Rapadura Digital
Exposição Entre o Mar e o Sertão do Museu da Fotografia no TRE-CE
Cultura
Carlos Henrique Costa

Cultura: Museu da Fotografia leva mostra ao TRE-CE

Exposição “Entre o Mar e o Sertão” reúne imagens sobre paisagens, culturas e modos de vida do litoral e do sertão brasileiro O Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) apresenta, no Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), em Fortaleza, a exposição itinerante “Entre o Mar e o Sertão”. A mostra reúne fotografias que exploram os contrastes e as conexões entre dois territórios marcantes da paisagem brasileira. A exposição permanece em cartaz até 25 de setembro. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. Exposição aproxima litoral e sertão A mostra propõe um encontro visual entre a paisagem do litoral e o cenário sertanejo. Embora os dois ambientes apresentem características distintas, as fotografias buscam revelar elementos que aproximam esses territórios e ajudam a construir diferentes aspectos da identidade brasileira. Nas imagens, o litoral aparece associado ao movimento, à fluidez e à presença da água. Por outro lado, o sertão ganha destaque pela força, resistência e capacidade de adaptação diante das adversidades naturais. Assim, a exposição não trata os dois ambientes apenas como opostos. Pelo contrário, as fotografias mostram relações entre paisagens, pessoas, culturas e formas de viver. Fotografias revelam diversidade brasileira Ao longo da mostra, o público encontra imagens que registram elementos naturais, cenas do cotidiano, formas, texturas e detalhes característicos de diferentes territórios. Além disso, o percurso visual convida os visitantes a perceber como natureza, cultura e memória se relacionam na construção das paisagens brasileiras. O contraste entre a umidade do litoral e a aridez do sertão cria, dessa maneira, uma experiência que amplia o olhar sobre a diversidade natural, biológica e cultural do país. Museu amplia acesso à fotografia A presença da exposição no TRE-CE faz parte da proposta de itinerância do Museu da Fotografia. Por meio da iniciativa, a instituição leva suas exposições a diferentes espaços e aproxima a produção fotográfica de novos públicos. Dessa forma, a itinerância amplia as possibilidades de acesso à fotografia e cria novas oportunidades para o contato com imagens e narrativas relacionadas aos diferentes territórios brasileiros. Museu da Fotografia mantém programação cultural Inaugurado em 10 de março de 2017, o Museu da Fotografia Fortaleza conta com dois andares de acervo fixo e um espaço dedicado a exposições temporárias. Atualmente, mais de 40 profissionais trabalham nos setores de educação, ação social, cultura e administração. A equipe desenvolve atividades voltadas à preservação da memória e ao relacionamento da instituição com a comunidade. O museu também mantém quatro programas principais: Museu na Comunidade, Museu na Saúde, Museu Acessível e Museu Itinerante. Juntos, os programas reúnem 12 projetos. Além disso, o MFF oferece cursos, oficinas e visitas guiadas, especialmente para pessoas da terceira idade, artistas, estudantes e educadores. Para desenvolver essas ações, a instituição mantém parcerias com secretarias estaduais e municipais de Cultura, Turismo e Educação. Serviço Exposição “Entre o Mar e o Sertão” Local: Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE)Endereço: Rua Dr. Pontes Neto, 800, Engenheiro Luciano Cavalcante, FortalezaPeríodo: 5 de agosto a 25 de setembroVisitação: Segunda a sexta-feira, das 8h às 14hEntrada: Gratuita Para visitar a exposição, é necessário apresentar documento com foto e realizar cadastro na recepção do TRE-CE. Leia também | Negócios: Após demissões em massa, Casas Bahia pede recuperação judicial Tags: Museu da Fotografia, Museu da Fotografia Fortaleza, MFF, Entre o Mar e o Sertão, exposição em Fortaleza, exposição de fotografia, fotografia, cultura, cultura em Fortaleza, exposições Fortaleza, exposição gratuita, programação cultural, agenda cultural Fortaleza, arte, artes visuais, fotografia brasileira, litoral brasileiro, sertão brasileiro, cultura brasileira, paisagens brasileiras, memória, identidade brasileira, Museu Itinerante, Museu na Comunidade, Museu Acessível, Museu na Saúde, TRE-CE, Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, Fortaleza, Engenheiro Luciano Cavalcante, Ceará, turismo cultural, eventos em Fortaleza, agenda Fortaleza, exposição gratuita Fortaleza, Portal Rapadura Digital

