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Equipe da NWADV analisa impactos da Reforma Tributária em empresas até 2033
Economia
Carlos Henrique Costa

NWADV se alinha a soluções para preparar empresas para a Reforma Tributária

Programa ROTA2033 combina tecnologia e inteligência jurídica para orientar empresas na transição da Reforma Tributária até 2033. A NWADV lança o programa ROTA2033, iniciativa que combina tecnologia, inteligência jurídica e projeções estratégicas até 2033 para apoiar empresas na adaptação à Reforma Tributária — considerada a transformação mais profunda do sistema fiscal brasileiro nas últimas décadas. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A reforma, já aprovada e atualmente em fase de regulamentação, estabelece um período de transição entre 2026 e 2033, substituindo cinco tributos (ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI) por um sistema dual de IVA, composto por IBS e CBS. O novo modelo impactará diretamente a formação de preços, margens de lucro, créditos tributários, operações interestaduais e a logística empresarial, exigindo planejamento técnico e revisão de estratégias. A NWADV, escritório full service com forte atuação no Brasil e na América Latina, acompanha cada etapa da regulamentação e da transição, oferecendo análises técnicas, esclarecimentos e conteúdos orientativos para empresas de diferentes setores. Segundo especialistas do escritório, muitas organizações ainda não têm clareza sobre como a reforma afetará sua carga tributária, o que pode gerar riscos relevantes. Entre os principais pontos de atenção identificados estão: “Nosso objetivo é oferecer clareza técnica, segurança jurídica e planejamento em um momento decisivo para as organizações brasileiras. O ROTA2033 nasce para apoiar a tomada de decisão responsável e orientada a longo prazo”, afirma Daniel Broder, sócio e um dos responsáveis pelo projeto. Voltado a empresas médias e grandes dos setores de indústria, serviços, comércio, varejo e agronegócio, o programa direciona contadores, CFOs e gestores financeiros que buscam previsibilidade jurídica e econômica para os próximos oito anos. A NWADV reforça que o ROTA2033 tem caráter contínuo e acompanha todas as fases da transição tributária, desde o início da cobrança teste em 2026 (CBS 0,9% e IBS 0,1%), passando pelo período de convivência entre os sistemas em 2027–2032, até a extinção definitiva dos tributos atuais em 2033. Importância do projeto na orientação empresarial Embora a transição tenha sido oficialmente iniciada, muitas empresas ainda enfrentam dificuldades para compreender e aplicar, na prática, as mudanças exigidas. “Nesse contexto, o Rota 2033 surge como um importante aliado, ao mapear de forma clara os impactos reais decorrentes das alterações tributárias e permitir o alinhamento de estratégias e planejamentos. O objetivo é apoiar as empresas do Ceará na retomada e manutenção de uma trajetória segura e sustentável até 2033, marco final do período de transição”, explica a advogada Emanuela Mendes, sócia da NWADV no Ceará. Leia mais | Projeto Verdejar Fortaleza é concluído com lançamento de livro na Câmara Municipal Tags: Reforma Tributária, NWADV, ROTA2033, IBS, CBS, planejamento tributário, empresas, transição fiscal, economia, Ceará

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Máquinas e trilhos no Porto do Pecém com preparação para obras da Transnordestina
Economia
Carlos Henrique Costa

Obra de R$ 13 bi para conectar Pecém à Transnordestina terá início ainda neste semestre, anuncia governo

