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Economia
Carlos Henrique Costa

Indústria: Sindpan monta fábrica na FIEC

Sindicato da panificação instala indústria de pão ao vivo na Feira da Indústria FIEC, em Fortaleza, com expectativa de 80 mil visitantes e distribuição de cinco mil unidades O Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Ceará (Sindpan) prepara uma participação de destaque na Feira da Indústria FIEC, que acontece nos dias 9 e 10 de março, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. Com o tema “A indústria conectada ao seu dia a dia”, o evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) deve atrair cerca de 80 mil visitantes. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O presidente do Sindpan, Alex Martins, informou que o estande da entidade terá 100 metros quadrados e deve se tornar um dos pontos mais movimentados da feira. Metade do espaço será destinada à montagem de uma indústria de panificação em pleno funcionamento, com produção de pães ao vivo durante os dois dias de programação. Produção ao vivo e distribuição de pães Segundo Alex Martins, o público poderá acompanhar todas as etapas do processo produtivo, desde o preparo da massa até a saída dos produtos do forno. A iniciativa pretende aproximar a indústria da população e demonstrar, na prática, a importância econômica e social do setor de panificação no Ceará. A estrutura contará com a participação da M. Dias Branco e da Indústria Costa Mendes, responsável pela produção dos pães durante o evento. A expectativa é distribuir, no mínimo, cinco mil unidades ao longo da feira, entre opções como pão de queijo, pão sovado, massa fina e croissants. Padarias convidadas e parceiros estratégicos Na parte frontal do estande, dez padarias convidadas vão expor seus produtos ao público. Já confirmaram presença marcas como Cinco Quinas, Paine, Costa Mendes e Panebox, além de outras empresas representativas do setor. O projeto também conta com o apoio de parceiros estratégicos, como a Prática, fornecedora de máquinas para panificação, e a Grano, entre outras empresas colaboradoras. Para o presidente do Sindpan, a ação reforça o papel da indústria de panificação como segmento essencial na cadeia produtiva e no cotidiano dos consumidores cearenses. Leia também | PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025 e soma R$ 12,7 trilhões, aponta IBGE Tags: Sindpan, Alex Martins, Feira da Indústria FIEC, FIEC, indústria de panificação, panificação no Ceará, confeitaria, setor alimentício, produção de pão, fábrica de pão ao vivo, Centro de Eventos do Ceará, economia do Ceará, indústria cearense, M. Dias Branco, Indústria Costa Mendes, Portal Rapadura Digital

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Gráfico de crescimento do PIB do Brasil mostrando expansão de 2,3% em 2025
Economia
Carlos Henrique Costa

PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025 e soma R$ 12,7 trilhões, aponta IBGE

Economia brasileira cresce 2,3% em 2025 e alcança R$ 12,7 trilhões, com agropecuária em destaque no avanço setorial. A economia brasileira encerrou 2025 com crescimento de 2,3%, segundo dados divulgados nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o Produto Interno Bruto (PIB) do país atingiu R$ 12,7 trilhões, marcando o quinto ano consecutivo de expansão econômica. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O resultado, apesar de positivo, representa desaceleração em relação ao desempenho de 2024, quando a economia havia avançado 3,4%, indicando perda de fôlego diante de um cenário de juros elevados e menor dinamismo de alguns setores. Entre os setores que mais impulsionaram o crescimento em 2025, a agropecuária se destacou com alta de 11,7%, sustentada por safras recordes de milho e soja. A indústria registrou expansão de 1,4%, com destaque para a extração de petróleo e gás, e os serviços cresceram 1,8%, liderados por segmentos como informação e comunicação e atividades financeiras. O PIB per capita, que divide o valor total da produção pela população, chegou a R$ 59.687,49, com alta real de 1,9% na comparação com 2024, refletindo melhora na produção de bens e serviços por habitante. No quarto trimestre de 2025, a economia mostrou crescimento marginal de 0,1% em relação ao trimestre anterior, sugerindo uma economia mais estável do que em períodos anteriores, mas com ritmo de expansão menor. O resultado coloca o Brasil entre as principais economias em crescimento global e reforça a tendência de continuidade da expansão econômica, apesar dos desafios como juros elevados e desaceleração de alguns segmentos de consumo e investimento. Leia mais | Fetrans passa a integrar a Câmara Brasil Portugal e amplia articulação institucional Tags: PIB Brasil 2025, crescimento econômico Brasil, IBGE, economia brasileira, R$ 12,7 trilhões, setor agropecuário, serviços Brasil, indústria Brasil, PIB per capita

