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Largo dos Ventos entre Eusébio e Aquiraz no Ceará
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Carlos Henrique Costa

Terra Brasilis e Colibri Imóveis firmam parceria para Largo dos Ventos

Empresas passam a atuar na comercialização e administração do empreendimento localizado entre Eusébio e Aquiraz A Terra Brasilis Urbanismo firmou uma parceria com a Colibri Imóveis, empresa integrante do Grupo Colibri Capital, para a comercialização e administração do Largo dos Ventos, empreendimento imobiliário localizado entre Eusébio e Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. A nova configuração foi estabelecida em conjunto com a Colibri Imóveis, proprietária das áreas onde o projeto está implantado. Com a parceria, a Terra Brasilis passa a incorporar sua identidade à condução do empreendimento, que mantém o projeto urbanístico, o memorial e as áreas comuns já aprovadas. Com 26 anos de atuação no Ceará, a Terra Brasilis pretende ampliar no Largo dos Ventos uma proposta baseada em integração com a natureza, convivência, segurança e bem-estar. Segundo o CEO da Terra Brasilis, Breno Tavares, o empreendimento apresenta características alinhadas à proposta da empresa. “O Largo dos Ventos tem características que conversam muito com a forma como a Terra Brasilis entende o desenvolvimento urbano. A proposta é preservar o que já foi planejado e trazer elementos da nossa identidade para a experiência do empreendimento”, afirma. Para Cesar Ribeiro, presidente do Grupo Colibri Capital, a parceria reúne empresas com experiência no mercado imobiliário e busca dar continuidade ao projeto com foco na relação com os clientes e no desenvolvimento urbano sustentável. “A condução do Largo dos Ventos pela Terra Brasilis, em parceria com a Colibri Imóveis, braço imobiliário do Grupo Colibri Capital, envolve uma responsabilidade que acompanha cada etapa do projeto, dando segurança aos clientes que confiaram em nosso trabalho e orientando as decisões pelo impacto que terão na vida das pessoas e no futuro da cidade. Com esse compromisso, seguimos na construção de um desenvolvimento urbano sustentável”, afirma. Empreendimento aposta no conceito wellness Entre os elementos incorporados à proposta do Largo dos Ventos está o conceito wellness, que reúne atividades físicas, convivência, descanso e contato com áreas naturais. O empreendimento conta com o Spa das Águas, com 45 metros quadrados, equipado com sauna seca e a vapor, ducha escocesa e espaços destinados a yoga e meditação. Já o Fitness Center ocupa uma área de 200 metros quadrados e reúne equipamentos para atividades físicas. O projeto também inclui um Cross Training Outdoor, com 55 metros quadrados destinados a exercícios funcionais. A estrutura esportiva ainda contempla quadras de pickleball, beach tennis e tênis de saibro. O residencial conta também com campo de futebol society, quadra poliesportiva, futmesas e Skate Park Bowl. Área verde ocupa parte do projeto O Largo dos Ventos está instalado em uma área de 293.520 metros quadrados e reúne 565 lotes, com tamanhos a partir de 240 metros quadrados. Do total da área, mais de 80 mil metros quadrados correspondem a espaços verdes e de preservação. Dentro desse conjunto está uma Área de Preservação Permanente (APP) de 51.120,72 metros quadrados. Além disso, o projeto distribui áreas de lazer em diferentes pontos do residencial, incluindo clubes, piscinas, espaços destinados às crianças e praças. Um dos principais espaços de convivência é a Casa Brasilis, que reúne piscinas para adultos e crianças, raia de 25 metros, salão gourmet, salão de festas, Espaço Kids e deck contemplativo próximo ao riacho Jacundá. O empreendimento também possui o Mirante dos Ventos, pomares com mais de 40 espécies frutíferas, trilha de cooper de 1,4 quilômetro e horta orgânica comunitária. Outra iniciativa prevista no projeto é o reúso de água tratada para a irrigação das áreas do residencial. Monitoramento integra estrutura de segurança A nova fase do empreendimento também prevê o reforço da estrutura de segurança. A Terra Brasilis estabeleceu uma parceria com o CIOPS para ampliar o monitoramento na região de acesso ao Largo dos Ventos. A estratégia segue modelo já adotado pela empresa na Vila Terra Brasilis. O acesso ao residencial conta com um portal de arquitetura autoral, cobertura verde e jardim. A portaria de veículos possui entradas independentes para moradores, visitantes e serviços. O projeto também dispõe de acesso exclusivo para pedestres, com guarita e eclusa. Clientes terão manutenção das condições contratuais Com a mudança na condução do empreendimento, a Terra Brasilis passa a atuar no desenvolvimento e na comercialização, enquanto a EP Queiroz permanece como proprietária das áreas. De acordo com as empresas, não haverá alteração nos valores, prazos ou condições de pagamento previstos nos contratos. A transição será comunicada diretamente aos clientes, que também receberão informações sobre os novos canais de atendimento. Para Breno Tavares, a nova etapa busca aproximar o empreendimento da proposta de desenvolvimento urbano defendida pela Terra Brasilis. “Queremos que essa nova etapa traduza aquilo que a Terra Brasilis acredita sobre desenvolvimento urbano: criar lugares que façam parte da vida das pessoas. No Largo dos Ventos, isso passa por uma relação próxima com a natureza, por espaços que estimulam o bem-estar e a convivência e por uma estrutura que ofereça tranquilidade e segurança. É uma experiência que começa no caminho até a casa e continua em cada espaço do empreendimento”, conclui. Leia mais | ITA amplia vagas e estreia cotas para indígenas e quilombolas no vestibular 2027 Tags: Largo dos Ventos, Terra Brasilis, Colibri Imóveis, Colibri Capital, EP Queiroz, Eusébio, Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza, Mercado imobiliário, Urbanismo, Empreendimentos imobiliários, Ceará, Portal Rapadura Digital