Governo confirma início ainda neste semestre de obra de R$ 13 bi que conectará o Complexo do Pecém à ferrovia Transnordestina, ampliando a logística de exportações no Nordeste. O Governo Federal confirmou que as **obras do complexo logístico que vai **conectar diretamente o Complexo Industrial e Portuário do Pecém à ferrovia Transnordestina devem começar ainda no primeiro semestre de 2026. O anúncio foi feito durante eventos do setor econômico e reafirma o papel estratégico dessa ligação para ampliar a competitividade do porto cearense no escoamento de cargas e no fortalecimento da logística regional. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O projeto, estimado em cerca de R$ 13 bilhões — somando investimentos previstos em infraestrutura ferroviária e terminais interligados — faz parte de uma estratégia mais ampla para consolidar o Pecém como hub logístico nacional, integrando modais de transporte e atraindo mais investimentos para o Nordeste. A iniciativa também responde à necessidade de fortalecer rotas de exportação e reduzir custos logísticos para produtores e importadores que operam na região. Um dos principais componentes dessa fase de obras é a construção de um terminal logístico com esteiras para movimentação de cargas entre a ferrovia e o porto, que deve ser iniciado ainda no primeiro semestre, com investimento estimado em R$ 1,3 bilhão, de acordo com o presidente do Complexo do Pecém. Essa estrutura deve permitir o transporte direto de mercadorias entre trens e navios, reduzindo a dependência de caminhões e acelerando o fluxo de cargas. Além desse terminal, a conexão com a Transnordestina deve impulsionar o volume de cargas movimentadas no Pecém já em seus primeiros anos de operação. Projeções do complexo apontam a possibilidade de movimentar até 6 milhões de toneladas anuais logo no início da operação plena, com expansão gradual ao longo da década. A ferrovia Transnordestina já registra trechos em construção e trilhos chegando ao Porto do Pecém, com cerca de 326 km de extensão simultaneamente em obras no Ceará, parte de um projeto maior que visa integrar o interior do Piauí ao litoral cearense e às rotas de exportação. O projeto logístico integrado entre a Transnordestina e o Pecém é considerado um dos principais investimentos em infraestrutura no Nordeste e deverá gerar empregos, dinamizar cadeias produtivas e fortalecer a competitividade de produtos brasileiros nos mercados internacionais, ao consolidar uma rota ferroviária eficiente entre o sertão e o porto. Leia mais | Campanha de doações reforça atividades do Instituto Jacques Klein em 2026 Tags: Transnordestina, Pecém, Porto do Pecém, infraestrutura logística, obra R$ 13 bi, ferrovia Nordeste, terminal logístico, exportação, Ceará, economia

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Traders monitoram telas de mercado financeiro enquanto dólar cai e bolsa bate recorde histórico
Economia
Carlos Henrique Costa

Bolsa atinge recorde histórico e dólar cai a R$ 5,17 após decisão da Suprema Corte dos EUA

Decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou o tarifaço impulsiona ativos brasileiros, fortalece o real e leva o Ibovespa ao maior nível da história. Em um dia de forte reação nos mercados financeiros globais, a bolsa brasileira de valores registrou novo patamar recorde enquanto a moeda norte-americana recuou significativamente frente ao real. A reação veio logo após a Suprema Corte dos Estados Unidos anular a maior parte do chamado “tarifaço” imposto pelo governo anterior, impulsionando otimismo entre investidores brasileiros e internacionais. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O principal índice da B3, o Ibovespa, fechou a sessão desta sexta-feira (20) aos 190.534 pontos, consolidando um recorde histórico de fechamento e marcando mais um dia de alta no mercado acionário brasileiro. A valorização foi de cerca de 1,06%, liderada por ações de setores tradicionais como bancos e mineradoras, com forte peso no índice. No segmento cambial, o dólar comercial encerrou o pregão vendido a R$ 5,176, registrando uma queda de 0,98% no dia e retornando ao menor nível em quase dois anos, desde maio de 2024. A divisa chegou a ser cotada abaixo de R$ 5,20 durante o dia e encerrou em R$ 5,17, refletindo a ampla preferência por ativos de risco e moedas de mercados emergentes após a decisão judicial americana. Repercussão da decisão nos mercados O movimento global surge após o tribunal dos EUA derrubar grande parte das tarifas sanitárias e comerciais impostas no ciclo anterior, medida que vinha pressionando relações comerciais e criando incertezas no cenário econômico internacional. Com isso, moedas de economias emergentes — como o real — ganharam força frente ao dólar, enquanto bolsas de valores em diversos países registraram ganhos no mesmo período. Ainda no cenário externo, o presidente americano recém-empossado anunciou um plano de tarifa global temporária de 10% por 120 dias sobre a entrada de produtos no país, o que, contudo, não foi suficiente para abalar o sentimento positivo do mercado. Após essa declaração, a tendência de baixa do dólar se acentuou e impulsionou ainda mais a alta do Ibovespa. Indicadores da semana e tendências A semana de negócios, parcialmente reduzida em função do feriado de carnaval no Brasil, terminou com a bolsa acumulando alta de 2,18% no período e um ganho expressivo de 18,25% no ano de 2026. O euro comercial também apresentou recuo, fechando na mínima recente de R$ 6,09, sob influência do clima global mais favorável a moedas de países em desenvolvimento. Analistas destacam que a decisão da Suprema Corte americana tende a reduzir barreiras comerciais, restabelecer confiança nos fluxos de comércio e, potencialmente, acelerar negociações e parcerias comerciais entre o Brasil e mercados como Estados Unidos, Europa e Ásia. Apesar das boas notícias no curto prazo, agentes de mercado seguem atentos às perspectivas de inflação global, política monetária internacional e futuros desdobramentos das políticas tarifárias nos Estados Unidos, que ainda poderão influenciar os rumos cambiais e da bolsa brasileira nos próximos meses. Leia mais | Museu da Fotografia Fortaleza promove oficina de stencil inspirada na obra de Araquém Alcântara Tags: bolsa de valores, Ibovespa, dólar, câmbio Brasil, tarifaço EUA, mercado financeiro, economia brasileira, ações B3, decisão Suprema Corte, investimento, moedas emergentes

