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Carlos Henrique Costa

Minuta finalizada do Plano Diretor Participativo e Sustentável de Fortaleza será apresentada

O prefeito de Fortaleza, Evandro Leitão (PT), anunciou que a minuta do Plano Diretor Participativo e Sustentável (PDPS) da cidade foi finalizada e seguirá para apreciação na Conferência das Cidades, que acontecerá entre 24 e 26 de outubro no Centro de Eventos do Ceará, antes de ser votada na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor). O documento está disponível para consulta no site oficial do Plano Diretor. Um dos avanços importantes da nova proposta é o aumento de 38,43% das áreas verdes protegidas da cidade, que totalizam 2.942,52 hectares na Macrozona do Ambiente Natural, incluindo a Zona de Preservação Ambiental (ZPA) e a Zona de Uso Sustentável. As ZPAs terão acréscimo de 20% em relação ao Plano Diretor de 2009. A minuta também reconhece comunidades e povos tradicionais com a criação da Zona Especial de Comunidades e Povos Tradicionais (Zect), incluindo Boca da Barra, Casa de Farinha e Olho d’Água. O documento amplia ainda o número de Zonas de Preservação do Patrimônio Cultural, que passam de quatro para oito. Entre outros pontos, prevê a expansão das Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis), que garantem moradia digna, infraestrutura urbana, serviços públicos e regularização fundiária para assentamentos precários, favelas e loteamentos. Destaca-se a criação das Zeis de Reparação (tipo 4), para melhorar conjuntos habitacionais já entregues. Tags: Plano Diretor Fortaleza, PDPS, Evandro Leitão, áreas verdes, Zona de Preservação Ambiental, ZPA, comunidades tradicionais, Zonas de Interesse Social, Zeis, Câmara Municipal de Fortaleza Leia mais | Três a cada dez pessoas vivem em insegurança alimentar no Ceará, aponta IBGE

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Na Cara do Gol
Hugo do Vale

Na parada, só não pode parar: Ceará e Fortaleza miram estratégias similares para reta final do Brasileirão 2025

Na parada, só não pode parar! Falando do Brasileirão 2025, nossos representantes, Ceará e Fortaleza, apesar de objetivos distintos, neste momento da competição, tende a optar pelo mesmo padrão de jogo nesta reta final, aproveitando da data FIFA O Alvinegro de Porangabussu, que pra mim, fecha o debate sobre rebaixamento e entra de vez na luta pela vaga da Sul Americana e quem sabe, fase de grupos da Libertadores, não pode perder pontos mediante a decisões de escalações e principalmente, de mudanças durante os jogos sem utilizar peças que tem a disposição nas funções corretas, seja pra buscar resultados adversos e ou manutenção e ampliação de vantagens conquistadas no decorrer da partida Já o tricolor do Pici, tem que focar em duas coisas que já estão claras na competição que resta na temporada 2025. A primeira, obviamente, ser letal nos concorrentes direto na luta pela permanência e continuidade na elite do nosso futebol, a outra, é não arriscar tanto nas escolhas de quem vai a campo lutar pelos três pontos, optar por figuras conhecidas e que trilharam o Fortaleza nesse case de sucesso até aqui. João Ricardo, Britez, Pikachu, Sasha, Pacheco e Pochetino, junto a única contratação que funcionou esse ano, Matheus Pereira, vem demonstrando que é possível essa missão quase impossível, tendo em vista que pelo futebol apresentado, pouco se mexa no Z4, mas, que pra mim, de Santos, Atlético MG e Internacional, um desses seja a vaga que o Leão precisa, claro, se fizer sua parte Enfim, uma parada de data FIFA, que bem trabalhada, pode levar o Vovô a sua melhor colocação na tabela e de conquistas, enquanto o Laion, uma permanência pra entrar pra história e quem sabe, com uma vaguinha na Sula. Leia mais | Três a cada dez pessoas vivem em insegurança alimentar no Ceará, aponta IBGE Tags: Brasileirão 2025, Ceará futebol, Fortaleza futebol, Sul-Americana, Libertadores, luta contra rebaixamento, data FIFA, estratégias de jogo, futebol cearense, reta final Brasileirão

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Carlos Henrique Costa

Três a cada dez pessoas vivem em insegurança alimentar no Ceará, aponta IBGE

Cerca de 3 milhões de pessoas no Ceará enfrentam algum grau de insegurança alimentar, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua anual (Pnad Contínua) de 2024 divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (10). O número representa uma redução em relação a 2023, quando 3,4 milhões de cearenses viviam nessa condição. A taxa de insegurança alimentar no estado caiu de 37% para 32,5% da população. A Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia) classifica essa situação em três níveis: leve, moderado e grave. No nível leve, que inclui preocupação quanto à disponibilidade futura de alimentos, cerca de 2 milhões de pessoas no Ceará (22,1%) estão incluídas, uma redução em relação aos 2,144 milhões do ano anterior. No nível moderado, que envolve redução quantitativa ou ruptura no padrão alimentar entre adultos, o número diminuiu de 716 mil para 576 mil pessoas. Já o nível grave, caracterizado pela falta de alimentos para todos os membros da família, incluindo crianças, afeta 391 mil pessoas, uma queda de 27,59%. Apesar da maioria da população ter acesso pleno a alimentos, as regiões Norte e Nordeste mantêm as maiores taxas de insegurança alimentar no país, com índices mais elevados de domicílios onde a fome esteve presente, 6,3% e 4,8% respectivamente, enquanto Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentam taxas menores. Tags: insegurança alimentar, Ceará, IBGE, Pnad Contínua 2024, EBIA, fome, região Nordeste, pesquisa nacional, alimentação, pobreza alimentar Leia mais | Carregadores elétricos em condomínios: um novo marco para a responsabilidade jurídica e técnica em Fortaleza

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