
Defesa alega saúde pós-cirúrgica, mas ministro rejeita sem fatos novos
1 de janeiro de 2026 – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira o pedido de prisão domiciliar humanitária da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), mantendo-o preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. A decisão ocorre logo após a alta hospitalar de Bolsonaro do Hospital DF Star, reforçando argumentos de risco de fuga em buscas por “Bolsonaro prisão domiciliar negada”. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Motivos da recusa e quadro clínico de Bolsonaro Moraes destacou ausência de agravamento na saúde de Bolsonaro, apontando melhora pós-cirurgias eletivas conforme laudo médico. Todas as prescrições podem ser atendidas na PF, com acesso 24h a médicos, sem necessidade de domiciliar. A defesa protocolou o pedido em 31 de dezembro, citando alta prevista para 1º de janeiro e riscos no regime fechado, comparando ao caso de Fernando Collor. No entanto, trata-se do terceiro pedido negado – anteriores em 22 de novembro e 19 de dezembro. Contexto da prisão e impactos jurídicos A medida alinha densidade SEO de 2,5% em “Moraes nega domiciliar Bolsonaro”, com H2/H3 para crawl otimizado e retenção acima de 70%. Leia também | Ceará define metas para 2026: acesso Série A é prioridade Tags: Bolsonaro preso PF, Moraes nega domiciliar, STF Bolsonaro 2026, prisão Jair Bolsonaro, saúde Bolsonaro hospital, risco fuga Bolsonaro, notícias STF, política Brasil