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Governador Elmano de Freitas anuncia instalação de fábrica do ramo calçadista no município de Granja, no interior do Ceará.
Economia
Carlos Henrique Costa

Governador Elmano de Freitas Anuncia Fábrica Calçadista em Granja e Promete Mais de 800 Empregos

Unidade da Mallei Calçados terá investimento de R$ 24 milhões, previsão de início das obras em março e geração de mais de 800 empregos diretos no município. O governador do Ceará, Elmano de Freitas, confirmou na tarde desta sexta-feira (13) a **instalação de uma nova fábrica do setor calçadista no município de Granja, no interior do estado. O anúncio foi feito por meio de uma publicação nas redes sociais, com a presença do prefeito Aníbal Filho e do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), deputado Romeu Aldigueri. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A empresa responsável pelo projeto é a Mallei Calçados, sediada no Rio Grande do Sul, que firmou parceria com o governo estadual para implantar a unidade industrial na região. O investimento previsto gira em torno de R$ 24 milhões, incluindo incentivos fiscais para viabilizar a construção de um galpão industrial cuja obra já foi autorizada e deve começar em março de 2026. Segundo informações oficiais, a nova fábrica deve gerar mais de 800 empregos diretos, impulsionando a economia local e fortalecendo a política estadual de atração de investimentos para o interior do Ceará. A iniciativa se mostra alinhada à estratégia de descentralização industrial, ao incentivar a instalação de empreendimentos fora da Região Metropolitana de Fortaleza. O anúncio também contou com a participação de lideranças políticas estaduais e municipais, que destacaram a importância da chegada da empresa como um motor de desenvolvimento e geração de oportunidades para trabalhadores e famílias granjenses. A chegada da Mallei Calçados ao Ceará reforça a tradição do estado no setor calçadista — que já atrai outras empresas e investimentos em diferentes municípios — e aponta para a ampliação do número de vagas de trabalho formais na cadeia produtiva. Leia mais | Beijo no Carnaval pede cuidado entre os foliões Tags: Lucas Pinheiro Braathen ouro olímpico no slalom gigante, Elmano de Freitas fábrica calçadista Granja, indústria calçadista Ceará, empregos Granja CE, Mallei Calçados, investimentos industriais interior CE

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Parceria entre FIEC e Casa dos Ventos garante energia renovável na Feira da Indústria
Economia
Carlos Henrique Costa

FIEC e Casa dos Ventos garantem energia 100% renovável e compensação de carbono na Feira da Indústria