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Pessoa com sintomas de sarampo durante alerta de vigilância da doença no Brasil
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Carlos Henrique Costa

Sarampo: Brasil reforça vigilância após avanço de casos nas Américas

Ministério da Saúde intensifica monitoramento e vacinação diante do aumento de registros nos Estados Unidos e em outros países do continente O avanço dos casos de sarampo nos Estados Unidos e em outros países das Américas levou o Ministério da Saúde a reforçar as medidas de vigilância e prevenção no Brasil. Apesar da identificação de casos importados em território nacional, o país continua classificado como livre da circulação endêmica do vírus. Segundo o Ministério da Saúde, os Estados Unidos registram em 2026 o maior número anual de casos de sarampo em mais de 35 anos. Mais de 90% das pessoas infectadas no país não estavam vacinadas ou tinham situação vacinal desconhecida. Além disso, dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) apontam que Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Canadá concentram mais de 95% dos casos confirmados de sarampo nas Américas ao longo deste ano. Brasil registra 52 casos importados em 2026 No Brasil, até 5 de outubro, as autoridades registraram 52 casos importados de sarampo. São Paulo concentra a maior parte das ocorrências, com 41 registros. O Amazonas contabiliza outros dez casos, enquanto o Rio de Janeiro registra um. Diante desse cenário, equipes de saúde adotam medidas para evitar a transmissão do vírus. Entre as ações estão a busca ativa de casos, a investigação epidemiológica, o acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados e o bloqueio vacinal. Em regiões com registros da doença, o Ministério da Saúde também ampliou a vacinação em locais públicos e áreas com grande circulação de pessoas. Mesmo com os casos importados, o país mantém a classificação de livre da circulação endêmica do sarampo. Brasil recuperou certificação internacional em 2024 A situação atual ocorre após um período de forte circulação do vírus no país. Em 2019, o Brasil contabilizou mais de 20 mil casos de sarampo. Naquele período, a transmissão persistiu por mais de 12 meses, o que levou à perda da certificação internacional de eliminação da doença. Posteriormente, em novembro de 2024, a Opas voltou a reconhecer o Brasil como livre da circulação endêmica do sarampo, depois que as autoridades interromperam a transmissão sustentada. Entre 2023 e 2025, o país confirmou 85 casos da doença, sem registro de mortes. Ao mesmo tempo, os indicadores de vacinação apresentaram melhora. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a cobertura das 16 vacinas que integram o calendário infantil aumentou desde 2023. No mesmo período, o número de crianças não vacinadas caiu 86%. Vacinação continua sendo principal forma de prevenção Dados do Ministério da Saúde indicam que a cobertura da primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, chegou a 93,10% no Brasil em 2025. São Paulo alcançou cobertura de 94,39%, enquanto o Amazonas registrou 89,54%. Por isso, o Ministério da Saúde orienta que pessoas com doses atrasadas procurem uma unidade de saúde para verificar a situação da caderneta e atualizar a vacinação conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A vacina contra o sarampo está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a pasta, manter índices elevados de vacinação e uma vigilância constante é fundamental para evitar que casos trazidos de outros países provoquem novamente uma transmissão sustentada do vírus no Brasil. Estados ampliam ações de vacinação Ao longo de 2026, quatro grandes mobilizações de vacinação contra o sarampo foram realizadas no país. Em São Paulo, as campanhas resultaram na aplicação de mais de 3,8 milhões de doses. No Amazonas, aproximadamente 192 mil doses foram administradas. Na capital paulista e nos municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André, as autoridades reforçaram a imunização e intensificaram a busca ativa, a investigação de casos suspeitos e o acompanhamento de pessoas que tiveram contato com infectados. Além disso, as equipes realizam bloqueios vacinais quando identificam situações que podem favorecer a transmissão. Crianças podem receber dose adicional A estratégia de prevenção também prevê a chamada dose zero para crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Essa aplicação funciona como uma dose adicional e não substitui as doses previstas no calendário de rotina, administradas aos 12 e aos 15 meses. A orientação busca ampliar a proteção de crianças pequenas em situações de maior risco de exposição ao vírus. Tríplice fronteira recebe atenção especial A região de fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru também recebeu reforço nas ações de vigilância depois da confirmação de casos importados. Na área, as equipes realizam vacinação, busca ativa, investigação de suspeitas, coleta de amostras e identificação de pessoas que tiveram contato com casos. Em seguida, os profissionais acompanham esses contatos e aplicam bloqueios vacinais quando necessário. Equipes federais também participam das ações na região, considerada estratégica para o controle da circulação do vírus devido ao intenso deslocamento de pessoas entre os três países. Vigilância permanece em alerta Embora o Brasil mantenha a certificação de eliminação da circulação endêmica do sarampo, o Ministério da Saúde reforça que a presença de casos importados exige acompanhamento permanente. Nesse contexto, a combinação entre vacinação, identificação rápida de casos, investigação epidemiológica e monitoramento de contatos busca impedir que o vírus volte a estabelecer transmissão sustentada no território nacional. A orientação das autoridades é que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada e procure os serviços de saúde quando houver indicação para receber doses contra o sarampo. Leia mais | Caso Isabelle: João Munhoz nega culpa pela morte da namorada Tags:Sarampo, Saúde, Ministério da Saúde, Vacinação, Vacina contra sarampo, Tríplice viral, SUS, Brasil, Estados Unidos, Américas, Opas, OMS, Vigilância epidemiológica, Portal Rapadura Digital

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ITA amplia vagas e cria cotas para indígenas e quilombolas no vestibular 2027
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Carlos Henrique Costa