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Expositores e público caminhando entre stands de flores e artesanato na Ceasa-CE durante feira em celebração ao Dia Internacional da Mulher
Economia
Carlos Henrique Costa

Ceasa-CE promove Feira de Flores e Artesanato em celebração ao Dia Internacional da Mulher

Ceasa-CE celebra o Dia Internacional da Mulher com Feira de Flores e Artesanato entre 6 e 8 de março, reunindo produtoras, artesãs e atividades culturais. A Ceasa-CE (Central de Abastecimento do Ceará) vai realizar, entre os dias 6 e 8 de março de 2026, a Feira de Flores e Artesanato em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. O evento visa celebrar as conquistas femininas e valorizar a presença das mulheres na economia local, reunindo produtoras, artesãs e empreendedoras em uma programação especial no pavilhão do setor de Flores da Ceasa, em Maracanaú (CE). << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A iniciativa contará com expositores de flores, plantas ornamentais, arranjos florais, artesanato e produtos sustentáveis, oferecendo ao público a oportunidade de adquirir itens cuidadosamente selecionados e de qualidade. A feira permitirá o contato direto com as produtoras e artesãs, fortalecendo a circulação de renda e incentivando a economia criativa no entorno da Ceasa-CE. Durante a programação, haverá ainda atividades culturais e oficinas temáticas, com foco no empoderamento feminino, bem-estar, práticas sustentáveis e empreendedorismo. A ideia é promover um espaço de convivência, troca de experiências e valorização das próprias histórias e saberes das mulheres presentes no evento. O evento também terá espaço para apresentações artísticas, música ao vivo e momentos de confraternização, incentivando a participação de toda a comunidade. A organização ressalta que a Feira de Flores e Artesanato foi pensada não apenas como uma ação comercial, mas como uma celebração cultural e social que destaca o papel das mulheres na construção de uma economia mais justa e inclusiva. Leia mais | Ceará investiga quatro casos suspeitos de mpox, mas Sesa afirma que não há cenário de alerta Tags: Ceasa-CE, Feira de Flores e Artesanato, Dia Internacional da Mulher, Maracanaú, empreendedorismo feminino, economia criativa, cultura CE, evento flores, artesanato local

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Óculos para kitesurf da Ferrovia Solar & Grau com proteção UV400 e elástico de fixação
Economia
Carlos Henrique Costa

Ferrovia Solar & Grau lança coleção de óculos voltada para praticantes de kitesurf

A Ferrovia Solar & Grau lançou uma nova coleção de óculos desenvolvida especialmente para praticantes de kitesurf e esportes ao ar livre. A proposta da marca é unir performance, proteção ocular e estilo em modelos que atendam às exigências de quem pratica atividades de alta intensidade, principalmente em ambientes com forte incidência solar e contato constante com água e vento. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Embora sejam associados à moda, os óculos solares desempenham papel relevante na saúde ocular. As lentes escuras reduzem o impacto da luz direta e ajudam a proteger contra os raios ultravioleta (UV), diminuindo riscos de danos causados pela exposição prolongada ao sol. Na nova coleção, um dos principais diferenciais técnicos é a proteção UV400, tecnologia capaz de bloquear a radiação ultravioleta por meio do material da lente ou de revestimento específico que absorve esses raios antes que atinjam os olhos. Os modelos foram projetados com foco em ergonomia, leveza, flexibilidade e resistência — características consideradas fundamentais para esportes como o kitesurf, que exigem estabilidade e conforto mesmo sob movimentos intensos. Outro recurso incorporado à linha é o elástico de fixação, desenvolvido para manter os óculos firmes no rosto durante a prática esportiva na água, ampliando a segurança e a funcionalidade do acessório. A coleção chega ao mercado em três opções de cores, permitindo que o consumidor escolha o modelo mais alinhado ao seu estilo pessoal. Com valor sugerido de R$ 259,90, os produtos reforçam o posicionamento da Ferrovia de oferecer itens acessíveis sem abrir mão de tecnologia, qualidade e design contemporâneo. De acordo com Almir Moreira, coordenador de marketing da Ferrovia, a iniciativa busca dialogar com um público cada vez mais conectado ao esporte e ao lifestyle ao ar livre. Segundo ele, a coleção foi pensada para acompanhar o ritmo de quem pratica kitesurf, combinando conforto, resistência e identidade visual. A nova linha já está disponível nas lojas físicas e nos canais oficiais da marca. Leia mais | André Figueiredo reúne lideranças em Fortaleza e inicia articulação para 2026 Tags: Ferrovia Solar & Grau, óculos para kitesurf, proteção UV400, esportes ao ar livre, acessórios esportivos, saúde ocular, moda esportiva, kitesurf Brasil, óculos solares, lançamento