Parceria assegura certificação da energia consumida e neutralização das emissões de carbono do evento, que será realizado em março, em Fortaleza. A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e a Casa dos Ventos firmaram um compromisso para garantir que a Feira da Indústria utilize energia 100% renovável e tenha suas emissões de carbono compensadas. A iniciativa integra a estratégia de sustentabilidade da FIEC e reforça o posicionamento do Ceará como referência em indústria verde. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A Feira da Indústria será realizada nos dias 9 e 10 de março, no Centro de Eventos do Ceará, reunindo empresas, instituições e especialistas com foco na promoção de negócios, inovação e desenvolvimento sustentável. O acordo prevê a certificação da energia utilizada durante o evento por meio do I-REC (International Renewable Energy Certificate), sistema internacional que comprova a origem renovável da energia elétrica consumida. O mecanismo garante que, para todo o volume de energia utilizado na Feira, seja gerada quantidade equivalente a partir de fontes renováveis, como eólica ou solar. Além da certificação energética, as emissões de carbono associadas à realização do evento serão compensadas por meio da aquisição de créditos de carbono. O processo inclui o levantamento das emissões geradas, especialmente aquelas relacionadas ao deslocamento do público até o local da Feira. Com base nesse cálculo, será definida a quantidade necessária de créditos para neutralizar o impacto ambiental. Cada crédito de carbono corresponde à redução ou remoção de uma tonelada de dióxido de carbono equivalente (CO₂e) da atmosfera. Os créditos utilizados na compensação terão origem no parque eólico Rio do Vento, empreendimento da Casa dos Ventos voltado à geração de energia renovável. A iniciativa reforça o compromisso da FIEC em estimular práticas sustentáveis e fortalecer a indústria verde no Ceará. A programação da Feira da Indústria inclui palestras, desfiles, estandes multissetoriais e a apresentação de soluções tecnológicas voltadas ao desenvolvimento econômico, social e ambiental. Leia mais | Novas regras do abono salarial deixam 8,2 mil trabalhadores sem benefício no Ceará; veja o que muda Tags: FIEC, Casa dos Ventos, Feira da Indústria, energia renovável, compensação de carbono, indústria verde, sustentabilidade

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Presidente do SIMEC, César Barros, durante reunião com associados em 2026
Economia
Carlos Henrique Costa

SIMEC inicia 2026 com mobilização para a Feira da Indústria FIEC e agenda estratégica para o setor