ITA amplia vagas e estreia cotas para indígenas e quilombolas no vestibular 2027

Instituto oferece 200 vagas para a seleção de 2027, incluindo 50 para pretos e pardos, seis para indígenas e quatro para quilombolas O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) ampliou de 180 para 200 o número de vagas no vestibular 2027. Além do aumento na oferta, a instituição passou a reservar oportunidades para candidatos indígenas e quilombolas, uma mudança inédita no processo seletivo. A nova distribuição prevê 140 vagas para ampla concorrência, 50 para candidatos pretos e pardos, seis para indígenas e quatro para quilombolas. A definição consta no edital do Concurso de Admissão ao ITA 2027 e segue a Portaria GM-MD nº 1.286, publicada em 3 de março de 2026. Além disso, a ampliação ocorre no mesmo período em que o ITA avança no projeto de instalação de um novo campus em Fortaleza. A unidade cearense terá os cursos de Engenharia de Sistemas e Engenharia de Energia. Já os dois primeiros anos da formação fundamental continuarão em São José dos Campos, no interior de São Paulo. Estudantes indígenas veem novas possibilidades A mudança na política de ingresso já repercute entre estudantes que se preparam para disputar uma vaga no instituto. Um deles é José Lima, de 21 anos, natural de João Pessoa, na Paraíba. Criado nas aldeias potiguara Caieira e Jacaré de César, em Marcação (PB), José atualmente mora em São José dos Campos e pretende cursar Engenharia Aeroespacial. Neste ano, ele começou a preparação no Curso Poliedro e conseguiu uma bolsa de alojamento, o que permitiu a mudança para a cidade paulista. Para o estudante, a reserva de vagas pode aproximar jovens indígenas de instituições tradicionalmente marcadas pela alta concorrência. “A nova lei de cotas é uma lupa que pode nos ajudar a enxergar sonhos que antes nos pareciam muito distantes. Aldeias e quilombos geralmente se encontram em locais afastados e os acessos à educação, à comunicação e à formação definitivamente não são os mesmos daqueles na cidade grande”, afirma. Segundo José, a preparação ao longo dos últimos anos também mudou sua percepção sobre a possibilidade de ingressar no ITA. “O ITA, assim como outras faculdades de prestígio tão longe de casa, parecia um sonho muito distante, mas anos de preparação deixaram-no mais palpável e as cotas vêm para trazer esse sonho mais para perto”, completa. Cotas também contemplam candidatos quilombolas A nova modalidade também alcança estudantes com vínculos com comunidades quilombolas. É o caso de André Giancarlo, de 17 anos, que tem origem familiar no povoado Ladeiras, em Japoatã, Sergipe. Na região, está localizado o quilombo com o qual a família mantém vínculos. André relata que ainda são poucos os jovens da comunidade que conseguem chegar ao ensino superior. “Lá, infelizmente, ainda não temos muitos jovens que conseguem alcançar o nível superior de formação, pois as condições ainda são precárias. Depois da política de cotas nas universidades públicas, surgiram