1 de janeiro de 2026 – Testemunhas revelam que o incêndio mortal no bar Le Constellation, em Crans-Montana (Suíça), iniciou com faíscas de velas em garrafas de champanhe carregadas por garçonetes perto do teto, propagando chamas em 10 segundos para toda a boate lotada com 200 pessoas. A tragédia, na virada do ano, soma cerca de 40 mortos e 100 feridos graves, com polícia confirmando causa acidental e excluindo terrorismo.
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Relatos de testemunhas e dinâmica do incêndio
Duas sobreviventes à BFMTV (afiliada CNN) descreveram: “Garçonetes carregavam garrafas com velas de faísca nos ombros umas das outras, próximas ao teto inflamável; fogo se espalhou instantaneamente”. Evacuação caótica com gritos e pânico; interior destruído com móveis espalhados, per imagens policiais.
Chefe de polícia Frederic Gisler estima “dezenas de mortos” oficiais (10+), com balanço subindo para 40 segundo Itália; feridos em hospitais de Sion, Lausanne e Genebra.
Investigação oficial e reação governamental
Promotoria de Valais apura falhas no bar subsolo da estação de esqui luxuosa (1.500m altitude, vistas Matterhorn-Mont Blanc). Presidente suíço Guy Parmelin chama de “terrível tragédia”, enviando condolências; zona de exclusão aérea facilita resgates.
Nacionalidades variadas afetadas; consulados (Brasil incluso) monitoram sem vítimas nacionais confirmadas até agora.
Contexto da estação e lições de segurança
Crans-Montana, elite dos Alpes, atrai turistas globais para festas; incidente destaca riscos em espaços fechados com fogos/pirotecnia. Bombeiros e perícia isolam local; hospitais em alerta máximo.
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