Primeira reunião do ano reuniu associados, apresentou novos integrantes e debateu saúde mental, reforma tributária e integração da indústria cearense. O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Ceará (SIMEC) realizou, na terça-feira (10), a primeira reunião de 2026 com uma pauta voltada ao fortalecimento do setor industrial e à mobilização para a Feira da Indústria FIEC, que acontece nos dias 9 e 10 de março, no Centro de Eventos do Estado. O encontro reuniu empresários e associados para discutir temas estratégicos, como saúde mental no ambiente de trabalho, os impactos da reforma tributária e ações de integração do ecossistema produtivo. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Na abertura, o presidente do SIMEC, César Barros, apresentou as prioridades do sindicato para o novo ciclo. Segundo ele, três eixos centrais norteiam a atuação em 2026: saúde mental, adequação à Norma Regulamentadora nº 1 (NR 1) e os debates sobre a nova tributação. O dirigente também destacou a participação ativa do sindicato na Feira da Indústria, com estande próprio, reunindo cerca de 15 associados do segmento metalmecânico, além da exposição de obras do escultor Edismar Arruda. A expectativa é fortalecer a visibilidade do setor e valorizar a força da indústria cearense, representada por 39 sindicatos. A reunião marcou ainda a recepção oficial de novos integrantes do SIMEC. Passaram a compor o quadro associativo as empresas Calça e Dias Engenharia, Boakostura, Fluído Medical, INACE e Metal Ramos, ampliando a atuação coletiva e a representatividade do sindicato na defesa dos interesses industriais. Saúde mental e fatores de risco psicossociais A primeira palestra do encontro abordou a NR 1 e os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho, com apresentação do engenheiro Bertran Rodrigues, coordenador de Segurança e Saúde do SESI Ceará. O especialista ressaltou que o tema vem ganhando relevância internacional desde os anos 1980, com alertas de organismos como a Organização Mundial da Saúde e a Organização Internacional do Trabalho. Segundo ele, fatores psicossociais originados no ambiente laboral podem comprometer a competitividade das empresas, caso não sejam devidamente gerenciados. A exposição reforçou a importância de práticas preventivas alinhadas às normas vigentes, integrando saúde, gestão e sustentabilidade dos negócios. Reforma tributária e mudança de cultura empresarial Na sequência, a professora Kliny Murelli, da Pós-Graduação em Direito Tributário da Universidade de Fortaleza (Unifor), apresentou uma análise sobre os impactos da reforma tributária, com foco em 2026 e nos próximos anos. A especialista destacou que as mudanças vão além da substituição de tributos, afetando diretamente o fluxo de caixa, a formação de preços e a logística das empresas. O debate contribuiu para esclarecer dúvidas dos empresários e reforçou a necessidade de planejamento antecipado diante da transição para o novo modelo tributário. Corrida da Construção fortalece relacionamento do setor O encontro também serviu de espaço para a divulgação da Corrida da Construção, iniciativa promovida pelo Grupo Aço Cearense, apresentada por Mariana Queiroz, da equipe de marketing do grupo. O evento será realizado no dia 26 de abril e integra as comemorações do aniversário de Fortaleza, com expectativa de reunir cerca de 3 mil participantes, entre profissionais da construção civil e lideranças do setor. A ação busca fortalecer o relacionamento e a integração do ecossistema da construção no Estado. Leia mais | Novas regras do abono salarial deixam 8,2 mil trabalhadores sem benefício no Ceará; veja o que muda Tags: SIMEC, indústria cearense, Feira da Indústria FIEC, saúde mental no trabalho, reforma tributária, setor industrial

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Prédio comercial localizado no bairro Aldeota, em Fortaleza, avaliado em R$ 11,1 milhões, destaque em leilão dos Correios
Economia
Carlos Henrique Costa

Prédio de R$ 11,1 milhões em Fortaleza é o mais caro do país em leilão dos Correios

Imóvel localizado no bairro Aldeota lidera leilão digital da estatal entre 21 ativos ofertados no Brasil Um prédio comercial localizado no bairro Aldeota, em Fortaleza, é o imóvel com o maior valor inicial no leilão nacional promovido pelos Correios. Avaliado em R$ 11,1 milhões, o edifício é o mais caro entre os 21 ativos colocados à venda pela estatal em diferentes estados do país. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O imóvel possui seis pavimentos e está situado na esquina das ruas Leonardo Mota e Maria Tomásia, em uma das áreas mais valorizadas da capital cearense. A área total construída é de 2.094,25 metros quadrados, incluindo subsolo, térreo, mezanino, quatro andares superiores e cobertura. Inaugurado em 1988, o prédio foi utilizado por décadas como unidade administrativa e operacional dos Correios no Ceará. Com a reorganização interna da empresa e mudanças ocorridas durante o período da pandemia, parte das atividades foi transferida, permanecendo atualmente em funcionamento apenas a agência Aldeota, localizada no térreo. Os Correios informaram que, caso o imóvel seja arrematado, a agência continuará operando na região, mas em outro espaço que será alugado, garantindo a manutenção do atendimento à população. Especialistas do setor imobiliário apontam que a localização estratégica e o potencial comercial do edifício justificam o alto valor inicial, embora o prédio demande investimentos em modernização, como atualização de elevadores, sistemas elétricos e hidráulicos. O leilão faz parte do plano de reestruturação dos Correios, que prevê a venda de imóveis considerados ociosos ou subutilizados. A iniciativa busca reduzir custos operacionais e reforçar o caixa da empresa para novos investimentos. Além do prédio em Fortaleza, o leilão inclui imóveis em capitais como Belo Horizonte e São Paulo, com valores iniciais inferiores, reforçando o destaque do imóvel cearense no cenário nacional. Leia mais | FGC aprova plano emergencial para recompor rombo causado pelo banco master Tags: leilão dos Correios, prédio em Fortaleza, Aldeota, mercado imobiliário, imóveis públicos, economia

