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Carlos Henrique Costa

Festival Fortaleza de Cinema abre laboratório gratuito para novos cineastas

Oito projetos de curtas-metragens terão orientação de profissionais com experiência em produções nacionais e festivais como Berlim e Sundance Fortaleza recebe, de 8 a 10 de dezembro, um laboratório gratuito de desenvolvimento de curtas-metragens. A iniciativa integra a primeira edição do Festival Fortaleza de Cinema e selecionará oito projetos para consultorias de direção, roteiro e produção executiva. A formação contará com a participação da produtora executiva Patrícia Baía, da diretora Rafaela Camelo e do escritor e roteirista Raul Damasceno. Os encontros ocorrerão na CAIXA Cultural Fortaleza, das 13h às 18h. O laboratório pretende aproximar novos realizadores de profissionais experientes do audiovisual brasileiro. Durante os três dias, os participantes poderão aprimorar suas histórias e discutir decisões criativas e de produção antes do início das filmagens. Profissionais reúnem experiências no cinema nacional e internacional Na área de produção executiva, Patrícia Baía compartilhará experiências de trabalhos como O Shaolin do Sertão, Os Parças, Cine Holliúdy 2, Cabeça de Nêgo e O Melhor Amigo. Além disso, sua trajetória inclui passagens por empresas como VideoFilmes, O2 Filmes e Glaz Entretenimento. Patrícia também atuou como sócia da Corte Seco Filmes, responsável durante vários anos pela realização do Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema. Já a consultoria de direção ficará a cargo de Rafaela Camelo. A cineasta apresentou seu primeiro longa-metragem, A Natureza das Coisas Invisíveis, uma coprodução entre Brasil e Chile, na Berlinale 2025. Rafaela também levou o curta As Miçangas, codirigido com Emanuel Lavor, ao festival alemão em 2023. Antes disso, em 2019, apresentou O Mistério da Carne no Festival de Sundance. Sua trajetória inclui ainda participações no Berlinale Talents e nos laboratórios BrLab, em São Paulo, e Produire au Sud, na França. Por sua vez, Raul Damasceno conduzirá as orientações de roteiro. O profissional desenvolveu o projeto de longa-metragem Esta Cidade é Um Deserto Sem Você como bolsista do programa New Voices, da Fulbright Brasil. Em 2023, o projeto venceu o concurso do FRAPA. Além disso, conquistou seleções para o Laboratório Novas Histórias e o festival português GUIÕES. Raul também integra a equipe de roteiristas de O Melhor Amigo, dirigido por Allan Deberton. Como escritor, publicou o romance O Rio Que Me Corta por Dentro, pela Astral Cultural. A Deberton Filmes prepara uma adaptação da obra para o audiovisual. Laboratório selecionará oito projetos de curtas O processo seletivo aceita propostas de ficção, documentário ou cinema experimental. Cada projeto deve prever duração de até 25 minutos. Ao todo, a organização escolherá oito trabalhos. Além disso, a seleção reserva 25% das vagas para pessoas negras, indígenas, quilombolas, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. O resultado sairá em 20 de novembro. Depois da seleção, os participantes deverão reservar os três dias para acompanhar todas as atividades presenciais, sempre das 13h às 18h. Festival terá programação gratuita em dezembro Criado pelo cineasta Allan Deberton, o Festival Fortaleza de Cinema realizará sua primeira edição entre 8 e 13 de dezembro. O evento conta com patrocínio da CAIXA e produção da Deberton Filmes. Durante o festival, o público terá acesso gratuito a mostras competitivas de curtas-metragens brasileiros, estrangeiros e produções realizadas em Fortaleza. Serviço Laboratório de Desenvolvimento de Curtas-Metragens – Festival Fortaleza de Cinema Leia mais | Astigmatismo pode dificultar a visão durante a direção noturna Tags: Festival Fortaleza de Cinema, Cinema, Audiovisual, Cultura, Fortaleza, CAIXA Cultural, Allan Deberton, Rafaela Camelo, Patrícia Baía, Raul Damasceno, Curtas-metragens, Portal Rapadura Digital

