
Saúde: Mari Fernandez impulsiona nova maternidade
Reprodução assistida avança e fortalece modelo de maternidade compartilhada A decisão da cantora Mari Fernandez de construir a maternidade ao lado da esposa por meio da reprodução assistida reforça, portanto, um movimento que cresce no Brasil: a maternidade compartilhada entre casais femininos. << SIGA O INSTAGRAM DO RAPADURA DIGITAL>> Além disso, o modelo ganha força com o avanço da ciência e acompanha, ao mesmo tempo, as novas configurações familiares. Dessa forma, a maternidade passa a assumir um papel mais plural e alinhado às transformações sociais. Como funciona a maternidade compartilhada O método mais utilizado é a fertilização in vitro (FIV). Nesse contexto, destaca-se o método ROPA (Recepção de Óvulos da Parceira). Ou seja, uma mulher fornece o óvulo, enquanto a outra realiza a gestação. Assim, ambas participam biologicamente do processo. Além disso, a técnica amplia o conceito tradicional de maternidade e fortalece o vínculo entre o casal e o bebê desde o início. Crescimento no Brasil De acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, os procedimentos de fertilização in vitro crescem de forma consistente no país. Nos últimos anos, o número de ciclos já ultrapassou 380 mil. Além disso, a procura não ocorre apenas por infertilidade, mas também por planejamento familiar e novos modelos de família. Mais acesso e menos tabu Para o especialista em reprodução humana Evangelista Torquato, a visibilidade de casos como o da artista ajuda a ampliar o acesso à informação. Segundo ele, a reprodução assistida acompanha a evolução da sociedade. Ou seja, não se limita ao tratamento da infertilidade. Além disso, o método ROPA garante um diferencial importante: a participação ativa das duas mulheres. Avanço da tecnologia Os avanços tecnológicos também impulsionam o crescimento da técnica. Atualmente, os protocolos são mais personalizados e o acompanhamento se torna mais rigoroso. Além disso, a escolha de doadores e o uso de tecnologia laboratorial avançada aumentam as chances de sucesso e tornam o processo mais seguro. Nova realidade da maternidade Outro fator relevante é o comportamento. O adiamento da maternidade e a maior autonomia feminina influenciam diretamente esse cenário. Assim, histórias como a de Mari Fernandez deixam de ser exceção. Pelo contrário, passam a representar uma nova realidade. Portanto, a maternidade se torna mais consciente, planejada e apoiada pela ciência. Leia também | Política: Adriana Pedrosa assume vaga na Câmara de Fortaleza Tags: Mari Fernandez, maternidade compartilhada, reprodução assistida Brasil, fertilização in vitro, método ROPA, saúde feminina, novos modelos de família, Portal Rapadura Digital