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Placa “aluga-se” em prédio residencial com gráfico de queda da inflação do aluguel
Economia
Carlos Henrique Costa

Inflação do aluguel cai 0,73% em fevereiro e sinaliza alívio para contratos imobiliários

IGP-M, índice que serve de base para reajuste de aluguéis no Brasil, cai 0,73% em fevereiro, revertendo alta de janeiro e acumulando deflação em 12 meses. A inflação do aluguel, medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) — usado como referência para o reajuste da maior parte dos contratos de locação no Brasil — registrou queda de 0,73% em fevereiro de 2026, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O recuo inverteu a trajetória de alta observada em janeiro, quando o índice havia subido 0,41%, e coloca o indicador em cenário de deflação, com redução acumulada de 0,32% no ano e queda de 2,67% nos últimos 12 meses. O resultado do mês reflete especialmente o forte recuo no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) — componente do IGP-M com maior peso — que caiu 1,18% em fevereiro, após alta em janeiro, influenciado principalmente pela queda de preços de commodities como minério de ferro, soja e café. Outros componentes também contribuíram para o desempenho geral: o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta mais moderada de 0,30%, abaixo dos 0,51% de janeiro, com desaceleração nos preços de alimentação, saúde, educação e transportes; já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 0,34%, mas em ritmo menor que no mês anterior. O que muda para quem aluga imóvel Apesar da queda do IGP-M, a maioria dos contratos de aluguel não permite que o valor do aluguel seja reduzido quando o índice fica negativo no mês de referência. No entanto, a retração aponta um cenário de menor pressão inflacionária para quem paga aluguel e para o mercado imobiliário como um todo, com potencial impacto sobre expectativas de reajustes futuros. A redução do índice também pode sinalizar menor custo de vida relacionado a contratos atrelados ao IGP-M nos próximos meses, especialmente se o comportamento de preços continuar assim no primeiro semestre de 2026. Leia mais | Chuvas em Juiz de Fora e Ubá: número de mortes chega a 40 e tempestades seguem com alerta máximo Tags: inflação do aluguel, IGP-M fevereiro 2026, queda de preços, aluguel Brasil, FGV, mercado imobiliário, economia

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Equipe da NWADV analisa impactos da Reforma Tributária em empresas até 2033
Economia
Carlos Henrique Costa