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Carlos Henrique Costa

Astigmatismo pode dificultar a visão durante a direção noturna

Visão borrada, dificuldade para identificar placas e desconforto com faróis podem indicar alterações refrativas; oftalmologista orienta quando procurar avaliação A dificuldade para identificar placas, reconhecer objetos à distância ou dirigir à noite pode ser mais do que uma consequência do cansaço. Quando esses sinais se tornam frequentes, podem indicar alterações na visão, como o astigmatismo. O problema é um erro refrativo que provoca imagens borradas ou distorcidas, tanto de perto quanto de longe. Isso acontece quando alterações na curvatura da córnea ou do cristalino impedem que a luz seja focalizada corretamente. Entre os sintomas estão visão embaçada, esforço ocular, dores de cabeça, necessidade de semicerrar os olhos e dificuldade para enxergar em determinadas situações. O desconforto pode ficar mais evidente durante a noite. Segundo o oftalmologista Gustavo Arruda, especialista em cirurgia refrativa, muitas pessoas se acostumam gradualmente com uma visão que já não está adequada. “A pessoa pode passar muito tempo acreditando que enxerga normalmente porque se acostumou com a própria visão borrada. Quando começa a forçar os olhos, semicerrar para enxergar ou percebe dificuldade principalmente à noite, é importante investigar”, explica o médico. Direção noturna exige atenção à saúde dos olhos A dificuldade para enxergar pode ser mais perceptível durante a condução noturna. Nesse período, o motorista precisa identificar rapidamente placas, veículos, pedestres e obstáculos à distância. Além disso, faróis, pontos luminosos e situações de baixo contraste podem aumentar o desconforto visual de quem apresenta alterações refrativas. “Dirigir à noite não deveria se tornar progressivamente mais difícil e ser tratado como algo normal. Se a pessoa percebe que precisa fazer mais esforço para reconhecer placas ou que sua visão noturna piorou, vale procurar a causa. O astigmatismo é uma possibilidade, mas existem outras alterações oculares que podem produzir sintomas semelhantes”, ressalta Gustavo Arruda. No entanto, a dificuldade para dirigir à noite não confirma, por si só, um diagnóstico de astigmatismo. Dores de cabeça e desconforto visual também podem estar relacionados a outras condições. Por isso, a avaliação oftalmológica é fundamental para identificar a origem dos sintomas. Quais sinais indicam a necessidade de avaliação? Visão borrada ou distorcida com frequência, necessidade de semicerrar os olhos e esforço para focalizar são alguns sinais que merecem atenção. Dores de cabeça associadas ao esforço visual e piora da visão noturna também justificam uma consulta, principalmente quando começam a interferir nas atividades cotidianas. Os erros refrativos estão entre os problemas visuais mais comuns. Mesmo alterações leves podem passar despercebidas durante anos. Em outros casos, o paciente percebe dificuldades em atividades que exigem precisão, como leitura prolongada, uso de telas e direção. “O objetivo não é fazer com que qualquer episódio de dor de cabeça ou dificuldade para dirigir seja interpretado como astigmatismo. O que chama atenção é a repetição dos sintomas e a mudança na qualidade da visão. Enxergar não deveria exigir esforço constante”, afirma o oftalmologista. Como é feito o tratamento do astigmatismo? A consulta oftalmológica permite identificar a presença de astigmatismo, miopia ou hipermetropia. Também possibilita avaliar a saúde dos olhos e investigar outras possíveis causas para o desconforto. Quando diagnosticado, o astigmatismo pode ser corrigido de acordo com as características de cada paciente. Óculos e lentes de contato estão entre as opções mais utilizadas. Para pessoas que atendem aos critérios clínicos, a cirurgia refrativa também pode ser considerada. A indicação depende de avaliação individualizada e exames específicos. O procedimento busca corrigir o grau e reduzir a dependência de óculos ou lentes de contato. Leia mais | COAPH afirma manter serviços e cita decisão da Justiça Federal Tags: Astigmatismo, Saúde ocular, Oftalmologia, Visão, Direção noturna, Cirurgia refrativa, Saúde, Portal Rapadura Digital

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