alguns aprovados”, relata. Os pais do estudante se mudaram para Aracaju em busca de melhores oportunidades educacionais para os filhos. Atualmente, André cursa o ensino médio no Colégio Poliedro São José dos Campos e se prepara para disputar uma vaga no ITA. Vestibular mantém exigência acadêmica A nova distribuição das vagas ocorre após a aprovação da Lei nº 15.142/2025, que estabeleceu a reserva de 30% das vagas em concursos públicos e processos seletivos simplificados da administração pública federal para pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas. No vestibular do ITA, a divisão ficou em 25% das vagas para pretos e pardos, 3% para indígenas e 2% para quilombolas. Os outros 70% permanecem destinados à ampla concorrência. Apesar da mudança na forma de distribuição das vagas, o instituto mantém os critérios acadêmicos previstos no processo seletivo. Dessa forma, todos os candidatos precisam cumprir as exigências mínimas estabelecidas para as disciplinas e as demais etapas da seleção. Segundo Robson Jr., coordenador pedagógico da Turma ITA do Poliedro, a política de cotas amplia as possibilidades de acesso sem modificar o nível de exigência da prova. “A reserva de vagas amplia o acesso, mas não reduz a exigência da prova. O ITA mantém índices mínimos por disciplina que valem para todos os candidatos, e um dos grandes desafios do vestibular é alcançá-los. Por isso, a preparação específica continua sendo fundamental”, afirma. Em 2026, o Poliedro contabilizou 104 aprovações no ITA e teve os cinco primeiros colocados do vestibular. Diante da nova configuração, o curso também ampliou a oferta de bolsas para candidatos indígenas e quilombolas interessados na preparação para a seleção. Vestibular do ITA teve mais de 9,5 mil inscritos A edição 2027 do vestibular recebeu 9.531 inscrições, conforme dados divulgados pelo próprio ITA. A primeira fase ocorreu em 27 de setembro e reuniu questões objetivas de Matemática, Física, Química e Inglês. Na sequência, os candidatos classificados participam da segunda etapa, marcada para o período de 20 a 23 de outubro. Nessa fase, os estudantes realizam provas de Matemática, Química, Física, Português e Redação. Para avançar no processo seletivo, os candidatos precisam alcançar os critérios de desempenho previstos no edital e permanecer dentro do número de classificados correspondente à modalidade de concorrência. A ampliação das vagas e a inclusão de indígenas e quilombolas marcam, portanto, uma nova etapa no processo de admissão do ITA. A mudança ocorre justamente durante a expansão da instituição para Fortaleza, que prevê novas formações de engenharia no Ceará. Leia mais | Caso Isabelle: João Munhoz nega culpa pela morte da namorada Tags:ITA, Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Vestibular ITA, Vestibular 2027, Fortaleza, Educação, Ceará, Cotas, Indígenas, Quilombolas, Engenharia, Ensino Superior, São José dos Campos, Portal Rapadura Digital

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