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Carlos Henrique Costa

Prefeitura de Fortaleza realiza 4º Dia D da vacinação antirrábica neste sábado (6/12)

05 de Dezembro de 2025 – A Prefeitura de Fortaleza promove neste sábado (6/12), das 8h às 17h, o quarto Dia D da Campanha de Vacinação Antirrábica 2025, com 49 pontos abertos nas Regionais de Saúde 2, 4 e 6. A cidade já imunizou mais de 320 mil cães e gatos ao longo do ano, mobilizando 600 profissionais para manter Fortaleza livre de raiva humana há mais de duas décadas. ​​​<< SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> A vacina é crucial contra o vírus letal da raiva, ainda detectado em animais silvestres como saguis e morcegos, e felinos de rua. O público-alvo inclui cães e gatos a partir de 3 meses; fêmeas prenhas ou animais doentes/recuperando-se devem evitar a dose. Tutores devem buscar o ponto mais próximo para proteção coletiva.​​ Além dos Dias D itinerantes, 9 pontos fixos operam: 8 boxes de zoonoses (seg-sex) e Centro de Controle de Zoonoses (diário, fins de semana inclusos). Equipes mapeiam abrigos e visitam protetores independentes, visando cobertura de 80%. Orientações importantes: Leia também | Alece entrega Prêmio Frei Tito de Alencar 2025 aos povos indígenas do Ceará Tags: vacinação antirrábica, Fortaleza, Dia D, cães gatos, raiva, zoonoses, pets, Secretaria Saúde

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Carlos Henrique Costa

Prefeitura de Fortaleza realiza Dia D da vacinação antirrábica

A Prefeitura de Fortaleza deu início ao “Dia D” da campanha de vacinação antirrábica neste sábado, 4 de outubro, nas regionais de saúde 1, 3 e 5, com atendimento entre 8h e 17h em mais de 111 pontos espalhados por 28 bairros da cidade. A campanha, que começou no dia 1º de outubro, segue até 30 de novembro, com mais um “Dia D” previsto para 8 de novembro nas regionais 2, 4 e 6. Ao todo, cerca de 950 profissionais, entre eles 600 vacinadores, estão envolvidos na iniciativa que tem como meta vacinar aproximadamente 400 mil cães e gatos durante toda a campanha. O público-alvo são cães e gatos com mais de três meses, exceto fêmeas prenhes ou animais doentes ou em recuperação. Josete Malheiros, coordenadora de Vigilância em Saúde de Fortaleza, reforçou que a vacina é reaplicada anualmente devido à alta taxa de mutação do vírus da raiva. A secretária municipal da Saúde, Riane Azevedo, destacou que Fortaleza está há 22 anos sem registrar casos humanos da doença, ressaltando a importância da imunização para manter a erradicação. A vacinação também pode ser agendada para abrigos e pessoas com muitos animais domésticos, com equipes de saúde deslocando-se para atendimento domiciliar. Bairros abrangidos no Dia D – 4 de outubro Regional de saúde 1: Barra do Ceará, Carlito Pamplona, Cristo Redentor, Jardim Guanabara, Monte Castelo, Moura Brasil, São Gerardo, Vila Velha e Vila Ellery. Regional de saúde 3: Amadeu Furtado, Antônio Bezerra, Autran Nunes, Bonsucesso, João XXIII, Jóquei Clube, Henrique Jorge, Quintino Cunha, Padre Andrade, Parque Araxá, Pici e Presidente Kennedy. Regional de saúde 5: Aracapé, Bom Jardim, Canindezinho, Cidade Nova, Conjunto Ceará I e II, Conjunto Esperança, Granja Lisboa, Granja Portugal, Jardim Cearense, Maraponga, Mondubim, Parque Genibaú, Parque Presidente Vargas, Parque Santa Rosa, Parque São José, Planalto Ayrton Senna, Prefeito José Walter, Siqueira e Vila Manoel Sátiro. Além dos dias D, a vacina antirrábica está disponível o ano todo no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e nas Unidades de Vigilância de Zoonoses (UVZ). Tags: vacinação antirrábica, Fortaleza, Dia D, prevenção raiva, cães e gatos, saúde pública, Centro de Controle de Zoonoses, zoonoses, campanha vacina animal, vigilância em saúde Leia mais | Luizianne Lins se recusa a assinar documento de deportação

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Carlos Henrique Costa

Calazar em humanos: sintomas, tratamento e prevenção da leishmaniose

Fortaleza, 23 de setembro de 2025 – A leishmaniose visceral, popularmente conhecida como calazar, é uma doença infecciosa grave que pode atingir tanto humanos quanto cães. Causada por protozoários do gênero Leishmania, ela é transmitida exclusivamente pela picada da fêmea do mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis). Sem tratamento, a doença pode ser fatal, o que torna essencial a atenção aos sintomas e medidas de prevenção. Como ocorre a transmissão Segundo a professora de Medicina Veterinária da Wyden, Emanuelle Frota, a infecção acontece quando o mosquito pica um cão doente, ingere o parasita e, ao picar novamente, transmite a leishmaniose a outros cães ou pessoas. “É importante destacar que a doença não é transmitida diretamente de um animal para outro nem de animal para pessoa. A presença do mosquito é sempre necessária para que ocorra a infecção”, explica a especialista. Sintomas do calazar em humanos e cães Nos seres humanos, os principais sintomas incluem: Já nos cães, a doença costuma ser silenciosa por muito tempo, mas quando se manifesta, causa alterações graves no sistema imunológico e compromete órgãos vitais. Tratamento disponível Emanuelle Frota reforça que o diagnóstico precoce é determinante para o tratamento. “Existe tratamento disponibilizado pelo SUS, que pode controlar e eliminar a infecção, especialmente se iniciado precocemente. Em cães, não existe cura no sentido de eliminação total do parasita, mas há medicamentos que reduzem a carga parasitária, controlam os sintomas e melhoram a qualidade de vida, diminuindo a transmissão”, esclarece a professora. Como prevenir a leishmaniose A prevenção continua sendo a melhor estratégia contra o calazar. Entre as medidas recomendadas estão:

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