NWADV se alinha a soluções para preparar empresas para a Reforma Tributária

Programa ROTA2033 combina tecnologia e inteligência jurídica para orientar empresas na transição da Reforma Tributária até 2033. A NWADV lança o programa ROTA2033, iniciativa que combina tecnologia, inteligência jurídica e projeções estratégicas até 2033 para apoiar empresas na adaptação à Reforma Tributária — considerada a transformação mais profunda do sistema fiscal brasileiro nas últimas décadas. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A reforma, já aprovada e atualmente em fase de regulamentação, estabelece um período de transição entre 2026 e 2033, substituindo cinco tributos (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por um sistema dual de IVA, composto por IBS e CBS. O novo modelo impactará diretamente a formação de preços, margens de lucro, créditos tributários, operações interestaduais e a logística empresarial, exigindo planejamento técnico e revisão de estratégias. A NWADV, escritório full service com forte atuação no Brasil e na América Latina, acompanha cada etapa da regulamentação e da transição, oferecendo análises técnicas, esclarecimentos e conteúdos orientativos para empresas de diferentes setores. Segundo especialistas do escritório, muitas organizações ainda não têm clareza sobre como a reforma afetará sua carga tributária, o que pode gerar riscos relevantes. Entre os principais pontos de atenção identificados estão: “Nosso objetivo é oferecer clareza técnica, segurança jurídica e planejamento em um momento decisivo para as organizações brasileiras. O ROTA2033 nasce para apoiar a tomada de decisão responsável e orientada a longo prazo”, afirma Daniel Broder, sócio e um dos responsáveis pelo projeto. Voltado a empresas médias e grandes dos setores de indústria, serviços, comércio, varejo e agronegócio, o programa direciona contadores, CFOs e gestores financeiros que buscam previsibilidade jurídica e econômica para os próximos oito anos. A NWADV reforça que o ROTA2033 tem caráter contínuo e acompanha todas as fases da transição tributária, desde o início da cobrança teste em 2026 (CBS 0,9% e IBS 0,1%), passando pelo período de convivência entre os sistemas em 2027–2032, até a extinção definitiva dos tributos atuais em 2033. Importância do projeto na orientação empresarial Embora a transição tenha sido oficialmente iniciada, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para compreender e aplicar, na prática, as mudanças exigidas. “Nesse contexto, o Rota 2033 surge como um importante aliado, ao mapear de forma clara os impactos reais decorrentes das alterações tributárias e permitir o alinhamento de estratégias e planejamentos. O objetivo é apoiar as empresas do Ceará na retomada e manutenção de uma trajetória segura e sustentável até 2033, marco final do período de transição”, explica a advogada Emanuela Mendes, sócia da NWADV no Ceará. Leia mais | Projeto Verdejar Fortaleza é concluído com lançamento de livro na Câmara Municipal Tags: Reforma Tributária, NWADV, ROTA2033, IBS, CBS, planejamento tributário, empresas, transição fiscal, economia, Ceará

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Máquinas e trilhos no Porto do Pecém com preparação para obras da Transnordestina
Economia
Carlos Henrique Costa

Obra de R$ 13 bi para conectar Pecém à Transnordestina terá início ainda neste semestre, anuncia governo

Governo confirma início ainda neste semestre de obra de R$ 13 bi que conectará o Complexo do Pecém à ferrovia Transnordestina, ampliando a logística de exportações no Nordeste. O Governo Federal confirmou que as **obras do complexo logístico que vai **conectar diretamente o Complexo Industrial e Portuário do Pecém à ferrovia Transnordestina devem começar ainda no primeiro semestre de 2026. O anúncio foi feito durante eventos do setor econômico e reafirma o papel estratégico dessa ligação para ampliar a competitividade do porto cearense no escoamento de cargas e no fortalecimento da logística regional. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O projeto, estimado em cerca de R$ 13 bilhões — somando investimentos previstos em infraestrutura ferroviária e terminais interligados — faz parte de uma estratégia mais ampla para consolidar o Pecém como hub logístico nacional, integrando modais de transporte e atraindo mais investimentos para o Nordeste. A iniciativa também responde à necessidade de fortalecer rotas de exportação e reduzir custos logísticos para produtores e importadores que operam na região. Um dos principais componentes dessa fase de obras é a construção de um terminal logístico com esteiras para movimentação de cargas entre a ferrovia e o porto, que deve ser iniciado ainda no primeiro semestre, com investimento estimado em R$ 1,3 bilhão, de acordo com o presidente do Complexo do Pecém. Essa estrutura deve permitir o transporte direto de mercadorias entre trens e navios, reduzindo a dependência de caminhões e acelerando o fluxo de cargas. Além desse terminal, a conexão com a Transnordestina deve impulsionar o volume de cargas movimentadas no Pecém já em seus primeiros anos de operação. Projeções do complexo apontam a possibilidade de movimentar até 6 milhões de toneladas anuais logo no início da operação plena, com expansão gradual ao longo da década. A ferrovia Transnordestina já registra trechos em construção e trilhos chegando ao Porto do Pecém, com cerca de 326 km de extensão simultaneamente em obras no Ceará, parte de um projeto maior que visa integrar o interior do Piauí ao litoral cearense e às rotas de exportação. O projeto logístico integrado entre a Transnordestina e o Pecém é considerado um dos principais investimentos em infraestrutura no Nordeste e deverá gerar empregos, dinamizar cadeias produtivas e fortalecer a competitividade de produtos brasileiros nos mercados internacionais, ao consolidar uma rota ferroviária eficiente entre o sertão e o porto. Leia mais | Campanha de doações reforça atividades do Instituto Jacques Klein em 2026 Tags: Transnordestina, Pecém, Porto do Pecém, infraestrutura logística, obra R$ 13 bi, ferrovia Nordeste, terminal logístico, exportação, Ceará, economia

