinfra, a empresa executa atualmente 78 obras em 30 municípios, somando investimentos de cerca de R$ 223,2 milhões por meio do Programa de Investimentos Especiais (PIE). Somente em 2025, foram concluídas 26 obras, com aporte de aproximadamente R$ 47,2 milhões, voltadas à ampliação e modernização da rede elétrica no estado. A expectativa é que esses investimentos contribuam para reduzir falhas no sistema e melhorar a distribuição de energia em diversas regiões. Histórico de cobranças e multas Apesar dos investimentos, a atuação da concessionária tem sido alvo de fiscalizações e penalidades. A Agência Reguladora do Estado do Ceará aplicou, ao longo de 2025, três multas que somam mais de R$ 68 milhões, relacionadas a falhas no atendimento e atrasos em serviços. As penalidades envolvem problemas como demora em obras, falhas na prestação de serviços e questões no atendimento ao consumidor. Parte das multas foi contestada pela empresa junto à Aneel, embora valores definitivos estejam sendo pagos. Renovação da concessão em análise O processo de renovação da concessão da Enel Ceará segue em análise pelo governo federal, com decisão final a cargo do Ministério de Minas e Energia. Caso seja confirmada, a prorrogação permitirá que a empresa continue operando no estado por mais três décadas. Ainda assim, o Governo do Ceará reforça que manterá fiscalização rigorosa sobre os compromissos assumidos, especialmente em relação à qualidade do serviço prestado. O tema tem gerado debates entre autoridades, especialistas e consumidores, diante do histórico recente de reclamações sobre fornecimento de energia no estado. Leia também | Política: Alece aprova política contra violência Tags: Enel Ceará cobrança governo, energia Ceará fiscalização, Seinfra Enel investimentos, Aneel concessão energia Ceará, Arce multas Enel, distribuição energia Ceará, serviço energia qualidade Ceará, infraestrutura elétrica Ceará, política energia Ceará, Portal Rapadura Digital

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Rede elétrica no Ceará sob concessão da Enel
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Aneel libera renovação da Enel Ceará

Agência dá sinal verde para antecipar concessão por mais 30 anos no estado. A Agência Nacional de Energia Elétrica deu sinal verde para a antecipação da renovação da concessão da Enel Ceará por mais 30 anos. A medida ainda depende do cumprimento de etapas formais e da assinatura de um novo contrato. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A decisão representa um avanço no processo de prorrogação do serviço de distribuição de energia no Ceará, garantindo a continuidade da operação pela empresa no estado. Processo ainda terá etapas Apesar da autorização inicial, a renovação não é automática. A concessionária ainda precisa atender a critérios técnicos, econômicos e regulatórios estabelecidos pela Aneel para validar a extensão do contrato. Entre os pontos analisados estão indicadores de qualidade do serviço, capacidade de investimento e cumprimento de obrigações anteriores. A formalização da nova concessão deve ocorrer apenas após a conclusão dessas etapas e a validação por parte do governo federal. Impacto para consumidores A antecipação da concessão tem impacto direto na prestação de serviços para milhões de consumidores no Ceará. A expectativa é que a renovação traga previsibilidade para investimentos na rede elétrica e melhoria na distribuição de energia. Por outro lado, o tema também levanta debates sobre a qualidade dos serviços prestados pela empresa e a necessidade de fiscalização rigorosa por parte dos órgãos reguladores. Nos últimos anos, consumidores têm relatado problemas relacionados a interrupções no fornecimento e atendimento, o que aumenta a pressão por melhorias no setor. Investimentos e metas Com a renovação, a empresa deverá assumir novos compromissos, incluindo metas de eficiência, ampliação da rede e modernização dos sistemas de distribuição. A Aneel também deve estabelecer indicadores mais rígidos de desempenho, com possibilidade de penalidades em caso de descumprimento. A medida faz parte de uma política mais ampla de reestruturação das concessões no setor elétrico, buscando garantir estabilidade e qualidade no fornecimento de energia. Leia também | Datafolha: Cid e Wagner lideram Senado Tags: Aneel Enel Ceará, concessão energia Ceará, Enel renovação contrato, energia elétrica Ceará, distribuição energia Brasil, Aneel decisão concessão, setor elétrico Brasil, investimento energia Ceará, consumidores energia Ceará, Portal Rapadura Digital

