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Carteira de trabalho representa as mudanças na jornada com o fim da escala 6x1
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Carlos Henrique Costa

Fim da escala 6×1: veja impactos em comércio, saúde e segurança

Mudança prevê dois dias de descanso semanal e redução gradual da jornada de 44 para 40 horas, sem corte salarial O fim da escala 6×1 deve mudar a organização do trabalho em diferentes setores da economia brasileira. A medida afeta principalmente atividades que funcionam todos os dias, como comércio, supermercados, restaurantes, hospitais e serviços de segurança. Na quarta-feira (14), o Senado aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, por 75 votos a 1, em dois turnos. O texto prevê dois dias de descanso remunerado por semana e reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial. Agora, a proposta segue para promulgação pelo Congresso Nacional. A mudança será gradual. Primeiro, as empresas terão de adotar a escala 5×2 e limitar a jornada a 42 horas semanais. Essa etapa começa 60 dias após a promulgação. Depois de mais 12 meses, o limite cai para 40 horas por semana. Portanto, a transição completa dura 14 meses. Comércio e supermercados terão de reorganizar equipes O comércio está entre os setores que podem sentir os efeitos da mudança. Shoppings, supermercados, farmácias e lojas costumam funcionar durante toda a semana, inclusive aos domingos e feriados. Com dois dias de descanso semanal, as empresas precisarão reorganizar turnos e escalas. Além disso, dependendo da operação, poderão precisar contratar funcionários para manter o atendimento. A mudança também exige planejamento para cobrir horários de maior movimento. No caso dos shoppings, por exemplo, as equipes precisam atender clientes em diferentes períodos do dia. Bares, restaurantes e turismo podem rever escalas Bares, restaurantes, hotéis e outros serviços ligados ao turismo também operam em horários variados. Em muitos estabelecimentos, os fins de semana e feriados concentram parte importante da demanda. Por isso, a adoção da escala 5×2 poderá exigir novas divisões de turnos. Os empregadores terão de conciliar os dias de descanso com a necessidade de manter o atendimento. Ao mesmo tempo, os negócios precisarão avaliar os custos e a disponibilidade de profissionais. A organização de cada empresa dependerá do funcionamento do estabelecimento e das regras aplicáveis à categoria. Saúde e transporte precisam manter serviços contínuos Hospitais, unidades de emergência e serviços de transporte não podem interromper suas atividades durante a semana. Dessa forma, a mudança exigirá atenção especial à distribuição das equipes. Na saúde, os gestores precisarão garantir profissionais suficientes para atender pacientes em todos os turnos. O planejamento também deverá considerar plantões, folgas e a continuidade da assistência. Já no transporte, a organização das escalas deverá preservar o funcionamento dos serviços. A necessidade de manter operações em horários diversos pode exigir ajustes na distribuição das jornadas. A proposta permite regimes diferenciados, conforme regulamentação e negociação coletiva. No entanto, essas alternativas precisam respeitar as regras previstas no texto aprovado. Segurança, portaria e limpeza urbana Os serviços de segurança, portaria, vigilância e limpeza urbana também dependem de equipes distribuídas ao longo do dia ou da noite. Por esse motivo, empresas e órgãos responsáveis precisarão avaliar a cobertura dos postos de trabalho. A reorganização deverá assegurar o atendimento contínuo sem ignorar os períodos de descanso dos profissionais. Além disso, acordos e convenções coletivas poderão estabelecer condições específicas para determinadas escalas. O texto aprovado permite, excepcionalmente, regimes compensatórios diferentes do modelo 5×2, desde que cumpridas as condições previstas. Construção civil e indústria podem rever turnos Na construção civil, a redução da jornada poderá exigir mudanças na distribuição das equipes e no planejamento das obras. As empresas precisarão ajustar cronogramas e avaliar como manter o andamento dos serviços. Na indústria, o impacto dependerá do modelo de produção. Fábricas que operam continuamente poderão precisar reorganizar turnos para manter máquinas e linhas produtivas em funcionamento. Assim, cada empresa deverá considerar suas necessidades operacionais e as regras aplicáveis aos trabalhadores. PEC prevê regras específicas para algumas categorias O texto aprovado também prevê tratamento específico para empregados com diploma de nível superior e remuneração mensal igual ou superior a duas vezes e meia o teto dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Nesses casos, a redução da jornada não será automática. Ela poderá ocorrer por decisão do empregador ou por previsão em acordo ou convenção coletiva. Ainda assim, o texto determina a adoção da escala 5×2 para esses trabalhadores. Além disso, a proposta abre espaço para medidas transitórias destinadas a microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. A implementação dessas medidas dependerá de lei complementar. Quando o fim da escala 6×1 começa a valer? A nova regra ainda depende da promulgação da emenda constitucional. A partir daí, começa a contagem dos prazos para a implementação. Portanto, o fim da escala 6×1 exigirá ajustes em diferentes áreas da economia. O desafio será reorganizar as equipes e manter os serviços em funcionamento, respeitando os novos limites de jornada e descanso. Leia mais | CEO da BIGDOOH acompanha tendências do TikTok em São Paulo Tags: Fim da escala 6×1, Escala 5×2, Jornada de trabalho, Direitos trabalhistas, Senado Federal, PEC 221/2019, Comércio, Saúde, Segurança, Transporte, Construção civil, Economia, Portal Rapadura Digital