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Anvisa proíbe suplementos irregulares das marcas Newfit, Shark Pro e Mounja Gummy
Notícias
Carlos Henrique Costa

Saúde: Anvisa proíbe suplementos irregulares

Agência determinou apreensão de produtos das marcas Newfit, Shark Pro e Mounja Gummy por irregularidades A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a venda e o uso de suplementos alimentares das A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a venda e o uso de suplementos alimentares das marcas Newfit, Shark Pro e Mounja Gummy. A decisão ocorreu depois que a Agência identificou substâncias irregulares e falhas nos processos de fabricação. As medidas constam nas resoluções 3.242/2026 e 3.244/2026, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (17). Além da proibição, a Anvisa determinou a apreensão dos produtos e suspendeu a importação, a distribuição e a divulgação. Newfit tinha substâncias não declaradas No caso dos produtos da Newfit, um teste realizado pelo Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificou três substâncias que não apareciam na rotulagem: sibutramina, fluoxetina e furosemida. Por causa dessa irregularidade, a Anvisa determinou a apreensão dos produtos e proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição, a importação, a divulgação e o uso. Além disso, a presença de substâncias não declaradas aumenta a preocupação com a segurança dos consumidores, já que o rótulo não informa todos os componentes encontrados na análise. Shark Pro apresentou falhas na fabricação Uma inspeção realizada pela Vigilância Sanitária Municipal de Capivari, em São Paulo, encontrou falhas graves no processo de fabricação do suplemento Shark Pro. Durante a fiscalização, os agentes identificaram problemas no controle de qualidade, no armazenamento de matérias-primas e na manutenção dos equipamentos. A inspeção também apontou falhas na regularização de alguns produtos. Entre as irregularidades encontradas estão: Diante dos problemas encontrados, a Anvisa determinou a apreensão dos produtos e proibiu a fabricação, a venda, a distribuição, a importação, a divulgação e o uso. Mounja Gummy não tinha regularização Já no caso do Mounja Gummy, a Anvisa informou que o produto não possui registro, notificação ou cadastro na Agência. Por isso, o órgão determinou a apreensão do produto e proibiu sua fabricação, importação, distribuição, divulgação, comercialização e uso. A Anvisa recomenda que os consumidores verifiquem a regularização de suplementos antes de comprar ou utilizar esses produtos. Para isso, a Agência disponibiliza ferramentas de consulta em seus canais oficiais. Anvisa também apreende medicamento falsificado Além dos suplementos, a decisão da Anvisa também determinou a apreensão do lote 10008808 do medicamento Trodelvy, classificado pela Agência como falsificado. Segundo a Anvisa, a Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil Ltda., empresa responsável pelo registro do medicamento, informou que não reconhece o lote. Dessa forma, a Agência determinou a apreensão do produto e proibiu sua comercialização, distribuição, importação e uso. Consumidores devem ficar atentos Diante das medidas, consumidores que tenham algum dos produtos atingidos pelas determinações da Anvisa devem interromper o uso e verificar as orientações do órgão. Além disso, a Agência recomenda que os consumidores consultem a situação de suplementos e medicamentos antes da compra. Essa medida ajuda a identificar produtos sem regularização ou que estejam envolvidos em alertas sanitários. Por fim, a Anvisa mantém canais oficiais para consulta de produtos irregulares e comunicados relacionados à segurança sanitária. Leia também | Negócios: Após demissões em massa, Casas Bahia pede recuperação judicial Tags: Anvisa, Anvisa proíbe suplementos, suplementos proibidos, suplementos irregulares, suplementos alimentares, suplemento alimentar, Newfit, suplemento Newfit, Shark Pro, suplemento Shark Pro, Mounja Gummy, suplemento Mounja Gummy, produtos proibidos pela Anvisa, produtos irregulares, produtos falsificados, apreensão Anvisa, proibição Anvisa, vigilância sanitária, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, irregularidades, irregularidades em suplementos, substâncias não declaradas, sibutramina, fluoxetina, furosemida, Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, Capivari, São Paulo, fabricação irregular, venda proibida, uso proibido, importação proibida, distribuição proibida, Diário Oficial da União, DOU, Trodelvy, Trodelvy falsificado, medicamento falsificado, Gilead Sciences, saúde, saúde pública, segurança alimentar, segurança sanitária, fiscalização, suplementos para emagrecer, produtos sem registro, produtos sem notificação, Portal Rapadura Digital