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Conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida no Brasil
Economia
Carlos Henrique Costa

Economia: Minha Casa amplia renda para até R$ 13 mil

Proposta do governo eleva teto do programa habitacional e pode beneficiar famílias de classe média. O governo federal propôs a ampliação das faixas de renda do programa Minha Casa, Minha Vida, elevando o limite máximo para até R$ 13 mil mensais. A medida amplia o alcance do programa habitacional e pode incluir um novo público, especialmente da classe média. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A proposta foi encaminhada ao grupo técnico que assessora o Conselho Curador do FGTS e ainda precisa de aprovação para entrar em vigor. A expectativa é que a decisão seja analisada ainda neste mês. Novas faixas de renda Com a mudança, todas as faixas do programa devem ser reajustadas. A renda máxima da chamada faixa 4 — voltada à classe média — passaria de R$ 12 mil para R$ 13 mil. As demais faixas também terão aumento: Na prática, a ampliação permite que mais famílias tenham acesso ao financiamento com juros reduzidos e condições facilitadas. Imóveis também terão novos limites Além da renda, o governo também propôs elevar o valor máximo dos imóveis financiados pelo programa. Na faixa voltada à classe média, o teto pode subir de R$ 500 mil para R$ 600 mil. Já na faixa 3, o limite dos imóveis passaria de R$ 350 mil para R$ 400 mil, ampliando as opções disponíveis para os beneficiários. Impacto no acesso à moradia A mudança deve beneficiar principalmente famílias que hoje ficam fora do programa por ultrapassar o limite atual, mas ainda enfrentam dificuldades para financiar imóveis com taxas de mercado. Especialistas apontam que a medida pode impulsionar o setor imobiliário e ampliar o acesso à casa própria, especialmente em grandes centros urbanos. Apesar disso, a proposta ainda depende de aprovação oficial e pode sofrer ajustes antes de entrar em vigor. Leia também | Justiça: Júri do caso Henry Borel começa no RJ Tags: Minha Casa Minha Vida 2026, teto renda 13 mil, financiamento imobiliário Brasil, programa habitacional governo, FGTS habitação, imóveis financiamento Brasil, casa própria Brasil, economia habitação, renda família programa, Portal Rapadura Digital

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Declaração do Imposto de Renda 2026 com calendário divulgado pela Receita Federal
Economia
Carlos Henrique Costa

Imposto de Renda 2026: veja as regras

Receita Federal divulga calendário e critérios para declaração do IR 2026, referente aos rendimentos obtidos em 2025. A Receita Federal anunciou as regras para a declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025. O prazo para envio das declarações começa no dia 23 de março e segue até 29 de maio, período em que milhões de brasileiros deverão prestar contas ao Fisco.  << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> De acordo com o calendário oficial, os contribuintes terão pouco mais de dois meses para reunir documentos, preencher o formulário e enviar a declaração. Quem perder o prazo poderá pagar multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a até 20% do imposto devido.  A declaração deste ano considera os rendimentos recebidos entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, incluindo salários, aposentadorias, investimentos e outros ganhos financeiros.  Quem deve declarar Entre os contribuintes obrigados a enviar a declaração estão aqueles que tiveram rendimentos tributáveis acima de cerca de R$ 33 mil a R$ 35 mil ao longo de 2025, além de pessoas que se enquadram em outras condições estabelecidas pela Receita Federal.  Também devem declarar quem: A Receita Federal orienta que os contribuintes organizem antecipadamente documentos como informes de rendimento, comprovantes de despesas médicas, educacionais e dados bancários para evitar erros e possíveis pendências na chamada malha fina.  Tabela e faixa de isenção Para o IR 2026 será utilizada a tabela de tributação vigente em 2025, com alíquotas que variam de 7,5% a 27,5% para rendimentos acima da faixa de isenção.  A nova regra que amplia a isenção para quem ganha até R$ 5 mil mensais, anunciada pelo governo, ainda não será aplicada nesta declaração. O benefício só deverá impactar o Imposto de Renda entregue em 2027, referente aos rendimentos de 2026.  Restituições começam em maio O pagamento das restituições seguirá o modelo tradicional de lotes. O primeiro lote deve ser liberado no fim de maio, e os demais pagamentos ocorrerão nos meses seguintes.  Têm prioridade no recebimento idosos, pessoas com deficiência ou doença grave, professores e contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida ou optarem por receber o valor via Pix.  Especialistas recomendam que o contribuinte envie a declaração o quanto antes, já que quem entrega primeiro e sem erros costuma receber a restituição nos primeiros lotes. Leia também | Alece celebra 25 anos do Procon Alece Tags: imposto de renda 2026, declaração IR 2026, receita federal imposto de renda, prazo imposto de renda 2026, quem deve declarar imposto de renda, restituição imposto de renda, tabela imposto de renda 2026, declaração de renda 2025, economia brasileira, receita federal brasil, Portal Rapadura Digital