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Renan Carvalho, CEO da BIGDOOH, durante missão empresarial sobre tendências digitais
Economia
Carlos Henrique Costa

CEO da BIGDOOH acompanha tendências do TikTok em São Paulo

Renan Carvalho participa de missão empresarial sobre publicidade digital, entretenimento e comércio eletrônico O empresário cearense Renan Carvalho, CEO da BIGDOOH, participa de uma missão empresarial em São Paulo. A agenda aborda as mudanças no mercado digital e as novas tendências de consumo e publicidade. Entre os destaques, está uma imersão no universo do TikTok. A plataforma amplia sua atuação para além das redes sociais. Além disso, disputa a atenção do público com serviços de entretenimento, como Netflix e Disney+. A programação também inclui o TikTok Shop. A ferramenta integra conteúdos digitais e comércio eletrônico. Dessa forma, abre novas possibilidades para empresas, marcas e produtores de conteúdo. TikTok aproxima entretenimento e comércio digital Durante a missão, Renan Carvalho acompanha discussões sobre as mudanças no comportamento dos consumidores. Nesse contexto, as plataformas digitais aproximam entretenimento, publicidade e compras. Além disso, vídeos e conteúdos digitais ajudam o público a descobrir produtos e marcas. Por isso, as empresas buscam novas formas de se conectar com os consumidores. Para o CEO da BIGDOOH, compreender essas transformações é fundamental para acompanhar os novos hábitos de consumo. “O TikTok deixou de ser apenas uma rede social para se tornar um motor de cultura, entretenimento e consumo. Para as empresas, entender essa mudança é fundamental para acompanhar o comportamento das novas gerações e identificar oportunidades de conexão com o público”, destaca Renan Carvalho. Publicidade digital ganha espaço nas estratégias empresariais À frente da BIGDOOH, Renan Carvalho acompanha tendências que transformam a comunicação. Nesse sentido, a missão empresarial em São Paulo permite conhecer iniciativas e discutir novos modelos de negócio. A agenda também aborda a integração entre audiência, conteúdo e tecnologia. Com isso, as empresas podem identificar oportunidades para suas estratégias de publicidade. Ao mesmo tempo, o mercado digital passa por mudanças na forma de alcançar consumidores. Assim, marcas e negócios buscam experiências que aproximem comunicação e comércio. A participação de Renan Carvalho na missão reforça o acompanhamento dessas tendências. O objetivo é compreender os movimentos do setor e as oportunidades que surgem com a evolução das plataformas digitais. Leia mais | Tudo em família: 1 em cada 3 deputados eleitos no Ceará tem marido ou esposa na política Tags: BIGDOOH, Renan Carvalho, TikTok, TikTok Shop, Publicidade digital, Marketing digital, Comércio eletrônico, Mercado digital, Negócios, São Paulo, Empreendedorismo, Portal Rapadura Digital

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