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Casas Bahia entra com pedido de recuperação judicial para renegociar dívidas
Economia
Carlos Henrique Costa

Negócios: Após demissões em massa, Casas Bahia pede recuperação judicial

Grupo busca renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas após fechar 298 lojas e demitir funcionários O Grupo Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo neste domingo (16). A medida envolve, além da própria companhia, outras nove empresas do grupo e tem como objetivo renegociar aproximadamente R$ 17,3 bilhões em dívidas. O pedido ocorre após uma nova rodada de redução de custos da varejista, que fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários. Mesmo diante da recuperação judicial, a Casas Bahia informou que pretende manter o funcionamento das lojas físicas, do comércio eletrônico e dos demais canais de venda. Portanto, segundo a companhia, o processo não provoca, neste momento, impacto relevante para os consumidores. O pedido foi protocolado no Foro Central Cível de São Paulo, unidade especializada em falências e recuperações judiciais. Por causa do caráter de urgência, os acionistas ainda precisarão ratificar a decisão em Assembleia Geral Extraordinária. Casas Bahia aponta dificuldades financeiras Em comunicado, a companhia atribuiu a necessidade de reestruturação a fatores como juros elevados, restrição ao crédito, aumento dos custos financeiros e queda no consumo. Além disso, o grupo afirmou que não conseguiu captar recursos considerados importantes para reforçar o caixa. Segundo a empresa, a recuperação judicial representa uma etapa da reestruturação financeira e busca preservar a continuidade das atividades, proteger a geração de valor no futuro e organizar o pagamento das obrigações. Varejista fechou 298 lojas A nova rodada de cortes atingiu a estrutura física e o quadro de funcionários da Casas Bahia. A empresa fechou 298 unidades, o equivalente a aproximadamente 28,7% da rede física que terminou 2025 com 1.042 lojas. De acordo com informações da área de relações com investidores da companhia, 29 unidades funcionavam no Ceará em maio de 2026. Segundo informações divulgadas pelo Valor Econômico, cerca de 600 funcionários foram desligados na quinta-feira (13), enquanto outros 1,3 mil a 1,4 mil cortes estavam previstos para a sexta-feira (14). A reportagem também aponta a possibilidade de o número total de demissões chegar a aproximadamente 3 mil funcionários. Grupo já recorreu à recuperação extrajudicial A crise financeira da Casas Bahia não é recente. Em 2024, a companhia recorreu à recuperação extrajudicial para renegociar aproximadamente R$ 4 bilhões em dívidas. Agora, o grupo busca uma reestruturação mais ampla, envolvendo cerca de R$ 17,3 bilhões em obrigações. No primeiro trimestre de 2026, a varejista registrou prejuízo líquido de aproximadamente R$ 1,1 bilhão. Apesar do resultado negativo, a receita bruta consolidada cresceu 6,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e chegou a R$ 8,8 bilhões. As vendas digitais de produtos próprios avançaram 26% no período. Por outro lado, as vendas realizadas nas lojas físicas recuaram 1,8%. A companhia também adiou a divulgação do balanço financeiro referente ao segundo trimestre de 2026. Leia também | Mega-Sena acumula e chega a R$ 38 milhões Tags: Casas Bahia, Grupo Casas Bahia, recuperação judicial, recuperação judicial Casas Bahia, Casas Bahia recuperação judicial, R$ 17,3 bilhões, dívidas Casas Bahia, crise Casas Bahia, crise financeira, recuperação extrajudicial, recuperação extrajudicial Casas Bahia, demissões Casas Bahia, demissão em massa, demissões, fechamento de lojas, lojas Casas Bahia, varejo, varejista, comércio, comércio eletrônico, e-commerce, economia, negócios, empresas, empresas brasileiras, mercado, mercado financeiro, reestruturação financeira, reestruturação empresarial, Justiça de São Paulo, São Paulo, Foro Central Cível de São Paulo, funcionários, empregos, cortes de funcionários, redução de custos, juros, crédito, consumo, prejuízo Casas Bahia, receita Casas Bahia, balanço Casas Bahia, Casas Bahia Ceará, lojas Casas Bahia no Ceará, Ceará, INSS, Portal Rapadura Digital

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