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Posto de combustíveis BR; especialistas apontam impacto da privatização da distribuidora no preço ao consumidor
Economia
Carlos Henrique Costa

Privatização da BR afeta consumidor

Especialistas apontam que venda da BR Distribuidora reduziu capacidade do Estado de conter aumentos nos preços dos combustíveis. Especialistas avaliam que a privatização da BR Distribuidora trouxe impactos negativos para os consumidores brasileiros, principalmente em momentos de crise no mercado de combustíveis. A análise aponta que a venda da empresa diminuiu a capacidade do Estado de influenciar o preço final pago nos postos.  << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> De acordo com economistas ouvidos por especialistas do setor energético, o Brasil perdeu um importante instrumento de controle estratégico sobre a cadeia de distribuição de combustíveis. Antes da privatização, a estrutura integrada da Petrobras permitia maior influência do Estado na formação de preços, especialmente em cenários de instabilidade econômica.  Com a mudança no controle da companhia, analistas afirmam que o mercado passou a funcionar com menor intervenção pública, o que pode abrir espaço para reajustes mais frequentes e margens maiores na distribuição e revenda. Privatização mudou estrutura do setor A BR Distribuidora, criada na década de 1970 como braço de distribuição da Petrobras, foi privatizada gradualmente a partir de 2017, quando a estatal iniciou a venda de ações da empresa. O processo culminou em 2021, quando a Petrobras deixou definitivamente o controle da companhia.  Após a privatização, a empresa passou a atuar como companhia privada e adotou nova identidade corporativa, passando a se chamar Vibra Energia. Mesmo com a mudança, a rede de postos continuou utilizando a marca BR em diversos estabelecimentos do país.  Especialistas afirmam que, com a Petrobras fora da distribuição, o país deixou de ter uma empresa estatal presente em todas as etapas da cadeia produtiva do combustível, modelo que era conhecido como integração “do poço ao posto”. Impacto nos preços dos combustíveis Analistas apontam que essa mudança estrutural pode dificultar a redução de preços ao consumidor, mesmo quando há queda no valor do combustível nas refinarias. Isso ocorre porque as margens de distribuição e revenda passaram a ter maior peso no preço final.  Segundo especialistas, a falta de uma estrutura verticalizada reduz a capacidade do governo de frear aumentos ou amortecer oscilações internacionais do petróleo, especialmente em períodos de crise energética ou alta volatilidade no mercado global.  Além disso, pesquisadores destacam que as margens na distribuição podem permanecer elevadas mesmo quando há redução nos preços nas refinarias, o que impede que a queda seja totalmente repassada ao consumidor final.  Debate sobre política energética A privatização da BR Distribuidora voltou a ser tema de debate entre especialistas, representantes do setor energético e integrantes do governo. O principal ponto discutido é o papel do Estado na regulação do mercado de combustíveis e na proteção do consumidor em momentos de crise. Enquanto alguns analistas defendem maior presença estatal para estabilizar preços, outros argumentam que a abertura do mercado estimula concorrência e eficiência no setor. O tema segue no centro das discussões sobre política energética no Brasil, especialmente em um cenário de volatilidade internacional no preço do petróleo e impactos diretos no custo de vida da população. Leia também | Relatório aponta piora da saúde de Bolsonaro Tags: privatização da BR, BR Distribuidora, Vibra Energia, combustíveis no Brasil, preço da gasolina, preço do diesel, Petrobras distribuição, mercado de combustíveis, política energética brasileira, economia brasileira, crise dos combustíveis, consumidores brasileiros, Portal Rapadura Digital