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conceito fundo garantidor de credito fgc com moedas e notas representando respaldo financeiro
Economia
Carlos Henrique Costa

FGC aprova plano emergencial para recompor rombo causado pelo banco master

Medida envolve antecipação de aportes bilionários e aumento de contribuições de bancos associados para reforçar liquidez do fundo garantidor O conselho do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) aprovou nesta terça-feira (10) um plano emergencial para recompor o caixa do fundo após o impacto financeiro provocado pela liquidação do Banco Master, medida que exigiu desembolsos bilionários para ressarcir credores. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A estratégia aprovada prevê a antecipação imediata do equivalente a cinco anos de contribuições futuras dos bancos associados, distribuída em três parcelas mensais ainda em 2026, além de novos aportes em 2027 e 2028 — totalizando até sete anos de contribuições adiantadas. As instituições também concordaram em elevar temporariamente o valor das contribuições mensais em percentuais extraordinários entre 30% e 60% por, no mínimo, cinco anos. Pelas regras atuais, os bancos associados recolhem mensalmente 0,01% sobre o total de instrumentos financeiros cobertos pelo FGC, com alíquotas maiores para certos produtos, como os Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE). A recomposição imediata de liquidez é considerada essencial para que o fundo tenha caixa compatível com os riscos do sistema financeiro até o fim do primeiro trimestre de 2026. Alternativas adicionais em discussão incluem o uso de parte de recursos de compulsórios de depósitos à vista, que dependem de autorização do Banco Central. Até o momento, o FGC desembolsou cerca de R$ 36 bilhões para pagar credores do Master, com estimativa de superar R$ 40 bilhões e ainda sem iniciar os pagamentos relacionados ao Will Bank, braço do mesmo grupo. O episódio reforçou debates no setor financeiro sobre possíveis reformas nas regras do FGC, incluindo maior fiscalização de balanços, limites de alavancagem e redução da concentração de produtos financeiros em poucas plataformas. Contextualização do fato impacto social A recomposição do FGC afeta diretamente investidores e depositantes de bancos médios, especialmente aqueles com aplicações que ultrapassam o limite de garantia. A antecipação de aportes e o aumento de contribuições podem refletir em custos mais altos ou ajustes na oferta de crédito. O tema tem relevância nacional porque envolve a liquidez de um dos principais mecanismos de proteção ao sistema financeiro brasileiro, influenciando a confiança de investidores e a estabilidade do mercado bancário em todo o país. A iniciativa pode desencadear mudanças nas regras de governança do FGC e aumentar a pressão por maior supervisão sobre bancos de médio porte. A medida também pode impactar a competitividade do setor financeiro ao elevar os custos de contribuição para os bancos. Leia mais | Brasil capta US$ 4,5 bilhões com emissão de títulos no mercado internacional Tags: fgc, banco master, rombo financeiro, plano emergencial, fundos de garantia, mercado financeiro, economia brasil

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Motocicleta estacionada com nota de IPVA mostrando benefício de 50% para motociclistas de aplicativo em Fortaleza
Economia
Carlos Henrique Costa

IPVA com desconto de 50% para motociclistas de app vence nesta terça (10)