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Traders monitoram telas de mercado financeiro enquanto dólar cai e bolsa bate recorde histórico
Economia
Carlos Henrique Costa

Bolsa atinge recorde histórico e dólar cai a R$ 5,17 após decisão da Suprema Corte dos EUA

Decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou o tarifaço impulsiona ativos brasileiros, fortalece o real e leva o Ibovespa ao maior nível da história. Em um dia de forte reação nos mercados financeiros globais, a bolsa brasileira de valores registrou novo patamar recorde enquanto a moeda norte-americana recuou significativamente frente ao real. A reação veio logo após a Suprema Corte dos Estados Unidos anular a maior parte do chamado “tarifaço” imposto pelo governo anterior, impulsionando otimismo entre investidores brasileiros e internacionais. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O principal índice da B3, o Ibovespa, fechou a sessão desta sexta-feira (20) aos 190.534 pontos, consolidando um recorde histórico de fechamento e marcando mais um dia de alta no mercado acionário brasileiro. A valorização foi de cerca de 1,06%, liderada por ações de setores tradicionais como bancos e mineradoras, com forte peso no índice. No segmento cambial, o dólar comercial encerrou o pregão vendido a R$ 5,176, registrando uma queda de 0,98% no dia e retornando ao menor nível em quase dois anos, desde maio de 2024. A divisa chegou a ser cotada abaixo de R$ 5,20 durante o dia e encerrou em R$ 5,17, refletindo a ampla preferência por ativos de risco e moedas de mercados emergentes após a decisão judicial americana. Repercussão da decisão nos mercados O movimento global surge após o tribunal dos EUA derrubar grande parte das tarifas sanitárias e comerciais impostas no ciclo anterior, medida que vinha pressionando relações comerciais e criando incertezas no cenário econômico internacional. Com isso, moedas de economias emergentes — como o real — ganharam força frente ao dólar, enquanto bolsas de valores em diversos países registraram ganhos no mesmo período. Ainda no cenário externo, o presidente americano recém-empossado anunciou um plano de tarifa global temporária de 10% por 120 dias sobre a entrada de produtos no país, o que, contudo, não foi suficiente para abalar o sentimento positivo do mercado. Após essa declaração, a tendência de baixa do dólar se acentuou e impulsionou ainda mais a alta do Ibovespa. Indicadores da semana e tendências A semana de negócios, parcialmente reduzida em função do feriado de carnaval no Brasil, terminou com a bolsa acumulando alta de 2,18% no período e um ganho expressivo de 18,25% no ano de 2026. O euro comercial também apresentou recuo, fechando na mínima recente de R$ 6,09, sob influência do clima global mais favorável a moedas de países em desenvolvimento. Analistas destacam que a decisão da Suprema Corte americana tende a reduzir barreiras comerciais, restabelecer confiança nos fluxos de comércio e, potencialmente, acelerar negociações e parcerias comerciais entre o Brasil e mercados como Estados Unidos, Europa e Ásia. Apesar das boas notícias no curto prazo, agentes de mercado seguem atentos às perspectivas de inflação global, política monetária internacional e futuros desdobramentos das políticas tarifárias nos Estados Unidos, que ainda poderão influenciar os rumos cambiais e da bolsa brasileira nos próximos meses. Leia mais | Museu da Fotografia Fortaleza promove oficina de stencil inspirada na obra de Araquém Alcântara Tags: bolsa de valores, Ibovespa, dólar, câmbio Brasil, tarifaço EUA, mercado financeiro, economia brasileira, ações B3, decisão Suprema Corte, investimento, moedas emergentes

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Governador Elmano de Freitas anuncia instalação de fábrica do ramo calçadista no município de Granja, no interior do Ceará.
Economia
Carlos Henrique Costa

Governador Elmano de Freitas Anuncia Fábrica Calçadista em Granja e Promete Mais de 800 Empregos