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Pratos clássicos do Outback retornam ao cardápio em campanha com Dani Calabresa
Economia
Carlos Henrique Costa

Gastronomia: Outback traz clássicos de volta

Campanha “Back to Outback” tem participação de Dani Calabresa e itens retornam por tempo limitado O Outback Steakhouse anunciou o retorno de cinco pratos clássicos ao cardápio após pedidos recorrentes dos consumidores nas redes sociais. A ação faz parte da campanha “Back to Outback”, que destaca a escuta ativa da marca e reforça a participação do público nas decisões do restaurante. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Com o conceito “Vocês pediram tanto que eles voltaram”, a campanha traz a humorista Dani Calabresa reagindo a comentários e manifestações de clientes que pediram a volta dos itens favoritos. O filme publicitário será divulgado nas redes sociais da marca e mostra a apresentadora lendo mensagens e respondendo com humor às solicitações do público. Os pratos retornam ao cardápio de todas as unidades da rede no Brasil por tempo limitado, permanecendo disponíveis até o dia 10 de maio. Cinco pratos clássicos voltam ao cardápio Entre os itens escolhidos pelos consumidores estão o Aussie Beef Quesadillas (R$ 99,90), Chook’n Dillas (R$ 89,90), Ribs Rocker Crown (R$ 179,90), Catupiry Madness Burger (R$ 66,90) e a sobremesa S’mores Outback (R$ 34,90). Segundo a empresa, a seleção foi feita a partir de pesquisas e análise de comentários enviados por clientes nos canais oficiais da marca, além de interações nas redes sociais. O objetivo é transformar o feedback do público em decisões estratégicas para o cardápio. Estratégia aposta na participação do público A campanha foi criada pela agência Ampfy e aposta no humor para retratar a relação entre a marca e seus consumidores. A proposta é mostrar que as manifestações nas redes sociais influenciam diretamente nas escolhas da empresa. De acordo com a vice-presidente de Marketing, Vendas e Growth da Bold Hospitality Company, Claudia Vilhena, a iniciativa reflete a evolução da relação entre marcas e consumidores. A executiva afirma que, além dos comentários nas redes sociais, a rede também realizou uma enquete com mais de três milhões de seguidores no Instagram para identificar quais pratos os clientes gostariam de ver novamente no cardápio. Pratos disponíveis em todo o Brasil Os itens estarão disponíveis nas 188 unidades da rede no país, incluindo pedidos via delivery. A exceção é a Ribs Rocker Crown, que será servida exclusivamente nos restaurantes físicos. Atualmente, o Outback Steakhouse possui restaurantes em 86 cidades brasileiras, distribuídos em 21 estados e no Distrito Federal. A marca chegou ao Brasil em 1997, com a abertura da primeira unidade na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Conhecido por pratos como a Bloomin’ Onion, o restaurante se consolidou no país ao combinar culinária inspirada na Austrália com atendimento descontraído e experiência gastronômica temática. Leia também | Rede dona do Pão de Açúcar firma acordo de recuperação extrajudicial Tags: Outback Steakhouse, Outback Brasil, campanha Back to Outback, Dani Calabresa, marketing gastronômico, restaurantes no Brasil, pratos do Outback, Aussie Beef Quesadillas, Chook’n Dillas, Ribs Rocker Crown, Catupiry Madness Burger, S’mores Outback, campanha publicitária Outback, Ampfy, gastronomia, redes de restaurantes, Portal Rapadura Digital

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