Benefício concedido pela Prefeitura de Fortaleza exige pagamento do imposto com redução até hoje; veja como aproveitar O prazo para que motociclistas que trabalham por aplicativo em Fortaleza paguem o IPVA 2026 com desconto de 50% termina nesta terça-feira (10). O benefício fiscal — concedido pela Lei nº 739/2025 da Prefeitura e operacionalizado pela Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) — tem como objetivo reduzir os custos tributários para profissionais que dependem da motocicleta como meio de trabalho. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O benefício foi implantado como parte de um programa municipal de incentivo aos motociclistas de aplicativo e permite que o contribuinte pague a primeira parcela do IPVA com metade do valor originalmente devido, desde que cumpridos os critérios e o cadastro tenha sido validado pela Etufor. Quem pode usufruir do desconto Para ter direito à redução de 50% no IPVA, o motociclista precisa atender a alguns requisitos previstos na legislação municipal, entre eles:• Cadastro ativo e regular junto à Etufor como motociclista que presta serviços de transporte de passageiros ou entregas por aplicativo;• Motocicleta com cilindrada máxima de 160 cm³ (ou equivalente);• Comprovação de vínculo ativo com plataformas digitais de transporte ou entregas;• Realização de pelo menos 3 000 viagens ou entregas no ano anterior ao pedido do benefício;• Estar em dia com os tributos e obrigações referentes ao veículo. A emissão dos boletos com o desconto aplicado já foi liberada pela Etufor desde o último sábado (7), e os profissionais devem realizar o pagamento até o final do dia 10 de fevereiro para garantir a redução. Como conferir e emitir o documento Os motociclistas contemplados no programa podem consultar o desconto e emitir o boleto diretamente na plataforma do incentivo, no endereço digital vinculado ao programa municipal da Etufor ou no portal de serviços indicados pelas autoridades municipais. O calendário normal do IPVA 2026 no Ceará segue até junho, com outras opções de pagamento e descontos (como até 10% no pagamento em cota única para outros contribuintes), mas o benefício especial de 50% oferecido pela Prefeitura é exclusivo para os profissionais cadastrados e com o pagamento dentro do prazo estabelecido. Leia também | Ministério Público de SP vai investigar superlotação em blocos de rua de Carnaval 🏷️ Tags do texto IPVA 2026, desconto IPVA Fortaleza, motociclistas de app, Etufor, incentivo municipal, imposto de veículos, desconto de 50%, economia, mobilidade urbana4

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Gráfico de mercado financeiro com dólar em queda e índice da bolsa brasileira em alta recorde
Economia
Carlos Henrique Costa

Dólar cai para o menor valor em 21 meses e bolsa de valores bate recorde

Dólar cai para o menor valor em 21 meses e bolsa de valores bate recorde O dólar comercial recuou para o menor valor em 21 meses, enquanto a bolsa de valores brasileira (Ibovespa) registrou uma nova marca recorde histórica, em mais um dia de forte otimismo para o mercado financeiro do país. A movimentação foi impulsionada por fatores externos após alertas da China sobre títulos dos Estados Unidos e pela entrada de capital estrangeiro nos ativos brasileiros. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> O recuo da moeda americana frente ao real e a alta do principal índice acionário da B3 refletem a confiança dos investidores, que passam a reavaliar cenários de juros e o ambiente econômico global, atraindo investimentos e ampliando o apetite por ativos brasileiros. Queda do dólar e cenário cambial Nesta segunda-feira, o dólar comercial mostrou forte recuo, negociando abaixo de patamares vistos desde meados de 2024, com fechamento próximo a R$ 5,18, impulsionado por fatores externos e espera de movimentos de política monetária internacional. O enfraquecimento da moeda americana facilita a entrada de dólares no mercado emergente, beneficiando economias como a brasileira. B3 em alta e recorde histórico Enquanto isso, o Ibovespa subiu de maneira expressiva, ultrapassando 186 mil pontos, consolidando uma trajetória de altas em 2026 e atraindo investidores tanto nacionais quanto estrangeiros. Esse desempenho marca um novo recorde para a bolsa brasileira, com diversos setores em alta e otimismo com perspectivas futuras de crescimento econômico e possíveis reduções nas taxas de juros. O movimento é acompanhado por uma maior liquidez no mercado de capitais e pela percepção de melhora do ambiente macroeconômico no Brasil, que tem se beneficiado de fluxos globais de capital à procura de melhores retornos em mercados emergentes. Leia também | Tecnologia a favor da vida: clínica pioneira no Ceará usa IA na fertilização in vitro 🏷️ Tags do texto dólar, menor valor, bolsa de valores, Ibovespa, recorde histórico, mercado financeiro, câmbio, investimentos, economia brasileira

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