Unidade da Mallei Calçados terá investimento de R$ 24 milhões, previsão de início das obras em março e geração de mais de 800 empregos diretos no município. O governador do Ceará, Elmano de Freitas, confirmou na tarde desta sexta-feira (13) a **instalação de uma nova fábrica do setor calçadista no município de Granja, no interior do estado. O anúncio foi feito por meio de uma publicação nas redes sociais, com a presença do prefeito Aníbal Filho e do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), deputado Romeu Aldigueri. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A empresa responsável pelo projeto é a Mallei Calçados, sediada no Rio Grande do Sul, que firmou parceria com o governo estadual para implantar a unidade industrial na região. O investimento previsto gira em torno de R$ 24 milhões, incluindo incentivos fiscais para viabilizar a construção de um galpão industrial cuja obra já foi autorizada e deve começar em março de 2026. Segundo informações oficiais, a nova fábrica deve gerar mais de 800 empregos diretos, impulsionando a economia local e fortalecendo a política estadual de atração de investimentos para o interior do Ceará. A iniciativa se mostra alinhada à estratégia de descentralização industrial, ao incentivar a instalação de empreendimentos fora da Região Metropolitana de Fortaleza. O anúncio também contou com a participação de lideranças políticas estaduais e municipais, que destacaram a importância da chegada da empresa como um motor de desenvolvimento e geração de oportunidades para trabalhadores e famílias granjenses. A chegada da Mallei Calçados ao Ceará reforça a tradição do estado no setor calçadista — que já atrai outras empresas e investimentos em diferentes municípios — e aponta para a ampliação do número de vagas de trabalho formais na cadeia produtiva. Leia mais | Beijo no Carnaval pede cuidado entre os foliões Tags: Lucas Pinheiro Braathen ouro olímpico no slalom gigante, Elmano de Freitas fábrica calçadista Granja, indústria calçadista Ceará, empregos Granja CE, Mallei Calçados, investimentos industriais interior CE

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Parceria entre FIEC e Casa dos Ventos garante energia renovável na Feira da Indústria
Economia
Carlos Henrique Costa

FIEC e Casa dos Ventos garantem energia 100% renovável e compensação de carbono na Feira da Indústria

Parceria assegura certificação da energia consumida e neutralização das emissões de carbono do evento, que será realizado em março, em Fortaleza. A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e a Casa dos Ventos firmaram um compromisso para garantir que a Feira da Indústria utilize energia 100% renovável e tenha suas emissões de carbono compensadas. A iniciativa integra a estratégia de sustentabilidade da FIEC e reforça o posicionamento do Ceará como referência em indústria verde. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A Feira da Indústria será realizada nos dias 9 e 10 de março, no Centro de Eventos do Ceará, reunindo empresas, instituições e especialistas com foco na promoção de negócios, inovação e desenvolvimento sustentável. O acordo prevê a certificação da energia utilizada durante o evento por meio do I-REC (International Renewable Energy Certificate), sistema internacional que comprova a origem renovável da energia elétrica consumida. O mecanismo garante que, para todo o volume de energia utilizado na Feira, seja gerada quantidade equivalente a partir de fontes renováveis, como eólica ou solar. Além da certificação energética, as emissões de carbono associadas à realização do evento serão compensadas por meio da aquisição de créditos de carbono. O processo inclui o levantamento das emissões geradas, especialmente aquelas relacionadas ao deslocamento do público até o local da Feira. Com base nesse cálculo, será definida a quantidade necessária de créditos para neutralizar o impacto ambiental. Cada crédito de carbono corresponde à redução ou remoção de uma tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO₂e) da atmosfera. Os créditos utilizados na compensação terão origem no parque eólico Rio do Vento, empreendimento da Casa dos Ventos voltado à geração de energia renovável. A iniciativa reforça o compromisso da FIEC em estimular práticas sustentáveis e fortalecer a indústria verde no Ceará. A programação da Feira da Indústria inclui palestras, desfiles, estandes multissetoriais e a apresentação de soluções tecnológicas voltadas ao desenvolvimento econômico, social e ambiental. Leia mais | Novas regras do abono salarial deixam 8,2 mil trabalhadores sem benefício no Ceará; veja o que muda Tags: FIEC, Casa dos Ventos, Feira da Indústria, energia renovável, compensação de carbono, indústria verde, sustentabilidade

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